Bnei Noach, Judaísmo, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

O que fazer nos dias de Chanucá?

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Perguntas & Respostas

O que posso fazer nos dias da festa JUDAICA de Chanucá?

 

A festa JUDAICA do Chanucá começa ao anoitecer do dia 22/12/2019 (domingo) e vai até o anoitecer do dia 30/12/2019 (segunda-feira).
Obviamente, você, como GENTIO, não tem porquê querer celebrar Chanucá. Que motivo uma pessoa que não nasceu de mãe judia ou que não se converteu tem para, por exemplo, querer acender as velas da chanukiá? Nem um.
(Sobre as festas JUDAICAS em geral, veja
https://a-fe-original–noaismo.info/2019/05/27/bnei-noach-podem-celebrar-as-festividades-judaicas-ou-alguma-delas/ .)
Mas certamente você pode, se quiser, partilhar da alegria destes dias.

⇒ Recite a oração “Que a alma de todo ser vivo” do nosso Guia em cada um dos dias de Chanucá
( https://a-fe-original–noaismo.info/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/ );

⇒ Algumas pessoas têm o costume de recitar os capítulos 30, 67, e 33  dos Salmos em cada dia do Chanucá;

⇒ Dê caridade para uma instituição ou para um indivíduo necessitado;

⇒ Os pais podem dar presentes em dinheiro para seus filhos em alguns ou em todos os dias para ensiná-los a colocar uma parte desse dinheiro na caixinha de caridade em casa, para depois ser dado para uma instituição;

⇒ É costume comer alimentos fritos em óleo, como latkes (panquecas) e sufganiot (sonhos), e comer produtos à base de laticínios.

 

Por Noaismo.info, baseado em AskNoah.

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Retratando-se com Hashem após descumprir uma Lei

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Perguntas & Respostas

 

Anderson pergunta:
Caso um noaíta descumpra uma lei, exemplo, roubo, como fazer para se retratar com o Eterno? Grato pelos ensinamentos!

 

Resposta:
Prezado Anderson, temos a honra de informar-lhe que o próprio Rabi Dr. Michael Schulman, o Diretor da AskNoah.org, gentilmente respondeu a sua pergunta.

“Se um Noaíta comete uma transgressão, ele deve se arrepender sinceramente para D’us, restituir qualquer perda que tenha causado (por exemplo, devolver um objeto que roubou, ou se isso não for possível, devolver o valor do objeto roubado) e pedir perdão se ele fez mal para alguém (a menos que isso faça com que a vítima fique mais irritada e chateada).”

 

O Shulchan Aruch Bnei Noach (lê-se, Chul’hán Arúh Benêi Nôah) — The Divine Code (Rabi Moshe Weiner) — da AskNoah, explica:

“Alguém que transgrediu a vontade de D-us em algum dos Sete Mandamentos Noaíticos ou que cometeu um erro em seu comportamento moral tem de mudar seu caminho e sua conduta, e deve aceitar sobre si mesmo que a partir desse momento ele(a) agirá da maneira correta, e ele(a) deixará de transgredir os mandamentos que D-us lhe deu.

Uma pessoa deve se arrepender por fazer o mal, mudar seu caminho pecaminoso e pedir perdão para D-us pelo pecado que cometeu. Este processo, quando alguém pede e implora perdão para D-us, é chamado de “arrependimento”. (D-us, certamente, aceita um arrependimento sincero, e perdoa o pecador arrependido por sua transgressão.)

Essa pessoa não deve pensar nem que suas ações já estão seladas diante de D-us e nem que, já que ele pecou muito, lhe é impossível retornar [do caminho pecaminoso] e se tornar uma pessoa justa. …Aqueles que querem retornar para [D-us] se arrependerão e corrigirão seus caminhos. Quando o fazem, ELE os aceita plenamente e tem piedade deles, e quando se arrependem da maneira correta, eliminando completamente suas más ações, aceitando Seu Reinado e decidindo observar Seus mandamentos para o futuro, D-us os perdoa de seus pecados e não os pune pelo passado.

[Sobre os] mandamentos de D-us para a humanidade: o próprio fato de O CRIADOR da humanidade emitir mandamentos é a razão pela qual a humanidade é obrigada a seguir esses mandamentos, acima e além de quaisquer detalhes específicos do que ELE ordenou.

O arrependimento ajuda a remover os pecados entre uma pessoa e D-us, tais como servir ídolos, comer carne que foi cortada de um animal vivo ou cometer adultério. Mas para alguém que rouba de seu companheiro, lhe causa danos ou prejuízos, quer fisicamente como golpeá-lo, ou emocionalmente como amaldiçoá-lo, em qualquer destes casos, seu arrependimento não é eficaz a menos que apazigue a pessoa lesada e lhe peça perdão, e que esta pessoa esteja de acordo. É proibido uma pessoa lesada ser cruel e não se deixar apaziguar. Em vez disso, ela tem de ser indulgente e aceitar o perdão de quem pecou contra ela, se este lhe pede perdão com completo e disposto desejo de coração (Rabi Maimônides, Leis do Arrependimento 2:10. Veja Rabi Maimônides, Leis dos Assassinos 4:12). Após isso, o pecador deve se arrepender de suas más ações, pedir perdão para Deus e fazer o arrependimento correto.”
— The Divine Code, Rabi Moshe Weiner, editado por Rabi Dr. Michael Schulman, Ask Noah International.
Tradução do inglês e do espanhol por Noaismo.info: © Noaismo.info.

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Por que há discordância entre os próprios rabinos sobre a prática noaica?

Bendito é Hashém!

 

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As Bnei Noach e o cobrir a cabeça

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As noaítas (Bnei Noach/Filhas de Noá) e o cobrir a cabeça

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS

 

Por Noaismo.info

PERGUNTA:
A mulher Bnei Noach casada deve cobrir o cabelo ou não? Quero muito saber.

 

RESPOSTA:
Ninguém menos que o Rabi Zalman Nechemia Goldberg, um membro do Supremo Tribunal Rabínico em Jerusalém e o presidente do Beit Din Eretz Hemdah – Gazit, chamou de “um ‘Shulchan Aruch LeBnei Noach'” (‘Shulchán Arúch dos Benêi Nôach’) a obra The Divine Code, do Rabi Moshe Weiner (Chabad), de Jerusalém, publicado pela Ask Noah International.

De um e-book de 12092 páginas (o livro físico tem 704 páginas), apenas um único parágrafo (e a sua nota — também um único parágrafo) trata da questão do cobrimento da cabeça de uma mulher noaíta casada. O que diz tal parágrafo?

Diz:
“É apropriado que uma mulher casada cubra seu cabelo quando está fora de sua casa ou na presença de outros homens que não o seu marido.”

E sua nota explica:
“O Tratado Sanhedrin 58b (Talmúd*) afirma que este era o costume das mulheres gentias na época talmúdica e em épocas anteriores, como um sinal claro para distinguir [publicamente] as mulheres casadas das mulheres solteiras. Embora não seja habitual as mulheres gentias fazerem isso hoje em dia em muitas sociedades, uma mulher casada modesta e piedosa deve, no entanto, cobrir seu cabelo.”


© Rabi Moshe Weiner (Chabad)
© Ask Noah International
© Noaismo.info

 

 

* “Quando ela (uma descendente de Noá) é liberada de seu relacionamento [conjugal]? …A partir do momento que ela expõe sua cabeça no mercado [isto é, em público]. Desde que as mulheres casadas cobriam o cabelo, mesmo entre os gentios, ao expor seu cabelo, ela prova que não deseja mais permanecer com ele.”

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Aí está tudo o que o livro (e também o Talmúd) diz sobre as noaítas casadas cobrirem a cabeca.
Não diz que tem de ser o cabelo inteiro, como algumas fazem com lenço.
Não diz que tem de ser apenas com lenço.
Nem diz que tem de ser o tempo todo, mas apenas em público, ou quando se está perante outros homens.
E o único motivo disso é para mostrar visivelmente em público para os homens que ela é casada e para então distinguir-se das solteiras (e não para, D’us não o permita, (copiar e) parecer-se com uma judia, o que é errado).

Como vemos em novelas e filmes de época, de fato, as mulheres não-judias casadas, quando saiam de suas casas, cobriam suas cabeças (com chapéus, lenços ou véus). O livro “O império da beleza” de Mark Tungate afirma: “As exigências da modéstia impunham que as mulheres casadas (da Idade Média) cobrissem o cabelo com lenços ou chapéus amarrados no pescoço.”

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Agora, é importante e interessante também entendermos como o cobrimento de cabelo se aplica às judias.

1. Trata-se de uma mitsvá, Lei Divina, um mandamento de Hashém para a judia casada;
2. Tem de se cobrir todo o cabelo (e não simplesmente cobrir a cabeça);
3. Não tem nada a ver com tzniút — modéstia ou recato;
4. Não se trata de um sinal externo para as pessoas, mas de um sinal entre a própria judia casada e Hashém.

Tudo isso é evidente nessa explicação (abaixo) do Chabad e do próprio Rebe:

§ Pode-se ver que desde os primeiros dias de sua liderança, o Rebe promove e restaura a mitsvá de cobrimento do cabelo para mulheres [judias] casadas e observantes. Ele procurou estabelecer que o cobrimento do cabelo era uma lei judaica e não um costume obscuro que pertencia a outra época. O Rebe afirmou que a lei judaica exige que todo — e não apenas parte — do cabelo de uma mulher casada seja coberto (Maguén Avrahám, Órach Chaím 75:2, Tsémach Tsédec, Responsa Even Haezer 139).

Ele queria suplantar a aversão generalizada de parecer diferente e “judeu demais” com um forte senso de identidade e orgulho; ainda assim, ele era sensível à preocupação de uma mulher com sua aparência. Por este motivo, o Rebe advogou o uso de perucas em vez de lenços, que ele reconheceu como uma opção pouco atraente e até insustentável para a maioria das jovens judias da América. O Rebe temia que a maioria das mulheres, mesmo as mais devotas, não usasse lenços de forma consistente e de maneira a cobrir todo o cabelo. O Rebe estava preocupado com aquelas (mulheres observantes) cujos envolvimentos profissionais e sociais impediriam cobrir o cabelo com lenços ou chapéus. Sem a opção de uma peruca, muitas mulheres não considerariam o cobrimento do cabelo. O incentivo do Rebe à peruca é uma ilustração inicial de como ele caracteristicamente canalizaria os mais recentes avanços dos dias modernos para o propósito da Torá e das mitsvót.

A princípio, a posição do Rebe não era popular. Muitas mulheres simplesmente não queriam cobrir o cabelo, enquanto outras achavam a noção de uma peruca totalmente estranha. Mostrando paciência e extraordinária sensibilidade às questões psicológicas e sociológicas em jogo, o Rebe persistiu em seus esforços. Eventualmente, valeu a pena. No final da década de 1960, a ardente promoção de perucas do Rebe levou à adoção de usar uma como norma na maioria dos círculos ortodoxos.

 

[Em um discurso de 1954, o Rebe explicou:]

“Quando uma judia [casada] anda na rua sem cobrir o cabelo, não há uma diferença [espiritual] perceptível [para si mesma] entre ela e os outros. No entanto, quando ela usa uma peruca (sheitel), pode-se dizer que ali está uma mulher religiosa judia*. Devemos fazer o que D’us nos ordenou fazer.

…A diferença entre uma peruca e um lenço é a seguinte: é fácil tirar um lenço, o que não acontece com uma peruca. Por exemplo, quando alguém está em uma reunião e usa uma peruca, mesmo que o Presidente entre, ela não a tira. Isto não é assim com um lenço que pode ser facilmente removido…

…No passado, o costume era cortar ou raspar completamente o cabelo (e cobri-lo com um lenço**). Mais tarde, o uso de perucas tornou-se um costume generalizado — especialmente hoje, quando se pode comprar perucas de várias cores, que podem ser ainda mais agradáveis [ou bonitas] do que o próprio cabelo.

Deixe a mulher [judia casada] refletir sobre este assunto. Não demora nem uma hora nem meia hora de contemplação. Por que ela realmente não quer usar uma peruca mas apenas um lenço? Porque ela sabe que não se pode tirar uma peruca quando ela está andando na rua ou [quando ela está] em uma reunião, enquanto se pode mover um lenço para cima e às vezes retirá-lo por completo.”

* “D’us preenche o céu e a terra” e o humano se encontra em Sua presença em todos os lugares e em todos os momentos.

** Na época talmúdica, as mulheres usavam um “radíd” (ou, “redidí”) (רָדִיד), um lenço maior sobre um chapéu menor, que cobria suas cabeças. Assim, mesmo que o cabelo saísse da primeira cobertura, os fios eram cobertos pelo radid (veja Talmúd Ketubót 72a).

 

Claramente, o Rebe desejava inspirar as mulheres a usar perucas e permanecer firmes nesta observância diante das pressões sociais. Uma leitura mais cuidadosa, no entanto, revela nuances adicionais dignas de menção. Primeiro, a atenção do Rebe a quão profundamente a identidade de uma mulher está ligada à sua aparência. Ele entendeu o quão crítico era este fator na decisão de uma mulher sobre a cobertura do cabelo.

O Rebe chegou ao ponto de afirmar que as perucas podem até ser mais atraentes que o próprio cabelo. Em comparação com as [perucas] que as mulheres podem ter usado nas gerações anteriores, as novas perucas, disse o Rebe, eram atraentes. É instrutivo que o Rebe não teve nenhuma objeção a perucas que melhoram a aparência de uma mulher; pelo contrário, ele incentivou as mulheres a aproveitar sua disponibilidade. Ainda hoje, persiste em muitas mentes a noção errônea de que a cobertura do cabelo deve prejudicar a atratividade de uma mulher casada (o que leva à onipresente pergunta de por que é útil cobrir o cabelo com uma peruca atraente) [Veja
https://pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/793693/jewish/Cobrir-o-Cabelo.htm ]. As palavras do Rebe lançam luz sobre a abordagem apropriada a esta mitsvá.

Curiosamente, o Rebe não forneceu razões filosóficas ou místicas para a mitsvá [de cobrimento do cabelo]. Para muitas mulheres (e homens), nenhuma razão será suficientemente convincente. Em vez disso, o Rebe enfatizou que a observância de todas as mitsvót (incluindo o cobrimento do cabelo) é, em primeiro lugar e acima de tudo, baseada na subserviência da pessoa à vontade de D’us:
‘As palavras de nossa Torá da Verdade são completamente verdadeiras, perpétuas e eternas em todos os lugares e em todos os tempos.’

Existem comunidades em que as perucas não são consideradas halachicamente aceitáveis, com base na sua semelhança com o cabelo de uma mulher. Em outras, as mulheres usam perucas mas as cobrem parcialmente com um lenço ou chapéu para sinalizar que estão cobrindo o cabelo. O Rebe recebeu mulheres com antigas tradições de cobrir completamente o cabelo com lenços apertados e/ou usar uma cobertura dupla (isto é, um chapéu sobre uma peruca). O Rebe acreditava que não havia obrigação haláchica de cobrir a peruca.
© Chabad.org
Traduzido do inglês por Noaismo.info

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Portanto, como vimos acima, existem gritantes diferenças entre a judia casada cobrir seu cabelo e a noaíta casada cobrir sua cabeça. Enquanto para a judia casada trata-se de ter de cobrir todo o cabelo, para a noaíta casada trata-se de apenas cobrir a cabeça em público. E enquanto para a judia casada trata-se de uma mitsvá, quer dizer, de um mandamento de Hashém para ela, e de uma mitsvá que nada tem a ver com modéstia ou recato, e que é um sinal para si mesma da sua distinção* das mulheres das nações, para a noaíta casada trata-se de um costume não-judaico visto pelos Sábios do Talmúd como um exemplo de humildade perante Hashém, e elogiado por eles, e de um sinal público para os homens de que ela é casada.

 

* O próprio Rebe esclarece sobre os “sinais da relação especial de D’us com os judeus[:] obviamente, quando um sinal é usado para diferenciar uma entidade de outra, ele tem de ser exclusivo da entidade escolhida. Da mesma forma, os sinais que distinguem os judeus das outras nações devem ser associados exclusivamente aos judeus.
É muito importante fortalecer “os sinais que distinguem entre Israel e as nações”.” Assim, aquilo que constitui o sinal que distingue as judias casadas das não-judias tem de ser exclusivo delas (como cobrir todo o cabelo). As não-judias (mesmo as noaítas) que copiam as judias, que passam a parecer-se com as judias, comete um erro gravíssimo, o pecado de Chidúsh Dat.

Por Noaismo.info

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Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/01/site-bnei-noach-noaitas-e-o-vestir-se/

 

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/07/18/site-bnei-noach-tzniut-modestia/

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Bendito és TU, Hashém, nosso Deus, Rei do universo, que é bom e faz o bem.

 

O Projeto Noaísmo Info (A Fé Original da humanidade) — o site bnei noach — humildemente presta a sua homenagem ao Rabi Moshe Weiner, de Jerusalém, Israel, Rabino Supervisor da Ask Noah International e autor do “Shulchán Arúch dos Benêi Nôach”: o livro Shéva Mitsvót Hashém* (em hebraico), traduzido para o inglês como The Divine Code, publicado pela Ask Noah International, pelo seu aniversário na quinta-feira, 19 de Setembro de 2019 (19 de Elul de 5779).

* Livro esse realizado para atender o chamado do Rebe, líder espiritual da geração, de divulgar para as nações os Ensinamentos de D’us na Torá para os não-judeus.

Que Hashém o abençoe com saúde e vida longa.

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