Cartão Bnei Noach CRIANÇAS (PDF e imagem)

O Site Bnei Noach,
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(Projeto Noaismo Info),
APRESENTA

Cartão Bnei Noach INFANTIL: As Sete Leis de Noé para DISTRIBUIÇÃO para as CRIANÇAS (PDF e imagem)

 

É com imenso orgulho que o Projeto Noaísmo Info, graças a D’US, mais uma vez sai na frente e inova trazendo para a Comunidade Bnei Noach do Brasil o Cartão de distribuição para a divulgação das Sete Leis de Noé entre as crianças, tanto na versão PDF, para quem desejar imprimi-lo, quanto na versão Imagem, para os pais lerem para as crianças ou para as crianças o lerem e o curtirem no celular, no tablet ou no computador.

 

PROIBIDA A VENDA DESTE CARTÃO! UNICAMENTE O PROJETO NOAISMO INFO O DISPONIBILIZA GRATUITAMENTE PARA DISTRIBUIÇÃO IGUALMENTE GRATUITA.

 

(Todos os itens abaixo tratam-se da mesma mensagem do Cartão, apenas que em cada um ele está disponibilizado em um modo de ser visto diferente.)

 

Formato PDF

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NOVIDADE

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Dedicado a I.

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Bnei Noach e uma letra da Torá

O Site Bnei Noach,
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(Projeto Noaismo Info),
APRESENTA

Perguntas e Respostas

 

Os bnei-Noach e a compra de uma letra de um novo rolo da Torá

 

Pergunta:
Está correto um noaíta (ben Noach) pagar uma letra da Torá (de um novo rolo de Torá para uma sinagoga), Rabi?

Resposta:
O Rabino Dr. Michael Schulman, dono da Organização internacional Ask Noah International, organização criada a pedido pessoal do próprio Rebe (e organização esta que, graças a D’US, reconhece e aprova o Projeto Noaismo Info), responde:

“Não!”

© Rabi Dr. Michael Schulman
© Projeto Noaismo Info

Traduzido do inglês por Projeto Noaismo Info: © Projeto Noaismo Info

E para ficar claro o motivo do não, vejamos as próprias palavras do Rebe sobre isto:

A Halachá em si não é raciocínio e dialética, mas a lei simples do que fazer. A Halachá é uma obrigação para uma pessoa porque é um mandamento de D’US. Esta é a base subjacente que está presente em todas as Halachót por igual: que todas elas são comandadas por D’US.
Todas as Halachót são igualmente ordenadas por D’US — “QUEM nos santificou com SUAS mitsvot e nos ordenou” —. Isto está associado ao mandamento de escrever um Sefer (Rolo de) Torá. Todo judeu é ordenado a escrever um Sefer Torá: “É um mandamento positivo para cada judeu escrever um Sefer Torá para si mesmo.” É especialmente importante [um]a campanha de mitsvá para unir todos os judeus em um vínculo eterno por cada judeu comprar uma letra em um Sefer Torá. Isto se aplica a todos os judeus: homens, mulheres e crianças. No entanto, na campanha da mitsvá de Sefer Torá, a ênfase não está em cada pessoa escrever um Sefer Torá para si mesma (já que a mitsvá é realmente escrever todo o Sefer Torá), mas especificamente em[, como dito,] incluir o maior número de judeus em um único Sefer Torá. As autoridades explicam que, se é impossível para cada judeu cumprir a mitsvá de escrever um Sefer Torá para si mesmo em separado, vários judeus podem se unir para escrever um Sefer Torá de modo que cada um tenha pelo menos uma letra. Como o Sefer Torá não poderia ter sido escrito sem a participação de cada um, é considerado como se cada um deles tivesse escrito um Sefer Torá completo. Cada judeu pode e deve participar do serviço [espiritual] de difundir a Torá e as mitsvot entre o povo judeu em geral. Especialmente quando se trata de algo tão sagrado como comprar uma letra no Sefer Torá, deve-se fazer todo o possível para inscrever um judeu onde quer que ele se encontre. Este esforço deve ser feito por todos os judeus.

Através da Torá todos os judeus podem ser unidos, apesar de suas diferenças. Assim, para unir todos os judeus em ações, a melhor maneira é que cada judeu compre uma letra em um Sefer Torá. [Então] agora é apropriado exortar mais uma vez a todos da mais importante das campanhas de mitsvá: unir todos os judeus na escrita de um Sefer Torá geral mediante a compra de uma letra por parte de cada um deles. Portanto, todo judeu deve comprar uma letra em um dos Sefers Torás gerais e influenciar os outros a fazerem o mesmo. No entanto, uma vez que existem diferentes costumes quanto à configuração exata das letras — asquenazí, sefardí, lurianí etc. — cada um deve comprar uma letra no Sefer Torá escrita de acordo com o costume que ele segue. [Sim] cada judeu pode comprar sua letra no Sefer Torá escrita de acordo com seu costume (asquenazí, sefardí etc). Mas, novamente, deve-se enfatizar que o conceito destes Sefers Torás é unir todos os judeus. Ao comprar uma letra, cada judeu é unido a todos os outros que compraram letras naquele Sefer Torá, e também a todos os outros Sefers Torás. [E, na verdade,] não apenas um judeu se une a outros judeus que compraram letras no Sefer Torá mas ele se une a todos os judeus. Assim, a escrita de um Sefer Torá abrange todas as almas judaicas, de todos os níveis e em todas as gerações.

A grandeza e a necessidade de unir todos os judeus através do Sefer Torá nunca foi tão urgente como hoje, quando a situação mundial está em um terrível declínio. Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para trazer estabilidade ao mundo. Através da participação na escrita de um Sefer Torá, se fortalece a estabilidade do mundo. Assim, torna-se evidente a importância e grandeza de influenciar outros judeus a comprar uma letra no Sefer Torá. Devemos fazer todo o possível para garantir que todos os judeus adquiram uma letra no Sefer Torá, unindo assim todos os judeus. Todo judeu deve comprar uma letra no Sefer Torá. [É] urgente garantir que todo e qualquer judeu compre uma letra em um dos Sefers Torás.

Unindo-nos a outros judeus através de um Sefer Torá, ao comprar uma letra na Torá etc., aceleramos a ressurreição de Moshe Rabênu. Que seja a vontade de D’US que todos os judeus se unam através da participação na escrita de um Sefer Torá, fazendo com que cada um compre uma letra em um Sefer Torá.

A redenção será através de nosso justo Mashiach que reunirá e unirá todos os judeus à Terra Santa, a terra escolhida e única, juntamente com a Torá completa, rapidamente em nossos dias.

Como é nítido e explícito, o Rebe nunca cogitou a idéia de um gentio, mesmo um ben-Noach, por qualquer motivo que seja, participar do cumprimento da mitsvá judaica de comprar uma letra da Torá.

(Extraído das palestras do Rebe. Traduzido do inglês por Projeto Noaismo Info: © Projeto Noaismo Info)

© O Rebe (Rav Menachem Mendel Schneerson)
© Projeto Noaismo Info

 

Homenagem do Site Bnei Noach
(a-fe-original-·-noaismo.info), Projeto Noaísmo Info, ao Rebe (Rav Menachem Mendel Schneerson) pelos 120 anos de seu nascimento.

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Projeto Noaismo Info

© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)

Cristianismo é ou não é idolatria?

 

Cristianismo e Idolatria
MATÉRIA ATUALIZADA EM FEV/22

Perguntas & Respostas

 

Pergunta:
Eu já vi alguns judeus afirmando que os cristãos (e inclusive os mulçumanos) não são realmente idólatras. Como pode?

 

Resposta:
A parte 10 do Curso Bnei Noach abrangeu este tema.

Curso Bnei Noach parte 10

De toda forma, halachicamente falando, isso é verdadeiro. Em outras palavras, a doutrina cristã até é idolátrica, mas a prática cristã não se encaixa de fato na descrição da Torá daquilo que constitui idolatria real (a adoração de deuses pagãos). Ou seja, o culto cristão é verdadeiramente ERRADO em absoluto, é sim um desvio da verdadeira devoção a Hashém, e até mesmo é de fato uma espécie de idolatria (como nos explica o nosso Rabino Orientador, o Rav Shimshon Bisker, de Israel: “chamar um intermediário de “Deus” é idolatria. Aquele que serve [ora] a um homem é idólatra.”), mas não se compõe de uma cerimônia real de serviço (culto pagão) a um ídolo. Há regras dentro da própria Torá para algo ser classificado como culto de idolatria real (como vimos no Curso). Então isto significa que o que não entra nessa classificação da Torá (o cristianismo, por exemplo) não é idolatria? TECNICAMENTE não, mas idealmente ou objetivamente sim, claro que sim. Em outras palavras, há o que é idolatria real e há o que é idolatria relativa, e o culto cristão se enquadra na idolatria relativa, ou seja, o cristianismo é parcialmente uma idolatria (na verdade um costume em vez de literalmente a adoração pagã de ídolos, como será exposto a seguir pelo Rebe).

Por isso mesmo isto (esta questão da classificação) não equivale a dizer que cristãos e mohamedistas são Noaítas (Bnei Noach), ou que o cristianismo e o mohamedismo são bons para os gentios.
Cristianismo e islamismo são invenções do ser-humano e são naturalmente mentira, engano, falsidade. Apenas a Torá é a Verdade (Torá Emet — a Torá da Verdade).
Assim, os gentios realmente NÃO devem praticar o cristianismo nem serem cristãos.

Eis uma resposta curta, resumida, à sua pergunta, dada por ninguém menos que o Rebe, Rav Menachem Mendel Schneerson:

“Idolatria — é o oposto da fé em D’US.

(Na época do Rebe Anterior) Mesmo entre os gentios a prática da verdadeira idolatria havia praticamente desaparecido. O islam foi aceito pelo Rambam [o Sábio Rabi Maimônides] como não tendo nenhuma conexão com a idolatria, e até mesmo o cristianismo, que de acordo com o Rambam foi associado à adoração de ídolos, NÃO é idolatria verdadeira. Conforme as regras do Shulchan Aruch, nos tempos modernos os gentios realmente não conhecem as regras da adoração de ídolos [que os antigos pagãos conheciam] e apenas seguem o “costume de seus antepassados”.”

Por Rav Menachem Mendel Schneerson (o Rebe)
Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info

© Rav Menachem Mendel Schneerson
© Projeto Noaismo Info

 

O Manual Para os Bnei Noach do Rav Shimshon Bisker, de Israel, autor de mais de 40 livros, também elucida o tema da idolatria.

 

E sobre como lidar com cristãos:

Bnei Noach lidando com cristãos

 

APRENDA A VERDADE SOBRE D’US NA EDIÇÃO EXCLUSIVA DE “UM LIVRO SOBRE DEUS”, DO RABI ARYEH KAPLAN, DA NOSSA LIVRARIA, E ADQUIRA LIVROS DIGITAIS DO RAV SHIMSHON BISKER, DE ISRAEL, NA LIVRARIA virtual PROJETO NOAISMO INFO

Curso Bnei Noach parte 30 – ESPECIAL: LIVRARIA virtual Projeto Noaismo Info

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Na bíblia judaica há histórias que são de fato alegorias?

Histórias Bíblicas

Perguntas & Respostas

 

Pergunta:
De que forma eu posso vir a saber quais histórias da Torá, bem como de toda a Tanach (bíblia judaica), são realmente verdadeiras — aconteceram de verdade — e quais não — sendo apenas alegorias?

 

Resposta:
Sua pergunta é muito interessante e importante. É fato que todos nós, judeus e não-judeus, sempre ouvimos falar de não se levar todas as palavras da bíblia ao pé da letra. Mas será que isto vale para todas as histórias bíblicas?

Respondendo a sua pergunta, o Rebe, Rav Menachem Mendel Schneerson, explica:
“A Torá não é apenas um livro de boas e VERDADEIRAS histórias; mas é também um Ensinamento; uma lição de como viver neste mundo.”

Mas a quais histórias o Rebe se refere como “verdadeiras”? Algumas ou todas?

Deixemos que ele próprio responda:
“As histórias também são instruções já que fazem parte da Torá, que quer dizer “instrução”. A história [então contada em qualquer parte da Torá] realmente ocorreu, não é preciso dizer, pois é parte da Torá da Verdade, mas a intenção da história é guiar e instruir.”

Então o Rebe está nos dizendo que nem uma única história da Torá, na verdade de toda a Tanach, é uma alegoria, mas que todas elas ocorreram de verdade? Sim. E que ele próprio enfatize isso:
“As histórias da Torá devem ser entendidas LITERALMENTE. É verdade que TODAS as histórias da Torá REALMENTE OCORRERAM, com todos os seus detalhes de acordo com a compreensão direta da narrativa bíblica. É tudo da “boca” do ONIPOTENTE. É tudo ‘a Torá Perfeita de D’US’, pura e sagrada Verdade.”

Por Rav Menachem Mendel Schneerson (o Rebe)
Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info

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Em memória de H.S.

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28a Parte do Curso Bnei Noach

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19a Parte do Curso Bnei Noach

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6a Parte do Curso Bnei Noach

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Por que mashíach ainda não chegou?

apresenta

No mês de aniversário do nosso Site
(05 anos)

Por que mashíach ainda não chegou?

 

“A diferença entre a Redenção e a era atual não é uma mudança no conjunto físico, mas uma mudança na nossa consciência de D’us.” — Chabad.org

 

Por Rabi Menachem Mendel Schneerson (O Rebe)

 


Trazer o Mashíach é um trabalho para cada ser humano na Terra.


 

[Se] existe em toda geração “uma pessoa dentre os descendentes de Judá que é digna de ser o Mashíach de Israel” (Comentário de Rav Ovadiá de Bartenura ao Livro de Rute)[, e se], como escreve o rabino Moshe Schreiber: “Desde o momento da destruição do Bet Hamicdásh, tem nascido alguém que em sua justiça é digno de ser o redentor (de Israel)”, e caso não houvesse impedimentos e obstáculos que impedissem sua vinda, ele já teria vindo[, e também se] nossos Sábios declararam [no Talmud]: “Todos os tempos designados para a vinda de Mashíach já passaram” (Sanhedrin 97b), surge uma pergunta surpreendente:

Como é possível que, apesar de todos esses fatores, Mashíach ainda não tenha chegado? Isto está além de toda compreensão possível.

Considerando que estarmos no exílio por mais de [2000] anos pode causar desânimo e desesperança; por que Mashíach ainda não chegou?! Portanto, saibam: a geração atual [é] a última geração do exílio e a primeira geração da Redenção.

Nossa tarefa de transformar o mundo em uma morada para D’us e provocar a chegada de Mashíach também inclui influenciar os não-judeus a manter suas mitsvót, as Sete Leis Noaíticas. Todo judeu é obrigado a fazer isso. Surge uma pergunta, já que esta lei está em vigor [desde a entrega da Torá no Sinai], por que apenas recentemente ela tem sido enfatizada, e com tanta frequência?

Há duas explicações sobre por que agora as Sete Mitsvót devem ser difundidas. A razão simples é que em gerações anteriores era impossível influenciar os não-judeus neste sentido. Qualquer tentativa de influenciar um não-judeu em assuntos religiosos colocaria a sua vida em perigo. E mesmo quando já não era mais uma questão de vida ou morte, continuava sendo perigoso o suficiente ao ponto de que as pessoas (judias) estavam isentas da obrigação de chegar até os Bnei Noach (descendentes de Noá).

Hoje, no entanto, vemos que o mundo tem mudado drasticamente. Não só é possível influenciar os não-judeus sem se colocar em perigo, mas eles ficam realmente agradecidos. Quando se lhes notifica que existe um “Ser” ONIPOTENTE e que eles podem ajudar a tornar o mundo um lugar melhor mantendo as Sete Mitsvót, eles vêem que você se preocupa com o bem-estar deles. Frequentemente, eles até mesmo mostram sua apreciação.

Além disso, o Rabi Maimônides usa a expressão “‘lakuf’ (‘influenciar à força’) todos os habitantes do mundo a aceitarem os mandamentos noaíticos.” Embora obviamente deva-se fazer isto de uma maneira agradável, gentil e pacífica, ainda assim deve ser feito com persistência. Se você já tentou várias vezes, mesmo assim tente novamente de todas as formas. Com frequência vemos que, ainda que às vezes se fala às pessoas cinco vezes, elas não mudam até ouvir uma sexta vez!

Alguém pode querer reclamar: “e isto é tudo o que nos falta? Há tantas coisas que precisam de nossa atenção!”

Obviamente, esta reclamação não pode ser levada a sério. Pelo mesmo raciocínio, você poderia acabar com todas as 613 mitsvót [judaicas], D’us nos livre! Peça a alguém para fazer uma mitsvá, e ele pode responder: ‘Mas há algo mais importante que estou fazendo!’ E isto não é apenas uma resposta teórica — é algo que vemos no dia-a-dia. Com este raciocínio, uma pessoa poderia até dizer: ‘Mas estou fazendo mitsvót ajudando outros judeus — não tenho tempo para pensar em D’us!’ Portanto, devemos nos preocupar com todas as mitsvót — neste caso, divulgar os mandamentos noaíticos.

Esta é a razão simples da atual ênfase na divulgação das Sete Mitsvót, mas há uma razão mais profunda, ligada à idéia de que o mundo está mudando.

Vemos mudanças radicais no mundo de hoje. Nunca vimos tais extremos — tanto no positivo quanto no negativo.

Nas relações interpessoais, há discussões violentas ocorrendo entre pessoas que parecem não ter nem mesmo o potencial para a controvérsia. Do mesmo modo no lado bom: há atos de caridade e bondade que estão sendo feitos de uma maneira sem precedentes nas gerações anteriores. As pessoas estão dando enormes quantias de caridade e mostrando uma absoluta abnegação pelo bem-estar dos outros. Qualquer um que pensar no que está acontecendo no ambiente à sua volta vai perceber isto.

Apesar do fato do mundo estar passando por tais mudanças, o Mashíach ainda não chegou. [Como já foi falado,] nos tempos do Talmud nossos Sábios já diziam: “todos os prazos para a vinda do Mashíach já passaram.” Ao longo das gerações, líderes judeus como Rav Saadia Gaon, o Rambam e muitos outros falaram de prazos posteriores. Embora não tenham sido tão divulgados, o Alter Rebe e o Rebe Rashab também falaram de prazos. Mas uma nova era começou quando o Rebe Anterior proclamou: ‘Faça teshuvá agora e Mashíach virá agora’. Ele mandou imprimi-la e divulgá-la, e apesar da amarga oposição, repetiu-a continuamente.

Já se passaram décadas após estas proclamações e, no entanto, o Mashíach ainda não chegou. Pesquisei e procurei uma explicação para isto, e a única resposta que encontrei é a seguinte. Nas gerações anteriores, era possível confiar nos esforços do Nasi (Líder da geração). Entretanto, depois de tanto tempo, quando até mesmo a proclamação do Rebe Anterior passou e Mashíach ainda não chegou, a única possibilidade é que cada judeu deve estar envolvido em trazer a redenção.

Como já passou tanto tempo, e a situação mundial até mudou para melhor (como mencionado acima) e o Mashíach ainda não chegou, a única coisa que poderia estar faltando é que todo judeu sinta que trazer o Mashíach é sua responsabilidade pessoal.

Esta é também a outra razão para a ênfase nas Sete Mitsvót. Como o mundo mudou e o Mashíach ainda não chegou, todo indivíduo (não-judeu) deve fazer todo o possível para apressar sua vinda. A vinda do Mashíach também é relevante para os gentios.

E embora haja muitas reclamações e desculpas (dos próprios judeus) sobre ser impróprio falar da vinda de Mashíach e das Sete Mitsvót: chegou a hora de preparar o mundo para o Mashíach. Isto inclui torná-lo um “lugar de estabilidade” através da divulgação das Sete Mitsvót.

Nossos esforços para espalhar a consciência de D’us em todo o mundo e fazer com que essa consciência permeie cada indivíduo precipitará a chegada da era em que “a Terra inteira estará preenchida com o conhecimento de D’us (Havayáh) como as águas cobrem o mar.” (Isaías 11:9)

Agora, esta transição na composição espiritual do mundo não acontecerá instantaneamente [e nem magicamente]. Em vez disso, será o resultado de séculos de esforços da parte do ser humano para aumentar a consciência de D’us dentro de seu próprio mundo pessoal de pensamento e sentimento. De fato, a paz e a prosperidade do tempo da era de Mashíach (apenas) virão como resultado desse aumento da consciência da DIVINDADE [que, como já explicado, somente se concretizará com o ensinamento das Sete Mitsvót para todas as pessoas do mundo].

Que seja a vontade de D’us que todo mundo (judeus e não-judeus) comece a se envolver ativamente em trazer o Mashíach ainda mais cedo, com todos estes momentos somando-se à redenção imediata.

O que mais posso fazer para motivar todo o povo judeu a realmente provocar a vinda de Mashíach? Tudo o que tem sido feito até agora tem sido em vão. Pois ainda estamos no exílio; além disso, estamos em um exílio interno no que se refere ao nosso próprio serviço a D’us.

Tudo o que eu posso fazer é entregar o assunto a vocês. Agora, façam tudo o que puderem para trazer o Mashíach, aqui e agora, imediatamente.

Eu fiz tudo o que pude; de agora em diante, vocês devem fazer tudo o que puderem. Que seja a vontade de D’us que haverá um, dois ou três entre vocês que apreciarão o que precisa ser feito e como precisa ser feito, e que vocês possam ser realmente bem sucedidos e tragam a verdadeira e completa redenção. Que isto se realize imediatamente, em um espírito de felicidade e com alegria de coração.

Por Rabi Menachem Mendel Schneerson (o Rebe) — o líder espiritual da nossa geração

 

© Rabi Menachem Mendel Schneerson
© Projeto Noaísmo Info
© Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info

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© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)

As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno

As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno

 

Por Projeto Noaísmo Info e O Rebe

 

Desde que o ser humano foi criado por Hashém que toda a humanidade está sujeita ao cumprimento das Sete Leis Divinas Universais, primeiramente dadas a Adám e Chavá (Adão e Eva), e posteriormente dadas a Nôach (Noá) e Naamá, e finalmente reveladas a toda a humanidade através da Torá, entregue por Hashém a Moshé (Moisés) e ao povo judeu no monte Sinái em 2448 depois da Criação.
Portanto, diferente das 613 mitsvót judaicas que foram surgindo gradativamente desde Avrahám (Abraão) (o primeiro judeu) até a entrega da Torá no Sinái, as Sete Leis Universais existiram desde sempre. E o surgimento do povo judeu se deu exatamente por causa delas, das Leis Universais de Hashém, ou seja, o povo judeu surgiu não para por um fim nelas, mas para protegê-las (do esquecimento das nações por causa de rejeição e abandono).
Todas as nações — todos os povos — são criações de D’us, obviamente. O povo judeu também é criação de D’us. Mas, mais do que apenas ser criação de D’us, o povo judeu foi escolhido por D’us para servi-LO eternamente (nunca O abandonando por completo, nunca O esquecendo por completo) e para representá-LO diante de todas as nações do mundo*. (* “Uma nação de sacerdotes — o povo a quem ELE escolhera para SI, para receber SUA Torá e para servir de guia e inspiração [espiritual e moral] aos demais povos do mundo. Ensinamos ao mundo o monoteísmo e lhes demos a nossa Torá, que é a base da civilização e da fé entre os homens.” – Revista Morashá) Assim, mesmo que a partir de então todas as pessoas do mundo abandonassem seu CRIADOR e se esquecessem de SUAS Leis Universais, o povo judeu estaria ali servindo como um lembrete, um aviso Divino, para elas.
Mas, se — como está evidente acima — o povo judeu tem uma missão divina diferente da missão divina de todas as outras nações, o que torna o judeu diferente do não-judeu? Qual é a diferença entre o judeu e o não-judeu?
O próprio Rebe, o Rabi Menachem Mendel Schneerson, o líder espiritual da nossa geração, responde:

“Somos todos iguais, biologicamente e fisiologicamente. Só que o papel do judeu é diferente do papel do não-judeu. D’us fez estas distinções e ninguém pode mudar isso. A diferença entre judeus e não-judeus se expressa em relação à observância da Torá. Se requer que o povo judeu observe 613 mitsvót da Torá e que os gentios do mundo só cumpram as Sete Leis Noaíticas (Universais). Esta não é uma responsabilidade pequena, já que é um ingrediente essencial na criação do mundo.”

O povo judeu é diferente dos povos não-judeus porque recebeu do MESMO CRIADOR 613 mandamentos: as Sete Leis Universais (sim, os judeus não estão dispensados delas) acrescidas de 606 mandamentos. Isto é o que identifica o judeu, esta é a sua identidade, esta é a Identidade Judaica (estar sujeito ao cumprimento de 613 mandamentos divinos).
Se o povo judeu surgiu para assegurar que todas as pessoas do mundo NUNCA se esquecessem das Sete Leis Universais de Hashém, então, assim como o povo judeu é eterno, assim também as Sete Leis Universais de Hashém são eternas para todos os povos. Como Hashém é eterno, nada do que ELE cria se desfaz. Portanto, as Sete Leis Universais de Hashém são eternas, vão existir para sempre. E para serem cumpridas por quem? Pelos não-judeus, é óbvio. Então os não-judeus também existirão para sempre, pois também são criações de Hashém. E dessa maneira, portanto, o mesmo se dá com o povo judeu e com as 613 mitsvót da Torá, cada um também existirá para sempre.
“Assim como D’us é eterno, também é eterna a sua aliança com o povo judeu.”
“Assim como D’us é eterno, assim também o povo judeu é eterno.”
“A Torá é eterna, e tudo o que nela está escrito também é eterno.”
“Nosso interesse (dos judeus) não é eliminar as nações do mundo, mas refiná-las. Elas não deixam de existir após a conclusão do processo de refinamento (do mundo). Mesmo no futuro (messiânico), as nações continuarão a existir.” Continue lendo “As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno”