Bnei Noach, Comunidade Virtual do Movimento Bnei Noach no Brasil: Projeto Noaismo Info (endossada pela Ask Noah)

Comunidade Virtual Endossada pela Org. Ask Noah International

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Reconhecido, aprovado e recomendado pela Organização Ask Noah International, o Projeto Bnei Noach: “Noaísmo: a Fé Original da humanidade” (o site: a-fe-original–noaismo.info), em homenagem ao Rebe, pelos seus 70 anos de liderança, comunica a criação da Comunidade Virtual do Movimento Bnei Noach no Brasil.

 

Veja:

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Bnei Noach

Por que há discordância entre os próprios rabinos sobre a prática noaica?

Bendito é Hashém!

 

Nova página do Site:

 

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Bnei Noach, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

As Bnei Noach e o cobrir a cabeça

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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As noaítas (Bnei Noach/Filhas de Noá) e o cobrir a cabeça

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS

 

Por Noaismo.info

PERGUNTA:
A mulher Bnei Noach casada deve cobrir o cabelo ou não? Quero muito saber.

 

RESPOSTA:
Ninguém menos que o Rabi Zalman Nechemia Goldberg, um membro do Supremo Tribunal Rabínico em Jerusalém e o presidente do Beit Din Eretz Hemdah – Gazit, chamou de “um ‘Shulchan Aruch LeBnei Noach'” (‘Shulchán Arúch dos Benêi Nôach’) a obra The Divine Code, do Rabi Moshe Weiner (Chabad), de Jerusalém, publicado pela Ask Noah International.

De um e-book de 12092 páginas (o livro físico tem 704 páginas), apenas um único parágrafo (e a sua nota — também um único parágrafo) trata da questão do cobrimento da cabeça de uma mulher noaíta casada. O que diz tal parágrafo?

Diz:
“É apropriado que uma mulher casada cubra seu cabelo quando está fora de sua casa ou na presença de outros homens que não o seu marido.”

E sua nota explica:
“O Tratado Sanhedrin 58b (Talmúd*) afirma que este era o costume das mulheres gentias na época talmúdica e em épocas anteriores, como um sinal claro para distinguir [publicamente] as mulheres casadas das mulheres solteiras. Embora não seja habitual as mulheres gentias fazerem isso hoje em dia em muitas sociedades, uma mulher casada modesta e piedosa deve, no entanto, cobrir seu cabelo.”


© Rabi Moshe Weiner (Chabad)
© Ask Noah International
© Noaismo.info

 

 

* “Quando ela (uma descendente de Noá) é liberada de seu relacionamento [conjugal]? …A partir do momento que ela expõe sua cabeça no mercado [isto é, em público]. Desde que as mulheres casadas cobriam o cabelo, mesmo entre os gentios, ao expor seu cabelo, ela prova que não deseja mais permanecer com ele.”

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Aí está tudo o que o livro (e também o Talmúd) diz sobre as noaítas casadas cobrirem a cabeca.
Não diz que tem de ser o cabelo inteiro, como algumas fazem com lenço.
Não diz que tem de ser apenas com lenço.
Nem diz que tem de ser o tempo todo, mas apenas em público, ou quando se está perante outros homens.
E o único motivo disso é para mostrar visivelmente em público para os homens que ela é casada e para então distinguir-se das solteiras (e não para, D’us não o permita, (copiar e) parecer-se com uma judia, o que é errado).

Como vemos em novelas e filmes de época, de fato, as mulheres não-judias casadas, quando saiam de suas casas, cobriam suas cabeças (com chapéus, lenços ou véus). O livro “O império da beleza” de Mark Tungate afirma: “As exigências da modéstia impunham que as mulheres casadas (da Idade Média) cobrissem o cabelo com lenços ou chapéus amarrados no pescoço.”

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Agora, é importante e interessante também entendermos como o cobrimento de cabelo se aplica às judias.

1. Trata-se de uma mitsvá, Lei Divina, um mandamento de Hashém para a judia casada;
2. Tem de se cobrir todo o cabelo (e não simplesmente cobrir a cabeça);
3. Não tem nada a ver com tzniút — modéstia ou recato;
4. Não se trata de um sinal externo para as pessoas, mas de um sinal entre a própria judia casada e Hashém.

Tudo isso é evidente nessa explicação (abaixo) do Chabad e do próprio Rebe:

§ Pode-se ver que desde os primeiros dias de sua liderança, o Rebe promove e restaura a mitsvá de cobrimento do cabelo para mulheres [judias] casadas e observantes. Ele procurou estabelecer que o cobrimento do cabelo era uma lei judaica e não um costume obscuro que pertencia a outra época. O Rebe afirmou que a lei judaica exige que todo — e não apenas parte — do cabelo de uma mulher casada seja coberto (Maguén Avrahám, Órach Chaím 75:2, Tsémach Tsédec, Responsa Even Haezer 139).

Ele queria suplantar a aversão generalizada de parecer diferente e “judeu demais” com um forte senso de identidade e orgulho; ainda assim, ele era sensível à preocupação de uma mulher com sua aparência. Por este motivo, o Rebe advogou o uso de perucas em vez de lenços, que ele reconheceu como uma opção pouco atraente e até insustentável para a maioria das jovens judias da América. O Rebe temia que a maioria das mulheres, mesmo as mais devotas, não usasse lenços de forma consistente e de maneira a cobrir todo o cabelo. O Rebe estava preocupado com aquelas (mulheres observantes) cujos envolvimentos profissionais e sociais impediriam cobrir o cabelo com lenços ou chapéus. Sem a opção de uma peruca, muitas mulheres não considerariam o cobrimento do cabelo. O incentivo do Rebe à peruca é uma ilustração inicial de como ele caracteristicamente canalizaria os mais recentes avanços dos dias modernos para o propósito da Torá e das mitsvót.

A princípio, a posição do Rebe não era popular. Muitas mulheres simplesmente não queriam cobrir o cabelo, enquanto outras achavam a noção de uma peruca totalmente estranha. Mostrando paciência e extraordinária sensibilidade às questões psicológicas e sociológicas em jogo, o Rebe persistiu em seus esforços. Eventualmente, valeu a pena. No final da década de 1960, a ardente promoção de perucas do Rebe levou à adoção de usar uma como norma na maioria dos círculos ortodoxos.

 

[Em um discurso de 1954, o Rebe explicou:]

“Quando uma judia [casada] anda na rua sem cobrir o cabelo, não há uma diferença [espiritual] perceptível [para si mesma] entre ela e os outros. No entanto, quando ela usa uma peruca (sheitel), pode-se dizer que ali está uma mulher religiosa judia*. Devemos fazer o que D’us nos ordenou fazer.

…A diferença entre uma peruca e um lenço é a seguinte: é fácil tirar um lenço, o que não acontece com uma peruca. Por exemplo, quando alguém está em uma reunião e usa uma peruca, mesmo que o Presidente entre, ela não a tira. Isto não é assim com um lenço que pode ser facilmente removido…

…No passado, o costume era cortar ou raspar completamente o cabelo (e cobri-lo com um lenço**). Mais tarde, o uso de perucas tornou-se um costume generalizado — especialmente hoje, quando se pode comprar perucas de várias cores, que podem ser ainda mais agradáveis [ou bonitas] do que o próprio cabelo.

Deixe a mulher [judia casada] refletir sobre este assunto. Não demora nem uma hora nem meia hora de contemplação. Por que ela realmente não quer usar uma peruca mas apenas um lenço? Porque ela sabe que não se pode tirar uma peruca quando ela está andando na rua ou [quando ela está] em uma reunião, enquanto se pode mover um lenço para cima e às vezes retirá-lo por completo.”

* “D’us preenche o céu e a terra” e o humano se encontra em Sua presença em todos os lugares e em todos os momentos.

** Na época talmúdica, as mulheres usavam um “radíd” (ou, “redidí”) (רָדִיד), um lenço maior sobre um chapéu menor, que cobria suas cabeças. Assim, mesmo que o cabelo saísse da primeira cobertura, os fios eram cobertos pelo radid (veja Talmúd Ketubót 72a).

 

Claramente, o Rebe desejava inspirar as mulheres a usar perucas e permanecer firmes nesta observância diante das pressões sociais. Uma leitura mais cuidadosa, no entanto, revela nuances adicionais dignas de menção. Primeiro, a atenção do Rebe a quão profundamente a identidade de uma mulher está ligada à sua aparência. Ele entendeu o quão crítico era este fator na decisão de uma mulher sobre a cobertura do cabelo.

O Rebe chegou ao ponto de afirmar que as perucas podem até ser mais atraentes que o próprio cabelo. Em comparação com as [perucas] que as mulheres podem ter usado nas gerações anteriores, as novas perucas, disse o Rebe, eram atraentes. É instrutivo que o Rebe não teve nenhuma objeção a perucas que melhoram a aparência de uma mulher; pelo contrário, ele incentivou as mulheres a aproveitar sua disponibilidade. Ainda hoje, persiste em muitas mentes a noção errônea de que a cobertura do cabelo deve prejudicar a atratividade de uma mulher casada (o que leva à onipresente pergunta de por que é útil cobrir o cabelo com uma peruca atraente) [Veja
https://pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/793693/jewish/Cobrir-o-Cabelo.htm ]. As palavras do Rebe lançam luz sobre a abordagem apropriada a esta mitsvá.

Curiosamente, o Rebe não forneceu razões filosóficas ou místicas para a mitsvá [de cobrimento do cabelo]. Para muitas mulheres (e homens), nenhuma razão será suficientemente convincente. Em vez disso, o Rebe enfatizou que a observância de todas as mitsvót (incluindo o cobrimento do cabelo) é, em primeiro lugar e acima de tudo, baseada na subserviência da pessoa à vontade de D’us:
‘As palavras de nossa Torá da Verdade são completamente verdadeiras, perpétuas e eternas em todos os lugares e em todos os tempos.’

Existem comunidades em que as perucas não são consideradas halachicamente aceitáveis, com base na sua semelhança com o cabelo de uma mulher. Em outras, as mulheres usam perucas mas as cobrem parcialmente com um lenço ou chapéu para sinalizar que estão cobrindo o cabelo. O Rebe recebeu mulheres com antigas tradições de cobrir completamente o cabelo com lenços apertados e/ou usar uma cobertura dupla (isto é, um chapéu sobre uma peruca). O Rebe acreditava que não havia obrigação haláchica de cobrir a peruca.
© Chabad.org
Traduzido do inglês por Noaismo.info

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Portanto, como vimos acima, existem gritantes diferenças entre a judia casada cobrir seu cabelo e a noaíta casada cobrir sua cabeça. Enquanto para a judia casada trata-se de ter de cobrir todo o cabelo, para a noaíta casada trata-se de apenas cobrir a cabeça em público. E enquanto para a judia casada trata-se de uma mitsvá, quer dizer, de um mandamento de Hashém para ela, e de uma mitsvá que nada tem a ver com modéstia ou recato, e que é um sinal para si mesma da sua distinção* das mulheres das nações, para a noaíta casada trata-se de um costume não-judaico visto pelos Sábios do Talmúd como um exemplo de humildade perante Hashém, e elogiado por eles, e de um sinal público para os homens de que ela é casada.

 

* O próprio Rebe esclarece sobre os “sinais da relação especial de D’us com os judeus[:] obviamente, quando um sinal é usado para diferenciar uma entidade de outra, ele tem de ser exclusivo da entidade escolhida. Da mesma forma, os sinais que distinguem os judeus das outras nações devem ser associados exclusivamente aos judeus.
É muito importante fortalecer “os sinais que distinguem entre Israel e as nações”.” Assim, aquilo que constitui o sinal que distingue as judias casadas das não-judias tem de ser exclusivo delas (como cobrir todo o cabelo). As não-judias (mesmo as noaítas) que copiam as judias, que passam a parecer-se com as judias, comete um erro gravíssimo, o pecado de Chidúsh Dat.

Por Noaismo.info

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https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-copyright/

 

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/01/site-bnei-noach-noaitas-e-o-vestir-se/

 

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/07/18/site-bnei-noach-tzniut-modestia/

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Bnei Noach

Livros recomendados para as crianças Bnei Noach e Sete textos da bíblia judaica para elas recitarem

OUTUBRO
MÊS DAS CRIANÇAS

 

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Livros recomendados para as crianças Bnei Noach e Sete textos da bíblia judaica para elas recitarem

 

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/10/25/site-bnei-noach-livros-recomendados-para-as-criancas-noaitas/

 

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/05/25/site-bnei-noach-sete-textos-biblicos-para-as-criancas-noaitas/

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O Rebe disse:

“Toda criança precisa de uma educação adequada.
A educação trata do propósito da própria vida. A educação não é apenas a transferência de informações — não é uma mera aquisição de habilidades e conhecimentos. Seu principal objetivo é a formação do caráter, para que cada pessoa possa desenvolver seu potencial e viver uma existência significativa.

Nossos filhos devem aprender que o mundo não é uma selva. Uma criança deve se tornar consciente do “Olho que vê, e do Ouvido que ouve”, de um D’us onipresente que deu para a humanidade regras de conduta adequada, e que vigia para ver se estas {regras} são respeitadas.

É no nível pessoal que as Leis Noaíticas são mais poderosas, já que é através de nossas vidas que a influência cria uma mudança real. Ao melhorar nós mesmos, melhoramos o mundo.”

Por Noaismo.info

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Bnei Noach, PDF

As Sete Leis de Noé; O Movimento Bnei Noach; A Espiritualidade dos não-judeus – PDF

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Nas palavras transliteradas, “CH” deve ser pronunciado como “rr” e “SH” como “ch”.

 

# As Sete Leis Universais; # As Sete Leis de Noé; # As Sete Leis dos filhos de Noé; # Filhos de Noé; # Bnei Noach; # Movimento Bnei Noach; # Noaísmo; # Código Noaítico; # Pacto Universal; # Mitsvót Universais; # Mandamentos para os não-judeus; # Torá para não-judeus;

 

Por Chabad e Chabad Lubavitch e Chabad.org
Compilação: Noaismo.info
(Produção e Tradução: Noaismo.info)

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Noaismo.info


Qualquer um que quer servir D’us deve fazê-lo nos termos DELE


 

Em homenagem ao Rebe

 

Você não é judeu?

Há tanta coisa que você precisa fazer para tornar este mundo um lugar melhor!

Na tradição judaica, a observância dos 10 Mandamentos é exigida somente dos judeus. Espera-se que todas as demais pessoas (i.e., todos os não-judeus) observem as “Sete Leis de Noá” — os valores universais da Torá. Estas Leis Divinas (algumas das quais se sobrepõem aos 10 Mandamentos) fornecem a base para um mundo civilizado, relações bem-sucedidas e desenvolvimento espiritual. Infelizmente, estas Leis têm sido amplamente desconhecidas há séculos. Por isso, o Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson) desenvolveu uma campanha muito interessante – a campanha das Sete Leis dos Descendentes de Noá ((Noé). Desde então,) o Rebe passou a falar sobre a responsabilidade (dos judeus) de comunicar* os ideais espirituais universais, tal como expresso nas Sete Leis Noaíticas, para todas as pessoas no mundo. A maioria dos não-judeus, embora familiarizados com os Dez Mandamentos, nunca tinha ouvido falar das Sete Leis dos noaítas. Recentemente, pessoas em todas as partes do mundo começaram a estudar as Leis Divinas, e há um interesse renovado no papel desempenhado por todas as nações na Redenção Messiânica.

 

* Informar e educar sobre as Leis Noaíticas.

 

É importante ter em mente que o judaísmo não solicita convertidos. A razão para isto é que no judaísmo (ao contrário de todas as religiões), os não-judeus (ou gentios) não precisam se converter a fim de conseguir a “salvação”.
Quem quer que mantém o Código Noaítico – os Sete Mandamentos de Noá (veja abaixo) – é considerado um gentio justo e recebe uma porção no Mundo Por Vir – e até mesmo será ressuscitado juntamente com o povo judeu.

Deve-se recordar a todas as pessoas sobre o seu propósito original: que ele ou ela aceite e siga as orientações que foram Divinamente ordenadas para ele ou ela. Para os judeus, isto significa os 613 Mandamentos. Para os não-judeus significa as instruções originais de D’us para a humanidade: o código moral universal, o código pelo qual toda a humanidade é obrigada a viver — o Código Noaítico.

“O movimento Bnei Noach — ou noaísmo — é a mensagem universal do judaísmo, mas não é uma “religião”. Não se trata de um judaísmo simplificado para não-judeus. Antes, se trata do projeto de D’us para a civilização, uma base de sete pontos (iniciais) para a construção de uma sociedade justa, moral e ética na Terra.” — Rabi Yanki Tauber, editor de Chabad.org, no Chabad.org.

Certamente, os não-judeus devem aceitar estes Mandamentos Universais não apenas porque fazem sentido, porque eles são bons e razoáveis, mas porque eles fazem parte da Torá de D’us dada aos judeus no Monte Sinái. O CRIADOR da humanidade (foi QUEM) deu aos filhos de Noá os decretos de moralidade, conhecidos como as Shéva Mitsvót Benêi Nôach ou Sete Leis Divinas dos Filhos de Noá (veja
https://a-fe-original–noaismo.info/2019/06/01/site-bnei-noach-os-tres-tipos-de-descendentes-de-noa-os-dez-mandamentos-noaiticos-as-tres-leis-devocionais-dos-noitas/  ).
O fundamento do Código Noaítico é que não existe moralidade/moral sem D’us. O humanismo não basta.
Que (saibamos que) AQUELE que criou a vida humana também estabeleceu as regras para tal vida e aplica essas regras. “Esta deve, definitivamente, ser a motivação real para a aceitação dos Sete Princípios Noaíticos, como Leis ordenadas pelo CRIADOR, para toda a humanidade.” Diz o Rebe.
No entanto, como mencionado, os não-judeus não são obrigados a se converter para obter a “salvação”.
“Todos fomos criados por D’us Todopoderoso.” Diz o Rabi Yisroel Goldstein (Chabad de Poway).

Por outro lado, se um não-judeu insiste em adotar a Judaicidade – a Identidade Judaica (que tem rituais identificadores e testemunhais, as Mitsvót Edót), ele ou ela tem todo o direito de fazê-lo, mas apenas depois de um período significativo de estudo, observação e compromisso total com a vida judaica. Este processo tem de ser conduzido sob a supervisão de um tribunal religioso judaico (Bêit Din) – ortodoxo.

Os Bnei Noach sabem que eles não são judeus, eles são admiradores não-judeus da Torá e do povo judeu (eles apoiam Israel e a comunidade judaica de todas as formas possíveis) (veja
https://a-fe-original–noaismo.info/2019/06/23/site-bnei-noach-perguntas-sobre-judaismo-e-noaismo/ ).

Após o dilúvio, D’us deu para o mundo inteiro (que naquele momento era Nôach e sua família) Sete Leis Especiais, gerais. As Leis fundamentais são apropriadamente chamadas de Sete Leis Noaíticas.

 

As Leis dos noaítas são as seguintes:

1. Creia em D’us* (Hashém)/Não sirva ídolos
2. Respeite D’us e louve-O e não fale blasfemamente de D’us
3. Não assassine
4. Não roube
5. Não cometa adultério, incesto ou atos homossexuais
6. Não seja cruel com os animais
7. Estabeleça tribunais de justiça.

* Quando falamos em D’us, Hashém, estamos falando que D’us é um e que D’us é infinito.

 

Estas Leis Divinas (Mitsvót) Universais devem ser a base de toda a sociedade humana para todas as futuras gerações. Estas Leis estabelecem claramente os códigos de decência que se espera de cada ser humano.

Nossos rabinos nos ensinam que as águas do dilúvio também estão presentes em cada geração. Elas estão representadas pelas numerosas influências anti-espirituais encontradas ao nosso redor. Estas águas podem parecer muito tentadoras e boas à primeira vista, mas quando se dá um passo para trás e analisa o que está vendo, a destrutividade se torna evidente.

A arca representa diferentes coisas dependendo de quem a observa. Para o judeu, a arca é a proteção oferecida pela nossa Torá que se encontra em nossas sinagogas, escolas judaicas e em nossos lares. As paredes destes edifícios protegem-nos da destruição que se encontra no mundo lá fora.

Para os não-judeus, a arca representa a adesão estrita às Sete Leis Noaíticas. Essas Leis são instruções claras da Torá sobre quais devem ser os objetivos e as aspirações de toda a humanidade. São precisamente essas Leis que fazem todas as pessoas atingirem, de maneira explícita, seu estado predestinado de superioridade e santidade.

Qualquer que seja o grupo ao qual pertencemos, é de suma importância garantir que as paredes da nossa “arca” sejam impermeáveis. Isto significa que a humanidade deve rejeitar o secularismo (uma existência desprovida de D’us).

Por outro lado, vemos algumas pessoas que, em nome de D’us, realizam atrocidades que estão além das palavras para descrever. É precisamente por isso que as Sete Leis Divinas são tão importantes. Qualquer um que quer servir D’us deve fazê-lo nos termos DELE. Quando alguém usa o nome de D’us para o mal, ele de fato profana o Santo Nome. Isto é muito odioso aos olhos de D’us.

Durante estes tempos difíceis, precisamos encontrar refúgio em nossas arcas pessoais, comunitárias e até nacionais. Devemos nos certificar de que as influências negativas sejam bloqueadas de forma segura. Melhor ainda, devemos permitir que a luz dos iluminados brilhe e transforme a escuridão circundante em uma luz que dá vida!

Nós podemos, e devemos, fazer o que ainda tem de ser feito.

Todas as nações devem observar os Mandamentos ditados a elas pela Torá, as 7 Leis Universais de moralidade, com o fim de obter a paz definitiva, a unidade entre todas as nações, o respeito por toda a humanidade e a apreciação de um D’us universal.

Isto transforma o mundo em um belo lugar onde D’us escolherá habitar de maneira revelada, muito em breve.

 

Por Chabad e Chabad Lubavitch e Chabad.org
Compilação: Noaismo.info
Produzido e Traduzido do inglês e do espanhol por Noaismo.info.
© Chabad; © Chabad Lubavitch; © Chabad.org

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As Sete Leis de Noé__O Movimento Bnei Noach__A Espiritualidade dos não-judeus

 

Eu não sou judeu, mas eu realmente acredito na Torá. Como posso aprender e fazer mais?

Acessando:

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NOVA PÁGINA PARCIALMENTE PUBLICADA

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O Projeto Noaísmo Info — o site Bnei Noach — tem o prazer de anunciar que a nossa nova página já está parcialmente publicada

 

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Leia se tiver coragem!

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Bnei Noach e o hebraico

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Sobre Benêi Nôach e o hebraico, veja

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