Curso virtual gratuito de Introdução ao Tema de Bnei Noach

× Este post é um Post de Divulgação.


 

O PROJETO NOAÍSMO INFO TEM A HONRA E O ORGULHO DE APRESENTAR, GRAÇAS A D’US, O MINI CURSO GRATUITO DE INTRODUÇÃO AO TEMA DE BNEI NOACH.

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Visitar o doente para orar por ele

apresenta:

 

Nestes tempos de pandemia da Covid-19, mas obviamente não apenas por causa dela, é interessante e importante aprendermos a seguinte instrução:

 

Quanto a visitar os doentes*

* Refere-se às pessoas seriamente doentes a dois dias (porém, pode-se visitar imediatamente parentes ou amigos próximos).

 

Por Ieshivá Pirchei Shoshanim (lê-se pir-rrei chochanim)

 

Visitar os doentes é uma mitsvá (lei divina) para os judeus. Porém, isso não faz parte das Leis de Noá. No entanto, visitar os doentes, por muitas razões, é benéfico para o indivíduo e para a sociedade e tem uma razão lógica por trás. Portanto, é uma mitsvá que os Bnei Noach (noaítas) podem adotar e praticar.
Aquele que visita uma pessoa doente deve aproveitar a oportunidade para orar e desejar a recuperação do paciente perante A PRESENÇA DIVINA.

 

Orar pelos Doentes

O visitante deve orar pelo bem-estar da pessoa doente*. É louvável que isto seja feito na presença da pessoa doente**. No entanto, esta oração não deve ser feita de uma forma a deixar o paciente constrangido ou desconfortável.

 

* Ao visitar uma pessoa doente em uma casa, deve-se não apenas orar pelo bem-estar dela, mas também verificar se o paciente tem todas as necessidades básicas dele atendidas (medicamentos, roupas, alimentos etc.).

** Alguém que não consegue orar pela pessoa doente na presença dela pode orar por ela num momento posterior em outro local.

 

“Que você mereça uma recuperação completa” ou “Que Hashém lhe cure em breve” ou alguma outra frase simples é suficiente.

Não é adequado mencionar o nome da pessoa doente ao orar por ela na presença dela. Fazer isso pode realmente trazer julgamentos severos sobre o doente.

 

Se o paciente está dormindo ou inconsciente:

Dado que o motivo fundamental da visita ao enfermo é rezar pela recuperação dele, não importa se o paciente está ciente da presença do visitante. Portanto, ainda é uma mitsvá visitar uma pessoa doente se ela está em coma, inconsciente ou dormindo. No entanto, se a visita ao paciente pode perturbar o sono dele, então ele não deve ser visitado até que ele esteja acordado.

 

Por Yeshivá Pirchei Shoshanim
Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info

© Yeshiva Pirchei Shoshanim
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Bnei Noach e o Shemá — PARTE 2

Bnei Noach e o Shemá — PARTE 2

 

Por Projeto Noaismo Info & Rav Shimshon Bisker

 

Vimos na Primeira Parte ( https://a-fe-original–noaismo.info/2016/03/06/bnei-noach-e-o-shema-israel/ ) que o Rabino do Chabad, Tzvi Freeman, ele mesmo o editor do site Chabad.org, citou o Rabi Azulai ou Chidá como autoridade neste tema, concordando com ele que se os Bnei Noach ou noaítas querem recitar o Shemá, que recitem apenas a primeira frase, ou seja, o primeiro versículo (Deut. 6:4).

O nosso querido Rabino Consultor do Projeto Noaísmo Info, o Rav Shimshon Bisker, de Israel, explicou para o Projeto Noaísmo Info:

“Em relação a um noaíta ou Ben Noach recitar as três partes do Shemá Israel:

Apesar de não haver nenhuma proibição de um Ben Noach ler as três partes do Shemá, pois são passagens da Torá e um Ben Noach pode ler a Torá, de toda forma, no que diz respeito à recitação, aconselho somente a primeira parte, e, se quiser recitar mais, também a segunda, porém, não a terceira (volto a ressaltar que não há proibição em ler as três). Por que? Pois o tema principal da primeira parte é receber o jugo de Hashém, e isso o Ben Noach também é obrigado. O tema principal da segunda parte é o recebimento de todos os Preceitos, e, não recai sobre o Ben Noach todos os Preceitos. Porém, como também trata do tema da recompensa quando se faz a Vontade de Hashém e a sentença de quando não se faz, se quiser recitar, pode recitar, e ter em mente (quando ler sobre o cumprimento dos Preceitos) que para ele recai somente as Leis referentes aos Bnei Noach. Porém, a terceira (Números 15:37-41) não recomendo, pois o tema principal é o tsitsit, Preceito o qual não compromete o Ben Noach. É isso!”

 

Para uma versão alternativa do Shemá Israel devidamente apropriada para ser recitada pelos noaítas (Bnei Noach), revisada e aprovada pelo próprio Rav Shimshon Bisker, veja ou baixe (gratuitamente em PDF) O Guia Bnei Noach de Bênçãos e Orações Diárias:
https://a-fe-original–noaismo.info/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/

 

(PARA O PDF)

https://bneinoach.net/2020/09/12/bnei-noach-oram-como-sao-as-preces-dos-bnei-noach-guia-sidur-bnei-noach

 

Por Projeto Noaísmo Info & Rav Shimshon Bisker

© Rav Shimshon Bisker
© Projeto Noaismo Info

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Bnei Noach e Comer Ovos de Chocolate

apresenta:

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS

 

Pergunta:
Caro Rabi. É óbvio que a Páscoa é uma festa cristã e que nós noaítas (bnei Noach) não somos cristãos e que não a festejamos.
Também é óbvio que o ovo de chocolate, apesar de ter o seu nome associado com a festa, realmente não faz e nunca fez parte da cerimônia comemorativa da Igreja.
Então Rabi, minha questão é, para quem gosta muito de chocolate, podemos aproveitar a época da páscoa para, não no dia da festa, mas antes ou depois da data, comprarmos ovos de chocolate (não para dar mas) para nós mesmos comermos apenas pelo prazer de comer chocolate (e no caso de se formos dar um para alguém, isso ser da mesma forma, não no dia e apenas para comer, sem cumprimento)?

 

Resposta:
Além de existir o que é permitido e proibido para o ben-Noach, existe também a conduta de acordo com o nível de cada um. De fato não há proibição para Bnei-Noach no que não é idolatria em si.
Assim, quanto ao ovo de páscoa, a princípio não recai proibição, pois não é idolatria.

Aquele que quer ser mais excêntrico, deve evitar comer nos dias da festa.
Se a pessoa sente que comer ovo de chocolate (ou outros) em algum momento vai conectá-la com o tema da idolatria, então, cada um no seu nível pode decidir o quanto ser mais excêntrico. Assim, se a pessoa quer ser ainda mais excêntrica e não se relacionar em absoluto com temas idólatras, então é melhor não comer isso.
Em resumo: é permitido. Quem quer ser mais excêntrico, então, não comer nos dias próximos da data festiva, se quer estar totalmente limpo de se relacionar com esses temas, então, não comer.

Tudo de bom.
Rav Shimshon Bisker

O Rav Shimshon Bisker, de Israel, é o Rabino Consultor do Projeto Noaísmo Info.

© Rav Shimshon Bisker
© Projeto Noaismo Info

 

Para quem deseja ser esclarecido sobre qual a atitude correta dos Bnei Noach sobre a questão do cumprimento ou saudação da páscoa e sobre a questão de na páscoa dar ou receber ovos ou outros, a orientação é a mesma concernente à saudação natalina e aos presentes de natal.
Vejamos a explicação do nosso querido Rabino Orientador do Projeto Noaísmo Info, o Rav Shimshon Bisker, adaptada do natal para a páscoa:
FICAR SEM RESPONDER [a uma saudação pascal] OU COMEÇAR A DICUTIR PODE GERAR ÓDIO.
PARA NÃO GERAR ÓDIO, PODEM RESPONDER, PORÉM, COM OUTRO TIPO DE CUMPRIMENTO.
SE LHE DESEJAM “FELIZ PÁSCOA”, VOCÊ PODE RESPONDER “TUDO DE BOM” OU ALGO DO TIPO.

QUANTO À PRESENTES DE PÁSCOA, É MELHOR NÃO DAR PRESENTES.
SE ALGUÉM DER, PODE RECEBER.

QUANDO FOR NECESSÁRIO DAR PRESENTES DE PÁSCOA PARA OUTRAS PESSOAS OU RETRIBUIR UM PRESENTE COM OUTRO PRESENTE POR MOTIVO POLÍTICO OU PARA NÃO GERAR INIMIZADES, DE PREFERÊNCIA DAR DEPOIS DO DOMINGO FESTIVO OU ANTES [DA SEXTA FESTIVA], PORÉM, SE NÃO FOR POSSÍVEL, ENTÃO PODE DAR NO PRÓPRIO DIA, NÃO COM INTENÇÃO DA FESTA E SIM POR MOTIVO POLÍTICO. TENHA EM MENTE QUE É POR QUESTÃO DE MODOS E NÃO PELO TEMA DA FESTA EM SI.”

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Contrato de casamento para Bnei Noach — e o Casamento Bnei Noach

orgulhosamente apresenta:

Contrato de Casamento pela Torá para Noaítas (Bnei Noach)
(“Ketuvá” Noaítica; “Ketuvá” para Noaítas/Bnei Noach)

 

Uma parceria entre Rav Shimshon Bisker e Projeto Noaismo Info para disponibilizar PELA PRIMEIRA VEZ PARA A COMUNIDADE BNEI NOACH DO BRASIL o Contrato Noaítico Matrimonial

 

O nosso estimado Rabino Consultor do Projeto Noaísmo Info, o Rav Shimshon Bisker, de Israel, enviou o Contrato Noaítico de Casamento (Contrato Bnei Noach de Casamento) para o Projeto Noaísmo Info para nós o colocarmos à disposição de quem desejar obtê-lo.

O Rav Shimshon Bisker declarou para o Projeto Noaismo Info:
“Se o casal Bnei-Noach quer fazer um contrato de casamento para parecer com uma Ketuvá (o contrato judaico de casamento), eles podem fazer, porém, ela tem de ser feita de uma maneira adequada para Bnei-Noach.
Esse documento noaítico de casamento é para aqueles Bnei-Noach que desejam fazer em seu casamento algo para fortalecer a responsabilidade e a consciência deles mesmos — os cônjuges — quanto ao compromisso com o Pacto Noaítico
* no entorno do matrimônio, já que, por outro lado, todas as obrigações de um para com o outro depende muito da convenção local.
Apesar desse documento não ser obrigatório, vemos no Talmud que já naquela época havia Bnei-Noach que faziam um documento — assim como os judeus fazem a Ketuvá — com esse fim.

© Rav Shimshon Bisker
© Projeto Noaismo Info

 

* Pacto Noaítico ou Pacto do Arco-Celeste é o Pacto de Hashém (D’US) depois do dilúvio feito com Noá e sua família (que naquele momento eram toda a humanidade), e que inclui todos os seus descendentes, que é constituído dos Sete Mandamentos Divinos Universais.

 

Baixe gratuitamente em PDF o Contrato de Casamento para Bnei-Noach ⇓

Contrato de Casamento Para Bnei-Noach

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Como os noaítas — os Bnei Noach — se casam?

O Rav Shimshon Bisker responde:
“O Casamento para Bnei-Noach:

Basta eles decidirem se casar e então começarem a viver juntos e no momento em que eles têm o primeiro relacionamento matrimonial, recai o casamento sobre eles — eles estão casados —, como a Torá ensina.
Se os Bnei-Noach querem fazer uma festa de casamento, eles podem fazer, ou podem fazer um lecháim (lit., à vida) — um brinde: tomar um vinho; ou se eles quiserem, eles podem ter uma festa de casamento para não ser algo tão vazio, e aí, para não ser só uma festa sem nada oficial, eles podem então fazer também um contrato de casamento, uma “Ketuvá” para Bnei-Noach, como a disponível acima.”
© Rav Shimshon Bisker
© Projeto Noaismo Info

 

O Projeto Noaismo Info agradece ao Rav Shimshon Bisker pela parceria para a distribuição pela primeira vez da “Ketuvá” Bnei Noach para a Comunidade Bnei Noach do Brasil.

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Shabat, festas judaicas e os Bnei Noach

 

O Shabát e as festividades judaicas não devem ser observados pelos Bnei Noach (noaítas). Por que?

Diz a Torá em Bereshít/Gênesis 8:22: “Dia e noite eles não descansarão”. Daqui aprendem os sábios no Talmúd (Sanhedrín 58b) que um “gentio que descansa, é passível de pena de morte”.

O conceito de “descanso” aqui se refere a tomar um dia da semana como dia de descanso religioso, quer dizer, em nome de D’us, mesmo que não o sétimo dia da semana. O conceito de “morte” aqui se refere à morte celestial, não à morte por uma corte terrestre.

Esta idéia está mencionada na lei judaica (halachá) em Rambám (Rabi Maimônides), Leis dos Reis, cap. 10, lei 9. Isto significa que os gentios tem proibida a observância do Shabát [incluindo honrá-lo, já que não se honra um ritual]. Isto não quer dizer que eles não podem descansar no sentido literal da palavra, e sim que esse descanso não pode ser em honra ao fato de que D’us criou o universo em seis dias e no sétimo dia descansou.

Por sua vez, em Shemót/Êxodo 31:12-17 a Torá diz claramente que o sétimo dia judaico é um dia para a festividade exclusiva para o povo judeu.

 

“12. D’US disse a Moshé

13. para falar aos israelitas e lhes dizer: Devem todavia cumprir os MEUS shabatót. É um sinal entre EU e vocês por todas as gerações, para fazer com que [os povos] compreendam que EU, D’US, os estou fazendo santos.

14. (Por conseguinte,) cumpram o Shabát como algo sagrado para vocês. Todo aquele que fizer trabalho (durante a festa do Shabát) será cortado espiritualmente de seu povo, e por conseguinte, todo aquele que o viole será condenado à morte.

15. Façam o seu trabalho durante os seis dias da semana, mas façam no sétimo dia [a festa do] Shabát de Shabatót, [uma festa] sagrada para D’US. Quem fizer qualquer trabalho no sétimo dia será condenado à morte.

16. Os israelitas, deste modo, farão o Shabát, e o dia de fazê-lo será um dia de repouso por todas as gerações, como pacto eterno.

17. É um sinal entre EU e os israelitas de que durante os seis dias da semana D’US fez o céu e a terra, mas no sétimo dia deixou de trabalhar e retirou-SE para o espiritual.”

 

Rabi Ráshi, um dos principais comentaristas da Torá, explica sobre o versículo 13 acima que a idéia de “um sinal” é que é uma mostra da grandeza do povo judeu que D’us lhes legou o Shabát. Logo ele explica que fazer com que compreendam se refere a que todas as nações do mundo saibam queEU, D’US, os estou fazendo santos“, ou seja, que D’us santifica o povo judeu com o Shabát.

Assim também todas as festividades mencionadas na Torá são sinais do vínculo entre o povo judeu e Hashém e se aplica à mesma lei [explicada por Rabi Maimônides,] de modo que os gentios não devem observar essas festas.

As exceções a esta regra são as festas do Rósh Hashaná, quando comemoramos a criação da humanidade — de todos os seres humanos —, e Ióm Kipúr, o dia da expiação.

O Talmúd (Rosh Hashaná 16a) explica que Rósh Hashaná é o dia do Julgamento Divino para todos os seres humanos e Ióm Kipúr, o dia da expiação, é o dia em que é selado esse julgamento. Daqui surge que estas duas festas têm relação com os gentios também.

No entanto, essa relação não é com os preceitos específicos de cada uma destas festas, como escutar o som do Shofár [e quanto mais tocá-lo] no Rosh Hashaná e jejuar no Ióm Kipúr, mas com o conteúdo conceitual da festa: Rosh Hashaná como o dia do julgamento e da aceitação de Hashém como REI sobre toda a criação e Ióm Kipúr como o dia da expiação das transgressões e do perdão divino.

A forma adequada que um gentio pode passar estes dias é recitando salmos. Todos os salmos. Em Ióm Kipúr pode-se adicionar, em algum momento do dia, uma confissão dos pecados do ano anterior, e inclusive de anos anteriores. Mas não como uma obrigação.

Rabino Tuvia

 

© Rabi Tuvia
© Projeto Noaismo Info: traduzido do espanhol por © Projeto Noaísmo Info

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As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno

As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno

 

Por Projeto Noaísmo Info e O Rebe

 

Desde que o ser humano foi criado por Hashém que toda a humanidade está sujeita ao cumprimento das Sete Leis Divinas Universais, primeiramente dadas a Adám e Chavá (Adão e Eva), e posteriormente dadas a Nôach (Noá) e Naamá, e finalmente reveladas a toda a humanidade através da Torá, entregue por Hashém a Moshé (Moisés) e ao povo judeu no monte Sinái em 2448 depois da Criação.
Portanto, diferente das 613 mitsvót judaicas que foram surgindo gradativamente desde Avrahám (Abraão) (o primeiro judeu) até a entrega da Torá no Sinái, as Sete Leis Universais existiram desde sempre. E o surgimento do povo judeu se deu exatamente por causa delas, das Leis Universais de Hashém, ou seja, o povo judeu surgiu não para por um fim nelas, mas para protegê-las (do esquecimento das nações por causa de rejeição e abandono).
Todas as nações — todos os povos — são criações de D’us, obviamente. O povo judeu também é criação de D’us. Mas, mais do que apenas ser criação de D’us, o povo judeu foi escolhido por D’us para servi-LO eternamente (nunca O abandonando por completo, nunca O esquecendo por completo) e para representá-LO diante de todas as nações do mundo*. (* “Uma nação de sacerdotes — o povo a quem ELE escolhera para SI, para receber SUA Torá e para servir de guia e inspiração [espiritual e moral] aos demais povos do mundo. Ensinamos ao mundo o monoteísmo e lhes demos a nossa Torá, que é a base da civilização e da fé entre os homens.” – Revista Morashá) Assim, mesmo que a partir de então todas as pessoas do mundo abandonassem seu CRIADOR e se esquecessem de SUAS Leis Universais, o povo judeu estaria ali servindo como um lembrete, um aviso Divino, para elas.
Mas, se — como está evidente acima — o povo judeu tem uma missão divina diferente da missão divina de todas as outras nações, o que torna o judeu diferente do não-judeu? Qual é a diferença entre o judeu e o não-judeu?
O próprio Rebe, o Rabi Menachem Mendel Schneerson, o líder espiritual da nossa geração, responde:

“Somos todos iguais, biologicamente e fisiologicamente. Só que o papel do judeu é diferente do papel do não-judeu. D’us fez estas distinções e ninguém pode mudar isso. A diferença entre judeus e não-judeus se expressa em relação à observância da Torá. Se requer que o povo judeu observe 613 mitsvót da Torá e que os gentios do mundo só cumpram as Sete Leis Noaíticas (Universais). Esta não é uma responsabilidade pequena, já que é um ingrediente essencial na criação do mundo.”

O povo judeu é diferente dos povos não-judeus porque recebeu do MESMO CRIADOR 613 mandamentos: as Sete Leis Universais (sim, os judeus não estão dispensados delas) acrescidas de 606 mandamentos. Isto é o que identifica o judeu, esta é a sua identidade, esta é a Identidade Judaica (estar sujeito ao cumprimento de 613 mandamentos divinos).
Se o povo judeu surgiu para assegurar que todas as pessoas do mundo NUNCA se esquecessem das Sete Leis Universais de Hashém, então, assim como o povo judeu é eterno, assim também as Sete Leis Universais de Hashém são eternas para todos os povos. Como Hashém é eterno, nada do que ELE cria se desfaz. Portanto, as Sete Leis Universais de Hashém são eternas, vão existir para sempre. E para serem cumpridas por quem? Pelos não-judeus, é óbvio. Então os não-judeus também existirão para sempre, pois também são criações de Hashém. E dessa maneira, portanto, o mesmo se dá com o povo judeu e com as 613 mitsvót da Torá, cada um também existirá para sempre.
“Assim como D’us é eterno, também é eterna a sua aliança com o povo judeu.”
“Assim como D’us é eterno, assim também o povo judeu é eterno.”
“A Torá é eterna, e tudo o que nela está escrito também é eterno.”
“Nosso interesse (dos judeus) não é eliminar as nações do mundo, mas refiná-las. Elas não deixam de existir após a conclusão do processo de refinamento (do mundo). Mesmo no futuro (messiânico), as nações continuarão a existir.” Continue lendo “As Sete Leis de Noá da Torá são eternas para os Bnei Noach assim como o povo judeu também é eterno”

Nova Página do Site

Apresenta

 

Pela graça de D’us, uma nova página no site

 

https://a-fe-original–noaismo.info/o-que-e-o-refinamento-do-mundo-dos-nao-judeus/

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Bnei Noach não devem contar o Ômer

Bnei Noach e a contagem do ômer

Perguntas & Respostas

 

Pergunta:
Os Bnei Noach fazem ou podem fazer a Sefirát Haômer ou contagem do Ômer?

 

Resposta por o Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson), o Líder espiritual de nossa geração.
O Rebe afirma: “A contagem do Ômer constitui a preparação dos judeus para a Matán Torá.” Ele explica: “Logo após o Êxodo, para o povo judeu[*] foi dado o serviço divino de Contar o Ômer para que eles pudessem se refinar (dos 49 níveis de impureza ritual em que eles tinham se afundado). Ainda assim, a sua impureza não cessou até a Matán Torá — a Entrega da Torá no Sinái.
O objetivo do êxodo do Egito era a entrega da Torá, tal como está escrito: “Quando você (Moshé) tirar o povo do Egito, vocês servirão D’us nesta montanha.” Então, após o êxodo do Egito, os judeus passaram por um período de educação como preparação para receber a Torá[, como] manifestado na mitsvá de Sefirát Haômer, na qual os judeus ansiavam tanto receber a Torá que contaram os dias até Matán Torá.”

 

* Nota do tradutor:
Ao povo judeu, não aos povos do mundo, como os judeus recitam na própria bênção: “Bendito és TU, Hashém, que a nós (judeus ) nos santificou com (esses) Seus mandamentos e a nós (judeus) nos ordenou quanto à contagem do Ômer.”
Naturalmente, de nada adianta um não-judeu querer pronunciar a bênção omitindo “nos ordenou”.

 “Para os filhos de Israel”; veja o texto bíblico da contagem do Ômer: Vaicrá/Levítico 23:2, 15-16, 44. E já aproveitando para constatar que, assim como a contagem do Ômer, a eliminação do Chamêts também não deve ser praticada pelos não-judeus, veja Shemót/Êxodo 12:15, 19, 28.

 

© O Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson)
Traduzido por Projeto Noaismo Info: © Projeto Noaismo Info

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Em homenagem ao dia do nascimento do Rebe.

Bnei Noach podem celebrar Pessach?

Bnei Noach e Pessach (Parte II)

 

Perguntas & Respostas

Pergunta:
Bnei Noach podem celebrar Pessach?
O que Bnei Noach podem fazer e o que Bnei Noach não devem fazer em Pêssach?

 

Resposta por Projeto Noaismo Info:
Naturalmente, a resposta deveria ser óbvia para todas as pessoas. Ainda assim, há muitos gentios que têm essas dúvidas.
Todas as orientações necessárias sobre o que os Bnei Noach podem fazer e o que os Bnei Noach não devem fazer nos dias da Festividade Judaica do Pêssach em duas partes.

A primeira parte está aqui, com a resposta do Rabi Ashér Cácua, da Ieshivá Pirchéi Shoshaním na Colômbia.

 

Resposta por Rabí Asher Cacua:
É importante esclarecer que um Noaíta não pode observar os dias santos ordenados por Hashém para o povo judeu. Isto inclui festas como o dia do repouso ritual ([isto significa, lembrar de fazer o ritual judaico do Shabát no sétimo dia judaico e observá-lo adequadamente]) ou o Pêssach, pois estes dias foram ordenados apenas para o povo judeu. Observá-los constituiria a criação de uma nova religião e a pessoa não receberia nenhuma recompensa por sua observância.

Se um não-judeu quer cumprir todas as mitsvót relacionadas ao shabát ou à festividade (Pêssach ou qualquer outra) então ele deve converter-se, como diz o Rabi Maimônides (ou Rambám) em Hilchot Melachim 10:
“Um não-judeu que se aprofunda [no estudo da] Torá [para praticá-la integralmente como os judeus a praticam] é condenado a morte [pelas “mãos” dos Céus]. Os não-judeus podem se aprofundar apenas nas Sete Leis de Noá. Assim também, um não-judeu que descansa um dia da semana fazendo com que se pareça de qualquer forma a um dia de repouso religioso [judaico] também é merecedor da pena de morte [aplicada pelos Céus]. Nem é preciso dizer que o mesmo vale para fazer festas para si mesmo, como as festividades judaicas. Esta é a regra geral: [ele, o não-judeu] não pode criar uma nova religião e fazer as mitsvót para ele só porque ele quer. Ou ele deve converter-se em um judeu e manter todas as mitsvót ou ele deve abraçar sua fé e não somar ou subtrair dela. Se [um não-judeu] tem se aprofundado na [prática da] Torá [como se fosse um judeu], celebrado um dia de repouso ritual, ou tomado uma mitsvá para si mesmo, ele deve ser advertido de que ele merece a morte por ter criado uma nova religião.”

Quando o Rambám diz “Um não-judeu que se aprofunda na Torá merece pena de morte”, ele se refere a coisas que não tem nada que ver com [a prática das] suas 7 mitsvót, por isso ele diz mais adiante que se (alguém) quer guardar mais que 7 mitsvót então que se converta e guarde todas as mitsvót como deve ser; isto refuta àqueles que dizem que as 7 leis são um obstáculo para a conversão. Porém, há pessoas que querem assumir coisas (práticas ritualísticas) que gostam e por conseguinte acabam criando religiões [dentro do próprio movimento Bnei Noach], mas o conselho do Rabi Maimônides é “ou você se converte em judeu e vive como judeu ou se você não quer assumir todas as mitsvót então que você aceite sua identidade Noaítica e viva de acordo com ela”.

No entanto, há algumas mitsvót que o Noaíta pode fazer (no equivalente ao sétimo dia judaico — o dia para se fazer shabát, ou nos dias das festividades judaicas) de maneira voluntária se ele quiser, como, por exemplo, rezar, abençoar D’us, entre outras, contudo, deve-se indicar-lhe como fazê-las.

Nestes dias de pessach em que o povo judeu está celebrando a saída do Egito, o Noaíta pode fazer uma limpeza dos maus hábitos pessoais que afetam o seu cumprimento das 7 mitsvót e também o seu relacionamento com outras pessoas.

© Rabi Asher Cacua
© Traduzido do espanhol por Projeto Noaismo Info

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—”—

 

Excelente a resposta do Rabi Asher Cacua (dada em março de 2020).

 

Agora, a segunda parte da resposta em (neste nosso post de abril de 2019 no qual já citávamos o Rabi Maimônides):

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/11/pessach-e-os-bnei-noach/

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