A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

Shabat, festas judaicas e os Bnei Noach

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O Shabát e as festividades judaicas não devem ser observados pelos Bnei Noach (noaítas). Por que?

Diz a Torá em Bereshít/Gênesis 8:22: “Dia e noite eles não descansarão”. Daqui aprendem os sábios no Talmúd (Sanhedrín 58b) que um “gentio que descansa, é passível de pena de morte”.

O conceito de “descanso” aqui se refere a tomar um dia da semana como dia de descanso religioso, quer dizer, em nome de D’us, mesmo que não o sétimo dia da semana. O conceito de “morte” aqui se refere à morte celestial, não à morte por uma corte terrestre.

Esta idéia está mencionada na lei judaica (halachá) em Rambám (Rabi Maimônides), Leis dos Reis, cap. 10, lei 9. Isto significa que os gentios tem proibida a observância do Shabát [incluindo honrá-lo, já que não se honra um ritual]. Isto não quer dizer que eles não podem descansar no sentido literal da palavra, e sim que esse descanso não pode ser em honra ao fato de que D’us criou o universo em seis dias e no sétimo dia descansou.

Por sua vez, em Shemót/Êxodo 31:12-17 a Torá diz claramente que o sétimo dia judaico é um dia para a festividade exclusiva para o povo judeu.

 

“12. D’US disse a Moshé

13. para falar aos israelitas e lhes dizer: Devem todavia cumprir os MEUS shabatót. É um sinal entre EU e vocês por todas as gerações, para fazer com que [os povos] compreendam que EU, D’US, os estou fazendo santos.

14. (Por conseguinte,) cumpram o Shabát como algo sagrado para vocês. Todo aquele que fizer trabalho (durante a festa do Shabát) será cortado espiritualmente de seu povo, e por conseguinte, todo aquele que o viole será condenado à morte.

15. Façam o seu trabalho durante os seis dias da semana, mas façam no sétimo dia [a festa do] Shabát de Shabatót, [uma festa] sagrada para D’US. Quem fizer qualquer trabalho no sétimo dia será condenado à morte.

16. Os israelitas, deste modo, farão o Shabát, e o dia de fazê-lo será um dia de repouso por todas as gerações, como pacto eterno.

17. É um sinal entre EU e os israelitas de que durante os seis dias da semana D’US fez o céu e a terra, mas no sétimo dia deixou de trabalhar e retirou-SE para o espiritual.”

 

Rabi Ráshi, um dos principais comentaristas da Torá, explica sobre o versículo 13 acima que a idéia de “um sinal” é que é uma mostra da grandeza do povo judeu que D’us lhes legou o Shabát. Logo ele explica que fazer com que compreendam se refere a que todas as nações do mundo saibam queEU, D’US, os estou fazendo santos“, ou seja, que D’us santifica o povo judeu com o Shabát.

Assim também todas as festividades mencionadas na Torá são sinais do vínculo entre o povo judeu e Hashém e se aplica à mesma lei [explicada por Rabi Maimônides,] de modo que os gentios não devem observar essas festas.

As exceções a esta regra são as festas do Rósh Hashaná, quando comemoramos a criação da humanidade — de todos os seres humanos —, e Ióm Kipúr, o dia da expiação.

O Talmúd (Rosh Hashaná 16a) explica que Rósh Hashaná é o dia do Julgamento Divino para todos os seres humanos e Ióm Kipúr, o dia da expiação, é o dia em que é selado esse julgamento. Daqui surge que estas duas festas têm relação com os gentios também.

No entanto, essa relação não é com os preceitos específicos de cada uma destas festas, como escutar o som do Shofár [e quanto mais tocá-lo] no Rosh Hashaná e jejuar no Ióm Kipúr, mas com o conteúdo conceitual da festa: Rosh Hashaná como o dia do julgamento e da aceitação de Hashém como REI sobre toda a criação e Ióm Kipúr como o dia da expiação das transgressões e do perdão divino.

A forma adequada que um gentio pode passar estes dias é recitando salmos. Todos os salmos. Em Ióm Kipúr pode-se adicionar, em algum momento do dia, uma confissão dos pecados do ano anterior, e inclusive de anos anteriores. Mas não como uma obrigação.

Rabino Tuvia

 

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7 Leis/Laws/Leyes, A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach

O movimento Bnei Noach nos primeiros séculos da existência cristã

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Há uma parte da História que certamente é desconhecida da grande maioria das pessoas. Seja porque outros que a ensinaram também desconheciam tais detalhes, seja porque outros a deturparam. A questão é que muitas vezes até mesmo nós mesmos podemos ter deduzido ou imaginado as coisas da maneira como elas realmente não foram.

É fato que o atual fenômeno Noaítico (i.e., do movimento bnei Noach) não é uma coisa que está acontecendo pela primeira vez na História. Hoje entendemos que do último século antes da nossa era até o terceiro século da nossa era, o noaísmo (o movimento Bnei Noach) era propagado por todo o mundo e se destacava cada vez mais. Certamente, o mundo pagão não era tão pagão quanto provavelmente pensamos. E certamente os pagãos não eram tão não civilizados quanto pensamos. É certo que não tivesse sido por Constantino transformar o cristianismo paulino na religião do império e ter massacrado e extinguido o noaísmo de então (sim, existiu um holocausto noaítico), o próprio noaísmo teria por fim triunfado sobre o paganismo e os cristianismos originais do último século antes da nossa era (o gnóstico e o ebionita) e ainda sobre o cristianismo paulino dos primeiros séculos da nossa era. Não, o imperador Constantino não inventou o cristianismo. Tampouco ele inventou o cristianismo paulino (obviamente inventado por Paulo). O que o Imperador Constantino fez foi apenas utilizar o cristianismo paulino como estratégia política para destruir o noaísmo (e tentar, junto, destruir o judaísmo) (ainda que isso significasse, de toda forma, a destruição do paganismo nominal).

 

A seguir, revisamos o texto de Jakob J. Petuchowski na revista Commentary de acordo com o atual conhecimento de que os “Tementes de Hashém” daquela época não se tratavam de convertidos mas de noaítas (Bnei Noach), não-judeus devotos do D’us da Torá e de Israel.

 

“Nos dias helenísticos e romanos do Segundo Templo, o Judaísmo conduzia uma propaganda divulgadora muito ativa [na verdade, propagando não o próprio judaísmo se não a fé judaica — toraítica — através do noaísmo, como explica o Rabi Tzvi Freeman: “a propagação dos valores judaicos [toraíticos] em todo o Mediterrâneo”]. Jesus descreveu os fariseus como cruzando a terra e o mar para fazer simpatizantes do judaísmo [os noaítas]. Muitos dos escritos agora encontrados nas coleções de Apócrifos e Pseudepígrafes eram originalmente folhetos de propaganda judaica dirigidos aos pagãos em sua própria língua e imagens. Josefo afirmou que não havia uma cidade grega ou bárbara em que a observância de costumes judaicos [ou mais exatamente, toraíticos (e mais precisamente, costumes noaicos — a observância noaítica): orar para um único D’us; abençoá-LO; não maldizê-LO; cumprir as sete leis noaíticas etc] não tivesse penetrado, e os autores romanos clássicos o confirmam — embora, ao contrário de Josefo, eles não achem esse estado de coisas louvável.

Essa propaganda foi em grande parte um apelo à razão: primeiro os pagãos deveriam ser convencidos da futilidade de seus ídolos, e então eles deveriam [assumir o noaísmo — podendo, posteriormente, se quisessem, se converter]. Mas o judaísmo nunca foi uma religião fácil de se assumir. Muitos pagãos, para quem seu conteúdo teológico e ético [através do próprio noaísmo] era atraente, recusaram-se a se submeter ao “jugo da Lei”. As sinagogas de Alexandria e da Ásia Menor eram frequentadas por esses [noaítas], que se tornaram conhecidos como “Tementes do D’us”.

Desse grupo também vieram muitos dos primeiros cristãos [do primeiro século da nossa era], mas as repetidas advertências de Paulo aos seus discípulos contra a adoção [da fé] judaica [e de práticas judaizantes decorrentes dos ebionitas] indicariam que a propaganda divulgadora judaica continuava a representar uma séria ameaça ao cristianismo paulino. A competição continuou por muitos anos — até que o Cristianismo venceu a batalha pela alma do velho mundo mediterrâneo ao se tornar a religião oficial do Império Romano. Condições políticas particulares permitiram ao cristianismo paulino superar seu concorrente judeu no Século 4. Daí em diante, a pena de morte foi decretada tanto para os propagandistas [do noaísmo] quanto para [os noaítas].

Visto que o judeu devia viver de tal maneira que seu comportamento constituísse uma “santificação do Nome de D’us”, havia o corolário natural de que seu exemplo bem poderia tornar O D’us judaico e [a fé judaica] atraentes para os gentios. Um indicativo disso é a história contada no Talmud sobre Simeon (Shimon) ben Shetach, que foi tão escrupulosamente honesto em uma transação comercial com um pagão que este exclamou: “Bendito seja O ETERNO, O D’us de Simeon ben Shetach!” Vinte séculos atrás, as sinagogas do mundo helenístico eram consideradas pelos pagãos educados como escolas de uma filosofia de vida viável, pela qual se sentiam cada vez mais atraídos.

Quando a Igreja medieval se empenhou no trabalho missionário, a sua intenção ideal era salvar o não crente da perdição, já que “não havia salvação fora da Igreja”. Mas isso não contrariava o sentimento judaico: podia haver salvação fora da Sinagoga. “Os justos de todas as nações têm uma parte no Mundo vindouro”. E, de fato, a retidão que daria ao Gentio o direito à sua participação na vida futura foi especificamente [exposta] no Talmud em sete regras simples de moralidade humana elementar, as chamadas “Sete Leis dos Filhos de Noé”. D’us, afirmava-se, tinha feito um pacto com a humanidade como um todo nos dias de Noé; e, ao contrário do pacto que ELE mais tarde fez com Israel, este pacto noaítico não tinha prescrições cerimoniais ou rituais. As leis noaíticas proibiam a idolatria, blasfêmia, assassinato, adultério, roubo, e a ingestão de uma parte de um animal vivo; do lado positivo, foi ordenado o estabelecimento de tribunais de justiça. [Assim,] a idéia de uma humanidade unida adorando O D’us de Israel não era nada surpreendente. 

Aqui está um problema missionário que as igrejas não precisam enfrentar: ao se tornar um judeu, o prosélito não apenas se torna um judeu crente e praticante; ele também se torna membro do povo judeu. É possível uma coisa dessas? A tradição responde que sim. Um prosélito que perguntou a Maimônides se ele poderia se juntar a seus novos correligionários na oração a “nosso D’us e D’us de nossos pais, D’us de Abraão, Isaque e Jacó”, foi informado de que ele certamente poderia fazer isso. Até hoje, o prosélito é chamado para a leitura da Torá como ben Avraham, “o filho de Abraão”. O conceito do prosélito como um “filho de Abraão” certamente significa que o povo judeu nunca foi identificado com raça ou nação no sentido moderno.

[E o que o judaísmo tem a declarar sobre o cristianismo e o maometismo?] Maimônides viu [na popularidade do] Cristianismo e do Islã uma “pavimentação do caminho para o Rei Messias”. Mas Maimônides não deixa de acrescentar: “Quando o Rei Messias chegar de verdade, eles (os cristãos e os maometistas) se arrependerão imediatamente e saberão que herdaram a falsidade de seus pais e que os seus profetas e os seus pais os desviaram.”

 

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Uma Carta Para os Bnei Noach

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Por moré Yosef Ben Shlomo Hakohen

 

Uma Carta (de um amigo judeu) Para os Bnei Noach

Introdução à Carta:
Dentro da Torá, há um caminho universal para toda a humanidade.

Este caminho contém sete categorias básicas de mitsvót – mandamentos divinos (Sêfer HaChinuch, Mitsvá 416). Estas sete categorias de mitsvót fornecem uma base ética e moral para a sociedade humana. Além disso, existem fontes dentro de nossa tradição que afirmam que todos os seres humanos devem cumprir aquelas mitsvót da Torá que são sugeridas pela “razão humana e pela compreensão do coração” (Introdução ao Talmude por Rabi Nissim Gaon).

Há um número crescente de não-judeus que estão se esforçando para cumprir os preceitos deste caminho que dá vida. Eles são frequentemente chamados de Bnei Noach – os Filhos de Noá, pois os preceitos básicos deste caminho foram reafirmados na geração de Noá (Noé), após o grande dilúvio. Rabi Maimônides afirma que este caminho universal foi mais tarde reafirmado quando a Torá foi dada no Monte Sinai (A Lei dos Reis 8:11). Os Bnei Noach percebem que a Torá e suas interpretações foram dadas ao nosso povo no Monte Sinai; assim, eles procuram estudar com rabinos que podem guiá-los em seu caminho. Na atualidade, a maioria são ex-cristãos que optaram por aceitar os ensinamentos da Torá a respeito da Unidade de D’US, do Messias, do propósito do ser humano neste mundo, e outras questões relacionadas. Eles são verdadeiros amigos do nosso povo, pois amam e respeitam tanto o nosso povo quanto o nosso judaísmo; assim, ao contrário de muitos cristãos que procuram nos “converter”, eles procuram nos apoiar em nosso caminho espiritual. Como [verdadeiros] amigos do nosso povo, eles se posicionam fortemente contra todas as formas de ódio contra os judeus, e são fortes aliados do Estado de Israel. Em agradecimento por sua amizade e realizações espirituais, escrevo a seguinte carta aos membros do movimento Bnei Noach:

“Estimados amigos, como membros do crescente movimento Bnei Noach, vocês reconhecem a unicidade e a unidade de Hashém, O MISERICORDIOSO. Portanto, penso em vocês em minhas orações diárias, especialmente quando proclamo de manhã e à noite: “Ouça, ó Israel, Hashém é o nosso D’US, Hashém é UM!” (Deuteronômio 6:4) Segundo o comentarista bíblico clássico, Ráshi, quando proclamamos “Hashém é UM”, estamos proclamando que no futuro todos os povos da terra reconhecerão a unidade e a unicidade de Hashém, como está escrito: “Pois então eu transformarei os povos para que falem uma linguagem pura, para que todos proclamem O NOME de Hashém, para servi-LO com uma determinação unida.” (Sofonias 3:9) Como Ráshi nos lembra, também está escrito: “Naquele dia Hashém será UM e SEU NOME UM.” (Zacarias 14:9) Que esse dia chegue logo. Enquanto isso, vocês devem perceber que são pioneiros espirituais que estão se preparando para esse grande dia, unindo-se ao povo de Israel na proclamação: “Hashém é UM”! Quando proclamamos que Hashém é UM, também estamos proclamando que devemos servir apenas O ÚNICO e UNIFICADOR CRIADOR do Universo. Neste espírito, a voz Divina proclamou no Monte Sinai: “Não terás outros deuses diante da MINHA PRESENÇA.” (Êxodo 20:3) E também está escrito: “Conhece-O hoje e lembre-se repetidamente de que Hashém SOZINHO é D’US; no céu acima e na terra abaixo – não há outro.” (Deuteronômio 4:39) Portanto, é proibido divinizar qualquer objeto, força ou ser, incluindo um ser humano. De fato, a Torá nos diz que “D’US não é humano [(e portanto nem homem nem mulher)].” (Números 23:19) Muitos de vocês vivem entre cristãos que divinizam um homem judeu que viveu há mais de 2.000 anos; além disso, eles proclamam que a única maneira de chegar a D’US é através deste homem. Vocês rejeitaram esta crença cristã e escolheram seguir os ensinamentos originais de Abraão e Sara, que ensinaram os seres humanos a orar diretamente para O MISERICORDIOSO. Na verdade, todas as grandes figuras bíblicas incluindo Moisés, Aarão, Miriam, Débora, Davi, Isaías e Jeremias oraram diretamente para O MISERICORDIOSO. Foi assim que a Torá nos ensinou a orar, e qualquer um que leia o Livro dos Salmos pode descobrir a abordagem da Torá à oração. Há uma canção popular cristã que contém as palavras: “Dá-me essa religião dos velhos tempos”. A canção menciona que se a “religião dos velhos tempos” era suficientemente boa para Abraão, Moisés, e um monte de figuras bíblicas, “ela é suficientemente boa para mim”. Da perspectiva da Torá, no entanto, aqueles que rezam diretamente para Hashém são os que verdadeiramente estão no espírito dessa “religião dos velhos tempos”, pois estão estão imitando Abraão, Sara e todas as grandes figuras bíblicas.

Portanto, precisamos lembrar que “Hashém está perto de todos que O invocam, de todos que O invocam sinceramente.” (Salmo 145:18) Um comentarista bíblico clássico, Radák, explica que este versículo está revelando que O MISERICORDIOSO está próximo de “todos” que O invocam, “independentemente da nacionalidade”. Em outras palavras, não é preciso ser judeu para experimentar a proximidade amorosa do MISERICORDIOSO! Muitos de vocês são ex-cristãos, e há alguns pregadores cristãos que lhes têm dito que sua alma está eternamente condenada e que vocês não podem ir para o Céu, já que vocês não aceitam mais o “Senhor e Salvador” deles. Vocês estão em boa companhia, pois, na opinião desses pregadores, nós, o Povo de Israel, tampouco vamos para o Céu, já que não oramos ao homem que eles vêem como seu Senhor e Salvador, nem em nome dele, pois nos lembramos da seguinte proclamação divina: “EU, somente EU, sou Hashém, e não há SALVADOR além de MIM.” (Isaías 43:11) Quando o Estado de Israel capturou Eichman, um destacado assassino nazista, o governo israelense designou o Reverendo William Hall, um missionário canadense que vive em Jerusalém, para servir como seu capelão. Posteriormente, Hall disse à imprensa que se este assassino de homens, mulheres e crianças judeus tivesse aceitado seu “Salvador” antes de ser executado, ele teria entrado imediatamente nos portões do paraíso. Foi então perguntado a Hall: “E quanto às almas dos seis milhões de vítimas judaicas dele?” Hall respondeu que eles certamente não tinham entrado no paraíso já que não tinham aceitado a “salvação” da Igreja. (Citado no livro da ArtScroll, “Once Upon a Shtetl”, de Chaim Shapiro) Nós, as pessoas que receberam a Torá, temos um conceito diferente em relação à entrada no paraíso celestial: O céu de nosso D’US tem muito espaço [por assim dizer], e qualquer ser humano que é um “chassid” (devoto) – uma pessoa que se dedica amorosamente a servir O CRIADOR – pode entrar nos portões do paraíso. Como afirmam nossos sábios: “Os chassidins (devotos) entre as nações têm participação no Mundo Vindouro.” (Tosefta – Sanhedrin 13:1)

Vocês compartilham nossas crenças básicas, e também reconhecem que o Messias ainda não se revelou, pois compreendem que para alguém ser oficialmente reconhecido como o Messias, ele deve cumprir as profecias descritas no capítulo 11 do Livro de Isaías e em muitos outros lugares dentro de nossas Sagradas Escrituras. De acordo com estas profecias, o Messias reunirá [em Israel] todos os exilados [do povo] de Israel, e ele inspirará todos os seres humanos a se voltarem para O MISERICORDIOSO. Sua chegada inaugurará uma era de paz universal e de iluminação espiritual, “pois a toda a Terra se encherá do conhecimento de Hashém como a água cobre o mar.” (Isaías 11:9) Além disso, o Templo será reconstruído e será conhecido como “uma Casa de oração para todos os povos.” (Isaías 56:7) Estas profecias ainda não foram cumpridas; assim, vocês se unem ao nosso povo na espera do verdadeiro Messias que redimirá Israel e toda a humanidade. Seu amor e respeito pelo povo judeu e pelo judaísmo estão no espírito da profecia que descreve como os povos da terra eventualmente se tornarão nossos aliados espirituais, e eles nos dirão: “Iremos com vocês, pois ouvimos que D’US está com vocês.” (Zacarias 8:23) Nesta era, já não haverá missionários que nos exortem a seguir seu caminho; em vez disso, todos se inspirarão nos preceitos universais dentro do caminho de nosso povo.

Como educador da Torá, tenho muito respeito e apreço por sua disposição de serem nossos aliados espirituais, especialmente porque agora estamos vivendo em um período em que o ódio contra os judeus está se espalhando, e inimigos que se dedicam à nossa destruição estão ganhando força e apoio. De acordo com nossos profetas e sábios, este perigo faz parte das dores de parto que levarão ao nascimento da era messiânica, quando todo o ódio e a violência serão eliminados do mundo. O nascimento desta era ainda não ocorreu; no entanto, vocês têm a coragem de apoiar publicamente nossa missão espiritual durante este período difícil e perigoso. Portanto, vocês vão compartilhar de nossa alegria quando o “nascimento” ocorrer, e [finalmente] se cumprir a seguinte profecia:
“Acontecerá no final dos dias: A montanha do Templo de Hashém será firmemente estabelecida como a cabeça das montanhas, e será exaltada acima das colinas, e todas as nações fluirão para ela. Muitos povos irão e dirão: “Vinde, subamos à montanha de Hashém, ao Templo do D’US de Jacó, e ELE nos ensinará seus caminhos e nós andaremos em seus caminhos.” Pois de Sião sairá a Torá, e de Jerusalém a palavra de Hashém.” (Isaías 2:2-3)

Que O MISERICORDIOSO guie, abençoe e proteja vocês, e que nos encontremos na grande reunião em Jerusalém.

Shalom,
Yosef Ben Shlomo Hakohen.

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Dedicado à elevação da alma de Ana Tiapas.

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Não procure por “sidur messiânico” em nosso Site ou por qualquer outra coisa messiânica; nós não somos messiânicos. Nós não cremos em Yeshua nem cremos na Berít Chadashá. Yeshua, para nós, é tão insignificante quanto o é Muhammad (Maomé) ou Sidarta Gautama. Nós não temos quaisquer simpatias pelos messiânicos ou por coisas messiânicas. E a propósito, messiânicos não são judeus.

 

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Por que há discordância entre os próprios rabinos sobre a prática noaica?

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