Salmos em tempos de guerra

O Site Bnei Noach,
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(Projeto Noaismo Info),
APRESENTA

Perguntas e Respostas

 

Tehilim (Salmos) para se recitarem em tempos de guerras

 

Pergunta:
Neste tempo de aflição mundial devido à guerra entre a Rússia e a Ucrânia, quais Salmos devem ser recitados para isto?

Resposta:
O Rebe responde:

“Durante a Segunda Guerra Mundial, o Rebe anterior (Rabbi Yosef Yitzchak de Lubavitch) pediu que os Salmos 20, 22 e 69[*] fossem recitados diariamente. Tal acréscimo seria apropriado neste momento.”

Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info

[* Estes Salmos encontram-se abaixo (em 26/02, atualizados os 22 e 69).]

© Lubavitcher Rebe, o Rav Menachem Mendel Schneerson
© Projeto Noaismo Info

 

SALMO 20

Para o Diretor do Coro, um salmo por David. Que Hashem te responda em um dia de angústia; que O NOME do D’US de Yaacóv (e de Nôach) te fortaleça. Que desde o SEU Santo Templo (em Yerushaláim, o Bet Hamicdásh) ELE te envie tua ajuda, e desde Tsión te proteja. Que ELE SE lembre de todas as tuas (orações em batalha como se elas fossem) oferendas (no Bet Hamicdásh) e que ELE sempre aceite-as favoravelmente. Que ELE te conceda os desejos do teu coração e realize todos os teus planos.
Cantemos todos nós louvores a D’US por tua vitória (no dia de angústia) e no NOME de nosso D’US ergamos nossos estandartes; que Hashem atenda todos os teus pedidos.
Agora eu sei que (em todas as dificuldades) foi Hashem QUEM salvou o SEU servo; ELE lhe respondeu dos SEUS santos céus com poderosas vitórias de SUA destra.
(Para vencer batalhas) algumas nações confiam nas suas carruagens e algumas nos cavalos, mas nós (confiamos) somente no PRÓPRIO D’US — invocamos O NOME de Hashem, nosso D’US. Elas (tais nações) caem e sucumbem, mas nós nos levantamos e nos mantemos firmemente erguidos (sobre elas).
Salva-nos, ó Hashem; O REI nos atenderá no dia em que clamarmos.

 

SALMO 22

Para o Diretor do Coro, no “Aiélet Hasháchar” (instrumento musical), um salmo por David.
Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste (a mim, Israel)? Por que deixaste tão distante minha salvação e ignoraste meu gemido angustiado? Ó D’US meu, de dia clamo e TU não me escutas; e à noite não silencio (este clamor). Mas TU és O SANTO, e a TI se dirigem os louvores de Israel!
Em TI confiaram nossos patriarcas [do povo judeu], confiaram plenamente e TU os resgataste. Clamaram a TI e foram salvos; em TI acreditaram e não ficaram desapontados. Mas quanto a mim (Israel), sou como um verme e não como um homem; escárnio da humanidade, desprezo das nações. Zombam de mim os que me observam, riem e mexem ironicamente (para os lados) suas cabeças, dizendo: “Ele confia em Hashem, (ele confia) que ELE o redimirá, (então) que ELE lhe traga salvação, já que ele NELE se compraz.” Mas TU me tiraste do ventre materno e me fizeste sentir seguro sobre o peito de minha mãe. Desde meu nascimento, em TEUS braços fui entregue; mesmo antes de nascer, já eras meu D’US.
Não TE afastes de mim, porque muito próxima está a aflição e não há quem me proteja, senão TU.
Touros furiosos (reinos poderosos) me cercaram, touros do Bashan me rodearam. Abriram contra mim suas bocas como um leão que estraçalha e ruge. Sinto-me como água derramada que não pode voltar a seu recipiente, meus ossos fraquejam; meu coração parece ser de cera, de tal forma se derrete dentro de mim. Minha força secou como a argila, minha língua está colada ao paladar e (todas estas coisas são como se) TU tivesses me colocado no pó da morte (sepultura). (Pessoas como) cães (raivosos) me cercam, uma turba de perversos me rodeia, atacam meus pés e minhas mãos como se fora um leão. Verifico como estão meus ossos enquanto eles me observam e tripudiam. Minhas roupas, entre si repartem, minhas vestimentas sorteiam. Mas TU, ó Hashem, eu te peço, não TE afastes de mim; ó minha Força, apressa-TE e vem em meu auxílio! Salva minha alma da espada, minha vida das presas destes cães (destes viciosos acusadores). Livra-me da boca do leão, resgata-me dos chifres dos Remím (touros, simbolizando os amoritas, inimigos de Israel). Então, a salvo, proclamarei TEU NOME a meus irmãos e louvarte-TE-ei em meio à multidão, dizendo: “Vós que sois a semente de Jacob, honrai Hashem! Reverenciai-O todos vós, descendentes de Israel. Porquanto ELE não desprezou nem ignorou a angústia do aflito e dele não escondeu SUA face e atendeu a sua prece.”
Graças a TI poderei proclamar meu louvor às multidões; cumprirei minhas promessas (ou votos que fiz na minha aflição) na presença daqueles que O temem (para divulgar esses milagres).
(Na era do Mashíach) os humildes hão de comer e se fartar; os que buscam Hashem hão de louvá-LO e vida perene terão seus corações. Dos confins da Terra, todos a TI, Hashem, se voltarão com compreensão e ante TI se curvarão todas as famílias das nações. Pois (eles verão que) só de Hashem é a realeza e SEU é o domínio sobre todos os povos. Comerão todos os povos a fartura da terra e ante ELE se prostrarão; reverenciá-LO-ão os que retornam do pó, os que não podem manter viva a sua própria alma.
Da descendência dos que O servem, de geração em geração, será relatada a magnificência da glória de Hashem. Anunciarão às gerações vindouras a bondade de seus feitos.

 

SALMO 69

Para o Diretor do Coro, sobre o (instrumento musical) “Shoshaním”, um salmo por David.
Salva-me, ó D’US, pois as águas (os sofrimentos do exílio) subiram tanto que alcançaram até a minha alma. Fui tragado por um lamaçal profundo onde não consigo apoiar os pés; um turbilhão me arrastou para as profundezas. De tanto clamar por socorro, se ressecou minha garganta, se embaçaram meus olhos e se fatigou meu corpo, enquanto aguardo pela ajuda de meu D’US. Mais numerosos que meus cabelos são os que sem motivo me odeiam, e, continuamente, multiplica-se o número dos que me querem destruir, meus adversários empenhados em falsidade; (e a esses) inimigos caluniadores terei de pagar o que alegam (que eu roubei) sem que eu nunca os tivesse roubado.
Ó D’US, bem conheces minhas fraquezas e de TI não estão ocultas minhas culpas. Entretanto, não permita que eu venha a ser a causa de humilhações para aqueles que têm fé em TI, ó meu D’US, O MESTRE das Legiões. Que não sejam por mim envergonhados os que TE procuram, ó D’US de Israel!
Por amor a TI suportei ultrajes e meu rosto, de vergonha, está tomado. Perante meus irmãos (Yishmael e Essav) pareci ser um estranho (por causa da minha lealdade a TI), um estrangeiro entre os filhos de minha mãe. Consumiu-me o fervor que dedico à TUA Casa (o Templo Sagrado), e sobre mim recaíram os vitupérios dos que TE insultam (em outras palavras, na época do Templo, as nações viram o amor que TU nos (a Israel) mostraste quando SUA Casa ainda existia e me (a David) invejaram). Com jejum e lágrimas afligi minha alma, e isto mais os afrontou. Com uma mortalha me cobri (em arrependimento) e perante eles me tornei seu modelo (de ridículo). Murmuram contra mim os (juízes) que se reúnem nas portas da cidade, e tema de zombaria me tornei para as canções dos bêbados.
Que seja uma hora favorável aquela em que a TI dirijo minha prece, ó Hashem. Escuta-me, ó D’US, com a imensidão de TUA misericórdia e responde-me segundo a bondade de TUA salvação.
Resgata-me do lamaçal (do exílio) para que eu nele não pereça; salva-me de meus detratores e das profundezas das águas. Que eu não seja arrastado por seu turbilhão, nem tragado pelo abismo, e que tampouco se feche sobre mim a boca do poço de angústia onde caí. Responde-me, ó D’US, pois incomensurável é TUA benevolência; volta-TE para mim com a grandeza de TUA magnanimidade e não ocultes de TEU servo TEU semblante; responde-me de pronto, pois estou muito angustiado. Faze com que de TI se aproxime minha alma, redime-a e salva-me de meus inimigos (para que não se sintam triunfantes), pois sabes da vergonha e do infortúnio que me fazem passar.
Partiu-se meu coração ante tanta humilhação e me sinto gravemente enfermo. Procurei alguém que se compadecesse de mim e me confortasse, mas a ninguém encontrei. Ao contrário, põem veneno em meu alimento e vinagre me deram para minha sede. Que, em retribuição, se transforme sua mesa em armadilha, sua paz em emboscada. Que se turve sua vista e que trema sem alívio seu corpo. Derrama sobre eles TUA indignação e que sejam acossados por TUA ira. Que sejam destruídos seus palácios e que fiquem desertas suas tendas. Pois a nação que TU castigaste (o povo judeu), se arrogaram o direito de perseguir e se gabaram como se fossem os autores do sofrimento que provocaste.
Agrega (esta) iniquidade à sua iniquidade e que não mereçam usufruir de TUA justiça. Que tenham seus nomes apagados do Livro da Vida, e jamais sejam inscritos entre os justos. Quanto a mim, estou aflito e dolorido agora, mas TUA salvação, ó D’US, há de me elevar acima de qualquer sofrimento. Em cânticos, então, louvarei O NOME de D’US, e em meus agradecimentos O exaltarei. Serei mais prazeroso para Hashem que a mais perfeita oferenda de todo o passado.
Alegrar-se-ão os humildes (ao verem minha salvação) e animar-se-ão os corações dos que buscam a D’US, porque perceberão que Hashem ouve os necessitados e não despreza (as preces dos) alquebrados. Louvá-LO-ão os Céus e a Terra, os mares e todos os seus habitantes, porquanto D’US redimirá Tsión e reedificará as cidades de Yehudá (Judá). Nela habitará seu povo (de Israel) em tranquilidade e segurança, e a seus descendentes (de Avrahám, Yitschák e Yaacóv) a entregarão por herança.
Sim! A semente dos SEUS servos (patriarcas) a herdarão e nela habitarão os que amam o SEU SANTO NOME.

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20a Parte do Curso Bnei Noach

B”H

 

INFORMAMOS QUE A PARTE 20 FOI REFEITA COM UM NOVO TEXTO E REPUBLICADA

 

NOVA Parte 20 do Mini Curso Virtual Gratuito de Introdução ao Tema de Bnei Noach

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25a Parte do Curso Bnei Noach

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Bnei Noach (e/ou Judeus) e Maçonaria

apresenta:

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS

 

Pergunta:
Caro Rabino, qual a sua opinião sobre a Maçonaria e sobre um noaíta (bnei Noach) ou mesmo um judeu ingressar nela?

 

Resposta:
Maçonaria é um tema bem delicado.
Aconselho não se aproximar disso, de forma alguma, pois por de trás disso têm cultos, mesmo que muitos vão negar o que eu estou falando, porém, é porque se ligaram com a maçonaria de forma mais superficial. Quem entra mais a fundo é envolvido em cultos. Mesmo os que entram de forma superficial (por motivo social, financeiro, irmandade ou outro), de toda forma, vira uma ramificação do sistema.

Tudo de bom.
Rav Shimshon Bisker

O Rav Shimshon Bisker, de Israel, é o Rabino Consultor do Projeto Noaísmo Info

© Rav Shimshon Bisker
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Dedicado a J.V.

Bnei Noach e o Yom Kipur e Sucot

Perguntas & Respostas

 

Bnei Noach e Yom Kipur e Sucot

Por Rabi Asher Cacua

 

Pergunta:

Qual é o nosso papel, como noaítas (bnei Nôach), nas festividades de Ióm Kipúr e Sucót?

 

Resposta:

Graças a Hashém se aproxima o dia da festividade de Yóm Kipúr. Nos encontramos agora nos dias intermediários entre Rosh Hashaná e Ióm Kipúr. Sabemos que em Rosh Hashaná são julgadas todas as pessoas neste mundo, judeus e não-judeus, e que Hashém decreta neste dia as coisas que hão de acontecer no novo ano, como por exemplo, quem vai morrer e quem vai viver, as guerras que virão ou não, quem adoecerá e quem não, é decretado cada real que vamos receber no novo ano etc. Isto pode parecer “predestinação” mas não o é, já que muitas coisas podem ser mudadas se fazemos teshuvá, e este é precisamente o objetivo destes dias antes de Ióm Kipúr e do próprio Yom Kipúr, pois no Ióm Kipúr tudo será selado.

 

A diferença entre os povos das nações e o povo judeu é que O CRIADOR nos deu — a nós judeus — mandamentos específicos, ou seja, ELE deu mandamentos concernentes ao povo judeu, como jejuar em Yom Kipur, somado a todas as demais Halachót como não banhar-se neste dia, não calçar sapatos de coro etc, apenas para mencionar algumas. Mas os bnei Noach (Noaítas) não estão propícios a fazerem estas coisas neste dia nem sequer de maneira voluntária, enquanto que, por outro lado, podem (sim) fazer outras coisas como abençoar os alimentos, recitar algumas rezas etc. Fazer estas coisas seria cometer chidúsh dat, ou em outras palavras, inventar uma religião ou repudiar sua identidade noaítica.

 

Por outro lado dizer que vocês não podem nem sequer fazer uma introspecção e analisar seus atos, seus erros, estabelecer metas para si mesmos para melhorarem etc, seria equivocado, quer dizer, é um bom conselho que o noaíta procure nestes dias analisar o seu rumo, como melhorar, aprofundar e fortalecer a sua Emuná (fé), bitachón (confiança em D’us) e compreensão da unicidade de Hashém.

 

Quanto à Sucót, o mesmo que foi dito acima até agora se aplica aqui, não há que se construir sucá nem fazer nada das coisas (referentes a Sucót).

 

Rabino Asher Cacua.

© Rabi Asher Cacua
© Projeto Noaismo Info: traduzido do espanhol por © Projeto Noaísmo Info

 

Para um melhor entendimento sobre a questão de um gentio não se alimentar no dia do Yom Kipur, veja a explicação do nosso Rav, do Rabino do Projeto Noaísmo Info, o Rav Shimshon Bisker, de Israel, autor de mais de 40 livros:

Existe um dia de jejum para os Bnei Noach?

E para ver a mensagem exclusiva de Ióm Kipúr do nosso querido Rav, o Rav Shimshon Bisker, para a Comunidade Bnei Noach Brasil:

Curso Bnei Noach parte 21: ESPECIAL DE YOM KIPUR

 

E para quem quiser também entender melhor como funciona o procedimento das festividades judaicas, adquira os livros digitais do Rav Shimshon Bisker em nossa livraria, a Livraria virtual Projeto Noaismo Info:

Curso Bnei Noach parte 30 – ESPECIAL: LIVRARIA virtual Projeto Noaismo Info

 

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Projeto Noaismo Info

© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)

Uma Carta Para os Bnei Noach

 

Por moré Yosef Ben Shlomo Hakohen

 

Uma Carta (de um amigo judeu) Para os Bnei Noach

 

Introdução à Carta:
Dentro da Torá, há um caminho universal para toda a humanidade.

Este caminho contém sete categorias básicas de mitsvót – mandamentos divinos (Sêfer HaChinuch, Mitsvá 416). Estas sete categorias de mitsvót fornecem uma base ética e moral para a sociedade humana. Além disso, existem fontes dentro de nossa tradição que afirmam que todos os seres humanos devem cumprir aquelas mitsvót da Torá que são sugeridas pela “razão humana e pela compreensão do coração” (Introdução ao Talmude por Rabi Nissim Gaon).

Há um número crescente de não-judeus que estão se esforçando para cumprir os preceitos deste caminho que dá vida. Eles são frequentemente chamados de Bnei Noach – os Filhos de Noá, pois os preceitos básicos deste caminho foram reafirmados na geração de Noá (Noé), após o grande dilúvio. Rabi Maimônides afirma que este caminho universal foi mais tarde reafirmado quando a Torá foi dada no Monte Sinai (A Lei dos Reis 8:11). Os Bnei Noach percebem que a Torá e suas interpretações foram dadas ao nosso povo no Monte Sinai; assim, eles procuram estudar com rabinos que podem guiá-los em seu caminho. Na atualidade, a maioria são ex-cristãos que optaram por aceitar os ensinamentos da Torá a respeito da Unidade de D’US, do Messias, do propósito do ser humano neste mundo, e outras questões relacionadas. Eles são verdadeiros amigos do nosso povo, pois amam e respeitam tanto o nosso povo quanto o nosso judaísmo; assim, ao contrário de muitos cristãos que procuram nos “converter”, eles procuram nos apoiar em nosso caminho espiritual. Como [verdadeiros] amigos do nosso povo, eles se posicionam fortemente contra todas as formas de ódio contra os judeus, e são fortes aliados do Estado de Israel. Em agradecimento por sua amizade e realizações espirituais, escrevo a seguinte carta aos membros do movimento Bnei Noach:

“Estimados amigos, como membros do crescente movimento Bnei Noach, vocês reconhecem a unicidade e a unidade de Hashém, O MISERICORDIOSO. Portanto, penso em vocês em minhas orações diárias, especialmente quando proclamo de manhã e à noite: “Ouça, ó Israel, Hashém é o nosso D’US, Hashém é UM!” (Deuteronômio 6:4) Segundo o comentarista bíblico clássico, Ráshi, quando proclamamos “Hashém é UM”, estamos proclamando que no futuro todos os povos da terra reconhecerão a unidade e a unicidade de Hashém, como está escrito: “Pois então eu transformarei os povos para que falem uma linguagem pura, para que todos proclamem O NOME de Hashém, para servi-LO com uma determinação unida.” (Sofonias 3:9) Como Ráshi nos lembra, também está escrito: “Naquele dia Hashém será UM e SEU NOME UM.” (Zacarias 14:9) Que esse dia chegue logo. Enquanto isso, vocês devem perceber que são pioneiros espirituais que estão se preparando para esse grande dia, unindo-se ao povo de Israel na proclamação: “Hashém é UM”! Quando proclamamos que Hashém é UM, também estamos proclamando que devemos servir apenas O ÚNICO e UNIFICADOR CRIADOR do Universo. Neste espírito, a voz Divina proclamou no Monte Sinai: “Não terás outros deuses diante da MINHA PRESENÇA.” (Êxodo 20:3) E também está escrito: “Conhece-O hoje e lembre-se repetidamente de que Hashém SOZINHO é D’US; no céu acima e na terra abaixo – não há outro.” (Deuteronômio 4:39) Portanto, é proibido divinizar qualquer objeto, força ou ser, incluindo um ser humano. De fato, a Torá nos diz que “D’US não é humano [(e portanto nem homem nem mulher)].” (Números 23:19) Muitos de vocês vivem entre cristãos que divinizam um homem judeu que viveu há mais de 2.000 anos; além disso, eles proclamam que a única maneira de chegar a D’US é através deste homem. Vocês rejeitaram esta crença cristã e escolheram seguir os ensinamentos originais de Abraão e Sara, que ensinaram os seres humanos a orar diretamente para O MISERICORDIOSO. Na verdade, todas as grandes figuras bíblicas incluindo Moisés, Aarão, Miriam, Débora, Davi, Isaías e Jeremias oraram diretamente para O MISERICORDIOSO. Foi assim que a Torá nos ensinou a orar, e qualquer um que leia o Livro dos Salmos pode descobrir a abordagem da Torá à oração. Há uma canção popular cristã que contém as palavras: “Dá-me essa religião dos velhos tempos”. A canção menciona que se a “religião dos velhos tempos” era suficientemente boa para Abraão, Moisés, e um monte de figuras bíblicas, “ela é suficientemente boa para mim”. Da perspectiva da Torá, no entanto, aqueles que rezam diretamente para Hashém são os que verdadeiramente estão no espírito dessa “religião dos velhos tempos”, pois estão estão imitando Abraão, Sara e todas as grandes figuras bíblicas.

Portanto, precisamos lembrar que “Hashém está perto de todos que O invocam, de todos que O invocam sinceramente.” (Salmo 145:18) Um comentarista bíblico clássico, Radák, explica que este versículo está revelando que O MISERICORDIOSO está próximo de “todos” que O invocam, “independentemente da nacionalidade”. Em outras palavras, não é preciso ser judeu para experimentar a proximidade amorosa do MISERICORDIOSO! Muitos de vocês são ex-cristãos, e há alguns pregadores cristãos que lhes têm dito que sua alma está eternamente condenada e que vocês não podem ir para o Céu, já que vocês não aceitam mais o “Senhor e Salvador” deles. Vocês estão em boa companhia, pois, na opinião desses pregadores, nós, o Povo de Israel, tampouco vamos para o Céu, já que não oramos ao homem que eles vêem como seu Senhor e Salvador, nem em nome dele, pois nos lembramos da seguinte proclamação divina: “EU, somente EU, sou Hashém, e não há SALVADOR além de MIM.” (Isaías 43:11) Quando o Estado de Israel capturou Eichman, um destacado assassino nazista, o governo israelense designou o Reverendo William Hall, um missionário canadense que vive em Jerusalém, para servir como seu capelão. Posteriormente, Hall disse à imprensa que se este assassino de homens, mulheres e crianças judeus tivesse aceitado seu “Salvador” antes de ser executado, ele teria entrado imediatamente nos portões do paraíso. Foi então perguntado a Hall: “E quanto às almas dos seis milhões de vítimas judaicas dele?” Hall respondeu que eles certamente não tinham entrado no paraíso já que não tinham aceitado a “salvação” da Igreja. (Citado no livro da ArtScroll, “Once Upon a Shtetl”, de Chaim Shapiro) Nós, as pessoas que receberam a Torá, temos um conceito diferente em relação à entrada no paraíso celestial: O céu de nosso D’US tem muito espaço [por assim dizer], e qualquer ser humano que é um “chassid” (devoto) – uma pessoa que se dedica amorosamente a servir O CRIADOR – pode entrar nos portões do paraíso. Como afirmam nossos sábios: “Os chassidins (devotos) entre as nações têm participação no Mundo Vindouro.” (Tosefta – Sanhedrin 13:1)

Vocês compartilham nossas crenças básicas, e também reconhecem que o Messias ainda não se revelou, pois compreendem que para alguém ser oficialmente reconhecido como o Messias, ele deve cumprir as profecias descritas no capítulo 11 do Livro de Isaías e em muitos outros lugares dentro de nossas Sagradas Escrituras. De acordo com estas profecias, o Messias reunirá [em Israel] todos os exilados [do povo] de Israel, e ele inspirará todos os seres humanos a se voltarem para O MISERICORDIOSO. Sua chegada inaugurará uma era de paz universal e de iluminação espiritual, “pois a toda a Terra se encherá do conhecimento de Hashém como a água cobre o mar.” (Isaías 11:9) Além disso, o Templo será reconstruído e será conhecido como “uma Casa de oração para todos os povos.” (Isaías 56:7) Estas profecias ainda não foram cumpridas; assim, vocês se unem ao nosso povo na espera do verdadeiro Messias que redimirá Israel e toda a humanidade. Seu amor e respeito pelo povo judeu e pelo judaísmo estão no espírito da profecia que descreve como os povos da terra eventualmente se tornarão nossos aliados espirituais, e eles nos dirão: “Iremos com vocês, pois ouvimos que D’US está com vocês.” (Zacarias 8:23) Nesta era, já não haverá missionários que nos exortem a seguir seu caminho; em vez disso, todos se inspirarão nos preceitos universais dentro do caminho de nosso povo.

Como educador da Torá, tenho muito respeito e apreço por sua disposição de serem nossos aliados espirituais, especialmente porque agora estamos vivendo em um período em que o ódio contra os judeus está se espalhando, e inimigos que se dedicam à nossa destruição estão ganhando força e apoio. De acordo com nossos profetas e sábios, este perigo faz parte das dores de parto que levarão ao nascimento da era messiânica, quando todo o ódio e a violência serão eliminados do mundo. O nascimento desta era ainda não ocorreu; no entanto, vocês têm a coragem de apoiar publicamente nossa missão espiritual durante este período difícil e perigoso. Portanto, vocês vão compartilhar de nossa alegria quando o “nascimento” ocorrer, e [finalmente] se cumprir a seguinte profecia:
“Acontecerá no final dos dias: A montanha do Templo de Hashém será firmemente estabelecida como a cabeça das montanhas, e será exaltada acima das colinas, e todas as nações fluirão para ela. Muitos povos irão e dirão: “Vinde, subamos à montanha de Hashém, ao Templo do D’US de Jacó, e ELE nos ensinará seus caminhos e nós andaremos em seus caminhos.” Pois de Sião sairá a Torá, e de Jerusalém a palavra de Hashém.” (Isaías 2:2-3)

Que O MISERICORDIOSO guie, abençoe e proteja vocês, e que nos encontremos na grande reunião em Jerusalém.

Shalom,
Yosef Ben Shlomo Hakohen.

© Yosef Ben Shlomo Hakohen
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Dedicado à elevação da alma de Ana Tiapas.

Quais as diferenças entre rabi, rambam, rebe?

Perguntas & Respostas

 

Pergunta:
Quais as diferenças entre rabi, rambam, rebe?

 

Resposta:
A palavra “rabino” vem do hebraico “rabênu” que significa “nosso professor” ou “nosso mestre”. Enquanto isso, “rabi” significa “meu professor” ou “meu mestre”. A raiz hebraica de rabi ou rabenu é rav.

O hebraico “rabi” na pronúncia ídiche é “rebe”. Portanto, “rabi” em hebraico é “rebe” em ídiche, e, obviamente, ambos tem o mesmo significado. Porém, atualmente, rebe é o nome que se dá ao líder de um movimento chassídico (o “ch” tem som de “RR”).

Rambám é uma pessoa específica. Trata-se do Rabi Moshé ben Maimón (pronuncia-se Moché) (1135-1204), também conhecido simplesmente como Maimônides. Portanto, Rambám é o acróstico de ou o acrônimo para Rabi Moshé ben Maimón.

 

(Falando em Rambám, não podemos nos esquecer de que também há o Rambán e não podemos confundi-los.
Como vimos, há o RambáM — com m no final — e há o RambáN — com n no final.
Rambán é uma pessoa específica. Rambán é o acróstico de ou o acrônimo para Rabi Moshé ben Nachmán (1194-1270), também conhecido simplesmente como Nachmânides.)

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A Torá permite casar judeu com não-judeu?

Perguntas & Respostas

 

A Torá permite casar judeu com não-judeu?

 

Resposta por Rabino Eliahu Hasky.

 

O Rabino Eliahu Hasky é o fundador do Projeto JUDAICO (direcionado para os judeus) Torah Com Você (do qual não-judeus também podem se beneficiar muito).

Para conhecer mais o Rabino Eliahu Hasky, veja

http://glorinhacohen.com.br/?p=48157

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Um alerta especialmente para os judeus (Cuidado com os autointitulados judeus messiânicos)

Um alerta do site …Noaismo.info especialmente para os judeus
(as informações a seguir também são úteis para os não-judeus):

Cuidado com os autointitulados “judeus” messiânicos

 

Por Projeto Noaismo Info (baseado no Rabi Tovia Singer)

 

Você sabia que existe um ramo do cristianismo cujos adeptos não se dizem cristãos, cujos adeptos se dizem judeus, e mais ainda, cujos adeptos se dizem judeus que encontraram e aceitaram o mashíach (messias)? Pois é, existe esse ramo do cristianismo sim. E o que é pior, esse ramo do cristianismo se autoapresenta como judaísmo messiânico.

A questão é, se existe um judaísmo messiânico, esse judaísmo é o próprio judaísmo autêntico, ou seja, aquilo que hoje é chamado de judaísmo ortodoxo. Se existem judeus messiânicos, os verdadeiros judeus messiânicos são os judeus autênticos (lê-se, os judeus ortodoxos). Isso é assim porque o judaísmo ensina a vinda do mashíach e todos os judeus a aguardam. Mas, para criar confusão entre judeus e não-judeus, um certo ramo de cristianismo teve a audácia de se autointitular e se apresentar para o mundo como o judaísmo messiânico, e seus adeptos como os judeus messiânicos. Por isso, cuidado com os autointitulados judeus messiânicos.

A cada ano, 1.000 grupos missionários cristãos evangélicos hebraizados (ou cristãos hebraístas) gastam mais de 300 milhões de dólares visando o povo judeu em todo o mundo, apresentando-se como judeus, para atrair judeus para a conversão. Nos últimos anos, estes grupos missionários conseguiram converter 350.000 judeus em todo o mundo. Eles apresentam o cristianismo sob o disfarce de judaísmo por chamarem seus clérigos ou pastores de “rabinos” e suas igrejas evangélicas de “sinagogas messiânicas”, por chamarem Jesus Cristo de Yeshua HaMashiach e o Novo Testamento de Brit HaChadasha, que significa Nova Aliança, por chamarem sua religião cristã de Judaísmo Messiânico, por não usarem a cruz e usarem símbolos judaicos, e por usarem nomes hebraicos e cantarem canções judaicas tradicionais. Esse ramo do cristianismo, o cristianismo hebraizado ou hebraísta (a que podemos chamar também de yeshuanismo), é composto por cristãos evangélicos. A igreja católica romana não pratíca mais a conversão de judeus.

Denominando a si mesmos de judeus para Jesus, cristãos hebreus, judeus messiânicos, eles celebram as festas judaicas com uma interpretação cristã. Eles realizam os serviços de Shabát, e usam kipá, talít e tsitsít para criarem a impressão de que um judeu pode ser cristão e ainda manter sua identidade judaica. Usando os Rolos da Torá, a iluminação das velas de Shabát (recitando as bênçãos — as bênçãos das velas de Shabát iniciam o dia de se fazer o Shabát), Kidúsh (bênção que inicia o ritual do Shabát) e Hamôtsi (bênção das duas chalót)*, eles fazem com que os judeus não afiliados se sintam confortáveis e bem-vindos em suas igrejas, pois eles sabem que qualquer judeu, mesmo um não afiliado, se sente desconfortável em uma igreja típica (um culto estranho para um deus estranho).

* Daqui depreendemos o motivo dos gentios ex-messiânicos quererem judaizar o movimento Bnei Noach. Eles permanecem judaizados pensando que não há problemas em manterem os rituais judaicos uma vez que já não acreditam mais em Jesus (Yeshua) e nem utilizam mais o seu nome nas bênçãos. (E a questão que surge quanto a isso é: mas se AGORA também sabem que não são judeus, que nunca foram, por que mantêm — querem manter  — os rituais judaicos?)

 

Assim, tais igrejas realmente conseguem a façanha de fazerem não-judeus ignorantes do judaísmo pensarem que são judeus e de fazerem judeus igualmente ignorantes do seu próprio judaísmo pensarem que AINDA* são judeus. Um judeu ex-cristão hebraizado (que abandonou esse ramo do cristianismo depois de uma reunião com o Rabi Dr. Jacob Immanuel Schochet, do Chabad, que também foi o primeiro rabino supervisor da Ask Noah International) admite:
“Os únicos judeus que pareciam aceitar Jesus como o Messias eram judeus ignorantes do judaísmo.” E, “fui forçado a admitir que nem um único judeu dentre as pessoas que afirmavam ser judeus messiânicos jamais soube o que era o judaísmo autêntico.”
Geralmente, tudo o que os judeus ignorantes do judaísmo sabem é que Jesus foi judeu e que os judeus não acreditam em Jesus.

* Segundo a Torá, o nascido de mãe judia que se converte para outra religião deixa de ser judeu.

 

Esses missionários cristãos hebraizados são tão obcecados por quererem converter judeus que recentemente nos EUA e no Canadá eles se apresentaram como judeus ortodoxos e se infiltraram nas sinagogas.

Os missionários cristãos hebraizados podem alegar que existem mais de 300 “provas” bíblicas de que Jesus, chamado por eles de Yeshua, é o mashíach. Um exame cuidadoso dessas passagens, no contexto (e dentro da sua essência natural — judaica), imediatamente refuta esta alegação. Algumas dessas passagens são baseadas em traduções incorretas, a maioria são citadas fora de contexto e são baseadas em raciocínio circular, e algumas são realmente baseadas em textos totalmente fabricados. Assim, 300×0 ainda é 0!

É interessante notar que atualmente quase todos os teólogos cristãos admitem o fato de que o cristianismo original (de quase 100 anos antes da era civil) nasceu dentro do judaísmo e de que Jesus e seus discípulos eram inicialmente todos judeus (eles foram educados segundo as linhas judaicas e se consideravam judeus). Alguns poucos rabinos e judeus afirmam que Jesus é uma mitologia, que ele não existiu de verdade, que ele não foi uma pessoa histórica, e, parcialmente, eles estão corretos (levando em conta que o Jesus eclesiástico do primeiro século da nossa Era realmente não existiu, pois o Jesus em que ele foi baseado, o verdadeiro Jesus, nasceu em 90 antes da nossa Era e morreu em 54 antes da nossa Era. O cristianismo romano modificou a sua data de existência*) (veja:
https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/20/a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo/

e

https://a-fe-original–noaismo.info/2020/12/24/a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo-parte-2/  ).

* Por isso não há historiadores do primeiro século da nossa Era que falam da existência desse Jesus.

 

Por fim, temos a intrigante questão: o cristianismo (não importa qual o ramo, se é o hebraizado ou não) é idolatria? A verdade é que por mais incrível que isso pareça, o culto cristão não se encaixa na definição da Torá de idolatria — culto idolátrico —, embora as crenças tipicamente cristãs possam sim ser classificadas como idolátricas. (Veja

Curso Bnei Noach parte 10

)* ▲. Como resolvemos este impasse? Com a verdade de que, seja o cristianismo, ou, seja qualquer religião gentílica, todas elas são invenções dos próprios humanos (portanto, mentiras, falsidades e enganações — ainda que possuam nelas algum elemento da Verdade) (e não se deve dar origem à religiões, diz-nos Rabi Maimônides) e todos os humanos devem seguir apenas os Mandamentos que O PRÓPRIO D’us do judaísmo, Hashém, deu na SUA Palavra, na Torá, para toda a humanidade através de Moshé no Sinái em 2448 desde a Criação (a Única, portanto, a Verdadeira Revelação Divina). Assim, não importa se alguma religião gentílica ensina as chamadas Sete Leis de Noá (Noé) (do mesmo modo como mencionam os Dez Mandamentos) e se os seus adeptos seguem-nas (porque são ensinamentos de sua religião), isso não é Noaísmo e esses religiosos (sejam cristãos ou yeshuanistas, maometistas, ou outros) não são Noaítas (Noahites, no inglês).

* Por causa disso alguns rabinos se equivocam em suas próprias palavras e acabam afirmando que um gentio pode ser cristão ou que um cristão não necessita abandonar o cristianismo para servir D’us (como uma boa pessoa). Essas afirmações realmente servem apenas para cristãos desavisados ou desatentos (ignorantes por absoluto de Hashém e da Torá). Quanto a que um gentio pode ser cristão, poder e dever são duas coisas distintas. Qualquer um pode qualquer coisa. Não significa que deva. Então, alguém pode ser cristão mas isso não significa que deva ser cristão. Que qualquer pessoa pode ser um bom cristão, qualquer pessoa de qualquer religião, ou sem religião, pode ser uma boa pessoa. Que bons cristãos (mesmo sendo cristãos) serão recompensados (por suas boas ações) por Hashém, quaisquer boas pessoas de todas as religiões, ou sem religião, serão divinamente recompensadas por suas boas ações.
Boas ações não tem nada a ver com princípios de fé corretos.

 

▲ De qualquer modo, veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/10/10/os-gentios-os-nao-judeus/

 

Nós, do site a-fe-original–noaismo.info, declaramos que somos Noaítas (Bnei Noach, no hebraico), que seguimos o Noaísmo, portanto, não-judeus que devotam Hashém cumprindo SUAS Mitsvót Universais. Não somos cristãos nem somos cristãos hebraizados/hebraístas ou yeshuanistas nem maometistas. Não acreditamos em Jesus ou Yeshua nem em Muhammad (Maomé) ou em quaisquer outros falsos profetas. Não acreditamos no novo testamento ou brit hachadasha nem no Alcorão ou Quran ou em quaisquer outros livros dos outros falsos profetas.

 

Por Projeto Noaismo Info (baseado no Rabi Tovia Singer)

Veja também

CURSO VIRTUAL GRATUITO BNEI NOACH PARTE 26

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Projeto Noaismo Info

© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)

O Projeto Noaismo Info tem o prazer, o orgulho e a honra de apresentar à Comunidade Judaica de Língua Portuguesa o Panfleto:
Sete Respostas Para os Messiânicos.

Acesse o link abaixo para baixar gratuitamente o panfleto no formato PDF 

7 Respostas para os Judeus Para Jesus (Jews For Judaism_Projeto Noaismo Info)

 

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Projeto Noaismo Info

E Todos os Povos se Reunirão a Você

 

E  (na Era Messiânica) Todos os Povos se Reunirão a Você (Povo de Israel)

 

Este é o tema desta mensagem do Rabi David Eddy Khafif, Diretor do Beit Chabad Vila Mariana, S. Paulo, Brasil, igualmente interessante e importante para judeus e não-judeus.

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Noaismo.info