Bnei Noach, Sobre nós

Aviso

B”H

 

Não procure por “sidur messiânico” em nosso Site ou por qualquer outra coisa messiânica; nós não somos messiânicos. Nós não cremos em Yeshua nem cremos na Berít Chadashá. Yeshua, para nós, é tão insignificante quanto o é Muhammad (Maomé) ou Sidarta Gautama. Nós não temos quaisquer simpatias pelos messiânicos ou por coisas messiânicas. E a propósito, messiânicos não são judeus.

 

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A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo, PDF

Um alerta especialmente para os judeus (Cuidado com os autointitulados judeus messiânicos)

Projeto Noaísmo Info (A Fé Original da Humanidade)

O Site Bnei Noach

 

B”H

 

Um alerta do site Noaismo.info especialmente para os judeus
(as informações a seguir também são úteis para os não-judeus):

Cuidado com os autointitulados “judeus” messiânicos

 

Por Noaismo.info (baseado em Jews For Judaism)

 

Você sabia que existe um ramo do cristianismo cujos adeptos não se dizem cristãos, cujos adeptos se dizem judeus, e mais ainda, cujos adeptos se dizem judeus que encontraram e aceitaram o mashíach (messias)? Pois é, existe esse ramo do cristianismo sim. E o que é pior, esse ramo do cristianismo se autoapresenta como judaísmo messiânico.

A questão é, se existe um judaísmo messiânico, esse judaísmo é o próprio judaísmo autêntico, ou seja, aquilo que hoje é chamado de judaísmo ortodoxo. Se existem judeus messiânicos, os verdadeiros judeus messiânicos são os judeus autênticos (lê-se, os judeus ortodoxos). Isso é assim porque o judaísmo ensina a vinda do mashíach e todos os judeus a aguardam. Mas, para criar confusão entre judeus e não-judeus, um certo ramo de cristianismo teve a audácia de se autointitular e se apresentar para o mundo como o judaísmo messiânico, e seus adeptos como os judeus messiânicos. Por isso, cuidado com os autointitulados judeus messiânicos.

A cada ano, 1.000 grupos missionários cristãos evangélicos hebraizados (ou cristãos hebraístas) gastam mais de 300 milhões de dólares visando o povo judeu em todo o mundo, apresentando-se como judeus, para atrair judeus para a conversão. Nos últimos anos, estes grupos missionários conseguiram converter 350.000 judeus em todo o mundo. Eles apresentam o cristianismo sob o disfarce de judaísmo por chamarem seus clérigos ou pastores de “rabinos” e suas igrejas evangélicas de “sinagogas messiânicas”, por chamarem Jesus Cristo de Yeshua HaMashiach e o Novo Testamento de Brit HaChadasha, que significa Nova Aliança, por chamarem sua religião cristã de Judaísmo Messiânico, por não usarem a cruz e usarem símbolos judaicos, e por usarem nomes hebraicos e cantarem canções judaicas tradicionais. Esse ramo do cristianismo, o cristianismo hebraizado ou hebraísta (a que podemos chamar também de yeshuanismo), é composto por cristãos evangélicos. A igreja católica romana não pratíca mais a conversão de judeus.

Denominando a si mesmos de judeus para Jesus, cristãos hebreus, judeus messiânicos, eles celebram as festas judaicas com uma interpretação cristã. Eles realizam os serviços de Shabát, e usam kipá, talít e tsitsít para criarem a impressão de que um judeu pode ser cristão e ainda manter sua identidade judaica. Usando os Rolos da Torá, a iluminação das velas de Shabát (recitando as bênçãos — as bênçãos das velas de Shabát iniciam o dia de se fazer o Shabát), Kidúsh (bênção que inicia o ritual do Shabát) e Hamôtsi (bênção das duas chalót)*, eles fazem com que os judeus não afiliados se sintam confortáveis e bem-vindos em suas igrejas, pois eles sabem que qualquer judeu, mesmo um não afiliado, se sente desconfortável em uma igreja típica (um culto estranho para um deus estranho).

* Daqui depreendemos o motivo dos gentios ex-messiânicos quererem judaizar o movimento Bnei Noach. Eles permanecem judaizados pensando que não há problemas em manterem os rituais judaicos uma vez que já não acreditam mais em Jesus (Yeshua) e nem utilizam mais o seu nome nas bênçãos. (E a questão que surge quanto a isso é: mas se AGORA também sabem que não são judeus, que nunca foram, por que mantêm — querem manter  — os rituais judaicos?)

 

Assim, tais igrejas realmente conseguem a façanha de fazerem não-judeus ignorantes do judaísmo pensarem que são judeus e de fazerem judeus igualmente ignorantes do seu próprio judaísmo pensarem que AINDA* são judeus. Um judeu ex-cristão hebraizado (que abandonou esse ramo do cristianismo depois de uma reunião com o Rabi Dr. Jacob Immanuel Schochet, do Chabad, que também foi o primeiro rabino supervisor da Ask Noah International) admite:
“Os únicos judeus que pareciam aceitar Jesus como o Messias eram judeus ignorantes do judaísmo.” E, “fui forçado a admitir que nem um único judeu dentre as pessoas que afirmavam ser judeus messiânicos jamais soube o que era o judaísmo autêntico.”
Geralmente, tudo o que os judeus ignorantes do judaísmo sabem é que Jesus foi judeu e que os judeus não acreditam em Jesus.

* Segundo a Torá, o nascido de mãe judia que se converte para outra religião deixa de ser judeu.

 

Esses missionários cristãos hebraizados são tão obcecados por quererem converter judeus que recentemente nos EUA e no Canadá eles se apresentaram como judeus ortodoxos e se infiltraram nas sinagogas.

Os missionários cristãos hebraizados podem alegar que existem mais de 300 “provas” bíblicas de que Jesus, chamado por eles de Yeshua, é o mashíach. Um exame cuidadoso dessas passagens, no contexto (e dentro da sua essência natural — judaica), imediatamente refuta esta alegação. Algumas dessas passagens são baseadas em traduções incorretas, a maioria são citadas fora de contexto e são baseadas em raciocínio circular, e algumas são realmente baseadas em textos totalmente fabricados. Assim, 300×0 ainda é 0!

É interessante notar que atualmente quase todos os teólogos cristãos admitem o fato de que o cristianismo original (de quase 100 anos antes da era civil) nasceu dentro do judaísmo e de que Jesus e seus discípulos eram inicialmente todos judeus (eles foram educados segundo as linhas judaicas e se consideravam judeus). Alguns poucos rabinos e judeus afirmam que Jesus é uma mitologia, que ele não existiu de verdade, que ele não foi uma pessoa histórica, e, parcialmente, eles estão corretos (levando em conta que o Jesus eclesiástico do primeiro século da nossa Era realmente não existiu, pois o Jesus em que ele foi baseado, o verdadeiro Jesus, nasceu em 90 antes da nossa Era e morreu em 54 antes da nossa Era. O cristianismo romano modificou a sua data de existência*) (veja:
https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/20/site-bnei-noach-a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo/ ).

* Por isso não há historiadores do primeiro século da nossa Era que falam da existência desse Jesus.

 

Por fim, temos a intrigante questão: o cristianismo (não importa qual o ramo, se é o hebraizado ou não) é idolatria? Há um consenso entre todos os judeus de todas as épocas de que PARA um judeu o cristianismo é sim idolatria. Porém, não há um consenso sobre se o cristianismo é idolatria para os próprios não-judeus. A verdade é que alguns rabinos dizem que sim, que o cristianismo é idolatria mesmo para os gentios, e que alguns rabinos dizem que o cristianismo NÃO é idolatria para os gentios* ▲. Como resolvemos este impasse? Com a verdade de que não importa se o cristianismo (ou, na verdade, qualquer religião gentílica) é ou não é idolatria para os gentios, o fato é que todas e quaisquer religiões são invenções dos próprios humanos (portanto, mentiras, falsidades e enganações — ainda que possuam nelas algum elemento da Verdade) (e não se deve dar origem à religiões, diz-nos Rabi Maimônides) e todos os humanos devem seguir apenas os Mandamentos que O PRÓPRIO D’us do judaísmo, Hashém, deu na SUA Palavra, na Torá, para toda a humanidade através de Moshé no Sinái em 2448 desde a Criação (a Única, portanto, a Verdadeira Revelação Divina). Assim, não importa se alguma religião gentílica ensina as chamadas Sete Leis de Noá (Noé) (do mesmo modo como mencionam os Dez Mandamentos) e se os seus adeptos seguem-nas (porque são ensinamentos de sua religião), isso não é Noaísmo e esses religiosos (sejam cristãos ou yeshuanistas, maometistas, ou outros) não são Noaítas (Noahites, no inglês).

* Por causa disso alguns desses rabinos se equivocam em suas próprias palavras e acabam afirmando que um gentio pode ser cristão ou que um cristão não necessita abandonar o cristianismo para servir D’us (como uma boa pessoa). Essas afirmações realmente servem apenas para cristãos desavisados ou desatentos (ignorantes por absoluto de Hashém e da Torá). Quanto a que um gentio pode ser cristão, poder e dever são duas coisas distintas. Qualquer um pode qualquer coisa. Não significa que deva. Então, alguém pode ser cristão mas isso não significa que deva ser cristão. Que qualquer pessoa pode ser um bom cristão, qualquer pessoa de qualquer religião, ou sem religião, pode ser uma boa pessoa. Que bons cristãos (mesmo sendo cristãos) serão recompensados (por suas boas ações) por Hashém, quaisquer boas pessoas de todas as religiões, ou sem religião, serão divinamente recompensadas por suas boas ações.
Boas ações não tem nada a ver com princípios de fé corretos.

 

▲ De qualquer modo, veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/10/10/site-bnei-noach-os-gentios-os-nao-judeus/

 

Nós, do site a-fe-original–noaismo.info, declaramos que somos Noaítas (Bnei Noach, no hebraico), que seguimos o Noaísmo, portanto, não-judeus que devotam Hashém cumprindo SUAS Mitsvót Universais. Não somos cristãos nem somos cristãos hebraizados/hebraístas ou yeshuanistas nem maometistas. Não acreditamos em Jesus ou Yeshua nem em Muhammad (Maomé) ou em quaisquer outros falsos profetas. Não acreditamos no novo testamento ou brit hachadasha nem no Alcorão ou Quran ou em quaisquer outros livros dos outros falsos profetas.

 

Por Noaismo.info (baseado em Jews For Judaism)

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O Projeto Noaismo Info tem o prazer, o orgulho e a honra de apresentar à Comunidade Judaica de Língua Portuguesa o Panfleto:
Sete Respostas Para os Messiânicos.

Acesse o link abaixo para baixar gratuitamente o panfleto no formato PDF 

7 Respostas para os Judeus Para Jesus (Jews For Judaism_Noaismo.info)

Padrão
Judaísmo

Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

B”H

 

Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

 

Por Michael Asheri

 

O judaísmo não deve nada ao cristianismo, muito obviamente, mas não é tão óbvio o fato de que o cristianismo não deve quase nada ao judaísmo. As duas religiões têm pouco, se é que têm alguma coisa, em comum.

Com frequência, não-judeus perguntam a judeus: “Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?” A resposta honesta a essa pergunta é: “A atitude judaica para com Jesus é exatamente a mesma que a atitude cristã para com Maomé.” Esta é uma resposta precisa e um paralelo válido. Maomé apareceu quando o cristianismo já estava com diversos séculos de existência e afirmou ser o último dos profetas. Ele reconheceu tanto a Bíblia quanto o Novo Testamento como livros verdadeiros e tanto os profetas hebraicos quanto Jesus como homens santos. Contudo, alegou que sua revelação era a verdadeira e final, suplantando tudo o que havia acontecido antes. Isto é quase o mesmo que Jesus fez, ou pelo menos o que seus seguidores fizeram. Reconheceram a Bíblia, chamaram os profetas e as figuras da Torá de portadores da verdade, mas terminaram dizendo que sua revelação tornava as leis da Torá letra morta, porque a aceitação de Jesus tomava seu lugar. As declarações dos cristãos culminaram na doutrina de que Jesus era Deus encarnado, afirmação que ninguém jamais fez a respeito de Maomé.

É seguramente relatado que o Islã conquista mais convertidos a cada ano do que todas as religiões do mundo juntas, inclusive todas as seitas cristãs. Apesar disso, e apesar do reconhecimento de Jesus como um santo profeta pelo Islã, a maioria dos cristãos ficaria em posição difícil se tivesse de dizer em que ano ou até mesmo em que século nasceu Maomé. Essa atitude, com modificações no grau de conhecimento, descreve a visão que os judeus têm de Jesus. Sabemos que ele viveu e temos uma vaga idéia do que pregou, mas é só. A idéia disseminada de que os judeus, embora rejeitando a reivindicação de Jesus à divindade, consideram-no um grande mestre e uma grande figura moral é completamente falsa. Não aceitamos suas reivindicações e somos indiferentes a seus ensinamentos; simplesmente não estamos interessados nele ou no que disse, assim como os cristãos não estão interessados em Maomé.

Quanto ao Novo Testamento, os judeus que se deram ao trabalho de lê-lo descobriram estar em desacordo com grande parte do que ele contém. Quando lemos no Evangelho segundo Mateus, 8, 21-22: “E outro de seus discípulos lhe disse: “Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai.” E Jesus, porém, disse-lhe: “Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos””, mal sabemos que lição extrair disso. A idéia de que é possível a um homem salvar a sua alma deixando insepulto o corpo de seu pai é algo que a mente judaica é incapaz de aceitar. Dizer que o fim, neste caso a salvação da alma, justifica os meios provoca a resposta judaica de que um fim que emprega esses meios não é um fim que nos interesse.

Pouco sentido há em ir além nas doutrinas contidas no Novo Testamento, exceto para dizer que elas explicam, em grande parte, a assinalada falta de sucesso que os cristãos experimentaram em converter os judeus à sua religião. Na realidade, o paganismo dos gregos, em sua época, fez maiores incursões em Israel do que o cristianismo jamais foi capaz de fazer.

Quando os meus alunos nos Estados Unidos me perguntavam: “Devemos respeitar a religião de nossos vizinhos?”, minha resposta era: “Claro que não. Mas vocês devem respeitar seus vizinhos, e por isso não podem encontrar falhas na religião deles, porque fazê-lo seria desrespeitá-los como pessoas.” Uma vez que quase não existe um terreno comum entre o cristianismo e o judaísmo, apesar da divulgação de concepções errôneas em contrário, é provável que qualquer discussão de religião com os não-judeus seja uma perda de tempo, e os judeus são aconselhados a dela se absterem. A franqueza, em particular, pode facilmente levar a ressentimentos; há muitas coisas que é melhor deixar de dizer.

 

Por Michael Asheri em “O Judaísmo Vivo: as tradições e as leis dos judeus praticantes”, Imago Editora, 1987.

Michael Asheri é escritor e antropólogo.


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Bnei Noach, Judaísmo, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

Como distinguir o judeu do não-judeu ou como identificar um judeu

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Como distinguir o judeu do não-judeu (inclusive daquele não-judeu que se passa por “judeu”) ou como identificar um judeu

 

Este tópico tem a ver com os messiânicos, cristãos hebraistas que afirmam ser judeus mas que não o são (vestem-se como judeus, chamam seus locais de encontros de “sinagogas”, chamam seus líderes de “rabino” ou de “moré”, etc.). Esses cristãos não utilizam o nome “Jesus”. Eles chamam-no de “Yeshua”. Trata-se do cristianismo com outro nome, yeshuanismo. São yeshuanistas (ou, yeshuânicos), seguidores de “Yeshua”, portanto, cristãos (só que com outro nome para disfarçar). “São simuladores e impostores (que) buscam enganar você.”

 

Por Rabi Ariel Groisman

 

Esclarecimentos:

É impossível ser rabino sem ser judeu.
É impossível ser judeu sem haver nascido de mãe judia ou ter-se convertido de acordo com a lei judaica diante de um rabinato.

 

(Quem) não é judeu, é gentio(, e vice-versa). Não há meio termo.

 

(Dedicado àqueles que se dizem [” “judeus” messiânicos” e] “”rabinos” messiânicos”*).

 

* “São pastores que fingem ser judeus. A maioria são cristãos evangélicos pentecostais. Eles traduzem suas cerimônias para o hebraico e, o que é mais grave, usurpam o título de rabino, de moré ou de chazan quando não o são.”

 

É impossível a conversão ao judaísmo sem tornar-se um judeu praticante.
É impossível tornar-se um judeu praticante sem aprender e observar o judaísmo por vários anos no âmbito de uma comunidade de judeus praticantes.
Os judeus praticantes vivem em certas cidades e bairros.

 

Os rabinos prestam serviços em lugares onde há judeus.
Se os judeus não vivem na sua área, é muito provável que aquele que se apresenta como rabino seja um impostor e um simulador.

Desperte e não se deixe enganar!

 

Dicas para identificar os verdadeiros judeus e não deixar-se enganar por aqueles que fingem sê-lo.

1. O judeu autêntico não fica dizendo que é judeu, ele simplesmente o é e ponto.

2. O judeu autêntico não fica relatando constantemente suas origens genealógicas ou étnicas, ele não sente necessidade de fazê-lo.

3. O judeu autêntico não fica mostrando (por exemplo, em fotos no Facebook ou no Whatsap) que ele é judeu, nem exibe nem ostenta seus elementos rituais, ele simplesmente os usa quando apropriado.

4. O judeu autêntico não fala sobre a figura central do cristianismo; para ele, não é um tema que requer sua atenção.

5. O judeu autêntico, com algumas exceções, desconhece as doutrinas, correntes ou variações (divisões) de outras religiões; não é um assunto que o preocupa.

6. O judeu autêntico não faz proselitismo nem missionarismo, muito menos para os não-judeus.

 

Por Rabi Ariel Groisman

Rabino do Centro de Estudos do Gran Templo Paso de Buenos Aires, Argentina, e co-fundador e co-diretor do centro noajidas.org, um Centro de Estudos virtual e físico dos Sete Princípios Universais.

Traduzido do espanhol por Noaismo.info: © Noaismo.info

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Veja também

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e baixe o panfleto (Sete Respostas Para os Missionários Messiânicos) no formato PDF.

 

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PDF

Baixe livros PDF do historiador e especialista em novo testamento Bart D. Ehrman

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

B”H

 

Ainda que Bart D. Ehrman, como historiador, trate da existência de Yeshu (Jesus) de acordo com a data inventada pela Igreja (a saber, no 1° século da nossa era), esses estudos são de suma importância (além de curiosos e interessantes) para se saber ou conhecer algumas das VERDADES relacionadas ao chamado “novo testamento” e à Igreja.

Tais estudos têm levado muitas pessoas a abandonarem o cristianismo, Yeshu e o “novo testamento”.

Observação: O historiador Bart D. Ehrman não é judeu.

 

https://www.4shared.com/office/17E8GZfiei/Bart_E_Como_J_se_tornou_deus.html

 

https://www.4shared.com/office/MamJUCVBca/Bart_E_J_existiu_ou_no.html

 

https://www.4shared.com/office/3GK2Vu0Bei/Bart_E_O_problema_com_deus.html

 

https://www.4shared.com/office/srQEcuUqei/Bart_E_O_que_J_disse_o_que_J_n.html

 

https://www.4shared.com/office/8DmADjDNca/Bart_E_Quem_escreveu_a_bblia.html

 

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/20/site-bnei-noach-a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo/

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https://a-fe-original–noaismo.info/2018/06/12/site-bnei-noach-qual-e-a-atitude-judaica-com-relacao-a-jesus/

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https://a-fe-original–noaismo.info/2018/03/16/site-bnei-noach-o-cristianismo-nao-e-o-melhor-caminho-para-os-nao-judeus/

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https://a-fe-original–noaismo.info/2016/09/01/site-bnei-noach-bnei-noach-e-as-religioes/

E

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/06/01/site-bnei-noach-os-tres-tipos-de-descendentes-de-noa-os-dez-mandamentos-noaiticos-as-tres-leis-devocionais-dos-noitas/

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A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Judaísmo

Isaías 53 trata de quem? – Parte 2

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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A Fé da Torá abrange as Fés Judaica e Noaítica, as quais são, na verdade, uma e a mesma Fé

 

Acompanhe a explicação do Rabino Gilberto Ventura sobre a quem o Profeta Isaías se refere no Capítulo 53 — Isaías 53 trata de quem? — lendo a tradução portuguesa “fiel ao original hebraico” feita por David Gorodovits e Jairo Fridlin (Bíblia Hebraica, Editora e Livraria Sêfer):

 

Ieshaiáhu (Isaías)

52:13-15

Eis que há de prosperar Meu servo (o povo de Israel); será exaltado e há de se elevar bem alto. Assim como antes, [enquanto estava no exílio,] multidões ficavam estarrecidas ao vê-lo, (dizendo:) ‘Sua aparência está desfigurada e não parece humana sua forma.’ Assim, muitas nações admirar-se-ão depois, [no retorno do exílio,] e reis se calarão perante ele, porque verão o que jamais lhes fora previsto e perceberão o que nunca haviam escutado:

53:1-12

Quem teria acreditado no que nós (as nações) ouvimos, e para quem foi revelada a ação de [HaVaYaH]? Porque ele (o povo de Israel) brotou como planta tenra e como raiz em terra seca. Não tinha nem forma nem beleza; era visível que não tinha boa aparência; quem o apreciaria? Foi depreciado e abandonado por todos, como uma pessoa atormentada e constantemente enferma, como alguém de quem escondemos nossa face, sendo desprezado e desconsiderado. Na verdade, eram os nossos sofrimentos (das nações) que (Israel) suportava, e as dores que o oprimiam, mas nós o considerávamos um ser aflito, golpeado e ferido por D’us. Ferido estava, porém, por nossas transgressões; e oprimido por nossas iniquidades; seu penar era para nosso benefício e, através de suas chagas (seu exílio), fomos curados. Todos nós, como ovelhas (sem um pastor), nos desencaminhamos. Cada qual voltou-se para seu próprio caminho e (somente) sobre ele (Israel) fez [HaVaYaH] recair a iniquidade de todos nós. (Israel) foi oprimido e afligido, mas calou e não se pronunciou. Como cordeiro que é levado para a matança, e como ovelha que fica muda ante seus tosquiadores, não abriu sua boca. Com opressão e juízo iníquo foi aprisionado; acaso alguém (das nações) argumentou para com sua geração: ‘Ele (Israel) foi exilado da terra dos vivos pela transgressão do meu povo, e por isso recebeu esse duro golpe?’ E seu túmulo foi feito entre os dos malévolos, e sua tumba feita pelos poderosos, embora não tivesse praticado violência nem houvesse mentira em sua boca. Contudo, aprouve a [HaVaYaH] oprimi-lo para testar se sua alma se ofereceria como restituição, para que pudesse ver prolongados os dias de sua semente, e sentir prosperar, por seu intermédio, os desígnios de [HaVaYaH]. Ele percebeu o propósito e aceitou o sofrimento de sua alma. Por esta compreensão, fez reconhecer o Justíssimo perante todas as nações, suportando as iniquidades delas. Por isto, das nações separarei para ele uma porção e entre os poderosos receberá despojo, porque expôs sua alma à destruição e se deixou enumerar entre os transgressores, pois mesmo suportando os pecados de tantos, intercedeu pelos transgressores.

© Bíblia Hebraica, por David Gorodovits e Jairo Fridlin, baseada no Hebraico e à luz do Talmud e das Fontes Judaicas, Editora e Livraria Sêfer

— Expressamente autorizado ao Projeto Noaismo Info pela Editora e Livraria Sêfer. 

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A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Judaísmo, Vídeo

Isaías 53 trata de quem?

A Fé Original: Noaismo.info

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A Fé da Torá abrange as Fés Judaica e Noaítica, as quais são, na verdade, uma e a mesma Fé

 

Sobre Isaías 53

Isaías 53 trata de um indíviduo (que segundo o cristianismo — incluindo a sua versão hebraísta, os messiânicos — é Jesus/Yeshua) ou trata de um povo (que segundo o judaísmo e o noaísmo é o Povo Judeu, Israel)?

Conheça a resposta assistindo os seguintes (4) videos:

 

E leia todo o capítulo 53 de Isaías da Bíblia Hebraica em português, enquanto você acompanha a explicação do Rabino, em

Isaías 53 trata de quem? – Parte 2

 

Por Rabi Gilberto Ventura

 

· Por que os judeus não acreditam em Jesus — Isaías 53 — Introdução

 

· Isaías 53 — Por que não pode ser Jesus/Yeshua

 

· Isaías 53 — Quem é o Servo Sofredor? Jesus ou Israel?

 

· Messias/Mashíach — ARGUMENTO FINAL!

 

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