9a Parte do Curso Bnei Noach — Especial: Guia Bnei Noach de Bênçãos e Orações Revisado por Rav Shimshon em PDF gratuito

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Parte 9 do Mini Curso Virtual Gratuito de Introdução ao Tema de Bnei Noach

Shabat, festas judaicas e os Bnei Noach

 

O Shabát e as festividades judaicas não devem ser observados pelos Bnei Noach (noaítas). Por que?

Diz a Torá em Bereshít/Gênesis 8:22: “Dia e noite eles não descansarão”. Daqui aprendem os sábios no Talmúd (Sanhedrín 58b) que um “gentio que descansa, é passível de pena de morte”.

O conceito de “descanso” aqui se refere a tomar um dia da semana como dia de descanso religioso, quer dizer, em nome de D’us, mesmo que não o sétimo dia da semana. O conceito de “morte” aqui se refere à morte celestial, não à morte por uma corte terrestre.

Esta idéia está mencionada na lei judaica (halachá) em Rambám (Rabi Maimônides), Leis dos Reis, cap. 10, lei 9. Isto significa que os gentios tem proibida a observância do Shabát [incluindo honrá-lo, já que não se honra um ritual]. Isto não quer dizer que eles não podem descansar no sentido literal da palavra, e sim que esse descanso não pode ser em honra ao fato de que D’us criou o universo em seis dias e no sétimo dia descansou.

Por sua vez, em Shemót/Êxodo 31:12-17 a Torá diz claramente que o sétimo dia judaico é um dia para a festividade exclusiva para o povo judeu.

 

“12. D’US disse a Moshé

13. para falar aos israelitas e lhes dizer: Devem todavia cumprir os MEUS shabatót. É um sinal entre EU e vocês por todas as gerações, para fazer com que [os povos] compreendam que EU, D’US, os estou fazendo santos.

14. (Por conseguinte,) cumpram o Shabát como algo sagrado para vocês. Todo aquele que fizer trabalho (durante a festa do Shabát) será cortado espiritualmente de seu povo, e por conseguinte, todo aquele que o viole será condenado à morte.

15. Façam o seu trabalho durante os seis dias da semana, mas façam no sétimo dia [a festa do] Shabát de Shabatót, [uma festa] sagrada para D’US. Quem fizer qualquer trabalho no sétimo dia será condenado à morte.

16. Os israelitas, deste modo, farão o Shabát, e o dia de fazê-lo será um dia de repouso por todas as gerações, como pacto eterno.

17. É um sinal entre EU e os israelitas de que durante os seis dias da semana D’US fez o céu e a terra, mas no sétimo dia deixou de trabalhar e retirou-SE para o espiritual.”

 

Rabi Ráshi, um dos principais comentaristas da Torá, explica sobre o versículo 13 acima que a idéia de “um sinal” é que é uma mostra da grandeza do povo judeu que D’us lhes legou o Shabát. Logo ele explica que fazer com que compreendam se refere a que todas as nações do mundo saibam queEU, D’US, os estou fazendo santos”, ou seja, que D’us santifica o povo judeu com o Shabát.

Assim também todas as festividades mencionadas na Torá são sinais do vínculo entre o povo judeu e Hashém e se aplica à mesma lei [explicada por Rabi Maimônides,] de modo que os gentios não devem observar essas festas.

As exceções a esta regra são as festas do Rósh Hashaná, quando comemoramos a criação da humanidade — de todos os seres humanos —, e Ióm Kipúr, o dia da expiação.

O Talmúd (Rosh Hashaná 16a) explica que Rósh Hashaná é o dia do Julgamento Divino para todos os seres humanos e Ióm Kipúr, o dia da expiação, é o dia em que é selado esse julgamento. Daqui surge que estas duas festas têm relação com os gentios também.

No entanto, essa relação não é com os preceitos específicos de cada uma destas festas, como escutar o som do Shofár [e quanto mais tocá-lo] no Rosh Hashaná e jejuar no Ióm Kipúr, mas com o conteúdo conceitual da festa: Rosh Hashaná como o dia do julgamento e da aceitação de Hashém como REI sobre toda a criação e Ióm Kipúr como o dia da expiação das transgressões e do perdão divino.

A forma adequada que um gentio pode passar estes dias é recitando salmos. Todos os salmos. Em Ióm Kipúr pode-se adicionar, em algum momento do dia, uma confissão dos pecados do ano anterior, e inclusive de anos anteriores. Mas não como uma obrigação.

Rabino Tuvia

 

© Rabi Tuvia
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Bnei Noach e o Yom Kipur e Sucot

Perguntas & Respostas

 

Por Rabi Asher Cacua

 

Pergunta:

Qual é o nosso papel, como noaítas (bnei Nôach), nas festividades de Ióm Kipúr e Sucót?

 

Resposta:

Graças a Hashém se aproxima o dia da festividade de Yóm Kipúr. Nos encontramos agora nos dias intermediários entre Rosh Hashaná e Ióm Kipúr. Sabemos que em Rosh Hashaná são julgadas todas as pessoas neste mundo, judeus e não-judeus, e que Hashém decreta neste dia as coisas que hão de acontecer no novo ano, como por exemplo, quem vai morrer e quem vai viver, as guerras que virão ou não, quem adoecerá e quem não, é decretado cada real que vamos receber no novo ano etc. Isto pode parecer “predestinação” mas não o é, já que muitas coisas podem ser mudadas se fazemos teshuvá, e este é precisamente o objetivo destes dias antes de Ióm Kipúr e do próprio Yom Kipúr, pois no Ióm Kipúr tudo será selado.

 

A diferença entre os povos das nações e o povo judeu é que O CRIADOR nos deu — a nós judeus — mandamentos específicos, ou seja, ELE deu mandamentos concernentes ao povo judeu, como jejuar em Yom Kipur, somado a todas as demais Halachót como não banhar-se neste dia, não calçar sapatos de coro etc, apenas para mencionar algumas. Mas os bnei Noach (Noaítas) não podem fazer estas coisas neste dia nem sequer de maneira voluntária, enquanto que, por outro lado, podem (sim) fazer outras coisas como abençoar os alimentos, recitar algumas rezas etc. Fazer estas coisas seria cometer chidúsh dat, ou em outras palavras, inventar uma religião ou repudiar sua identidade noaítica.

 

Por outro lado dizer que vocês não podem nem sequer fazer uma introspecção e analisar seus atos, seus erros, estabelecer metas para si mesmos para melhorarem etc, seria equivocado, quer dizer, é um bom conselho que o noaíta procure nestes dias analisar o seu rumo, como melhorar, aprofundar e fortalecer a sua Emuná (fé), bitachón (confiança em D’us) e compreensão da unicidade de Hashém.

 

Quanto à Sucót, o mesmo que foi dito acima até agora se aplica aqui, não há que se construir sucá nem fazer nada das coisas (referentes a Sucót).

 

Rabino Asher Cacua.

© Rabi Asher Cacua
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Bnei Noach não devem contar o Ômer

Bnei Noach e a contagem do ômer

Perguntas & Respostas

 

Pergunta:
Os Bnei Noach fazem ou podem fazer a Sefirát Haômer ou contagem do Ômer?

 

Resposta por o Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson), o Líder espiritual de nossa geração.
O Rebe afirma: “A contagem do Ômer constitui a preparação dos judeus para a Matán Torá.” Ele explica: “Logo após o Êxodo, para o povo judeu[*] foi dado o serviço divino de Contar o Ômer para que eles pudessem se refinar (dos 49 níveis de impureza ritual em que eles tinham se afundado). Ainda assim, a sua impureza não cessou até a Matán Torá — a Entrega da Torá no Sinái.
O objetivo do êxodo do Egito era a entrega da Torá, tal como está escrito: “Quando você (Moshé) tirar o povo do Egito, vocês servirão D’us nesta montanha.” Então, após o êxodo do Egito, os judeus passaram por um período de educação como preparação para receber a Torá[, como] manifestado na mitsvá de Sefirát Haômer, na qual os judeus ansiavam tanto receber a Torá que contaram os dias até Matán Torá.”

 

* Nota do tradutor:
Ao povo judeu, não aos povos do mundo, como os judeus recitam na própria bênção: “Bendito és TU, Hashém, que a nós (judeus ) nos santificou com (esses) Seus mandamentos e a nós (judeus) nos ordenou quanto à contagem do Ômer.”
Naturalmente, de nada adianta um não-judeu querer pronunciar a bênção omitindo “nos ordenou”.

 “Para os filhos de Israel”; veja o texto bíblico da contagem do Ômer: Vaicrá/Levítico 23:2, 15-16, 44. E já aproveitando para constatar que, assim como a contagem do Ômer, a eliminação do Chamêts também não deve ser praticada pelos não-judeus, veja Shemót/Êxodo 12:15, 19, 28.

 

© O Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson)
Traduzido por Projeto Noaismo Info: © Projeto Noaismo Info

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Em homenagem ao dia do nascimento do Rebe.

Bnei Noach podem celebrar Pessach?

Bnei Noach e Pessach (Parte II)

 

Perguntas & Respostas

Pergunta:
Bnei Noach podem celebrar Pessach?
O que Bnei Noach podem fazer e o que Bnei Noach não devem fazer em Pêssach?

 

Resposta por Projeto Noaismo Info:
Naturalmente, a resposta deveria ser óbvia para todas as pessoas. Ainda assim, há muitos gentios que têm essas dúvidas.
Todas as orientações necessárias sobre o que os Bnei Noach podem fazer e o que os Bnei Noach não devem fazer nos dias da Festividade Judaica do Pêssach em duas partes.

A primeira parte está aqui, com a resposta do Rabi Ashér Cácua, da Ieshivá Pirchéi Shoshaním na Colômbia.

 

Resposta por Rabí Asher Cacua:
É importante esclarecer que um Noaíta não pode observar os dias santos ordenados por Hashém para o povo judeu. Isto inclui festas como o dia do repouso ritual ([isto significa, lembrar de fazer o ritual judaico do Shabát no sétimo dia judaico e observá-lo adequadamente]) ou o Pêssach, pois estes dias foram ordenados apenas para o povo judeu. Observá-los constituiria a criação de uma nova religião e a pessoa não receberia nenhuma recompensa por sua observância.

Se um não-judeu quer cumprir todas as mitsvót relacionadas ao shabát ou à festividade (Pêssach ou qualquer outra) então ele deve converter-se, como diz o Rabi Maimônides (ou Rambám) em Hilchot Melachim 10:
“Um não-judeu que se aprofunda [no estudo da] Torá [para praticá-la integralmente como os judeus a praticam] é condenado a morte [pelas “mãos” dos Céus]. Os não-judeus podem se aprofundar apenas nas Sete Leis de Noá. Assim também, um não-judeu que descansa um dia da semana fazendo com que se pareça de qualquer forma a um dia de repouso religioso [judaico] também é merecedor da pena de morte [aplicada pelos Céus]. Nem é preciso dizer que o mesmo vale para fazer festas para si mesmo, como as festividades judaicas. Esta é a regra geral: [ele, o não-judeu] não pode criar uma nova religião e fazer as mitsvót para ele só porque ele quer. Ou ele deve converter-se em um judeu e manter todas as mitsvót ou ele deve abraçar sua fé e não somar ou subtrair dela. Se [um não-judeu] tem se aprofundado na [prática da] Torá [como se fosse um judeu], celebrado um dia de repouso ritual, ou tomado uma mitsvá para si mesmo, ele deve ser advertido de que ele merece a morte por ter criado uma nova religião.”

Quando o Rambám diz “Um não-judeu que se aprofunda na Torá merece pena de morte”, ele se refere a coisas que não tem nada que ver com [a prática das] suas 7 mitsvót, por isso ele diz mais adiante que se (alguém) quer guardar mais que 7 mitsvót então que se converta e guarde todas as mitsvót como deve ser; isto refuta àqueles que dizem que as 7 leis são um obstáculo para a conversão. Porém, há pessoas que querem assumir coisas (práticas ritualísticas) que gostam e por conseguinte acabam criando religiões [dentro do próprio movimento Bnei Noach], mas o conselho do Rabi Maimônides é “ou você se converte em judeu e vive como judeu ou se você não quer assumir todas as mitsvót então que você aceite sua identidade Noaítica e viva de acordo com ela”.

No entanto, há algumas mitsvót que o Noaíta pode fazer (no equivalente ao sétimo dia judaico — o dia para se fazer shabát, ou nos dias das festividades judaicas) de maneira voluntária se ele quiser, como, por exemplo, rezar, abençoar D’us, entre outras, contudo, deve-se indicar-lhe como fazê-las.

Nestes dias de pessach em que o povo judeu está celebrando a saída do Egito, o Noaíta pode fazer uma limpeza dos maus hábitos pessoais que afetam o seu cumprimento das 7 mitsvót e também o seu relacionamento com outras pessoas.

© Rabi Asher Cacua
© Traduzido do espanhol por Projeto Noaismo Info

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© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)

—”—

 

Excelente a resposta do Rabi Asher Cacua (dada em março de 2020).

 

Agora, a segunda parte da resposta em (neste nosso post de abril de 2019 no qual já citávamos o Rabi Maimônides):

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/11/pessach-e-os-bnei-noach/

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© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)

NOVA PÁGINA PARCIALMENTE PUBLICADA

O Projeto Noaísmo Info — o site Bnei Noach — tem o prazer de anunciar que a nossa nova página já está parcialmente publicada

 

https://a-fe-original–noaismo.info/o-rebe-diz-nao-a-judaizacao-de-bnei-noach/

Leia se tiver coragem!

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Os Bnei Noach e o uso da kipá

Matéria originalmente publicada em novembro de 2015 e reformada em junho de 2018.

Bnei Noach e a kipá

 

Perguntas & Respostas

 

Pergunta:

Pode um homem Noaíta (Ben Noach/Filho de Noá) usar kipá na rua, no trabalho, … enfim, fora de casa e fora da sinagoga?

 

Resposta:

O Curso das Leis Noaíticas da Yeshivá Pirchéi Shoshaním exorta os Bnei Noach (em geral, i.e., os homens e as mulheres):

“Esforce-se em ser [sensato e] determinado ao pôr em prática sua identidade espiritual. Não passe [aos outros] mensagens confusas [por meio de seu comportamento] porque isso reflete desconhecimento, dúvidas pessoais ou rebeldia, que mal [os] guiarão.”

E declara:

“Assim, não está permitido [aos  homens Bnei Noach]:
Usar kipá fora da sinagoga[*] (pois que em um contexto social onde a kipá já é logo associada à identidade judaica, a mensagem que isso transmite é fortemente confusa).”

 

O Rabi Michael Schulman do Chabad, diretor da AskNoah, uma Instituição Internacional de Rabinos competentes que dão a devida orientação aos Bnei Noach, explica:

“Certamente, está tudo bem você usar kipá — se você quiser — em sua casa, nas casas de judeus e de outros Bnei Noach, nas sinagogas, ieshivás, etc[*].
Em público, você deve ter bom senso e não usá-la, porque as pessoas lhe confundiriam com um judeu. Se você quiser manter a cabeça coberta na rua, você pode usar um boné ou um chapéu.”

 

E mesmo dentro desses lugares “não é uma boa idéia que Bnei Noach (homens Noaítas) escolham uma Kipá idêntica a usada pelos judeus, pois outras pessoas podem erroneamente confundir um não-judeu com um judeu. Isto pode levar a confusões com relação à conduta muito mais rígida que a Torá requer dos judeus. Uma maneira de fazer uma Kipá diferente é decorá-la com as palavras “Bnei Noach”, ou algo similar.”  Rabi Yitschak Ginsburgh (Instituto Gal Einai Israel, autor de Kabbalah and Meditation for the Nations).

 

O Rav Shimshon Bisker, de Israel, o Rabino Consultor do Projeto Noaísmo Info, respondendo se somente judeus podem usar Kipá, explica:

“A resposta é não. O não-judeu também pode usar Kipá, porém, é melhor ele botar um boné, pois se ele bota a Kipá vão pensar que ele é judeu e eles vão analisá-lo como se ele fosse um judeu ortodoxo e ele não sabe ou não está obrigado a cumprir as leis como judeu e então as pessoas vão falar: ‘olha só os ortodoxos com Kipá na cabeça e ficam comendo coisa que não é casher, …’ . Então se um não-judeu quer rezar para D’us, é bom botar uma cobertura na cabeça, uma Kipá ou um boné, de preferência, se está em público, botar um boné, e não botar Kipá, para não se parecer judeu, porque ele tem de se indentificar com a identidade (espiritual) daquilo que ele é [um noaíta], e não tentar imitar algo que ele não é porque se não ele vai perder a identidade dele.
Em casa, para uma reza esporádica, ou seja, agradecer D’us por alguma coisa ou rezas do gênero, não há necessidade de o homem cobrir a cabeça. Da forma como ele se comporta normalmente em casa, ele pode se comportar neste tipo de reza, inclusive sem camiseta (se assim ele fica em casa), a menos que ele sinta que (por rezar sem camiseta) estará faltando com respeito ao CRIADOR (isso vai depender do sentimento de cada um).
Para uma reza fixa, ou seja, estabelecer para si mesmo um momento específico para orar para D’us, deve-se cobrir a cabeça e não poderá rezar sem camiseta.”

 

Portanto, como elucidado acima pelo próprio Rav Shimshon Bisker de que os noaítas (homens e mulheres) “não devem parecer um judeu e não devem tentar imitar algo que eles não são”, então, temos de ter o extremo cuidado de também  entendermos as seguintes palavras do Rabi Tzvi Freeman, editor do site Chabad.org (e, obviamente, suspeitar daqueles não-judeus e judeus (mesmo rabinos) que falam e agem em contrário).
Ele disse:

“O caminho do Ben Noach está integralmente ligado ao povo judeu, como afirma claramente o Rambám [(Rabi Maimônides). Porém, é importantíssimo ressaltar que, apesar disso (apesar dessa ligação),] nós (judeus) não queremos criar uma nova religião. E tampouco queremos que Ben Noach esteja imitando as práticas que são próprias do povo judeu.”

Em outras palavras, nós, judeus, não queremos fazer dos Bnei Noach uma religião. E tampouco queremos que eles próprios se transformem em um movimento judaizado e judaizador.

 

Sobre a mitsvá de Proibido cometer o pecado de Chidúsh Dat (Invenções ou Imitações Religiosas), que significa não inventar qualquer religião ou culto de religião e não inventar práticas de religião (originais ou adotando ou copiando qualquer aspecto das práticas judaicas), veja

https://a-fe-original–noaismo.info/como-o-bnei-noach-serve-hashem-conversao-ao-judaismo/

https://a-fe-original–noaismo.info/o-rebe-diz-nao-a-judaizacao-de-bnei-noach/

https://a-fe-original–noaismo.info/por-que-ha-discordancia-entre-os-proprios-rabinos-sobre-a-pratica-noaica/

 

© Yeshivá Pirchéi Shoshaním
© Rabi Dr. Michael Schulman
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© Rabi Yitschak Ginsburgh
© Rav Shimshon Bisker

© Rabi Tzvi Freeman
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