E Todos os Povos se Reunirão a Você

 

E  (na Era Messiânica) Todos os Povos se Reunirão a Você (Povo de Israel)

 

Este é o tema desta mensagem do Rabi David Eddy Khafif, Diretor do Beit Chabad Vila Mariana, S. Paulo, Brasil, igualmente interessante e importante para judeus e não-judeus.

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

 

Bereshít – Uma recordação da infância

 

Estimados Leitores:

Como todo começo, Bereshít (Gênesis), o primeiro livro da Torá, oculta os segredos e as chaves da humanidade como um todo. Do mesmo modo que na vida de um indivíduo as recordações da infância ficam profundamente gravados, assim também os acontecimentos do Bereshít são chaves para o progresso de toda a humanidade.

Um detalhe interessante é a expulsão do primeiro homem Adám junto com sua mulher Chavá do Gan Éden. O homem e a mulher são criados na perfeição pelas mesmas mãos de D’us numa sexta à tarde. No Jardim do Éden eles têm todos os manjares da terra disponíveis, não existe o mal, nem a morte, nem as doenças, não há dor e eles não têm de se esforçar para subsistirem, tudo é perfeito.

Até que o homem peca e é expulso para um lugar no qual deve se esforçar para conseguir sustento, a mulher deve sofrer para ter e criar seus filhos, a luta contra o mal é constante, a dor e a morte são algo cotidiano.

A Chassidút nos ensina que a razão que D’us teve para criar o mundo é conseguir que este mundo de obscuridade com nosso esforço se transforme em um lugar para a divindade, por isso podemos dizer com segurança que o objetivo não era o paraíso, D’us queria que o humano lute e supere os obstáculos da vida. Então, por que não o criou diretamente neste mundo (obscuro)? Para que lhe mostrar o caramelo e depois tomá-lo?

Justamente essa era a vontade divina. Como na psicologia humana sempre buscamos voltar a esses momentos lindos da infância, assim também D’us queria que saibamos que o mundo em seu estado original é um verdadeiro paraíso, e está em cada um de nós voltar a recuperá-lo. O mal, a dor, a morte e a fome são apenas passageiros e circunstanciais, D’us nos deu as forças para revertê-los e, com a chegada do Mashíach, voltarmos a esse Éden.

 

Por Rabi Eli Levy
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Tzniút (Modéstia)

Tzniút (Modéstia)

 

Por Rabi Shmuel Kaplan (Chabad)

 

As questões fundamentais são: o que é modéstia, de onde ela vem, e deve o governo estabelecer os padrões (da modéstia) e aplicá-los?

A comida, a roupa e o abrigo compõem os três elementos essenciais da sobrevivência humana. Em cada um destes, os humanos são radicalmente diferentes dos animais. Os animais encontram seu alimento em seu habitat natural, nascem com a roupa de que necessitam e se contentam com um abrigo temporário quando é necessário. Os humanos têm de produzir sua comida, fazer sua própria roupa e construir seu abrigo. E é isto que impulsiona a maior parte da atividade humana. Por quê?

Para abordar a categoria de roupa, devemos nos voltar à Bíblia e à primeira história após a criação.

Quando Adão e Eva pecaram comendo da árvore do conhecimento, toda a sua concepção do mal mudou de uma consciência intelectual desapaixonada para uma compulsão interna. A sexualidade, por exemplo, não era mais uma função biológica agradável necessária para produzir a próxima geração e povoar o mundo, mas uma poderosa (e em muitos, avassaladora) luxúria que mal pode ser contida e frequentemente leva a muitos estragos e dor emocional. Como resultado, tornou-se necessário esconder as partes do corpo que poderiam superestimular esta poderosa força. E foi aqui que a modéstia entrou em cena.

Mas a modéstia é muito mais do que um encobrimento de roupa; é um estado de espírito e um modo de vida para homens e mulheres e é construído sobre um sistema de valores subjacente. Todos nós entendemos que se deve entrar em um local de adoração com uma reverência e um respeito apropriados e o mesmo se dá quando se reconhece que D’us está verdadeiramente em todos os lugares e que estamos constantemente em SUA presença. Portanto, devemos manter um grau desta reverência em todos os momentos e em tudo o que fazemos. Além disso, a modéstia geral também ajuda a manter uma vida familiar saudável e até mesmo um estado sagrado de vida familiar (conforme exigido pela Torá).

Desta perspectiva, a modéstia é e se relaciona com a pessoa inteira: a maneira como pensamos, falamos e agimos (a roupa é apenas um aspecto desta estrutura). Isto pode ter o benefício adicional de se libertar do julgamento constante, da objetivação e da necessidade de validação por outros que assola nossa sociedade.

Uma força governamental externa, que não está no negócio de promover um sistema de valores particular, não pode impor a modéstia às pessoas nem pode impor o que considera imodéstia. Tais escolhas devem vir exclusivamente do sistema interno de valores do indivíduo e devem ser deixadas ao critério de cada indivíduo. Isto não significa que o governo não deva promover valores fundamentais comuns que formem uma base saudável para a civilização.

O profeta Michá (6:8) o disse melhor: “Ele lhe disse, ó homem, o que é bom e o que Havayáh quer de você. Apenas que você faça justiça, ame a bondade e caminhe humildemente com seu D’us (ao observar Seus mandamentos).”

 

© Rabi Shmuel Kaplan

 

Traduzido do inglês por Projeto Noaismo Info

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Dedicado a Sophia Celeste S. O.

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/01/bnei-noach-e-o-vestir-se/

Que tipo de livro é a Bíblia (Torá)?

 


“Toda a Torá foi dada para tornar este mundo físico um lugar espiritual e harmônico.” — Rabi Eli Levy (Chabad)


Que tipo de livro é a Bíblia (Torá)?

 

Por Rabi Eli Brackman (Chabad)

 

Nos últimos anos tem havido uma enorme quantidade de livros sobre a Bíblia que servem como guia para diferentes áreas da vida e perspectivas.

É possível encontrar livros sobre a Bíblia como literatura, Bíblia como arqueologia, Bíblia como poesia, Bíblia como história, Bíblia como filosofia, Bíblia como código para a ciência política e Bíblia como guia para a sabedoria nos negócios.

Em um livro muito intrigante do rabino Jonathan Sacks, The Home that we Build Together (O Lar que Vamos Construir Juntos), ele argumenta que a Bíblia Hebraica pode ser usada como um livro de texto sobre como construir uma sociedade multicultural bem-sucedida no século 21 no Reino Unido.

Similarmente, no livro Jewish Wisdom for Business Success: Lessons from the Torah and Other Ancient Texts (Sabedoria Judaica para o Sucesso nos Negócios: Lições da Torá e Outros Textos Antigos), o rabino Levi Brackman argumenta que os textos antigos da Torá podem servir como uma fonte de sabedoria e perspicácia sobre como ter êxito nos negócios.

Enquanto a sabedoria da Torá pode ter algo a dizer ao mundo contemporâneo da política e dos negócios, isto não é essencialmente o que a Torá é e pode levar a interpretações errôneas.

A Torá é essencialmente um trabalho espiritual destinado a aproximar uma pessoa de D’us e assegurar a vivência de uma vida ética e moral entre essa pessoa e sua família e vizinhos.

Isto é indicado no Mishnê Torá do rabino Maimônides (1138-1204), leis de Chanucá (Ch. 3), onde ele afirma que o propósito da Bíblia Hebraica é trazer paz ao mundo.

Para ser claro isto não significa que este é um trabalho sobre a resolução de conflitos a nível geopolítico, mas principalmente sobre a paz entre vizinhos e a harmonia familiar.

Toda a Torá é para este propósito — trazer paz entre uma pessoa e outra.

As histórias da Torá devem ser vistas de maneira similar. Não é um livro de história ou política — deve-se ver a Torá como um texto relevante para o desenvolvimento pessoal e espiritual da pessoa.

No pacto do Monte Sinái os judeus aceitaram um sistema de lei, social e espiritual, ao qual foram obrigados, além das leis universais da sociedade.

O D’us da Bíblia Hebraica é a fonte da moralidade e a Bíblia é o código de ética absoluto. “A Torá é o Ensinamento DIVINO para o povo judeu e para a humanidade.” A Bíblia Hebraica ensina como o indivíduo pode se aproximar de D’us e se tornar um ser humano mais espiritual e moral.

A Torá não é um livro de política ou história, mas de ensinamentos morais para a própria vida pessoal.

 

© Rabi Eli Brackman

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Você sabia que a Bíblia (Torá) tem uma mensagem para você, não-judeu?

Se você ainda não conhece esta mensagem, para conhecê-la, acesse

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/01/29/o-caminho-espiritual-do-nao-judeu/

e ler

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/03/08/bnei-noach-o-caminho-da-tora-para-os-nao-judeus/

 

Dedicado a Natan S. O., e em homenagem ao Rebe anterior (o sexto Rebe de Lubavitch), Rabi Yosef Yitschak Schneersohn.

As Sete Leis de Noé; O Movimento Bnei Noach; A Espiritualidade dos não-judeus

# As Sete Leis Universais; # As Sete Leis de Noé; # As Sete Leis dos filhos de Noé; # Filhos de Noé; # Bnei Noach; # Movimento Bnei Noach; # Noaísmo; # Código Noaítico; # Pacto Universal; # Mitsvót Universais; # Mandamentos para os não-judeus; # Torá para não-judeus;


Qualquer um que quer servir D’us deve fazê-lo nos termos DELE


 

Você não é judeu?

Há tanta coisa que você precisa fazer para tornar este mundo um lugar melhor!

Na tradição judaica, a observância dos 10 Mandamentos é exigida somente dos judeus. Espera-se que todas as demais pessoas (i.e., todos os não-judeus) observem as “Sete Leis de Noá” — os valores universais da Torá.

Nós podemos, e devemos, fazer o que ainda tem de ser feito.

Veja a matéria na íntegra na página:

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

Doze homens em conflito

 

Prezados leitores:

Aqueles que me lêem há alguns anos sabem que minha Parashá favorita é a dos espiões.

Doze homens justos, estudiosos e intelectuais. Os melhores do povo.

Mas o pecado deles foi grave, tão grave que impediu todo o povo de entrar na terra de Israel por 40 anos.

O que não está claro é:
Qual era a proposta alternativa dos espiões para a entrada na terra de Israel? Voltar ao Egito era o melhor a fazer? Viver no deserto eternamente?

Eles estavam cômodos no deserto com tudo sem esforço, o maná caía do céu, as roupas estavam limpas pelas nuvens de glória, estudavam Torá direto de Moshé. Para que mudar?

Entrar na terra de Israel implicava pegar em armas para conquistá-la, arar para obter alimento, tear para (fabricar) roupa. Quando eles teriam tempo para estudar Torá? Vivamos no deserto e estamos no paraíso.

O erro foi que esta não é a vontade de Hashém, ELE quer que nós estejamos ativos na terra, no mundo.

Para nós: Não pensemos que a vida espiritual ideal é estar recluso em uma montanha meditando e orando, Hashém quer que nós estejamos “envolvidos” no mundo e consigamos trazer a espiritualidade para a terra através do trabalho honesto e das boas ações.

Rabi Eli Levy

Por Eli Levy (Chabad)
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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

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A fé da liberdade

 

Estimados Leitores:

Estamos a poucos dias da festividade judaica de Pêssach, a festa da liberdade.

Pêssach também é chamado Chag Hamatsót, a festa de matsá.

Esse biscoito seco que nos recorda anos de escravidão e séculos de exílio. O pão da aflição e o pão da fé.

Qual é a relação entre a liberdade e a fé?

Escravos do Faraó fomos e passamos a ser escravos de Hashém.

[O que hoje aprendemos disto é que] o Faraó é o mundo cruel, a dura lei da rua, a lei do mais forte. A servidão a Mitsráim são as tentações que nos dominam, as preocupações que não nos deixam dormir, os problemas que não podemos superar.

Quem é escravo de Hashém tem fé absoluta que tudo vem de Hashém. Quem tem fé não tem preocupações, tem esperanças, não tem problemas, tem desafios, não tem tentações, tem superações. Quem tem fé vê na fria estrada uma oportunidade para trazer luz e calor, vê no mundo cruel uma chance para melhorá-lo.

A “matsá” da fé é a que nos dá a força para sermos realmente livres.

Por Rabi Eli Levy
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E se eu não gosto do meu trabalho?

E se eu não gosto do meu trabalho?

 

Perguntas & Respostas / Palavras do Rebe (o líder da nossa geração)

 

Uma pergunta para o Rebe:

Até hoje não descobri se existe, de fato, uma profissão que eu poderia dizer que trabalharia porque aquilo é o que gosto.
Trabalho porque é preciso.
E se eu nunca encontrar um emprego que eu goste?

 

Resposta do Rebe:

Sobre a sua falta de prazer no seu trabalho — o propósito final do seu trabalho é ganhar dinheiro para você poder:
1. sustentar sua família;
2. dar tsedacá (caridade); e,
3. estudar Torá [(adquirindo livros judaicos pertinentes à sua identidade espiritual — judaítica ou noaítica)].
Estas são razões suficientes para você gostar do seu trabalho.

© Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Rebe

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Uma geração supera a outra

Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

 

Uma geração supera a outra

 

Prezados leitores:

Nôach foi um justo em sua geração.

Em sua geração foi um justo, em outra (geração) não sabemos. Ou talvez em outra tivesse sido mais proeminente ainda.

Esse é o debate dos comentaristas.

Um líder deve se adaptar à sua geração, escutar o que as pessoas precisam, estar atento às mudanças e liderar para encontrar o melhor meio de influenciar para o bem.

Temos a tendência de medir nossos líderes da Torá, do Tanách, da Mishná, etc., com os valores e parâmetros do nosso tempo. Mas o mundo está avançando, e a transformação deve ser para a frente.

O que era bom para Nôach, já não era suficiente para Avraham e o degrau mais alto para Avraham era o primeiro para Moshé, em todas as gerações.

O que Nôach alcançou em sua geração, foi o passo para que toda a humanidade possa avançar à civilização.

Shalóm!

Por Rabi Eli Levy
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Bnei Noach, uma religião?

(Atenção:
Nas palavras transliteradas, o “ch” tem som de “RR”. Exemplo: Nôach.

Nas palavras transliteradas, o “sh” tem som de “CH”. Exemplos: Bereshít; Hashém.)

 

Bnei Noach é religião?

Perguntas E Respostas

 

É o movimento Bnei Nôach uma religião — uma nova religião? É o movimento Bnei Nôach uma religião para não-judeus criada por rabinos?

 

Por Rabi Moshe Genuth (Chabad)

 

Em nossos tempos, o Rebe de Lubavítch — Rabí Menachem Mendel Schneerson — trouxe as leis dos Bnei Nôach (Filhos de Noá) à vanguarda de nossos esforços por trazer a paz definitiva e a prosperidade ao povo judeu e ao mundo inteiro. Repetidamente o Rebe explicou que o mundo está preparado para aceitar a responsabilidade destas leis e de renovar o pacto feito entre Nôach (Noá) e o Todopoderoso depois do Dilúvio, como lemos em Bereshít/Gênesis.

As Leis dos Bnei Nôach NÃO são outra religião que os judeus estão tentando encorajar os não-judeus a aceitar. Decerto, elas não são de forma alguma uma religião, mas sim uma estrutura para criar um mundo melhor, uma humanidade melhor baseada na união da qual cada ser humano pode desfrutar com seu CRIADOR.

Mesmo que práticas à primeira vista, em geral o pacto de Nôach é baseado em princípios cujo valor e importância para criar uma sociedade justa e moral são facilmente reconhecidos pela maioria, se não por todos os povos do mundo em nossos dias.

Mas os princípios destas leis são diferentes de qualquer conjunto de leis racionais que podem ser estabelecidas por um tribunal da atualidade, porque foram estabelecidas pelo PRÓPRIO CRIADOR e entregues a nós como a base para SEU relacionamento com a humanidade como um todo.

Para além de seus aspectos positivos, o renascimento espiritual que o mundo experimenta hoje tem produzido o que se descreve como um choque de civilizações, cujo final não pode ser previsto. Em vez de incentivar a paz, a compreensão e a tolerância, as diferentes atitudes e alegações que cristãos e muçulmanos propõem em relação ao CRIADOR estão ameaçando causar uma tremenda confusão. Este é exatamente o tempo para que o povo judeu cumpra com sua missão como povo escolhido por Hashém e, junto com os não-judeus que já adotaram e se comprometeram com as leis dos Bnei Nôach, se dedique a propagar a mensagem destas leis e oferecer esperança, na forma de um pacto verdadeiramente universal entre o homem e Hashém, de uma nova era que pode emergir sobre todos nós.

O Rebe de Lubavítch imputou sobre seus irmãos e irmãs judeus a necessidade e obrigação de serem receptivos às necessidades espirituais dos não-judeus, até chegarem aos seus corações com A Verdade. Por conseguinte, a maioria dos centros Chabád Lubavítch estão procurando ensinar aos não-judeus como serem Bnei Nôach ao mesmo tempo em que os conecta com a autoridade de Torá local para propiciar seu crescimento contínuo e feliz.

De acordo com o Rebe, trazer as sete leis dos Bnei Nôach para o mundo gentio é um dos esforços mais valiosos para todos os judeus.

 

[E o próprio Rebe nunca disse que ‘os não-judeus receberam de D’us uma ou alguma religião (práticas religiosas ou rituais)’, e sim que “as nações do mundo receberam um código Divino de conduta, as Sete Leis Noaíticas.”

O Rabi Maimônides legisla que uma das Leis Divinas Universais é: “Não se deve permitir dar origem a alguma religião.”]

 

Por Rabi Moshe Genuth (Chabad)
© Rabi Moshe Genuth

Rabi Moshe Genuth é o editor em inglês do livro Kabbalah and Meditation for the Nations do Rabi Yitzchak Ginsburgh (Instituto Gal Einai Israel).

 

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MAS…

Se Bnei Nôach não é uma religião, significa isso que os Bnei Nôach não tem obrigação de acreditar em D’us e de orar para D’us?

Será que acreditar em D’us e orar para ELE torna o movimento Bnei Nôach uma religião?

O Rebe responde estas perguntas. Veja em:

https://a-fe-original–noaismo.info/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/