Bnei Noach

Por que há discordância entre os próprios rabinos sobre a prática noaica?

Bendito é Hashém!

 

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Bnei Noach, Judaísmo, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

Perguntas sobre judaísmo e noaísmo

A Fé Original: Noaismo.info

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Perguntas & Respostas

 

Por Rabi Ari Shvat

 

Pergunta 1:

O que é religião do ponto de vista da Torá?
O que é fé e crença e confiança?
Qual é a diferença e sua relação com a religião?
Por favor me ajude a entender.

 

Resposta:

O judaísmo não é uma “religião”, mas sim um conjunto de ideais e o modo de vida através dos quais D’us pode ser visto pela humanidade através das 613 Mitsvót de cada judeu e, especialmente, através da nação judaica.
Cremos em um Perfeito D’us Monoteístico, cuja perfeição se vê através das ações que ELE nos ordenou fazer para sermos devotos, e acreditamos e confiamos que ELE governa o mundo da maneira perfeita (que inclui nos dar o Livre Arbítrio), e temos fé em que este é o caso, inclusive quando não entendemos.
Isto não é uma fé cega, mas uma confiança baseada em 3.700 anos de ver a grandeza da criação, os benefícios e a genialidade da Torá, e a confiabilidade através da qual ELE administra o mundo dos indivíduos e da história, especialmente a história judaica, lentamente avançando a humanidade para uma maturidade moral, incluindo o nosso Livre Arbítrio.
Em suma, nosso PAI amoroso tem três “papéis” básicos que se harmonizam e interagem: ELE é O CRIADOR, O DADOR da Torá, e O D’us que zela por nós, e dirige a história e a nossa vida cotidiana.

 

Pergunta 2:

É o Noaísmo (ou Noaitísmo*) um ramo do Judaísmo?

* Em inglês, popularmente grafado Noahidism por causa da forma popular Noahide.

 

Resposta:

O judaísmo não é apenas a nossa religião mas também a nossa nação: o povo de Israel. Consequentementemente, apenas os membros da nação judaica fazem parte do judaísmo [n.t.: certamente no sentido de Judaicidade]. Por outro lado, apesar de que o papel e a observância dos Noaítas são muito importantes e com o devido respeito que realmente merecem, eles (os noaítas/Bnei Noach) não são parte da nação judaica nem do judaísmo, a menos que desejem se converter.

 

© Rabi Ari Shvat

Traduzido do inglês por Noaismo.info © Noaismo.info

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Bnei Noach, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

Os três tipos de descendentes de Noá / os Dez Mandamentos Noaíticos / as Três Leis Devocionais dos Noítas

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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# Os três tipos de Descendentes de Noá
# Os Dez Mandamentos Noaíticos
# As Três Leis Devocionais dos Noítas

Quem é o sábio das nações
O que é noaísmo e judaísmo

 

Perguntas & Respostas

 

Por Noaismo.info

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Eu ouvi dizer que há diferentes tipos de Bnei Noach (e eu não consigo entender isso). Isso é verdade? E se sim, por que e quantos?

(Respondendo também a:
Quem é o sábio das nações?)

 

Há diferentes tipos de benêi Nôach.
São três tipos no total, sendo o mais básico exatamente o significado mais básico da expressão benêi Nôach, o significado literal e simples, “filhos ou descendentes (físicos) de Noá”. Em outras palavras, qualquer pessoa. Em português, podemos utilizar a forma alternativa Noaída (tradução literal do inglês “Noahide”). Em grego, latim, inglês e português, o termo Noaída tem o único significado de “filhos” ou “descendentes de Noá” (no sentido amplo, geral, quer dizer, de toda a humanidade independentemente de fé).

Depois, há um tipo de “descendente de Noá” que apenas aparenta ser um noaíta.
Esse é aquela pessoa que pratíca as Sete Leis de Noá mas sem saber que elas são Leis Divinas, Leis que foram dadas pelo PRÓPRIO D’us para toda a humanidade, Leis de Hashém (Mitsvót) que o mundo todo deve seguir (ele não sabe que elas são Leis e que são chamadas de Leis de Noá ou Leis dos descendentes de Noá).
Ele as cumpre mas ele não é um noaíta, ele não segue o noaísmo (na verdade ele nem sabe da existência disso ou o que é isso).
Ele as cumpre apenas porque elas são “Leis racionais”. Ele as cumpre por achar que se trata de uma questão de lógica ou porque elas fazem sentido para ele. Ele acredita em Deus, mas ele não conhece Hashém ou a Torá. Ele pode praticar estas Leis até mesmo por causa de sua religião (mas é óbvio que se ele as cumpre devido à sua religião, tal religião não é fundamentada em Hashém e na Torá. Toda religião “revelada” é invenção de um falso profeta). Tal pessoa pode muito bem ser relativamente inteligente e boa. Isso é louvável. E mesmo sem saber do noaísmo, sem ser um noaíta, mas porque as pratíca, essa pessoa será devidamente recompensada por Hashém. Porém, nas próprias palavras do Rabi Maimônides, “ela não é um guer tosháv, nem é devota de Hashém entre os gentios, e nem é sábia.”

Quando um não-judeu conhece Hashém baseado na Torá através do povo judeu, e ele adota para si mesmo o noaísmo, então ele se torna um noaíta (inglês: Noahite) — um descendente espiritual de Noá. Neste caso, o noaíta pratíca suas Leis não apenas por questão intelectual ou de lógica, por serem racionais, antes, as próprias Leis já não são mais apenas meras “regras sociais” ou “regras religiosas” (regras religiosas, quer dizer, ensinamentos dos seus falsos profetas), elas são Mitsvót, quer dizer, Leis Divinas (Leis de Hashém). E a partir daqui entramos então em uma outra dimensão. O noaíta finalmente aprende e entende que existem outras TRÊS Leis aparte das Sete básicas e que estas TRÊS Leis são na verdade o fundamento (a base) das Sete Leis mais básicas, o fundamento de sua Fé, o fundamento do noaísmo.

Três Leis aparte das Sete Leis básicas iniciais?
Sim.

Os mandamentos judaicos são 613 e a base deles são aqueles que nós conhecemos como ‘os Dez Mandamentos’.
Agora, você sabia que a base dos mandamentos noaíticos (não judaicos) também são Dez — Dez Mandamentos Noaíticos (mas que são denominados ‘Sete’* porque são divididos em dois grupos, um de Três e um de Sete)?
E quais são estas Três Mitsvót não incluídas nas Sete?

* Certamente que se a base dos mandamentos noaíticos fosse chamada de “Dez Mandamentos”, isso causaria uma tremenda de uma confusão com os “Dez Mandamentos” (judaicos). Por isso foi denominada “Sete Mandamentos”.

 

Enquanto que as Sete Mitsvót são Leis Morais, as outras Três são Leis Espirituais (ou Leis Devocionais), que podem ser resumidas em quatro ou três palavras-chave:
Hashém-Torá-Moshé-Espiritualidade,
ou então,
Hashém-Torá-Moshé (Moshé/Moisés também representando então o povo judeu).
Como noaíta, a pessoa vem a conhecer Hashém e passa a servi-LO entendendo que foi Hashém QUEM ordenou as Sete Leis a toda a humanidade na Torá através de Moshé e, desde então, do povo judeu, e, que Hashém não deu nenhuma religião a ninguém.
E como foi dito, estas TRÊS Mitsvót são o fundamento das Sete Leis mais básicas, o fundamento da Fé Noaítica, o fundamento do noaísmo.
Assim, estas são as Três Mitsvót Devocionais antes das Sete:

1. Conhecer Hashém
(a primeira e maior mitsvá universal espiritual/devocional não é simplesmente acreditar em algum deus, nem mesmo sequer simplesmente crer no D’us, mas conhecer O Hashém, como está escrito (no Livro bíblico de benêi Nôach, o Gênesis): “E O Hashém D’us ordenou ao (ser) humano”.);

2. Conhecer a Torá
(estudando-a e aprendendo-a com o povo de Israel, com os judeus, que, como disse o profeta judeu Yeshaiáhu (Isaías), são as verdadeiras testemunhas de D’us — as Testemunhas de Havayáh:
“Diz Havayáh, teu CRIADOR, ó (filhos de) Yaacóv, AQUELE que te formou, ó (nação de) Israel: … Vocês são Minhas testemunhas, declara Havayáh, e Meus servos, a quem EU escolhi, de modo que vocês conhecerão e acreditarão em MIM, e entenderão que EU sou ELE; antes de MIM nada foi criado por um deus, e depois de MIM não haverá!” (43:1, 10)
Pois, “foi mostrado a vocês (judeus) para saber que Havayáh é Haelohím — O D’us, e não há ninguém além DELE.” (Devarím/Deuteronômio 4:35-39)
Através da entrega da Torá de Hashém para os judeus no Har Sinái, “o mundo viu uma nação conhecedora de D’us” — nas palavras do Rabi Maimônides (Hilchót Avodát Kochavím Vechukót Hagoím). E naquela ocasião, foi revelado que já existia uma Torá para os gentios — as Sete Mitsvót Universais — que foi dada a Adám e Chavá e a Nôach e Naamá. Em outras palavras, desde a criação da humanidade já existia uma Torá Universal. E 2448 anos depois, veio a existir também uma Torá Judaica — uma Torá especificamente judaica, particular (exclusiva) dos judeus.); e,

3. Ao cumprir as Duas Mitsvót Universais Devocionais acima, os noaítas (os não-judeus que tornaram-se devotos de Hashém) consequentementemente cumprem a Terceira Mitsvá Espiritual:
“Não se deve permitir dar origem a alguma religião.” (Rabi Maimônides, As Leis dos Reis 10:9)
(Hashém deu à humanidade espiritualidade — uma natureza espiritual — não religião.
E além disso, não-judeu algum consegue conhecer Hashém e a Torá e o Noaísmo através de alguma religião. Apenas através do vulgarmente chamado ‘Judaísmo’ — mais precisamente Os Princípios de Fé da Torá é que é possível chegar à Verdade da espiritualidade. Apenas o ‘Noaísmo’ e o ‘Judaísmo’ são Revelações de Hashém. Todas as religiões, qualquer uma delas*, são invenções.

* Isso inclui o cristianismo (incluindo a sua vertente hebraísta: os messiânicos), o kardecismo e o maometismo (muhammatismo).

 

Enquanto que um não-noaíta pode (ou não) se identificar com alguma religião, qualquer uma delas, é óbvio que o noaíta, que é a pessoa que é devota de Hashém, só se identifica com o próprio noaísmo, não com qualquer religião. Ele sabe que todo e qualquer fundador das religiões é falso profeta e que toda e qualquer escritura das religiões não é a Palavra de Hashém (a propósito, é interessante parar para pensar no fato de que de todos os livros sagrados de todas as religiões, apenas a Torá — querendo dizer todo o Tanách (bíblia judaica) — contém a Própria Assinatura de Hashém, o Nome essencial de D’us, Havayáh).
Como afirma o Rabi Tzvi Freeman do Chabad:
“A Torá [é] a mensagem de D’us para toda a humanidade.”).

 

O noaíta portanto pratíca antes das Sete Categorias de Leis Divinas Universais as Três Leis Divinas Devocionais: ele conhece Hashém (através da Torá), ele conhece a Torá (através dos judeus), e conhecendo Hashém e a Torá ele não inventa religiões e sai das religiões e exerce sua fé praticando suas Mitsvót. Obviamente, o Caminho Espiritual do noaíta é o noaísmo; a Fé (ou os Princípios de Fé) do noaíta é o noaísmo*.

* “Noaísmo”, de Noá + ismo, mas não significando, como já foi exposto, que foi fundado por Noá ou que os noaítas são seguidores (discípulos) de Noá (da mesmíssima forma que “Judaísmo” não significa que foi fundado por Judá (Yehudá) ou que os judeus são seguidores (discípulos) de Judá).
O noaísmo também é chamado de movimento Bnei Noach.

 

Noaísmo é o nome que se dá ao Conjunto de Princípios de Fé e Princípios de Valores Humanos dados pelo PRÓPRIO Hashém de maneira universal, i.e., para toda a humanidade — esta é a Torá noaítica. Enquanto que judaísmo é o nome que se dá ao mesmo Conjunto de Princípios de Fé e Princípios de Valores Humanos dados pelo PRÓPRIO Hashém só que em mais detalhes e de maneira particular, i.e., em especial para um povo inteiro mas um único povo, os judeus, porém, acrescidos de rituais (que são as Mitsvót Edót, sinais e símbolos identificadores e testemunhais, por isso exclusivos dos judeus) e de outros tipos de leis (como por exemplo, as territoriais; etc) — esta é a Torá israelítica.

 

Foi do noaíta que o Rabi Maimônides falou quando escreveu:
“Qualquer pessoa que aceita o cumprimento destas Sete Categorias de Mitsvót e é cuidadosa na sua observância, (quando ela mora na Terra de Israel na época do Templo Sagrado ela) é chamada de residente estrangeiro (guer tosháv, ou, quando não assim, ela então) é considerada como um dos devotos de Hashém entre os gentios (também considerada como gentio justo e/ou gentio sábio) e terá o mérito de compartilhar do Mundo Vindouro.
Isto se aplica somente quando ela as aceita e cumpre, porque Hashém, abençoado Seja, ordenou-lhes isto na Torá e nos informou através de Moshé Rabênu (nosso mestre) que mesmo previamente os descendentes de Noá foram obrigados a cumpri-las.”

Como vemos claramente, o noaíta só é noaíta porque ele é “um gentio devoto de Hashém”, ele devota Hashém, ele é servo de Hashém. Como noaíta ele é chamado por vários nomes além de noaíta (ou então Bnei Noach) e devoto (ou servo) de Hashém entre as nações. Ele também é conhecido como justo das nações e/ou sábio das nações. ‘Justo’ porque pratíca a Vontade Divina pelas Mitsvót Universais. ‘Sábio’ porque como declara um dos sete versículos da bíblia judaica (Tanách) que o Rabi Dr. Jacob Immanuel Schochet (do Chabad, o primeiro rabino supervisor da Ash Noah, Instituição judaica criada como uma resposta à Campanha do Rebe do Chabad de divulgar as Universais Mitsvót de Hashém a toda a humanidade), recomendou para as crianças noaítas aprenderem e recitarem:
“A sabedoria é o temor de Hashém e a inteligência é saber evitar o mal (mediante o temor de Hashém).” (Jó 28:28)
E também como declara o Tehilím/Salmos 111:10:
“O princípio da Chochmá/sabedoria é o temor (reverência) de Hashém — (é) (discernimento) bom senso para todos os que realizam os mandamentos de D’us.”
Como dissemos, um não-noaíta pode ser uma pessoa relativamente boa e inteligente, mas se ele não devota Hashém, como ele pode ser um gentio justo? Se ele não devota Hashém, como ele pode ser um gentio sábio?
O Pirkêi Avót, Capítulo 3 Mishná 17, já dizia:
“Rabi Elazár ben Azariá disse: Se não há Lei Divina — Torá, não há conduta social adequada; se não há conduta social adequada, não há Lei Divina — Torá. Se não há sabedoria, não há temor a D’us; se não há temor a D’us, não há sabedoria. Se não há conhecimento, não há entendimento; se não há entendimento, não há conhecimento.”

O livro “Sháar HaEmuná Ve’Iesód HaChassidút, Entrada da Porta do Beit Yaakóv” do Rabi Gershon Chanoch Henoch Leiner de Radzin, explica (conforme comentário do Rabi Betzalel Edwards):

“A crença em D’us (Hashém) nos leva a temê-LO, o que motiva uma pessoa a observar os mandamentos da Torá. No entanto, este temor (a D’us) é um medo que nasce da consciência da transcendência absoluta de D’us. Assim, seria mais precisamente chamado de “consciência” ou “reverência” da Divindade.”
E o livro prossegue (agora conforme o autor, o Rabi Gershon):
“O Zôhar escreve: “No princípio criou D’us …”. Este é o primeiro mandamento, que se chama “Temor a Hashém”. Desta forma, o mundo inteiro depende deste mandamento. Assim, o temor de Hashém é a própria soberania de D’us e contém dentro de si todos os mandamentos da Torá.
[Mas aí, diante disso tudo, vem a questão:]
Se a pessoa não conhece a Torá, ou a recompensa e a punição por manter ou transgredir seus mandamentos, ou AQUELE que criou a Torá e a dá a Israel (e uma parte à humanidade), como então ela pode temer D’us e guardar Seus mandamentos? Por esta razão [está escrito]: “Conhece (tu) O D’us de vossos pais (Adám e Nôach) e serve-O.” Pois se alguém não conhece AQUELE que lhe deu a Torá (Universal) e lhe ordenou que a guardasse, como então pode temê-LO e cumprir Seus mandamentos?”

Portanto, sábio é a pessoa que conhece e teme (reverencia) Hashém, e que O devota, cumprindo Seus mandamentos. Mas para isso, os não-judeus têm de saber da existência de uma Torá Universal, de uma Torá para os não-judeus, as Sete Categorias de Mitsvót Noaíticas. E foi por isso mesmo que o Rabi Maimônides legislou:

“Da boca do Todopoderoso, Moshé, nosso mestre, ordenou-nos (a nós judeus, em todas as épocas e lugares,) a obrigar todos os habitantes do mundo a aceitar sobre si mesmos os mandamentos Divinos (Mitsvót) dados aos descendentes de Nôach.”

Resumindo, temos Três tipos de descendentes de Noá.
Um é qualquer indivíduo, pois qualquer um é descendente de Noá. Esses são Noaídas.
O outro, é o descendente de Noá que cumpre parcialmente as Mitsvót Noaíticas (sem saber disso).
Ele — parcialmente — as cumpre ou porque são leis sociais (daí ele pode até mesmo ser ateu), ou porque são leis religiosas (quer dizer, porque são regras de sua religião, ensinamentos dos falsos profetas inventores dessas religiões). Mas, obviamente, ele não é noaíta, ele não segue o noaísmo, ele não devota Hashém.
E por fim, temos o descendente espiritual de Noá, o noaíta. Ele segue o Noaísmo, ele devota Hashém, por isso é um noaíta. O noaíta é o devoto de Hashém entre as nações. O noaíta é o justo das nações. O noaíta é o sábio das nações.
O noaíta pratíca todas as Mitsvót Noaíticas, a Torá para os não-judeus.
A base das Mitsvót Noaíticas são os Dez Mandamentos Noaíticos — os Dez Mandamentos dos noaítas (que não é a mesma coisa que os Dez Mandamentos judaicos).
Os Dez Mandamentos Noaíticos são divididos em dois grupos, sendo o mais famoso aquele que foi denominado de “Sete Leis”. Estas Sete Leis são as Leis Morais mais básicas, o mínimo a ser cumprido. Pois o máximo compõe-se de várias dezenas.
O outro grupo dos Dez Mandamentos Noaíticos é o das Três Leis Devocionais, que são na verdade o próprio fundamento das Sete Leis mais básicas. As Três Leis Devocionais dos noaítas são o fundamento da Fé Noaítica, o fundamento do noaísmo.
Estas são conhecer Hashém e devotá-LO, estudar a Torá com o Povo de Hashém, os judeus, e, não inventar religiões e abandoná-las (que, como já exposto, inclui, obviamente, cristianismo e islamismo).

Por Noaismo.info

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Dicionário do Noaísmo

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Dicionário do Noaismo / Dicionário Bnei Noach

 

Por Noaismo.info

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Nas palavras transliteradas, “CH” deve ser pronunciado como “rr” e “SH” como “ch”.

 

As palavras noaítico, noaítica, noaico, noaica, noaical, noaíta, noaísmo e noaitismo são derivadas de Noá (popularmente conhecido como Noé), do hebraico Nôach. A raiz de todas estas palavras é o nome do indivíduo bíblico da história do Dilúvio, Noá.

 

Dicionário do Noaismo:

 

● Noaíta (de Noá+ita).
(Hebraico: נחי)
1. Indivíduo do movimento Benêi Nôach. (Noaítas, o mesmo que Filhos/Descendentes de Noá, ou que Benêi Nôach.) 2. Relativo ou pertencente a esse movimento. 3. Noaítico. 4. Aquele que segue As Mitsvót Universais. 5. Aquele que professa o Noaísmo: a Fé Original (A Fé de Adám e Noá). 6. Não-judeu devoto de Hashém, O D’us Único de Israel. 7. Gentio justo. 8. Descendente espiritual de Noá. 9. Sábio das nações. 10. Descendentes/Filhos de Noá.

▪Inglês de Noaíta: Noahite (Noah+ite). (Inglês hebraizado: Noachite).
Espanhol (hebraizado): Noajita. Tradução em Espanhol de Noahite: Noaíta.
Transliteração de Noahite para o hebraico: Hanoachí (ou, Noachí) = נחי .

 

(O termo Noaída é válido em português como tradução do inglês Noahide. Porém, diferente do termo Noaíta, que tem ambos os significados, tanto o de filhos/descendentes de Noá quanto o de seguidores das Mitsvót Universais (os gentios devotos de Hashém), o termo Noaída tem apenas um único significado, o de filhos ou descendentes de Noá, podendo então ser usado apenas no sentido geral de toda a humanidade (independemente de fé).
Assim, noaídas significa unicamente todos os humanos como Descendentes de Noá, ao passo que noaítas significa tanto o mesmo que noaídas (Descendentes de Noá) quanto os que seguem as Leis Divinas de Noá da Torá.)

 

O uso do nome em português Noaíta como significado da forma mais popular em inglês Noahide para os seguidores das Sete Leis é reconhecido e aprovado pela Organização Ask Noah International (asknoah.org).

 

● Noaítico (de Noá+itico).
Pertencente ou relativo ao noaísmo, ou aos noaítas.

▪Inglês de Noaítico: Noahitic (ou, Noaitic) (Noah+itic).

 

● Noaico (de Noá+ico).
Relativo ou pertencente a, ou próprio de Noá.

▪Inglês de Noaico: Noahic (ou, Noaic) (Noah+ic).

 

● Noaísmo (de Noá+ismo).
1. A fé noaítica (a fé dos noaítas). 2. O caminho espiritual dado pelo PRÓPRIO D’us para todos os não-judeus. 3. Devoção não judaica para Hashém, O D’us Único de Israel. 4. Os Princípios Universais de Fé da Torá e de comportamento ético da Torá para toda a humanidade. 5. Noaitismo (de noaíta+ismo). 6. Movimento Bnei Noach. 7. Um Movimento, não uma religião (pode-se até considerar como um judaísmo para os gentios, ou um judaísmo universal, mas “judaísmo” significando “a Fé da Torá”, e não significando Judaicidade — Identidade Judaica —, já que Bnei Noach não são judeus de modo algum. Por isso — por não ser religião — não possui rituais*▲, pois como explicado pelo Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson), Líder espiritual da geração, trata-se de um “Código Moral Divino” e este “Código Noaítico das sete leis Divinas básicas constitui o fundamento de toda a moralidade.

 

* Afirmado explicitamente pelo Rabi Tzvi Freeman, editor sênior do Site Chabad.org.)

 

▲ O que significa “não possui rituais”? Significa que não possui mandamentos ritualísticos como o Judaísmo, a saber, práticas que identificam o povo judeu distinguindo-o dos demais povos, portanto, mandamentos que os Bnei Noach não podem e não devem, de modo algum, em hipótese alguma, cumprir (ainda que conscientes de que estariam fazendo-os voluntariamente) — mesmo sendo orientados por rabino (irresponsável, incompetente) — (exemplos:
tsitsít, talít, mezuzá, tefilín, Ióm Tov, lembrar Shabát (que significa praticar a cerimônia do Kidúsh e a cerimônia da Havdalá), fazer (observar) Shabát, taaniót, micvê, ritual judaico de pureza e impureza, cashér, etc.).

 

▪Inglês de Noaísmo: Noahism (Noah+ism) (às vezes, aparece como Noahitism (de noahite+ism) — geralmente grafado Noahidism, por causa do uso popular da forma Noahide).
Espanhol (hebraizado): Noajismo.
Transliteração de Noahism para o hebraico: Noachdút.

 

● Noá. Forma portuguesa (direta) do hebraico Nôach (נח). Em inglês, Noah.
Popularmente grafado como Noé (a forma portuguesa Noé vem do latim Noe que vem do grego Νωε).

 

● Shéva Mitsvót Benêi Nôach.
(שבע מצוות בני נח)
Hebraico. Literalmente, As Sete Leis dos Filhos de Noá {Sete Leis dos Filhos de Noé}.
São as Shéva Mitsvót Hashém le’Benêi Nôach — Sete Leis de Hashém (D’us) Para os Descendentes de Nôach (Noá).
O mesmo que As Sete Leis (Mandamentos/Preceitos) de Noá, As Sete Leis Universais, As Sete Mitsvót Universais, As Sete Leis Noaicas (i.e., de Noá), As Sete Leis Noaíticas (i.e., dos Noaítas), e, Os Sete Princípios Universais.
As Leis de Benêi Nôach também são chamadas de O Código Noaítico.
Dadas pelo PRÓPRIO Hashém, O CRIADOR, primeiro para Adám e Chavá (Adão e Eva), depois para Noá e Naamá e seus filhos, e posteriormente reveladas para o povo judeu através de Moshé (Moisés) na entrega da Torá (A Palavra de D’us) no Har Sinái.

▪As Sete Leis Noaíticas não são literalmente apenas sete. Trata-se de Sete Categorias de Leis.
“Estas Sete Leis Noaíticas são declarações gerais, que, com todas as suas ramificações e extensões, abrangem inúmeros detalhes.” — O Rebe.

 

● Pacto Noaítico (ou Noaico).
O Pacto (ou Aliança) de D’us com Nôach (Noá) e sua família que eram toda a humanidade depois do Dilúvio. Por isso, vale também para toda a sua descendência.
Engloba o pacto anterior feito com Adám e Chavá.

 

● Código Noaítico.
O mesmo que As Leis Noaíticas.
“Um código divino de conduta” (disse o Rebe).

 

● Benêi Noach (formas alternativas: Bnei Noach; B’nei Noach) (בני נח).
Hebraico. Literalmente, Filhos (Descendentes) de Noá. 1. Os filhos biológicos de Noá e Naamá (Shem/Sem, Chám/Cam e Yáfet/Jafé). 2. Todos os descendentes de Noá (em todos os lugares e em todas as épocas) — a humanidade=noaídas/noaítas. 3. Os filhos espirituais (i.e., os seguidores da Fé e das Leis) de Noá = noaítas.

( • Benêi Yisrael.
Hebraico. Literalmente, Filhos (Descendentes) de Israel (Yaacóv). Os judeus.)

 

● Hanoachí (ou, Noachí).
Literalmente, os noaítas, em hebraico. Transliteração hebraica do inglês Noahites.

 

Dicionário online da Língua Portuguesa Noaismo.info

 



 

O uso das palavras noético e noética para aquilo que refere-se à Noá e seus descendentes e às Mitsvót Universais é absolutamente inadequado e errado. É uma distorção do seu significado.
Noético, noética, noeticamente e noetical são palavras que existem de fato, mas que NADA tem a ver com os Bnei Noach. Estas palavras (noético, noética, noeticamente, noetical) são derivadas de noese, do grego noésis.
A raiz de noético e noética NÃO é (nunca, jamais) o nome do indivíduo bíblico da história do Dilúvio, Noá, antes, a raiz de noético e noética é noese. Em inglês, Noetic, de noesis.
Daí que se fala nos “estudos noéticos”, na “ciência noética”, nos “cientistas noéticos”, no “caminho noético”, e até no “mito noético” (https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/12/site-bnei-noach-a-ciencia-noetica/ ; https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/12/site-bnei-noach-os-cientistas-noeticos/ ; https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/12/site-bnei-noach-o-mito-noetico/). Porém, como já explicado, nem uma dessas expressões têm qualquer relação com Noá, seus descendentes, e suas mitsvót.

Exemplos do uso – CORRETO – da palavra “Noético(a)”, em:
O Caminho Noético, da historiadora e professora Juliana Leonardi, 2007.

Portanto, em relação à Noá e às 7 Leis, NÃO existe “leis noéticas”, “movimento noético”, … . Como foi explicado acima, noético e noética referem-se à noese.

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Veja mais explicações em

https://a-fe-original–noaismo.info/2018/03/09/site-bnei-noach-leis-noaiticas/

E em

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/08/05/site-bnei-noach-definicoes-da-expressao-bnei-noach/

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No mês de aniversário do Projeto Noaísmo Info, uma nova página, graças a D’us.

Confira:

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Bnei Noach, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

Bnei Nôach, uma religião?

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(Atenção:
Nas palavras transliteradas, o “ch” tem som de “RR”. Exemplo: Nôach.

Nas palavras transliteradas, o “sh” tem som de “CH”. Exemplos: Bereshít; Hashém.)

 

Bnei Noach é religião?

Perguntas E Respostas

 

É o movimento Bnei Nôach uma religião – uma nova religião? É o movimento Bnei Nôach uma religião para não-judeus criada por rabinos?

 

Por Rabi Moshe Genuth (Chabad)

 

Em nossos tempos, o Rebe de Lubavítch – Rabí Menachem Mendel Schneerson – trouxe as leis dos Bnei Nôach (Filhos de Noá) à vanguarda de nossos esforços por trazer a paz definitiva e a prosperidade ao povo judeu e ao mundo inteiro. Repetidamente o Rebe explicou que o mundo está preparado para aceitar a responsabilidade destas leis e de renovar o pacto feito entre Nôach (Noá) e o Todopoderoso depois do Dilúvio, como lemos em Bereshít/Gênesis.

As Leis dos Bnei Nôach NÃO são outra religião que os judeus estão tentando encorajar os não-judeus a aceitar. Decerto, elas não são de forma alguma uma religião, mas sim uma estrutura para criar um mundo melhor, uma humanidade melhor baseada na união da qual cada ser humano pode desfrutar com seu CRIADOR.

Mesmo que práticas à primeira vista, em geral o pacto de Nôach é baseado em princípios cujo valor e importância para criar uma sociedade justa e moral são facilmente reconhecidos pela maioria, se não por todos os povos do mundo em nossos dias.

Mas os princípios destas leis são diferentes de qualquer conjunto de leis racionais que podem ser estabelecidas por um tribunal da atualidade, porque foram estabelecidas pelo PRÓPRIO CRIADOR e entregues a nós como a base para SEU relacionamento com a humanidade como um todo.

Para além de seus aspectos positivos, o renascimento espiritual que o mundo experimenta hoje tem produzido o que se descreve como um choque de civilizações, cujo final não pode ser previsto. Em vez de incentivar a paz, a compreensão e a tolerância, as diferentes atitudes e alegações que cristãos e muçulmanos propõem em relação ao CRIADOR estão ameaçando causar uma tremenda confusão. Este é exatamente o tempo para que o povo judeu cumpra com sua missão como povo escolhido por Hashém e, junto com os não-judeus que já adotaram e se comprometeram com as leis dos Bnei Nôach, se dedique a propagar a mensagem destas leis e oferecer esperança, na forma de um pacto verdadeiramente universal entre o homem e Hashém, de uma nova era que pode emergir sobre todos nós.

O Rebe de Lubavítch imputou sobre seus irmãos e irmãs judeus a necessidade e obrigação de serem receptivos às necessidades espirituais dos não-judeus, até chegarem aos seus corações com A Verdade. Por conseguinte, a maioria dos centros Chabád Lubavítch estão procurando ensinar aos não-judeus como serem Bnei Nôach ao mesmo tempo em que os conecta com a autoridade de Torá local para propiciar seu crescimento contínuo e feliz.

De acordo com o Rebe, trazer as sete leis dos Bnei Nôach para o mundo gentio é um dos esforços mais valiosos para todos os judeus.

 

[E o próprio Rebe nunca disse que ‘os não-judeus receberam de D’us uma ou alguma religião (práticas religiosas ou rituais)’, e sim que “as nações do mundo receberam um código Divino de conduta, as Sete Leis Noaíticas.”

O Rabi Maimônides legisla que uma das Leis Divinas Universais é: “Não se deve permitir dar origem a alguma religião.”]

 

Por Rabi Moshe Genuth (Chabad)
© Rabi Moshe Genuth

Rabi Moshe Genuth é o editor em inglês do livro Kabbalah and Meditation for the Nations do Rabi Yitzchak Ginsburgh (Instituto Gal Einai Israel).

Traduzido do espanhol por Noaismo.info © Noaismo.info

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MAS…

Se Bnei Nôach não é uma religião, significa isso que os Bnei Nôach não tem obrigação de acreditar em D’us e de orar para D’us?

Será que acreditar em D’us e orar para ELE torna o movimento Bnei Nôach uma religião?

O Rebe responde estas perguntas. Veja em:

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Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

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Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

 

Você sabia que existem Mandamentos exclusivamente JUDAICOS, ou seja, que são apenas para os judeus (ou, em outras palavras, que são proibidos para os Bnei Noach)?

Você sabia que as Leis de Noá não são somente Sete? Você sabia que as Leis Noaicas chegam no mínimo a 100? Você sabia que muitos dos 613 mandamentos da Torá são subdivisões ou ramificações das Sete Leis?

Você sabia que existe um limite de até onde um noaíta pode ir no cumprimento de mitsvót? E que esse limite foi estabelecido pelo PRÓPRIO D’us, Hashém, e não por algum humano?

 

“Prestem muita atenção:

[(Conforme exposto pelo Rambám e pelo Rebe, e também pelo Shulchan Aruch Bnei Noach — o livro The Divine Code da AskNoah)]

Além de nossas 7 leis [literais,] nós [Bnei Noach] podemos cumprir qualquer mandamento da Torá [que são] derivações [ou extensões] delas (das 7 leis) em todos os seus detalhes, desde que seja lógico ou proporcione um benefício tangível para a sociedade, para si mesmo ou para o mundo como um todo(*.”

* Este é o caso, unicamente, do tipo de mandamentos chamados Mishpatím.)

Extraído do Curso das Leis Noaíticas da Ieshivá Pirchéi Shoshaním.

 

O Rabi Ariel Groisman (que tem seus vídeos sobre Bnei Nôach postados no site do Chabad) explica o significado de: “podemos cumprir qualquer mandamento da Torá” e destemidamente exorta-nos:

“Não podemos cumprir aqueles mandamentos que são exclusivos e identificadores do povo judeu (os Edót), por exemplo: FESTIVIDADES, SHABÁT, TALÍT, TEFILÍN, MICVÊ, TSITSÍT, etc.
Se vão imitar os judeus, façam-no com respeito (aos Mishpatím: )à solidariedade, caridade e justiça social que eles praticam, e com respeito à perseverança no estudo da Torá.
Se deseja imitar o povo judeu, faça-o com respeito a estudar e ensinar os valores da Torá, e os atos de justiça social e beneficência. Eles fazem isso. Imite-os.”

 

O Rabi Ariel Groisman é Rabino do Centro de Estudos do Gran Templo Paso de Buenos Aires, Argentina, e co-fundador e co-diretor do centro noajidas.org, um Centro de Estudos virtual e físico dos Sete Princípios Universais.

http://www.noajidas.org

 

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2018/04/02/o-modo-de-vida-dos-bnei-noach/

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/03/27/exceto-as-sete-leis-de-noe-pode-um-nao-judeu-observar-mitsvot/

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/08/01/maimonides-e-os-bnei-noach/

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/02/noaitas-e-os-613-mandamentos-judaicos-divinos-ou-a-criacao-de-ritos/

https://a-fe-original–noaismo.info/2018/05/06/nao-recebemos-nenhum-merito-por-observar-mandamentos-que-nao-nos-sao-pertinentes/

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