A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Judaísmo

O Judaísmo Rabínico é autêntico?

A Fé Original: Noaismo.info

O Site de Bnei Noach do Brasil

 

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O Judaísmo Rabínico é autêntico?

Reflexões sobre a Torá viva

 

O que realmente significa ser fiel a si mesmo e às origens?

 

Por Professora Yael Shahar

 

O Povo do Livro (Não escrito)

Considerando o lugar de destaque da Torá escrita em nossos rituais comunais, muitas vezes surpreende aqueles que conhecem os judeus apenas como “o povo do Livro” que a maior parte da observância judaica não se encontra na Torá escrita. Pelo contrário, a lei judaica é a lei casuística, ou “jurisprudência”, construída ao longo de séculos de circunstâncias e respostas. A compilação quintessencial da lei judaica não é a Torá escrita, mas o Talmúd, um compêndio do tamanho da Enciclopédia Britânica que sintetiza 800 anos de discussões, argumentos, contos populares e até mesmo humor sobre o caminho certo para viver, como nação e como indivíduos.

E o Talmúd, por sua vez, esteve mergulhado por 15 séculos de discussões e respostas às circunstâncias em mudança, até os dias atuais. Assim, pode-se dizer que a Torá escrita é a base da lei judaica, da mesma forma que a Constituição Americana é a base da lei americana.

O que é o “judaísmo autêntico”

O judaísmo que conhecemos hoje — o judaísmo rabínico — seria irreconhecível para um judeu que vivia no tempo dos juízes. Aliás, o mesmo se aplicaria à lei judaica durante a Monarquia Davídica; também poderia ser irreconhecível para aqueles que estavam no Sinai.

Há aqueles que argumentam que este processo de reinterpretação contínua tornou o judaísmo de nossos dias menos “autêntico” do que o dos tempos dos nossos antepassados. Parece haver uma suposição implícita de que a Lei Judaica representada pela Torá escrita é de alguma forma mais autêntica do que a lei rabínica posterior.

Por trás deste argumento está a premissa de que “os rabinos” tinham segundas intenções que os motivou a se desviar da Torá escrita. E, no entanto, não é realmente possível atribuir segundas intenções aos Tanaím – os sábios e gigantes espirituais do período da Mishná – ou Amoraím – do período da Guemará –, simplesmente porque eles nunca representaram uma instituição unificada; a habilidosa redação do Talmúd apresenta uma imagem de unidade que nunca existiu de fato. Os sábios citados no Talmúd representavam diferentes grupos e subgrupos, alguns dos quais ficaram pelo caminho, enquanto outros ganharam o dia.

A lei rabínica é simplesmente a evolução das normas judaicas sobreviventes, incluídas as normas não escritas que se entrelaçaram com a lei escrita, e até podem tê-la precedida. Halachá incorpora não apenas um código religioso, mas também a lei civil, e durante a maior parte da história judaica, continuou funcionando como tal. As comunidades judaicas eram socialmente e legalmente autônomas, e viviam segundo suas próprias leis dentro dos impérios não-judeus maiores. Enquanto elas eram limitadas em alguns aspectos, eram autogovernadas em outros.

Embora grande parte da legislação discutida no Talmúd fosse inaplicável no exílio, sua legislação civil evoluiu para um sólido sistema econômico e social. De fato, uma das coisas mais fascinantes sobre o Talmúd (tal como é atualmente impresso) é que você pode realmente traçar a evolução do nosso atual sistema jurídico judaico lendo “do centro para a periferia” da página impressa: da Mishná para Guemará para Tosafót e comentários posteriores. Bases de dados modernas de responsas, como o Sefaria.org, lhe permitem continuar o processo além dos limites da página escrita, com responsas que chegam até os dias atuais.

A crescente Árvore da Vida

Tudo isto é para dizer que a halachá é um sistema vivo, que respira. Não é por acaso que a Torá é chamada de “árvore da vida”; ela cresce, ainda que lentamente, em resposta às circunstâncias em mudança. Voltando à analogia da lei constitucional dos EUA, podemos realmente dizer que a lei dos EUA não é “autêntica” a menos que descartemos todas as emendas e retornemos à Constituição “pura”?

Em outras palavras, admiramos a “autenticidade” das crianças. Mas o adulto é menos autêntico, simplesmente porque ele tem se adaptado às inúmeras circunstâncias que a vida tem colocado em seu caminho? Alguém diria que a criança é mais autêntica do que, digamos, um estudioso que tem passado toda a sua vida aprendendo e crescendo em seu campo, ou um músico que tem passado toda a sua vida aperfeiçoando sua arte?

Da mesma forma, o judaísmo tal como existe hoje em dia é uma cultura mais madura, tendo lidado com as vicissitudes do exílio e da falta de habitação. Não é menos autêntico do que o dos nossos ancestrais distantes. É o produto das mesmas forças que nos criaram, assim como o judaísmo de nossos ancestrais foi um produto das forças que os moldaram e definiram. Dizer que nosso judaísmo é menos autêntico por se adaptar ao seu entorno é um pouco como dizer que um pardal é menos autêntico que um velociraptor!

O Contrato com a Eternidade

Além do mais, se acreditamos que D’us tem algo a ver com nossa história, devemos ver que a Torá é dada continuamente pela mesma mão que coloca estes desafios em nosso caminho e exige que nos adaptemos a eles. A parte mais radical da frase “Torá miSinai” — Torá do Sinai — não é a noção de que a Torá foi dada de uma vez por todas. Em vez disso, é que, ao aceitar a Torá, concordamos, como nação, em nos associarmos a algo fora de nós mesmos e sermos moldados por essa força, para melhor ou para pior.

Esta é uma forma de parceria muito diferente à do Contrato Social, pelo qual os indivíduos desistem voluntariamente de certos direitos em troca de segurança. No nosso caso, concordamos em nos render, não nos direitos, mas na vontade nacional, e o fizemos cegamente, confiando em que a outra metade da parceria sabe o que está fazendo. Esta pode ser uma das razões pelas quais damos tanta ênfase ao livre-arbítrio no nível individual — porque no nível social, nós nos rendemos quase que totalmente, tendo concordado em seguir as regras que aceitamos com fé cega.

Podemos dizer que a sociedade moldada pelo nosso respeito por essas regras é inautêntica? Nós, como o músico que foi moldado por sua arte, ou o estudioso por seu aprendizado, somos o produto do que temos produzido, sob orientação da circunstância. Nós temos honrado nossa parte da Torá permitindo que ela nos molde como uma nação. Porém, ela tem sido moldada por nós também.

Para as nações, como para os indivíduos, as vicissitudes da vida são parte daquilo que nos torna quem somos; nós internalizamos suas lições e as tornamos parte de nós. Não é que nos afastamos de quem éramos — é que crescemos para abranger cada vez mais o nosso entorno. Ao fazer isso, não nos tornamos “outros”. Pelo contrário, nos tornamos “mais”.

 

Por Professora Yael Shahar

© Yael Shahar

Traduzido do inglês por Noaismo.info

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Bnei Noach

Que tipo de livro é a Bíblia (Torá)?

A Fé Original: Noaismo.info

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“Toda a Torá foi dada para tornar este mundo físico um lugar espiritual e harmônico.” — Rabi Eli Levy (Chabad)


 

 

Que tipo de livro é a Bíblia (Torá)?

 

Por Rabi Eli Brackman (Chabad)

 

Nos últimos anos tem havido uma enorme quantidade de livros sobre a Bíblia que servem como guia para diferentes áreas da vida e perspectivas.

É possível encontrar livros sobre a Bíblia como literatura, Bíblia como arqueologia, Bíblia como poesia, Bíblia como história, Bíblia como filosofia, Bíblia como código para a ciência política e Bíblia como guia para a sabedoria nos negócios.

Em um livro muito intrigante do rabino Jonathan Sacks, The Home that we Build Together (O Lar que Vamos Construir Juntos), ele argumenta que a Bíblia Hebraica pode ser usada como um livro de texto sobre como construir uma sociedade multicultural bem-sucedida no século 21 no Reino Unido.

Similarmente, no livro Jewish Wisdom for Business Success: Lessons from the Torah and Other Ancient Texts (Sabedoria Judaica para o Sucesso nos Negócios: Lições da Torá e Outros Textos Antigos), o rabino Levi Brackman argumenta que os textos antigos da Torá podem servir como uma fonte de sabedoria e perspicácia sobre como ter êxito nos negócios.

Enquanto a sabedoria da Torá pode ter algo a dizer ao mundo contemporâneo da política e dos negócios, isto não é essencialmente o que a Torá é e pode levar a interpretações errôneas.

A Torá é essencialmente um trabalho espiritual destinado a aproximar uma pessoa de D’us e assegurar a vivência de uma vida ética e moral entre essa pessoa e sua família e vizinhos.

Isto é indicado no Mishnê Torá do rabino Maimônides (1138-1204), leis de Chanucá (Ch. 3), onde ele afirma que o propósito da Bíblia Hebraica é trazer paz ao mundo.

Para ser claro isto não significa que este é um trabalho sobre a resolução de conflitos a nível geopolítico, mas principalmente sobre a paz entre vizinhos e a harmonia familiar.

Toda a Torá é para este propósito — trazer paz entre uma pessoa e outra.

As histórias da Torá devem ser vistas de maneira similar. Não é um livro de história ou política — deve-se ver a Torá como um texto relevante para o desenvolvimento pessoal e espiritual da pessoa.

No pacto do Monte Sinái os judeus aceitaram um sistema de lei, social e espiritual, ao qual foram obrigados, além das leis universais da sociedade.

O D’us da Bíblia Hebraica é a fonte da moralidade e a Bíblia é o código de ética absoluto. “A Torá é o Ensinamento DIVINO para o povo judeu e para a humanidade.” A Bíblia Hebraica ensina como o indivíduo pode se aproximar de D’us e se tornar um ser humano mais espiritual e moral.

A Torá não é um livro de política ou história, mas de ensinamentos morais para a própria vida pessoal.

 

© Rabi Eli Brackman

Traduzido do inglês por Noaismo.info

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Você sabia que a Bíblia (Torá) tem uma mensagem para você, não-judeu?

Se você ainda não conhece esta mensagem, para conhecê-la, acesse

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/07/05/as-sete-leis-de-noe-o-movimento-bnei-noach-a-espiritualidade-dos-nao-judeus-pdf/

Neste post você também pode baixar a matéria dele em PDF.

 

Dedicado a Natan S. O., e em homenagem ao Rebe anterior (o sexto Rebe de Lubavitch), Rabi Yosef Yitschak Schneersohn.

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Bnei Noach

Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

A Fé Original: Noaismo.info

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

Doze homens em conflito

 

Prezados leitores:

Aqueles que me lêem há alguns anos sabem que minha Parashá favorita é a dos espiões.

Doze homens justos, estudiosos e intelectuais. Os melhores do povo.

Mas o pecado deles foi grave, tão grave que impediu todo o povo de entrar na terra de Israel por 40 anos.

O que não está claro é:
Qual era a proposta alternativa dos espiões para a entrada na terra de Israel? Voltar ao Egito era o melhor a fazer? Viver no deserto eternamente?

Eles estavam cômodos no deserto com tudo sem esforço, o maná caía do céu, as roupas estavam limpas pelas nuvens de glória, estudavam Torá direto de Moshé. Para que mudar?

Entrar na terra de Israel implicava pegar em armas para conquistá-la, arar para obter alimento, tear para (fabricar) roupa. Quando eles teriam tempo para estudar Torá? Vivamos no deserto e estamos no paraíso.

O erro foi que esta não é a vontade de Hashém, ELE quer que nós estejamos ativos na terra, no mundo.

Para nós: Não pensemos que a vida espiritual ideal é estar recluso em uma montanha meditando e orando, Hashém quer que nós estejamos “envolvidos” no mundo e consigamos trazer a espiritualidade para a terra através do trabalho honesto e das boas ações.

Rabi Eli Levy

Por Eli Levy (Chabad)
© Jabad.com (Chabad)

Traduzido do espanhol por Noaismo.info: © 2015-2019 Noaismo.info

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A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Judaísmo

A existência de um povo que prova a existência de D’us

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Você já parou para pensar no como e no por que o povo judeu existe até hoje (existe há 4.000 anos)?

 

É a existência de um povo que prova a existência de D’us.

 

Veja em

 

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/04/22/o-povo-de-dus/

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

 

A fé da liberdade

 

Estimados Leitores:

Estamos a poucos dias da festividade judaica de Pêssach, a festa da liberdade.

Pêssach também é chamado Chag Hamatsót, a festa de matsá.

Esse biscoito seco que nos recorda anos de escravidão e séculos de exílio. O pão da aflição e o pão da fé.

Qual é a relação entre a liberdade e a fé?

Escravos do Faraó fomos e passamos a ser escravos de Hashém.

[O que hoje aprendemos disto é que] o Faraó é o mundo cruel, a dura lei da rua, a lei do mais forte. A servidão a Mitsráim são as tentações que nos dominam, as preocupações que não nos deixam dormir, os problemas que não podemos superar.

Quem é escravo de Hashém tem fé absoluta que tudo vem de Hashém. Quem tem fé não tem preocupações, tem esperanças, não tem problemas, tem desafios, não tem tentações, tem superações. Quem tem fé vê na fria estrada uma oportunidade para trazer luz e calor, vê no mundo cruel uma chance para melhorá-lo.

A “matsá” da fé é a que nos dá a força para sermos realmente livres.

Por Rabi Eli Levy
© Jabad.com (Chabad)

Traduzido do espanhol por Noaismo.info: © 2015-2019 Noaismo.info

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Qual é a maior diferença entre o conceito judaico de D’us e o conceito cristão de Deus?

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Qual é a maior diferença entre o conceito judaico de D’us e o conceito cristão de Deus?

 

Existem inúmeras diferenças fundamentais entre o judaísmo/noaísmo e o cristianismo.

O site Noaismo.info entende que a maior e mais importante diferença entre o conceito judaico de D’us e o conceito cristão de Deus é que, segundo o cristianismo, de acordo com o seu próprio fundador, Jesus, e com o próprio Evangelho, “Deus é espírito”. Ensina o chamado “novo testamento” que Jesus, depois de morto, “entrou no próprio céu para aparecer perante a pessoa de Deus.”

“Deus é uma Pessoa espiritual, o que significa que [ele] tem um corpo espiritual. Deus como indivíduo, como Pessoa com um corpo espiritual, tem um lugar de residência, e assim não pode estar em qualquer outro lugar ao mesmo tempo.

Deus é uma pessoa, um indivíduo, tanto quanto Jesus. E os cristãos, quando finalmente viverem no céu, verão Deus e também serão semelhantes a ele, mostrando que Deus é realmente uma pessoa e tem um corpo, bem como determinado lugar para estar” e viver, um lugar literal chamado “céu”.

Em contraste, o Rabi David Aaron explica que “‘Deus” é uma palavra de origem latina não encontrada na Bíblia original [a Torá], em hebraico. O nome na Bíblia que infelizmente foi traduzido como “Deus” é o tetragrama impronunciável escrito em português como Y/H/V/H — derivado das palavras em hebraico que significam “foi”, “é” e “será”.” Chamamos a abreviação Y/H/V/H de Hashém, termo hebraico que literalmente significa “o Nome”. Mas também é comum no judaísmo e no noaísmo a utilização da expressão hebraica En Sof — literalmente “O SEM FIM”, i.e., “O UM TODO-INFINITO” ou “O ILIMITADO” ou “O INTERMINÁVEL” — para denotar D’us. O Rabi David Aaron segue explicando que “o tetragrama Y/H/V/H sugere A PRESENÇA INFINITA, A REALIDADE SUPREMA, A Origem de toda a existência.

Ainda assim, a maioria das pessoas pensa que D’us é um ser — como você e eu, mas todopoderoso — e que, como nós, existe nesse mundo. Mas a Torá ensina que D’us não é um ser que existe na realidade. Hashém não existe na realidade — Hashém é A Realidade. Nós não somos a realidade. Nós existimos na realidade,  nós existimos em Hashém, dentro da realidade que é Hashém. Para encontrar D’us, você tem de se perguntar “Onde estou?” e não “Onde está D’us?”. D’us [O D’us da Torá, O D’us de Israel] não está em nenhum lugar específico. D’us é o lugar e é todos os lugares. Nós vivemos em D’us. D’us é o lugar em que existimos, a realidade dentro da qual existimos. [Por isso,] Hashém (“D’us”) não é masculino nem feminino, não é uma pessoa e não se parece com uma pessoa. Hashém não é equivalente a nenhum ser humano. Hashém (“D’us”) é A REALIDADE SUPREMA e INFINITA — Aquilo que abarca todo tempo, todo espaço e todo ser.”

Portanto, segundo o judaísmo e o noaísmo, como explica o Rabi Aryeh Kaplan: “D’us está tão elevado acima de nós (humanos) que é completamente impossível compreendê-LO de qualquer maneira. A essência de D’us não pode ser apreendida nem pelo pensamento.”

Porém, isto não é tudo. Mais do que “D’us ser incompreensível (a nós, humanos), nem sequer os anjos mais elevados e nem sequer os seres espirituais mais elevados podem compreender a verdadeira essência de D’us. Portanto, D’us PRÓPRIO é [inimaginável,] incognoscível, indescritível e inonimado.”

“Até mesmo o tetragrama que é chamado de “nome próprio” de D’us é apenas uma alusão, porque estamos nos referindo à REALIDADE ABSOLUTA, ORIGINAL e INFINITA que simplesmente foi, é e sempre será. Algo tão vasto e abstrato não cabe em qualquer imagem ou conceito.

Não compreendemos — na verdade, não podemos entender — Hashém, mas podemos ter — e já temos — uma relação com Hashém.” Diz-nos o Rabi David Aaron.

Em vista disto tudo, não é à toa que mesmo as pessoas que pensam em D’us como alguém, como um indivíduo, questionam: “Mas como é possível ele ser todopoderoso e saber todas as coisas e ainda não ter tido um começo (se ele é só uma pessoa)?”

Mas quando elas finalmente aprendem que D’us, Hashém, é EN SOF, O INFINITO — O TODOINFINITO —, então estes questionamentos se dissipam.

 

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/11/19/a-nao-espiritualidade-de-dus/

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/07/01/dus-e-os-anjos/

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/03/19/grandiosidade-de-dus-ou-infinitude-de-dus/

 

Por Noaismo.info

https://a-fe-original–noaismo.info/copyright/

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Bnei Noach

A Guerra Final

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Haverá a Guerra do Armagedom?
Haverá a Guerra de Gog e Magog?

A Guerra Final

 

Por Rabi Tzvi Freeman (Chabad)

 

Algumas pessoas estão à espera de uma guerra final, apocalíptica.

Mas a guerra final é travada
não nos campos de batalha,
nem no mar,
nem nos céus acima.

Tampouco é uma guerra entre líderes ou nações.

A guerra final é travada no coração de cada ser humano,
com os exércitos de suas ações neste mundo.

E com uma simples decisão:
Estou aqui para ser engolido vivo por essa confusão sem sentido?
Ou estou aqui para iluminar (o mundo)?

 

Por Rabi Tzvi Freeman (Chabad)

© Chabad.org
Traduzido do inglês por Noaismo.info. © 2015-2019 Noaismo.info

https://a-fe-original–noaismo.info

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