A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo, PDF

Um alerta especialmente para os judeus (Cuidado com os autointitulados judeus messiânicos)

A Fé Original: Noaismo.info

Um Site Bnei Noach

 

B”H

 

Um alerta do site Noaismo.info especialmente para os judeus
(as informações a seguir também são úteis para os não-judeus):

Cuidado com os autointitulados “judeus” messiânicos

 

Por Noaismo.info (baseado em Jews For Judaism)

 

Você sabia que existe um ramo do cristianismo cujos adeptos não se dizem cristãos, cujos adeptos se dizem judeus, e mais ainda, cujos adeptos se dizem judeus que encontraram e aceitaram o mashíach (messias)? Pois é, existe esse ramo do cristianismo sim. E o que é pior, esse ramo do cristianismo se autoapresenta como judaísmo messiânico.

A questão é, se existe um judaísmo messiânico, esse judaísmo é o próprio judaísmo autêntico, ou seja, aquilo que hoje é chamado de judaísmo ortodoxo. Se existem judeus messiânicos, os verdadeiros judeus messiânicos são os judeus autênticos (lê-se, os judeus ortodoxos). Isso é assim porque o judaísmo ensina a vinda do mashíach e todos os judeus a aguardam. Mas, para criar confusão entre judeus e não-judeus, um certo ramo de cristianismo teve a audácia de se autointitular e se apresentar para o mundo como o judaísmo messiânico, e seus adeptos como os judeus messiânicos. Por isso, cuidado com os autointitulados judeus messiânicos.

A cada ano, 1.000 grupos missionários cristãos evangélicos hebraizados (ou cristãos hebraístas) gastam mais de 300 milhões de dólares visando o povo judeu em todo o mundo, apresentando-se como judeus, para atrair judeus para a conversão. Nos últimos anos, estes grupos missionários conseguiram converter 350.000 judeus em todo o mundo. Eles apresentam o cristianismo sob o disfarce de judaísmo por chamarem seus clérigos ou pastores de “rabinos” e suas igrejas evangélicas de “sinagogas messiânicas”, por chamarem Jesus Cristo de Yeshua HaMashiach e o Novo Testamento de Brit HaChadasha, que significa Nova Aliança, por chamarem sua religião cristã de Judaísmo Messiânico, por não usarem a cruz e usarem símbolos judaicos, e por usarem nomes hebraicos e cantarem canções judaicas tradicionais. Esse ramo do cristianismo, o cristianismo hebraizado ou hebraísta (a que podemos chamar também de yeshuanismo), é composto por cristãos evangélicos. A igreja católica romana não pratíca mais a conversão de judeus.

Denominando a si mesmos de judeus para Jesus, cristãos hebreus, judeus messiânicos, eles celebram as festas judaicas com uma interpretação cristã. Eles realizam os serviços de Shabát, e usam kipá, talít e tsitsít para criarem a impressão de que um judeu pode ser cristão e ainda manter sua identidade judaica. Usando os Rolos da Torá, a iluminação das velas de Shabát (recitando as bênçãos — as bênçãos das velas de Shabát iniciam o dia de se fazer o Shabát), Kidúsh (bênção que inicia o ritual do Shabát) e Hamôtsi (bênção das duas chalót)*, eles fazem com que os judeus não afiliados se sintam confortáveis e bem-vindos em suas igrejas, pois eles sabem que qualquer judeu, mesmo um não afiliado, se sente desconfortável em uma igreja típica (um culto estranho para um deus estranho).

* Daqui depreendemos o motivo dos gentios ex-messiânicos quererem judaizar o movimento Bnei Noach. Eles permanecem judaizados pensando que não há problemas em manterem os rituais judaicos uma vez que já não acreditam mais em Jesus (Yeshua) e nem utilizam mais o seu nome nas bênçãos. (E a questão que surge quanto a isso é: mas se AGORA também sabem que não são judeus, que nunca foram, por que mantêm — querem manter  — os rituais judaicos?)

 

Assim, tais igrejas realmente conseguem a façanha de fazerem não-judeus ignorantes do judaísmo pensarem que são judeus e de fazerem judeus igualmente ignorantes do seu próprio judaísmo pensarem que AINDA* são judeus. Um judeu ex-cristão hebraizado (que abandonou esse ramo do cristianismo depois de uma reunião com o Rabi Dr. Jacob Immanuel Schochet, do Chabad, que também foi o primeiro rabino supervisor da Ask Noah International) admite:
“Os únicos judeus que pareciam aceitar Jesus como o Messias eram judeus ignorantes do judaísmo.” E, “fui forçado a admitir que nem um único judeu dentre as pessoas que afirmavam ser judeus messiânicos jamais soube o que era o judaísmo autêntico.”
Geralmente, tudo o que os judeus ignorantes do judaísmo sabem é que Jesus foi judeu e que os judeus não acreditam em Jesus.

* Segundo a Torá, o nascido de mãe judia que se converte para outra religião deixa de ser judeu.

 

Esses missionários cristãos hebraizados são tão obcecados por quererem converter judeus que recentemente nos EUA e no Canadá eles se apresentaram como judeus ortodoxos e se infiltraram nas sinagogas.

Os missionários cristãos hebraizados podem alegar que existem mais de 300 “provas” bíblicas de que Jesus, chamado por eles de Yeshua, é o mashíach. Um exame cuidadoso dessas passagens, no contexto (e dentro da sua essência natural — judaica), imediatamente refuta esta alegação. Algumas dessas passagens são baseadas em traduções incorretas, a maioria são citadas fora de contexto e são baseadas em raciocínio circular, e algumas são realmente baseadas em textos totalmente fabricados. Assim, 300×0 ainda é 0!

É interessante notar que atualmente quase todos os teólogos cristãos admitem o fato de que o cristianismo original (de quase 100 anos antes da era civil) nasceu dentro do judaísmo e de que Jesus e seus discípulos eram inicialmente todos judeus (eles foram educados segundo as linhas judaicas e se consideravam judeus). Alguns poucos rabinos e judeus afirmam que Jesus é uma mitologia, que ele não existiu de verdade, que ele não foi uma pessoa histórica, e, parcialmente, eles estão corretos (levando em conta que o Jesus eclesiástico do primeiro século da nossa Era realmente não existiu, pois o Jesus em que ele foi baseado, o verdadeiro Jesus, nasceu em 90 antes da nossa Era e morreu em 54 antes da nossa Era. O cristianismo romano modificou a sua data de existência*) (veja:
https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/20/a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo/ ).

* Por isso não há historiadores do primeiro século da nossa Era que falam da existência desse Jesus.

 

Por fim, temos a intrigante questão: o cristianismo (não importa qual o ramo, se é o hebraizado ou não) é idolatria? Há um consenso entre todos os judeus de todas as épocas de que PARA um judeu o cristianismo é sim idolatria. Porém, não há um consenso sobre se o cristianismo é idolatria para os próprios não-judeus. A verdade é que alguns rabinos dizem que sim, que o cristianismo é idolatria mesmo para os gentios, e que alguns rabinos dizem que o cristianismo NÃO é idolatria para os gentios*. Como resolvemos este impasse? Com a verdade de que não importa se o cristianismo (ou, na verdade, qualquer religião gentílica) é ou não é idolatria para os gentios, o fato é que todas e quaisquer religiões são invenções dos próprios humanos (portanto, mentiras, falsidades e enganações — ainda que possuam nelas algum elemento da Verdade) (e não se deve dar origem à religiões, diz-nos Rabi Maimônides) e todos os humanos devem seguir apenas os Mandamentos que O PRÓPRIO D’us do judaísmo, Hashém, deu na SUA Palavra, na Torá, para toda a humanidade através de Moshé no Sinái em 2448 desde a Criação (a Única, portanto, a Verdadeira Revelação Divina). Assim, não importa se alguma religião gentílica ensina as chamadas Sete Leis de Noá (Noé) (do mesmo modo como mencionam os Dez Mandamentos) e se os seus adeptos seguem-nas (porque são ensinamentos de sua religião), isso não é Noaísmo e esses religiosos (sejam cristãos ou yeshuanistas, maometistas, ou outros) não são Noaítas (Noahites, no inglês).

* Por causa disso alguns desses rabinos se equivocam em suas próprias palavras e acabam afirmando que um gentio pode ser cristão ou que um cristão não necessita abandonar o cristianismo para servir D’us (como uma boa pessoa). Essas afirmações realmente servem apenas para cristãos desavisados ou desatentos (ignorantes por absoluto de Hashém e da Torá). Quanto a que um gentio pode ser cristão, poder e dever são duas coisas distintas. Qualquer um pode qualquer coisa. Não significa que deva. Então, alguém pode ser cristão mas isso não significa que deva ser cristão. Que qualquer pessoa pode ser um bom cristão, qualquer pessoa de qualquer religião, ou sem religião, pode ser uma boa pessoa. Que bons cristãos (mesmo sendo cristãos) serão recompensados (por suas boas ações) por Hashém, quaisquer boas pessoas de todas as religiões, ou sem religião, serão divinamente recompensadas por suas boas ações.
Boas ações não tem nada a ver com princípios de fé corretos.

 

Nós, do site a-fe-original–noaismo.info, declaramos que somos Noaítas (Bnei Noach, no hebraico), que seguimos o Noaísmo, portanto, não-judeus que devotam Hashém cumprindo SUAS Mitsvót Universais. Não somos cristãos nem somos cristãos hebraizados/hebraístas ou yeshuanistas nem maometistas. Não acreditamos em Jesus ou Yeshua nem em Muhammad (Maomé) ou em quaisquer outros falsos profetas. Não acreditamos no novo testamento ou brit hachadasha nem no Alcorão ou Quran ou em quaisquer outros livros dos outros falsos profetas.

 

Por Noaismo.info (baseado em Jews For Judaism)

 

O site Noaismo.info tem o prazer, o orgulho e a honra de apresentar à Comunidade Judaica de Língua Portuguesa o Panfleto:
Sete Respostas Para os Messiânicos.

Acesse o link abaixo para baixar gratuitamente o panfleto no formato PDF 

7 Respostas para os Judeus Para Jesus (Jews For Judaism_Noaismo.info)

Padrão
A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo

É dezembro, e isso significa…

B”H

 

A Fé Original: Noaismo.info

Um Site Bnei Noach

 

 

Estamos no mês civil de Dezembro. Isso significa que estamos no tempo de destacarmos as seguintes matérias:

 

Saudações de Fim de Ano

https://a-fe-original–noaismo.info/2018/12/05/saudacoes-de-fim-de-ano/

 

A verdadeira história de Jesus e do cristianismo

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/20/a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo/

 

Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

https://a-fe-original–noaismo.info/2018/06/12/qual-e-a-atitude-judaica-com-relacao-a-jesus/

 

e

A Principal Função do Mashíach

https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/06/a-principal-funcao-do-mashiach/

 

Padrão
A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo

Boas Qualidades

A Fé Original: Noaismo.info

Um Site Bnei Noach

 

B”H

 

Boas Qualidades

 

Disseram nossos sábios:

“Se não há educação, não há Torá.” Os comentaristas explicaram que isto se refere às boas qualidades e à formação ética. Se não há boas qualidades, a Torá não está completa, já que as pessoas não estão refletindo-a bem.

 

Disse Rabi Shemuel bar Nachmaní que é mais importante a educação do que a Torá, já que a educação antecedeu a Torá vinte e seis gerações, como está escrito: “…para cuidar do caminho da árvore da vida”, o caminho se refere às boas qualidades, a árvore da vida se refere à Torá.

 

Disse Elishá ben Abuiá:

“Uma pessoa que realiza boas ações e estuda muita Torá se parece com quem constrói uma casa com pedras nos fundamentos e tijolos acima. Ainda que venha uma corrente muito forte não poderá derrubar a parede. Mas uma pessoa que não pratica boas ações e estuda muita Torá se parece com quem constrói os fundamentos com tijolos e a parte de cima com pedras grandes. Então (vem) um pouco de água e a derruba.”

 

Declara o Talmúd:

“Quem estuda Torá e não cumpre o que estuda, é preferível que não tivesse nascido, já que o principal não é o estudo e sim a prática.” Há muitas pessoas que aparentam ter bons modos, que se conduzem com educação exteriormente para ficarem bem na sociedade, mas que falta-lhes educação interna. A realidade é notada em suas casas, onde se comportam com uma total falta de educação ou boas qualidades.

 

A educação se absorve da Torá e não é simplesmente uma conduta que se exterioriza dizendo perdão ou grato. Existem pessoas “educadas” a quem falta a interiorização, já que estudam Torá mas (na verdade) carecem de Torá.

Ensinamentos do Rabí Ovadiá Yosef.

 

Por © Projeto Har Hamoriáh, Rabi Ashér Cácua, Ieshivá Pirchêi Shoshaním Colômbia.

© Traduzido e editado por Noaismo.info.

https://a-fe-original–noaismo.info/copyright/

Padrão
Bnei Noach

Por que há discordância entre os próprios rabinos sobre a prática noaica?

Bendito é Hashém!

 

Nova página do Site:

 

https://a-fe-original–noaismo.info/por-que-ha-discordancia-entre-os-proprios-rabinos-sobre-a-pratica-noaica/

 

Padrão
A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo, Vídeo

E Todos os Povos se Reunirão a Você

A Fé Original: Noaismo.info

Um Site Bnei Noach

 

B”H

 

E  (na Era Messiânica) Todos os Povos se Reunirão a Você (Povo de Israel)

 

Este é o tema desta mensagem do Rabi David Eddy Khafif, Diretor do Beit Chabad Vila Mariana, S. Paulo, Brasil, igualmente interessante e importante para judeus e não-judeus.

 

Padrão
Bnei Noach, Judaísmo

Mazál tov Rabi Yitzchak Ginsburgh

B”H

 

Bendito és TU, Hashém, nosso Deus, Rei do universo, que é bom e faz o bem.

 

O Site Bnei Noach, A Fé Original: Noaismo.info, humildemente presta a sua homenagem ao Rabi Yitzchak Ginsburgh, Gal Einai Israel, autor do Kabbalah and Meditation for the Nations, pelo seu aniversário na terça-feira, 26 de Novembro de 2019 (28 de Cheshván de 5780).

Que Hashém o abençoe com saúde e vida longa.

Padrão
A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach

Uma Mensagem do Noaíta Aimé Pallière, de abençoada memória

A Fé Original: Noaismo.info

Um Site Bnei Noach

 

 

B”H

 

Uma Mensagem do Noaíta Aimé Pallière, de abençoada memória

 

Desde que D’us existe, Verdade Única e Suprema, nenhuma forma de culto pode ser vazia DELE e o Poder Infinito deve corresponder a cada um que crê conforme a medida de sua fé.

A esse povo de Israel a minha vida se achou consagrada inteiramente[, mas a] história desde autor não é a história de uma conversão propriamente dita. Para o autor do “Santuário Desconhecido” a doutrina filosófica e religiosa do seu mestre Elijah (Elias) Benamózegh fez da missão do povo de Israel a afirmação da unidade espiritual da raça humana. A exposição dessa doutrina acha-se no seguinte apólogo:
“Moshé, um dia, passando solitário no deserto, viu um pastorzinho estrangeiro que, prosternado orava assim em voz alta:
‘Ó Deus! Eu tenho ouvido tanto falar de TI e contam de TI, em volta de mim, tantas coisas maravilhosas! Ó, como eu desejaria conhecer-TE e como eu TE amaria se TE revelasses para mim! Como eu tomaria cuidado de TI! Eu TE daria a beber do leite das minhas cabras; à noite eu TE cobriria com meu manto e de dia eu TE colocaria à sombra das palmeiras e TE abanaria para refrescar-TE e eu seria feliz se TU me deixasses abraçar os TEUS pés e se TU pusesses TUAS mãos sobre a minha cabeça em sinal de bênção.’
A estas palavras, Moshé, incapaz de se conter por mais tempo, se mostrou e lhe disse: ‘Menino! A tua oração é a de um insensato e de um ímpio. Como podes tu falar assim ÀQUELE que é O CRIADOR dos céus e da terra, ao D’us que não tem nem corpo, nem forma, nem aparência, que o olhar humano não pode ver, que a inteligência humana não pode conceber!’
O pastorzinho perturbado caiu em uma grande tristeza e a partir desse dia ele deixou de fazer a sua oração. Então Hashém disse a Moshé: ‘Ó Moshé, tu cometeste um grande pecado e estou bastante irritado contra ti porque tu afastaste de MIM uma das Minhas criaturas que ME procurava na simplicidade do seu coração. Fica sabendo que a oração deste menino, que o seu culto, ME eram mais agradáveis e tinham mais valor a MEUS olhos do que toda a tua ciência. Deves saber que EU sou O ÚNICO, que não há outros senão EU, e que sou EU que ouço e exalto todas as orações. EU te elegi para unir todas as criaturas e não para separá-las’.”

Israel não é apenas, como me dizia o Padre Hyacinthe, um perturbador enigma para o historiador, é um prodígio vivo. [Um] milagre permanente é a existência do povo judeu. E, na verdade, é a (simbólica) mão de D’us[ — a mesma que conduz o Seu povo — ]que tudo conduziu em minha vida e que, pelo concurso das circunstâncias, me levou ao ponto aonde eu devia chegar[: o Noaísmo].

O D’us de Israel, libertador e legislador da Sua nação, SE revelou a eles como D’us Único, PAI de todos os humanos, sendo a humanidade então concebida como uma grande família.

[Ainda que de fato são invenções humanas, contra os seus próprios interesses] o cristianismo e o islamismo espalharam-se no mundo levando para toda parte o conhecimento de D’us Único, do D’us de Moshé e dos Profetas, [e assim se] reconhece neles dois poderosos meios de que a Divina Providência SE serviu para propagar entre as nações pagãs as verdades da Revelação da Fé Judaica e Noaica e preparar assim os caminhos para a revelação do Mashíach (o verdadeiro messias).

O cristianismo repousa na “revelação” de que a salvação das nações não pode fundar-se senão na reprovação do povo de Israel, guardião das promessas messiânicas.

[Acrescente a isso] o fato da existência de bilhões de criaturas humanas tendo os mesmos direitos que nós à Verdade, à luz, ao perdão divino e que jamais ouviram falar da Bíblia. A verdadeira “religião” deve crer na salvação de todos, essa bela concepção hebraica de família dos povos presidida pelo PAI comum e todos iguais em direito perante ELE.

O crente em Hashém se valha da tradição profética de apressar com os seus votos o advento do dia em que, conforme a palavra de Malachí (Malaquias), D’us será UM e o Seu NOME UM. Quando, pois, vós, meus irmãos israelitas, tornar-vos-eis os obreiros conscientes da obra que o D’us de vossos pais quis realizar neste mundo por vosso intermédio [(a saber, ensinar a toda a humanidade o noaísmo)]?

A religião da humanidade não é outra senão o noaísmo. Esta religião noaica reduz-se à adoração de D’us (Hashém, através das orações, bênçãos, estudo da Torá das Sete Leis,) e ao cumprimento de preceitos da moral essencial.

 

Por Aimé Pallière

Compilação feita por Noaismo.info da obra The Unknown Sanctuary: A Pilgrimage from Rome to Israel, do Noaíta de abençoada memória Aimé Pallière.

© Aimé Pallière
© Noaismo.info

Bnei Noach_Noaismo.info_Copyright_2020

Aimé Pallière nasceu em uma família cristã católica religiosa, era devoto de Maria e até chegou a ter uma visão dela em sonho, e ainda jovem pretendia um dia tornar-se padre. Porém, pela Divina Providência, um dia veio a descobrir a Fé Judaica, e através dela a saber da existência do noaísmo, adotando-o então como o seu Caminho Espiritual e Fé. (Nós, do Site Bnei Noach, Noaismo.info, semelhantemente também viemos a conhecer primeiro a Fé Judaica e algum tempo depois o noaismo.)

 

Em homenagem ao Noaíta Aimé Pallière, que sua alma seja elevada, nascido em 17 de novembro de 1868.

Também em homenagem ao judeu Edmond Fleg, que sua alma seja elevada, nascido em 26 de novembro de 1874.

Padrão