Guia de Introdução de Rósh Hashaná e Yom Kipúr para Bnei Noach (EXPLICAÇÃO SOBRE AS DATAS)

ATUALIZADO PARA 2022

 

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Bnei Noach oram? Como são as preces dos Bnei Noach? — Guia/Machzor Bnei Noach

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“Rosh Hashaná:

o destino do mundo está em nossas mãos

Contrariamente ao que muitos pensam, Rósh Hashaná não é o aniversário da Criação do mundo, mas sim, de Adão e Eva. Em nossas preces, muitas vezes nos referimos a Rósh Hashaná como o dia que marca a gênese do universo, mas apenas por que o homem é seu ponto alto e propósito de sua criação. Rósh Hashaná – Ano Novo bíblico – é o aniversário da humanidade. É, também, Yóm HaDín: Dia do Julgamento. É em Rósh Hashaná que D’us decide se renovará Seu contrato com o mundo para mais um ano: se manterá sua existência ou não. D’us decreta o destino de todo o universo – e de todos aqueles que nele habitam – em Rósh Hashaná. A Humanidade pode não perceber isto, mas os Céus decidem seu destino em Rósh Hashaná.

Portanto, erra quem pensa em Rósh Hashaná como o dia 1o de janeiro judaico. O ano novo bíblico não é um momento de se estourar champanha e festejar. Pelo contrário, os dois dias de Rósh Hashaná são os mais cruciais do ano. Devemos nos comportar em Rósh Hashaná com a seriedade que a data requer. Nesses dois dias, o destino do mundo está em jogo. Nosso comportamento nessa festividade – nossas preces, nossa atenção plena e nossas resoluções – influenciarão o curso do ano inteiro, para nós mesmos e para o mundo.

 

O 2o Dia de Rosh Hashaná:

uma oportunidade de se ter um julgamento Divino mais favorável

Rósh Hashaná é celebrado durante dois dias, mesmo em Israel. Há razões técnicas para a festa ser observada durante dois dias mesmo na Terra Santa. Estas são, também, profundas e místicas. A Cabalá ensina que o primeiro dia de Rósh Hashaná está associado com a Sefirá de Guevurá – o Divino atributo de força, justiça e severidade. Se D’us apenas julgasse o mundo no primeiro dia de Rósh Hashaná, ELE o faria de acordo com Seu atributo de Guevurá – a justiça rígida. Se assim fosse, é possível que muitos de nós – e talvez o mundo todo – não fôssemos atendidos. D’us, portanto, deu-nos um segundo dia de Rósh Hashaná – um dia adicional de julgamento – para atenuar qualquer Decreto Celestial severo que porventura tenha sido emitido no primeiro dia da festa. O segundo dia de Rósh Hashaná é uma dádiva da misericórdia Divina.

Muitos judeus observam apenas o primeiro dia de Rósh Hashaná. Costumam ir à sinagoga apenas no primeiro dia porque creem já ser suficiente. Grave erro. O segundo dia da festa é uma oportunidade de se conseguir um Julgamento Divino mais favorável, para nós e para o mundo todo. É aconselhável guardarmos o segundo dia de Rósh Hashaná com igual respeito como no primeiro.

Como os dois dias de Rósh Hashaná influenciam todos os outros dias do ano, cada um de seus minutos é precioso. Assim sendo, reduzimos as horas de sono e evitamos conversas triviais. Rósh Hashaná são os dois dias no ano em que precisamos dar o melhor de nós, espiritualmente.”

— Revista Morashá (editado por Projeto Noaismo Info)

 

Veja também:

https://a-fe-original–noaismo.info/2015/09/15/rosh-hashana-o-dia-da-criacao-do-primeiro-homem-e-da-primeira-mulher/

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© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)


 

B”H

 

O Primeiro Dia da Festividade bíblica (Torânica) universal de Rósh Hashaná de 2022 (1º de Tishrêi de 5782) começa ao pôr do sol do domingo de 25 de Setembro e acaba ao anoitecer da segunda de 26 de Setembro, horário este que também inicia – 02 de Tishrêi de 5782 – o Segundo Dia do Rósh Hashaná de 2021 que acaba ao anoitecer da terça de 27 de Setembro.

Então:

1° Dia do Rósh Hashaná 2022:
do pôr do sol de 25/9 ao pôr do sol de 26/9;

2° Dia do Rósh Hashaná 2022:
do pôr do sol de 26/9 ao pôr do sol de 27/9.

Rósh Hashaná (literalmente, a “cabeça do ano”) é um feriado que ficou mundialmente conhecido como o Ano Novo JUDAICO por sempre ter sido celebrado apenas pelos judeus. Porém, a Festividade de Rósh Hashaná não comemora nenhum evento judaico. Antes, trata-se da celebração de um evento UNIVERSAL, a saber, a Data da Criação da Humanidade, sim, o exato Dia em que O INFINITO CRIADOR de todo o universo, HaVaYáH (também popularmente chamado de Hashém), O D’US da Torá (e do Tanách* — a bíblia judaica) e do povo de Israel, criou Adám e Chavá (Adão e Eva), o primeiro homem e a primeira mulher.

* Tanách: acróstico de Torá (os Cinco Livros de Moshé), Neviím (Profetas) e Ketuvím (Escritos).

 

“A primeira Lei que o Povo de Israel recebe como povo, na saída do Egito, quando se torna uma nação, é a Lei de conhecer o calendário (judaico), de saber santificar a lua, de reconhecer o novilúnio.
A pergunta é, por que o calendário judaico é a primeira Mitsvá (Lei Divina)? A resposta simples obviamente é que não dá para fazer nada sem calendário. Como podemos definir quando vão ser as nossas [dos judeus] festas — Pêssach, Shavuót, Sucót, Rósh Chódesh, e assim por diante — sem calendário?
Havia já o mês de Tishrêi. [E] com o mês de Tishrêi realmente o nascimento de Adão, a Criação do mundo, mas isto não é judaico. Contar os anos desde a Criação não é algo tipicamente judaico. Agora D’us está nos dando um calendário que é nosso.”
— Rabi Y. David Weitman

 

“Rósh Hashaná é o aniversário da criação da humanidade[*]. A primeira coisa que o ser humano fez foi reconhecer a Soberania de D’US como REI do universo. Rósh Hashaná vem a ser, então, o aniversário da Coroação de D’US como REI.”
— Rabí Eliezer Shemtov

[* A criação da humanidade ocorreu em 09 de Setembro de 3761 a.e.c. (ou seja, antes da era comum).]

 

À parte dos aspectos ritualísticos propícios aos integrantes do povo de Israel (tais como tocar o Shofár, fazer Kidúsh e Havdalá, entre outros), atualmente há não-judeus em todo o mundo que celebram a Festividade bíblica universal de Rósh Hashaná. Esses não-judeus são os Noaítas (em hebraico Bnei Noach — ou, Benêi Nôach, que significa os Filhos ou Descendentes  de Noá (Noé). Os noaítas são não-judeus que devotam HaVaYáH sem se tornarem judeus — sem se converterem ao judaísmo (obviamente, eles também não cumprem mandamentos judaicos que são apenas religiosos — não adotam os rituais e as práticas judaicos identificacionais; pelo menos não deveriam).
Para aprender sobre Bnei Noach (ou sobre as Leis de Bnei Noach), a Organização internacional Ask Noah International NÃO recomenda o livro no Brasil, traduzido para o português, do R.
Yoel Schwartz.

 

“Das Festividades Judaicas, a única que deve ser celebrada pelos não-judeus é o Rósh Hashaná, que não é uma Festividade “Judaica” [i.e., o qual não celebra um evento judaico] mas o aniversário da Criação [da humanidade], quando o mundo inteiro se encontra perante O CRIADOR para o Julgamento[*]. O Rósh Hashaná é a Festividade da Humanidade.”
— Rabi Zvi Aviner

* “Ióm Hadín” – “o Dia do Julgamento”.

 

Rosh Hashaná é o Dia do Julgamento para toda a humanidade. Nesse dia, o humano é julgado por todas as suas ações, e o que virá a acontecer durante o ano vindouro é registrado. …No Rosh Hashaná o mundo é julgado quanto ao que virá a acontecer ao longo do ano. Os sábios (judeus) disseram: “No Rosh Hashaná, toda a humanidade passa diante DELE como um rebanho de ovelhas. Passam por ELE um por vez, um atrás do outro, mas ELE esquadrinha a todos com uma única olhada. Assim, o versículo (Salmos 33:15) declara: “ELE analisa os corações de todos e perscruta todas as obras deles”; D’US, que é O CRIADOR, (com uma única olhada) vê todos os corações da humanidade juntos e compreende todos os seus atos.” O Rabi Cruspedai disse em nome do Rabi Iochanán que, no Rosh Hashaná, são abertos três livros contábeis: um para as pessoas completamente malvadas, um para as pessoas completamente justas e um para as pessoas medianas. As completamente justas são inscritas e seladas imediatamente para a vida. As completamente malvadas são inscritas e seladas imediatamente para a morte. O destino das medianas permanece pendente até o Iom Kipúr. Se elas merecerem (ou seja, se ficarem arrependidas), serão inscritas para a vida; caso contrário (ou seja, se não se arrependerem), serão inscritas para a morte (ibid. 16a-b). O Rosh Hashaná foi decretado como dia do julgamento por dois motivos: Primeiro porque, nesse dia, a Criação do mundo foi completada – e como a intenção Divina foi de que o mundo fosse governado pela característica de justiça rigorosa, o início do ano foi instituído como dia do julgamento. O segundo motivo é que nesse dia Adão foi julgado, se arrependeu e foi perdoado. Esses dois motivos encontram-se insinuados na reza onde recitamos: “Pois fixaste tempo de lembrar e recordar todo espírito e toda alma, e serão recordadas as numerosas ações e infinitas multidões de criaturas. Desde o princípio assim estabeleceste e de outrora o revelaste; o dia de hoje é o dia do começo da TUA Criação, é uma lembrança do primeiro dia” – uma lembrança do primeiro dia do mundo completamente criado e do primeiro dia do julgamento.””
— Escrito por Editora e Livraria Sêfer, texto extraído da obra ‘Livro do Conhecimento Judaico: O Ano Hebreu e Seus Dias Significativos’ (‘Sêfer Hatodaá’), do Rabi Eliahu Kitov.

 

Portanto, os Bnei Noach (noaítas) — os não-judeus devotos de Hashém — unem-se em espírito aos seus instrutores espirituais — os professores da Verdade Espiritual para toda a humanidade —, o povo judeu, na comemoração da Festa de Rósh Hashaná que é a Coroação de D’US, Hashém, O INFINITO CRIADOR, como REI de tudo e todos dentro do universo.

Está profetizado na Palavra de D’US, a Torá — a Original e Única Palavra de D’US* —, que no futuro próximo o mundo todo abandonará as suas próprias invenções religiosas — todas as religiões —; que “Hashém que agora é o nosso D’US [dos judeus e dos noaítas], será no futuro O D’US ÚNICO para todo o mundo.” (Comentário de Ráshi para Deuteronômio 6:4)
‘Todas as nações procurarão o povo de Israel para que eles lhes ensinem o Caminho adequado para servir D’US.’ (Introdução da Editora Sêfer do Salmo 47) Este Caminho Espiritual adequado para os não-judeus servirem D’US é exatamente o Noaísmo, o movimento bnei noach.

* Os noaítas não crêem em Jesus/Yeshua/Yahushuah, nem no “novo testamento”. Os noaítas não são cristãos nem messiânicos (yeshuanistas — cristãos disfarçados de “judeus”) (veja, por exemplo, https://jewsforjudaism.org/knowledge/articles/is-the-christian-movement-called-qmessianic-judaismq-a-form-of-judaism/ (em inglês)).

A espiritualidade noaítica — a “prática religiosa” dos noaítas — consiste em vivenciar as Sete categorias de Mitsvót (Mandamentos Divinos) Universais da Torá.
As Sete Leis Morais básicas dos Filhos de Noá da Torá são a Fé Original da humanidade, o Caminho Espiritual estabelecido pelo PRÓPRIO D’US para ser seguido por todas as pessoas do mundo inteiro em todas as épocas e lugares.

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© Projeto Noaismo Info (Site Bnei Noach)


 

→ Mensagem do Rebe, Líder espiritual de nossa geração

“Rósh Hashaná, o Ano Novo (bíblico — i.e., o Ano Novo de acordo com a Palavra de D’US, a Torá), é celebrado em memória da Criação do mundo e da humanidade. É conhecido como o “Dia da Coroação” do CRIADOR, quando ELE foi proclamado “REI do Universo” depois de ter criado o primeiro humano — a criatura dotada de uma alma singular, inteligência e o poder da fala, a única entre todas as criaturas do mundo que tem a capacidade de percepção consciente da Criação e do CRIADOR e de reconhecer e aceitar, e submeter-se a, a regra Divina. O serviço espiritual particular de Rósh Hashaná é a aceitação de D’US como O REI do mundo inteiro.

Ainda que a consciência e o reconhecimento da DIVINDADE ONIPOTENTE devam, naturalmente, ser o princípio subjacente da conduta humana todo e cada dia do ano, a Palavra de D’US, a Torá, designa um dia especial no ano como um “Dia da Recordação” (“Yóm Hazicarón”) para que este sirva como uma ocasião de voltar a dedicar-se ao serviço de D’US e como fonte de inspiração contínua ao longo de todo o ano.

Com sinceros votos de Ketivá Vechatimá Tová (“Uma boa inscrição e selamento [no Livro da Vida]”), para um ano bom e doce; “bom” conforme definido na Torá — o bem genuíno — tanto materialmente quanto espiritualmente.”

Rabi Menachem Mendel Schneerson (O Rebe)


 

Texto

“Rósh Hashaná é o início de um novo ano. É a oportunidade de cada pessoa de começar sua vida de novo. Certamente, a cada dia – ou mesmo, a qualquer momento em nossa vida – podemos optar por tomar diferentes caminhos na vida – melhorar o que é preciso – mas Rósh Hashaná é o momento mais auspicioso do ano para fazê-lo. Trata-se de um novo começo. Um novo ano representa novas possibilidades.

Muitos de nós se acostumam com o mundo e com a vida do jeito que está. Muitos são pessimistas sobre o futuro do mundo, especialmente à vista dos recentes eventos. Muitos indivíduos e mesmo nações se veem presa de círculos viciosos, e às vezes parece não haver saída.

Rósh Hashaná nos ensina que o futuro pode ser radicalmente diferente do presente. Por meio da oração, do arrependimento – corrigindo nossos erros e fazendo um empenho para melhorar – da tsedacá (caridade) e da guemilút chassadím, prática de boas ações – atos de santidade e bondade – cada um de nós pode mudar o curso de sua vida. Cada um de nós pode ser elevado da tristeza à alegria, do fracasso ao sucesso, da carência à riqueza – material e espiritualmente. O conceito de destino é estranho ao Judaísmo: em qualquer momento de nossa vida, mas especialmente em Rósh Hashaná, podemos mudar nosso destino.

No entanto, os problemas tratados em Rósh Hashaná não são uma avaliação de atos positivos e negativos, mas sim, a postura da pessoa diante do REI do Universo. O tema de Rósh Hashaná é a proclamação de D’US como REI do Universo porque cada ano, em Rósh Hashaná, D’US toma a decisão: criar o mundo de novo, como O fez quando criou o Universo? Ou ELE decidirá que seria melhor que tudo voltasse a ser como era antes que o Universo fosse criado? Rósh Hashaná é, portanto, não apenas o dia em que nasce um novo ano, mas o dia em que nasce um novo mundo.

Rósh Hashaná é o dia em que o mundo é criado, a cada ano. Em outras palavras, Rósh Hashaná não é o início do ano porque se segue ao último dia do ano anterior, mas porque o ano se inicia como um novo fenômeno, completamente à parte do ano que recém termina. Isto significa que em Rósh Hashaná, o mundo é criado de novo. Em Rósh Hashaná, o homem deve considerar não os atos que cometeu no ano findo, mas seus princípios, seus valores, e como ele vê a vida e o mundo. Como em Rósh Hashaná um novo mundo é criado, este é o dia mais auspicioso para a pessoa começar de novo seu relacionamento com D’US. No entanto, uma renovação verdadeira, um novo capítulo na vida da pessoa, só pode nascer de uma reavaliação dos valores e dos padrões morais dessa pessoa. Rósh Hashaná, portanto, não é um dia para se decidir sobre as pequenas mudanças que queremos fazer no futuro ou lamentar sobre os pequenos erros passados. Pelo contrário, em Rósh Hashaná, é necessário reconstruir o relacionamento entre D’US e o mundo. No dia em que o mundo, e, por conseguinte, a vida de todos nós, é criada de novo, cada um de nós deve proclamar a Majestade Divina. O fato óbvio de que não há rei sem súditos tem um corolário crucial: se os súditos não reconhecem seu rei, este se torna irrelevante como seu soberano. D’US criou o mundo para o propósito do Atributo de Majestade, e isso significa que se não reconhecermos e afirmarmos esse fato, ELE não terá nenhum motivo para criar o mundo de novo.

Esta indagação, este exame de consciência pessoal, é mais bem conduzido quando a pessoa confronta a si mesma com o atributo da Majestade Divina. Em Rósh Hashaná, muitas pessoas se perguntam: “O que este ano reserva para mim?” Mas o que deveriam se perguntar, é: “Quão bom sou para a totalidade da existência?” Em outras palavras, ao invés de se preocupar tanto com o que lhe toca, e com o que o REI fará para ele, a pessoa deveria se perguntar o que o REI espera dele e como ele pode melhor contribuir para o reinado DELE.

Em Rósh Hashaná, coroamos D’US como nosso REI, porque sem um rei não pode haver um reino. Nesse dia, recebemos a oportunidade de elevar-nos acima do mundo como ele é, em outras palavras, recebemos a oportunidade de sermos parceiros de D’us na recriação de SEU reino.”

— Revista Morashá
© Instituto Morashá de Cultura.


 

● Leitura Bíblica

No primeiro dia do Rósh Hashaná, lê-se:
Gênesis 21:1-34, e, 1 Samuel 1:1-2:10

No segundo dia do Rósh Hashaná, lê-se:
Gênesis 22:1-24, e, Jeremias 31:1-19


 

Rósh Hashaná dos Próximos Anos

• 2022:
de 25 de Setembro (ao pôr do sol) a 27 de Setembro (ao pôr do sol)

• 2023:
de 15 de Setembro (ao pôr do sol) a 17 de Setembro (ao pôr do sol)

• 2024:
de 02 de Outubro (ao pôr do sol) a 04 de Outubro (ao pôr do sol)

• 2025:
de 22 de Setembro (ao pôr do sol) a 24 de Setembro (ao pôr do sol)

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O Primeiro Dia da Festividade bíblica (Torânica) universal de Ióm Kipúr de 2021 (10 de Tishrêi de 5782) começa ao pôr do sol de 04 de Outubro e acaba ao anoitecer de 05 de Outubro.

Ióm Kipúr significa Dia do Perdão (ou, Expiação).

 

Bnei Noach (noaítas) não jejuam em Ióm Kipúr

O Rabi Zvi Aviner explica que Ióm Kipúr é um dia de jejum JUDAICO, isso quer dizer, propício aos integrantes do povo de Israel, ou seja, pertinente apenas aos judeus como povo. Portanto, a Comunidade Bnei Noach Brasil ou mundial não está obrigada a jejuar em Ióm Kipúr. Por outro lado, o nosso querido Rabino, o Rabino Supervisor do Site Bnei Noach Projeto Noaismo Info, Rav Shimshon Bisker, de Israel, autor de mais de 40 livros e o responsável pelo Manual Completo da Observância Bnei Noach, explica que “é importante em Yom Kipur se preocupar em arrepender-se dos erros e transgressões, fazer confissão e rezar para Hashem”.
Ou, como bem o explica o Rabi Aryeh Kaplan:
“Yom Kipur é um dia especial de arrependimento e oração. O julgamento final de todos os humanos é selado no Yom Kipur.”

Para mais detalhes sobre Bnei Noach jejuar ou não em Yom Kipur, veja

Existe um dia de jejum para os Bnei Noach?

 

“Ióm Kipúr enfatiza os seguintes ensinamentos [da Torá (da Fé Judaica e por conseguinte da Fé Noaica)]:
1. O pecado é uma fraqueza do homem e está sempre sob seu domínio, caso o homem deseje dominá-lo; não é obra de poderes malignos que tramam a decadência do homem.
2. O homem tem certeza de que seu PAI CELESTIAL o receberá sempre bem e perdoará seus pecados, se ele realmente se arrepender.
3. Não existe nenhum intermediário entre D’US e o homem. Para que o homem seja perdoado basta que ele realmente se arrependa e se proponha a levar uma nova vida.
4. Deve-se pedir perdão ao próximo antes de pedir a D’US.”
— Extraído de ‘À Luz da Menorá: Introdução à Cultura Judaica’, de Jane Bichmacher de Glasman.

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● Leitura Bíblica

Na Festa do Ióm Kipúr, lê-se:
Levítico 16:1-34, e, Isaías 57:14-58:14


 

Ióm Kipúr dos Próximos Anos

• 2022:
de 04 de Outubro (ao pôr do sol) a 05 de Outubro (ao pôr do sol)

• 2023:
de 24 de Setembro (ao pôr do sol) a 25 de Setembro (ao pôr do sol)

• 2024:
de 11 de Outubro (ao pôr do sol) a 12 de Outubro (ao pôr do sol)

• 2025:
de 1° de Outubro (ao pôr do sol) a 02 de Outubro (ao pôr do sol)

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