Curso Bnei Noach parte 16

O PROJETO NOAÍSMO INFO APRESENTA

 

MINI CURSO GRATUITO DE INTRODUÇÃO AO TEMA DE BNEI NOACH

 

Idealizado por Projeto Noaísmo Info
Seleção, Organização, Edição: Proj. Noaismo Info

(Veja as palavras do próprio Rav Shimshon Bisker, de Israel, o Rabino Consultor do Projeto Noaísmo Info, sobre o trabalho do Proj. Noaismo Info em:
ABERTURA DO CURSO SOBRE BNEI NOACH)

 

BNEI NOACH: DÉCIMA SEXTA PARTE

Nesta parte 16 do Curso, daremos continuidade ao tema de Cabalá. Por que?
Porque, como nos explica o Rav Yitzchak Ginsburgh (fundador e diretor do Instituto Gal Einai, em Israel):
“O Arizal explicou que à medida que nos aproximamos da era messiânica, torna-se crucial que se difunda o estudo da Cabalá. [Isto] significa, segundo o Ba’al Shem Tov, dirigir-se especificamente a cada judeu, independentemente do nível de observância da ou compromisso com a Torá. Não só isso, mas também é necessário dirigir-se até mesmo aos não-judeus, que também requerem a sabedoria da Cabalá para participar na redenção de uma maneira compassiva e misericordiosa, e ser instruídos nesta sabedoria naquelas partes que lhes pertencem [como os textos que veremos na lição de hoje]. Já que todas as almas requerem a sabedoria da Cabalá para descobrir seu potencial e cumprir seu propósito no mundo, em geral, não existem mais condições restritivas sobre quem pode estudar Cabalá.”
(Traduzido do espanhol por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info)

 

Por Rabi Aryeh Kaplan,
e, por Rabi David Aaron
Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info

 

Como já dissemos (na aula passada), um dos objetivos fundamentais do ser humano é a imitação de D’US. Fazemos isto em cada ato de bem, paralelamente à própria criação do bem por parte de D’US. A maneira mais direta de fazermos isto [de imitarmos D’US], entretanto, é em nossas ações para com o nosso próximo.

[Mas quem define o que é bom?] É D’US QUEM define o que é bom. [E se é D’US QUEM define o que é bom, como podemos chegar ao conhecimento do que é bom?] D’US revelou SUA vontade para o ser humano. ELE nos revelou a Torá, dizendo-nos o que é bom. O veículo através do qual D’US definiu o que é bom e benéfico é a Torá.

Uma das principais coisas que se pode dizer a respeito de D’US é que ELE é bom. D’US não tinha absolutamente nenhuma necessidade de criar o mundo. D’US EM SI é a perfeição absoluta. ELE não precisa de nada. D’US não foi absolutamente compelido a criar o mundo. D’US criou o mundo a fim de conceder-lhe o bem. Mas o que é este bem? Qual é o maior bem possível que D’US é capaz de conceder ao mundo? O maior bem possível é O PRÓPRIO D’US. O bem não pode ser dado se não houver alguém para recebê-lo.

O propósito de D’US na Criação poderia ter sido cumprido com a criação de uma única criatura para aceitar o SEU bem. Tal criatura, no entanto, nunca poderia realmente se assemelhar a D’US. O PRÓPRIO D’US é um doador do bem, e se apenas uma criatura existisse, então a quem ela faria o bem? Certamente não a D’US, pois D’US não tem necessidades. É por esta razão que D’US criou o mundo como um palco para toda uma espécie humana.

Quando D’US criou o corpo humano pela primeira vez, ele era um só. Então “disse Havayáh D’US: “Não é bom para o ser humano estar só, farei para ele uma ajuda, frente a ele”” (Gênesis 2:18). Enquanto o ser humano estivesse só, ele não poderia realmente ser bom. Pois ser bom é imitar D’US, O DOADOR do bem. Um ser humano sozinho não teria ninguém a quem fazer o bem e, portanto, não poderia ser chamado de “bom”. Isto é o que D’US quis dizer quando ELE disse: “Não é bom para o ser humano estar só.”

 

TODOS NO MESMO BARCO

 

No sentido espiritual, o bem que uma pessoa faz também beneficia todos os outros seres humanos. O Midrash (Vaicrá Rabá 4:6) nos fornece um excelente exemplo ilustrando isto: Algumas pessoas estão sentadas em um pequeno barco. De repente, um homem começa a fazer um furo sob seu assento. Quando as pessoas reclamam, ele retruca: “Vocês estão se queixando do que? Afinal, estou fazendo o furo debaixo do meu próprio assento.” Por fim, um homem sensato lhe responde: “Estamos todos no mesmo barco. O buraco pode estar embaixo do seu assento, mas a água que entra fará o barco afundar com todos nós.”

No sentido espiritual, estamos todos no mesmo barco. Cada bem que fazemos afeta toda a humanidade, e o mesmo se aplica a todo o mal. Em cada bom ato que fazemos, imitamos D’US na medida em que, em última análise, trazemos o bem para toda a humanidade. Este é de fato um motivo pelo qual D’US nos colocou a todos no mesmo barco espiritual.

Evidentemente, fazemos isto mais diretamente quando fazemos o bem para com o próximo. Este é o arquétipo de todo o bem. Não há nenhuma maneira de imitar D’US mais de perto do que fazendo o bem aos outros.

O Talmud (Sotá 14a) diz que nós nos ligamos a D’US imitando SEUS caminhos. Mas de que maneira o Talmud diz que imitamos D’US? Olhe atentamente suas palavras:

“Assim como D’US veste os nus, assim também vocês o farão. Assim como D’US visita os enfermos, assim também vocês o farão. Assim como D’US conforta os enlutados, assim também vocês o farão.”

Em outro lugar, o Talmud (Shabát 153b) diz que também devemos imitar D’US em SUA misericórdia e compaixão. A lição geral é que nos assemelhamos mais a D’US em nosso relacionamento com nossos semelhantes.

Este conceito é melhor exemplificado pela famosa história do Rabi Hillel. O Talmud (Shabbat 31a) nos diz que um não-judeu uma vez veio ao Rabi Hillel e disse: “Eu desejo me converter ao judaísmo mas apenas se você me ensinar toda a Torá enquanto estou em um pé só.” Rabi Hillel respondeu: “O que é odioso para você, não o faça ao seu próximo. Este é o núcleo do judaísmo. O resto é mero comentário.”

Muitos comentaristas consideram esta história bastante espantosa. Os mandamentos que tratam de nosso relacionamento para com o próximo são certamente muito importantes. Mas também existem muitos outros mandamentos importantes que aparentemente não têm nada a ver com outras pessoas. Como pôde Rabi Hilel tê-los considerado como um mero comentário?

O que Rabi Hillel nos ensina, no entanto, é que a principal razão para todos os mandamentos é a imitação de D’US, e que isto se exemplifica em nossas relações com nossos semelhantes. Devemos lidar com nossos semelhantes assim como D’US lida conosco. Ao fazê-lo, cumprimos SEU propósito na Criação. Esta imitação de D’US é, em última análise, o propósito de todos os mandamentos.

Este é também o significado do que D’US disse ao SEU profeta: “Ele julgou a causa do pobre e do necessitado; tudo então lhe ocorreu para o bem. Isto não significa conhecer a MIM? ─ diz Havayáh.” (Jeremias 22:16) Como discutido acima, só podemos conhecer D’US se nos aproximarmos DELE por O imitarmos. D’US está nos dizendo que a principal maneira pela qual O conhecemos é imitando-O em fazer o bem aos outros.

Há um mandamento na Torá: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Levítico 19:18). Um dos principais líderes judaicos, o Rabi Akivá, disse: “Este mandamento é o núcleo da Torá.” O Rabi Akivá está nos ensinando a mesma lição que Hillel. Nós imitamos o amor de D’US pelo mundo através do nosso amor para com o próximo. Desta forma, nos aproximamos de D’US e cumprimos SEU propósito na Criação.

Em um sentido mais profundo, o conceito de amor em si é o arquétipo da proximidade espiritual. Quando existe um laço de amor entre duas pessoas, elas estão próximas ─ mesmo que possam estar separadas por grandes distâncias. Por outro lado, as pessoas que se odeiam estão muito distantes, mesmo quando estão sentadas ao lado uma da outra. O amor e o ódio existem em uma dimensão espiritual, em vez de em uma dimensão física. O amor entre duas pessoas implica harmonia e complementaridade entre elas. É esta harmonia que as une, independentemente da distância física.

Ao obedecer os mandamentos de D’US, procuramos trazer harmonia e proximidade análogas entre nós e D’US. “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” é, portanto, a regra principal da Torá. Isto não apenas nos leva a uma proximidade com D’US, mas também nos ensina o significado de tal proximidade.

Seguindo uma linha de raciocínio semelhante, podemos entender o que os sábios querem dizer quando nos ensinam: “Aquele que nega fazer bondade é como aquele que nega o princípio mais fundamental de todos (O PRÓPRIO D’US).” D’US é O DOADOR SUPREMO da bondade, mas quando alguém repudia tais atos, ele e D’US ficam em pólos opostos. D’US é O MAIOR FAZEDOR do bem, e esta pessoa nega fazer o bem. Portanto, diz-se que ela é como alguém que se divorcia de D’US.

D’US é A FONTE de toda a vida e, portanto, quanto mais alguém se assemelha a D’US, mais ele participa da vida. Diz-se que aquele que se apega a D’US está verdadeiramente vivo, como diz a Torá: “E vós, que vos ligastes a Havayáh, vosso D’US, estais todos vivos hoje” (Deuteronômio 4:4). Aquele que se divorcia de D’US, por outro lado, é considerado morto.

Este é o significado do que o sábio Salomão disse: “Quem anseia por ganhos convulsiona sua própria casa” (Provérbios 15:27). Pois D’US é doador, nunca receptor. Quando alguém se recusa a se tornar um receptor, ele se assemelha a D’US nesse aspecto. Assim, encontramos: “A caridade livra da morte” (Provérbios 10:2). Quando alguém dá, ele se assemelha ao seu CRIADOR, A FONTE de toda a vida.

Aquele que não se assemelha a D’US, por outro lado, é contado entre os mortos. Assim, por exemplo, os sábios nos ensinam que a pessoa pobre que vive da caridade é contada entre os mortos (Talmud, Nedarím 64b). Neste sentido, tal pessoa e D’US são pólos opostos, uma vez que D’US é doador, e esta pobre pessoa só recebe.

Em um sentido semelhante, os sábios nos ensinam: “Os ímpios são chamados de mortos, mesmo durante sua vida” (Talmud, Berachót 18b). Por serem ímpios, eles estão completamente separados de D’US, A FONTE de toda a vida. Eles são, portanto, considerados mortos, mesmo quando eles ainda estão andando e respirando. Eles podem estar vivos em um sentido físico, mas em um sentido espiritual, eles já não estão entre os vivos.

(Por Rabi Aryeh Kaplan)

COMO PODEMOS CONHECER D’US?

 

Eu nunca vi ou toquei a gravidade e nunca o farei. Mas sei que a gravidade está em minha vida quando sinto uma força que me puxa para baixo. E assim também, eu nunca vi ou toquei em D’US e nunca o farei. Mas sei que D’US está em minha vida quando eu sinto uma força me puxando para cima [para que eu me eleve]. Podemos conhecer D’US mesmo que não possamos vê-LO ou tocá-LO porque podemos nos sentir vistos e tocados por ELE. E quando o fazemos somos elevados, transformados e inspirados.

Por exemplo, digamos que estamos numa floresta magnífica ou contemplando um glorioso pôr do sol à beira-mar.

Como podemos saber se estamos simplesmente olhando para um monte de árvores, simplesmente observando a Terra em órbita ou se estamos realmente encontrando e conhecendo D’US?

Podemos saber que estamos conhecendo D’US quando uma pessoa, lugar ou evento desperta e suscita dentro de nós um desejo de amar, respeitar e cuidar de nós mesmos e dos outros. Uma potência irrompe do fundo de nossas almas e nos impele a viver a serviço de um bem maior. Estamos entusiasmados para dar e inspirados para crescer. A felicidade profunda brota dentro de nós. E estamos cheios de uma alegre certeza de que todos nós e cada um de nós é importante e o que fazemos realmente faz a diferença.

Conhecemos D’US quando as pessoas que encontramos ou os lugares em que estamos nos incendeiam com o desejo maior de amar, dar, crescer, fazer o bem e viver com responsabilidade.

 

SERVIR D’US: UNIÃO OU ESCRAVIDÃO?

 

Infelizmente, muitas pessoas pensam que “servir D’US” é submeter-se a uma divindade egocêntrica tirana que habita no céu e exige: “Você deve me servir! Obedeça meus mandamentos e cumpra-os sorrindo! Ou então lhe castigarei.” Em outras palavras, eles temem que uma vida de mitsvót se trate de uma completa abnegação e entrega. Eles perguntam: “Não se trata de renunciar ao que eu quero e realizar o que D’US quer?” Mas isso é o ego deles falando, colocando a alma e D’US um contra o outro como se estivessem em um duelo. Na verdade, cada mitsvá é uma oportunidade para libertar-se da prisão do ego ─ que separa a sua alma da ALMA das almas ─ e se conectar ao nosso EU MAIOR COMPARTILHADO ─ D’US.

“Servir D’US” é escolher livremente sintonizar sua vontade com a vontade de D’US; unir-se a D’US e assim servir para canalizar SUA presença no mundo. Só desfrutamos de uma vida profundamente significativa quando fazemos de nossas vidas um meio de trazer a presença de D’US para o mundo.

Mitsvá é muitas vezes traduzido como mandamento, mas isso não lhe faz justiça. Mitsvá realmente vem da palavra hebraica que significa “conectar” ou “unir.” O erro que muitas pessoas cometem é pensar nestes mandamentos como imposições. Não são. Uma imposição soa deprimente, enquanto um comando é na verdade um convite à cooperação, a se juntar e se conectar, o que é fortalecedor e alegre.

A Torá ensina que nossa vontade é uma centelha da vontade Divina. O poder que nos impulsiona, o poder que chamamos de força vital, é a vontade. É o fundamento da vida; quando perdemos nossa vontade de viver, morremos. O que é único nos seres humanos é que temos livre arbítrio. A centelha da vontade Divina dentro de nós nos permite essa liberdade. Somos livres para conectar ou desconectar nossa vontade da FONTE ETERNA de toda a vontade.

[Mas o fato de que somos livres para conectar ou desconectar nossa vontade da FONTE ETERNA de toda a vontade não significa que somos os mestres ou donos de nós mesmos. Quer queiramos ou não, quer gostemos ou não, o fato é que] D’US é O nosso MESTRE e, em essência, não somos donos de nada. Por exemplo, é incorreto dizer “minha” vida porque é realmente a vida de D’US. Não somos donos da força vital dentro de nós.

Este é um conceito difícil de aceitar para muitas pessoas porque não é um conceito ─ é uma experiência evidente por si mesma. Considere o seguinte: se fôssemos os mestres e os donos de nossas vidas, então poderíamos parar nossa vida e iniciá-la quando quiséssemos. Poderíamos parar de bater nosso coração e então reiniciá-lo à vontade. Assim também, nossos pensamentos não são realmente nossos. Se fôssemos os mestres do pensamento, então poderíamos parar de pensar e começar quando quiséssemos. Mas não podemos; estamos constantemente pensando.

O mesmo acontece com o sentimento; estamos constantemente sentindo e não podemos nos fazer parar. Podemos escolher o que pensar, o que sentir e o que fazer com nossas vidas, mas o ato real de pensar, sentir e viver são os poderes de D’US que ELE compartilha conosco. Tirar nossa vida é cometer suicídio. Tudo o que podemos fazer é receber humildemente e com gratidão o poder da vida que D’US, O MESTRE da vida, compartilha conosco.

Mesmo a nossa vontade não é nossa. Não inventamos a vontade; não somos a fonte da vontade. Não temos a opção de ter uma vontade. O que fazemos com nossa vontade ─ como a dirigimos e investimos ─ é a nossa escolha. O que escolher é nossa escolha, mas o fato de que somos capazes de escolher não é nossa escolha. Mesmo nossas habilidades motoras não são nossas. Nós não criamos o conhecimento ou as habilidades necessárias para abrir a boca. Para abrir a boca, recorremos a uma sabedoria que claramente não é nossa.

Reserve um momento agora para simplesmente abrir e fechar a boca. Quem lhe ensinou a fazer isso? Quem lhe dá o poder para fazer isso? O QUE QUER QUE SEJA, é o que chamamos de Hashém. ELE é O nosso MESTRE que benevolamente compartilha a SI MESMO ─ SUA vida, vontade, sabedoria etc. conosco e nos propõe sermos SEUS parceiros. Nossa vida diária é uma parceria com D’US.

Não temos a opção de querer, pensar e sentir ─ sempre estamos querendo, pensando e sentindo ─ mas podemos escolher o que vamos querer, pensar e sentir. Nós não escolhemos nascer, mas podemos escolher o que fazer das nossas vidas. E nosso objetivo segundo a Torá é pegar os poderes que D’US compartilha conosco e transformá-los em louvor.

A vida da Torá se trata de conexão. Quando você escolhe viver as mitsvót, você sincroniza sua vontade individual com a vontade onipotente de D’US. Em sincronia com D’US, em sintonia com a vontade DELE, você então desperta para o seu verdadeiro eu interior e se torna totalmente vivo neste mundo. Existe alguma recompensa maior?

 

COMO SERVIMOS D’US?

 

Há um ensinamento oriental que proclama: “Estar aqui e agora.” Entretanto, a Torá dirá: “Servir D’US aqui e agora.” Na verdade, esta é a experiência mais completa da vida.

A Cabalá ensina que D’US quer estar presente no aqui e agora, e nosso trabalho é servir D’US nesse desejo. Servimos D’US quando imbuímos cada momento com a presença de D’US. Em outras palavras, devemos sempre nos perguntar: “Como podemos servir D’US neste exato momento?” Se agora mesmo estou com meu amigo, cônjuge ou filho, devo ver este momento como uma oportunidade de mostrar-lhe amor e assim servir D’US, que é A FONTE de todo amor. Não é meu o amor. Eu não inventei o amor. Eu não criei o amor e não lhe dei seu poder e seu significado. O amor não teve seu início em mim e o amor não terá seu término em mim. Não sou o mestre do amor, mas sou o servo do amor e quando amo alguém sirvo para tornar o amor de D’US revelado aqui e agora.

Meu serviço a D’US (AQUELE Que quer estar presente neste mundo no aqui e no agora) é tornar o amor ─ e a compaixão e a justiça ─ de D’US (ou qualquer valor divino que o momento exija) revelado neste instante. Isso é viver plenamente. O objetivo da vida é servir D’US aqui e agora. A Torá ensina que não há maior alegria na vida do que servir D’US. D’US quer estar presente neste mundo através de você e de mim. Viver o propósito de D’US é servir. Esta é a nossa maior recompensa, realização e êxtase. Este é o significado da nossa existência na Terra e esta é a chave para a felicidade.

 

(O curso prossegue na próxima parte.)

 

Por Rabi Aryeh Kaplan
Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info;
E por Rabi David Aaron
Traduzido do inglês por Projeto Noaísmo Info: © Projeto Noaismo Info

© Rav Yitzchak Ginsburgh
© Rabi Aryeh Kaplan

© Rabi David Aaron
© Projeto Noaismo Info

 

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