Judaísmo

Quais as diferenças entre rabi, rambam, rebe?

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Pergunta:
Quais as diferenças entre rabi, rambam, rebe?

 

Resposta:
A palavra “rabino” vem do hebraico “rabênu” que significa “nosso professor” ou “nosso mestre”. Enquanto isso, “rabi” significa “meu professor” ou “meu mestre”.

O hebraico “rabi” na pronúncia ídiche é “rebe”. Portanto, “rabi” em hebraico é “rebe” em ídiche, e, obviamente, ambos tem o mesmo significado. Porém, atualmente, rebe é o nome que se dá ao líder de um movimento chassídico (o “ch” tem som de “RR”).

Rambám é uma pessoa específica. Trata-se do Rabi Moshé ben Maimón (pronuncia-se Moché) (1135-1204), também conhecido simplesmente como Maimônides. Portanto, Rambám é o acróstico de ou o acrônimo para Rabi Moshé ben Maimón.

 

(Falando em Rambám, não podemos nos esquecer de que também há o Rambán e não podemos confundi-los.
Como vimos, há o RambáM — com m no final — e há o RambáN — com n no final.
Rambán é uma pessoa específica. Rambán é o acróstico de ou o acrônimo para Rabi Moshé ben Nachmán (1194-1270), também conhecido simplesmente como Nachmânides.)

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O coronavírus e a Torá (A Palavra) de D’us

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Nesse incrível vídeo, o Rabi Eliahu Hasky explica o que é o coronavírus e como ele surgiu e também qual Recado O CRIADOR da humanidade está querendo passar para ela com esse acontecimento.

O Rabi fala das Sete Leis de Noé da Torá para todos os não-judeus do mundo. Você já as conhece? Sabe do que elas tratam? Quer aprender sobre elas? Acesse e estude as seguintes matérias:

 

E para ficar familiarizado(a) com as palavras utilizadas neste Site, veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/12/dicionario-do-noaismo/

 

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A Torá permite casar judeu com não-judeu?

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Perguntas & Respostas

 

A Torá permite casar judeu com não-judeu?

 

Resposta por Rabino Eliahu Hasky.

 

O Rabino Eliahu Hasky é o fundador do Projeto JUDAICO (direcionado para os judeus) Torah Com Você (do qual não-judeus também podem se beneficiar muito).

Para conhecer mais o Rabino Eliahu Hasky, veja

http://glorinhacohen.com.br/?p=48157

 

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Frase: A verdadeira proximidade de D-us…

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Frase

“A verdadeira proximidade de D-us é quando a pessoa não considera os benefícios que ela vai ganhar observando a Torá e as mitsvót, mas simplesmente ela quer estar perto de D-us como uma meta em si mesma.”
— Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Rebe
(Líder espiritual da geração)

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Mensagem do Rebe para todos os judeus

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Mensagem do Rebe para todos os judeus

 

Uma Mensagem do Rebe sobre a segunda-feira, 6 de Janeiro, declarada pelo American Jewish Committee (AJC) como o “Jewish Pride Day” (Dia do Orgulho Judaico).

 

Das Cartas e Discursos do Rebe
(Rabi Menachem Mendel Schneerson)

 

Para os Filhos e Filhas de nosso Povo Israel, Em todos os lugares,
D-us abençoe todos vocês!

 

Ainda estamos no Galút (Exílio), quando “as trevas cobrem a terra”, porque a luz da Torá (Or) — a verdadeira luz que se encontra apenas na Torá (“não há luz senão a Torá”) — não tem irradiado de forma plena e abrangente o mundo e seus assuntos cotidianos, o que se reflete também na sua atitude, por vezes até nas suas ações, para com os judeus; e entre alguns judeus — na sua atitude para com a judaicidade.

Ambos os aspectos estão interrelacionados. Pois, como tem sido frequentemente apontado, quando os judeus, como indivíduos ou como grupo, aderem orgulhosamente a sua judaicidade e a demostram — essa é também a maneira que lhes granjeia o respeito do mundo gentio e uma atitude simpática e prestativa.

Além do essencial, que ao aderir a judaicidade na prática real de aprender Torá e fazer Mitsvót [Mandamentos Divinos] — diminuindo assim até eliminar por completo a única causa do Galút (como afirmamos claramente em nossa oração: “Mipnei chataênu galínu meartsênu – Por causa dos nossos pecados fomos exilados da nossa terra”) — o Galút é encurtado e finalmente encerrado pela verdadeira e completa Gueulá (Redenção) através do Mashíach Tsidkênu.

O fato de ainda estar no Galút não pode nem deve impedir que a vida do judeu, onde quer que ele viva, esteja iluminada em todos os seus aspectos pela luz da Torá e Mitsvót. E ao intensificar esta luz em sua vida cotidiana, o judeu também acelera a Gueulá e mais cedo recebe Mashíach Tsidkênu.

Somos um povo que depende de milagres e, de fato, toda a nossa existência como uma pequena nação em um mundo hostil também não é nada menos que um milagre. E aqui vem o fator adicional, que é também uma de nossas crenças fundamentais e princípios básicos de nossa Torá: Bitachón (confiança) em D-us, a verdadeira e absoluta Bitachón NAQUELE que é O MESTRE de todo o universo, cuja Divina Providência se estende a todos e a cada um individualmente, e especificamente, e em detalhes, [como] todos os judeus proclamam: “Shemá Yisrael – Ouça, ó Israel, Hashém é nosso D-us, Hashém é UM SÓ. Bendito seja o NOME glorioso de D-us no Seu reino para todo o sempre. Hashém ELE é O D-us!”

A Bitachón, cuja base é a crença simples de todo judeu — já que todos os judeus são “crentes filhos de crentes” que herdaram esta crença do nosso Pai Avrahám, o Pai dos Crentes —, une e unifica todos os judeus. Além disso, esta crença é a mesma em todos os judeus, em todas as dez categorias nas quais os judeus são classificados pela Torá, desde “os líderes de suas tribos” “até seus carregadores de água”, ainda que em todos os outros aspectos eles difiram e ao extremo [Deutoronômio 29:9-10].

A coisa prática que os judeus em todos os lugares podem fazer para ajudar a situação atual — algo que é lamentavelmente ignorado —, é que cada judeu deve fortalecer a missão especial que todo judeu recebeu de D-us, O UM SÓ D-us, em Sua única e singular Torá, que é eterna e imutável — [fortalecer] seus laços com a Torá do Sinai, quando D-us nos fez o “povo escolhido”, o povo eterno que é composto de todas as gerações de judeus até o fim dos tempos —, [e] é certo que D-us proporciona a cada judeu a capacidade de realizá-la na vida cotidiana real, em ações, palavras e até mesmo em pensamentos. A unidade dos judeus com D-us é fortalecida quando mais judeus estudam mais Torá. Isto também é algo do qual não precisamos nos envergonhar, pois, ao contrário daqueles que entendem ou deturpam isto em termos de privilégios que cheiram a chauvinismo, esta escolha [de D-us pelo povo judeu] é principalmente uma questão de dever e obrigação de ser um povo modelo para o mundo inteiro imitar, um povo em que o espiritual tem prioridade sobre o material, a alma sobre o corpo, um povo destinado a ser “uma luz para as nações” (Isaías 42:6, etc.). É este tipo de vida e conduta que a Torá descreve que também estimula o pensamento correto e a perspectiva adequada da vida. É este tipo de vida que também fortalece a autoconfiança de cada judeu onde quer que ele esteja, e lhe permite eliminar qualquer complexo de inferioridade e a prontidão para ser impressionado por um não-judeu, ou por uma idéia que vem de um não-judeu, ou por uma ideologia não-judaica. É triste, de fato, quando, em vez de serem um modelo e um exemplo vivo de um modo de vida mais espiritual e moral[*] para os não judeus imitarem[*], alguns judeus caem sobre si mesmos para imitar não-judeus, rejeitando a Torá Judaica e a tradição judaica, etc.

 

* Sobre os rituais do Judaísmo, o Rabi Aryeh Kaplan explica:
“As leis rituais (Mitsvót Edót da Torá) não têm base moral. As leis rituais incluem tudo o que foi dado para os judeus em particular (shabát, tsitsít, talít, mezuzá, micvê, taaniót (dias de jejum), cashrút, etc.) e não para todos os povos.”

 

Todo aumento em judaicidade, Torá e Mitsvót, aumenta grandemente as bênçãos de D-us para todas as necessidades pessoais, tanto para a vida do corpo quanto para a vida da alma. Além disso, cada judeu deve difundir Torá e judaicidade — para todos os judeus; e para todas as pessoas, as Sete Leis Noaíticas que se aplicam a elas.

Esta é uma área onde todo judeu, homem ou mulher, jovem ou velho, tanto na Terra Santa quanto na diáspora, pode e tem o dever de fazer alguma coisa: fazer tudo o que for possível para fortalecer a verdadeira educação judaica da Torá — nossa Torá, chamada Torá da Vida (Torat Chayím) — porque é o guia dos judeus na vida — e também Torá da Verdade (Torat Emét) — porque é a Verdade —, pois a força judaica reside na luz da Torá e Mitsvót, com a qual eles não apenas iluminam sua própria vida, mas também iluminam as trevas do mundo — esta é a melhor maneira de evitar guerras, não apenas grandes guerras, mas até mesmo guerras de atrito.

De agora em diante todos os judeus devem se comportar com o “orgulho de Iaacóv”. D-us está com todos os judeus.

 

Assinado: M. Schneerson/

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Traduzido do inglês por Noaismo.info: © Noaismo.info

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O que fazer nos dias de Chanucá?

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O que posso fazer nos dias da festa JUDAICA de Chanucá?

 

A festa JUDAICA do Chanucá começa ao anoitecer do dia 22/12/2019 (domingo) e vai até o anoitecer do dia 30/12/2019 (segunda-feira).
Obviamente, você, como GENTIO, não tem porquê querer celebrar Chanucá. Que motivo uma pessoa que não nasceu de mãe judia ou que não se converteu tem para, por exemplo, querer acender as velas da chanukiá? Nem um.
(Sobre as festas JUDAICAS em geral, veja
https://a-fe-original–noaismo.info/2019/05/27/bnei-noach-podem-celebrar-as-festividades-judaicas-ou-alguma-delas/ .)
Mas certamente você pode, se quiser, partilhar da alegria destes dias.

⇒ Recite a oração “Que a alma de todo ser vivo” do nosso Guia em cada um dos dias de Chanucá
( https://a-fe-original–noaismo.info/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/ );

⇒ Algumas pessoas têm o costume de recitar os capítulos 30, 67, e 33  dos Salmos em cada dia do Chanucá;

⇒ Dê caridade para uma instituição ou para um indivíduo necessitado;

⇒ Os pais podem dar presentes em dinheiro para seus filhos em alguns ou em todos os dias para ensiná-los a colocar uma parte desse dinheiro na caixinha de caridade em casa, para depois ser dado para uma instituição;

⇒ É costume comer alimentos fritos em óleo, como latkes (panquecas) e sufganiot (sonhos), e comer produtos à base de laticínios.

 

Por Noaismo.info, baseado em AskNoah.

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Um alerta especialmente para os judeus (Cuidado com os autointitulados judeus messiânicos)

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Um alerta do site Noaismo.info especialmente para os judeus
(as informações a seguir também são úteis para os não-judeus):

Cuidado com os autointitulados “judeus” messiânicos

 

Por Noaismo.info (baseado em Jews For Judaism)

 

Você sabia que existe um ramo do cristianismo cujos adeptos não se dizem cristãos, cujos adeptos se dizem judeus, e mais ainda, cujos adeptos se dizem judeus que encontraram e aceitaram o mashíach (messias)? Pois é, existe esse ramo do cristianismo sim. E o que é pior, esse ramo do cristianismo se autoapresenta como judaísmo messiânico.

A questão é, se existe um judaísmo messiânico, esse judaísmo é o próprio judaísmo autêntico, ou seja, aquilo que hoje é chamado de judaísmo ortodoxo. Se existem judeus messiânicos, os verdadeiros judeus messiânicos são os judeus autênticos (lê-se, os judeus ortodoxos). Isso é assim porque o judaísmo ensina a vinda do mashíach e todos os judeus a aguardam. Mas, para criar confusão entre judeus e não-judeus, um certo ramo de cristianismo teve a audácia de se autointitular e se apresentar para o mundo como o judaísmo messiânico, e seus adeptos como os judeus messiânicos. Por isso, cuidado com os autointitulados judeus messiânicos.

A cada ano, 1.000 grupos missionários cristãos evangélicos hebraizados (ou cristãos hebraístas) gastam mais de 300 milhões de dólares visando o povo judeu em todo o mundo, apresentando-se como judeus, para atrair judeus para a conversão. Nos últimos anos, estes grupos missionários conseguiram converter 350.000 judeus em todo o mundo. Eles apresentam o cristianismo sob o disfarce de judaísmo por chamarem seus clérigos ou pastores de “rabinos” e suas igrejas evangélicas de “sinagogas messiânicas”, por chamarem Jesus Cristo de Yeshua HaMashiach e o Novo Testamento de Brit HaChadasha, que significa Nova Aliança, por chamarem sua religião cristã de Judaísmo Messiânico, por não usarem a cruz e usarem símbolos judaicos, e por usarem nomes hebraicos e cantarem canções judaicas tradicionais. Esse ramo do cristianismo, o cristianismo hebraizado ou hebraísta (a que podemos chamar também de yeshuanismo), é composto por cristãos evangélicos. A igreja católica romana não pratíca mais a conversão de judeus.

Denominando a si mesmos de judeus para Jesus, cristãos hebreus, judeus messiânicos, eles celebram as festas judaicas com uma interpretação cristã. Eles realizam os serviços de Shabát, e usam kipá, talít e tsitsít para criarem a impressão de que um judeu pode ser cristão e ainda manter sua identidade judaica. Usando os Rolos da Torá, a iluminação das velas de Shabát (recitando as bênçãos — as bênçãos das velas de Shabát iniciam o dia de se fazer o Shabát), Kidúsh (bênção que inicia o ritual do Shabát) e Hamôtsi (bênção das duas chalót)*, eles fazem com que os judeus não afiliados se sintam confortáveis e bem-vindos em suas igrejas, pois eles sabem que qualquer judeu, mesmo um não afiliado, se sente desconfortável em uma igreja típica (um culto estranho para um deus estranho).

* Daqui depreendemos o motivo dos gentios ex-messiânicos quererem judaizar o movimento Bnei Noach. Eles permanecem judaizados pensando que não há problemas em manterem os rituais judaicos uma vez que já não acreditam mais em Jesus (Yeshua) e nem utilizam mais o seu nome nas bênçãos. (E a questão que surge quanto a isso é: mas se AGORA também sabem que não são judeus, que nunca foram, por que mantêm — querem manter  — os rituais judaicos?)

 

Assim, tais igrejas realmente conseguem a façanha de fazerem não-judeus ignorantes do judaísmo pensarem que são judeus e de fazerem judeus igualmente ignorantes do seu próprio judaísmo pensarem que AINDA* são judeus. Um judeu ex-cristão hebraizado (que abandonou esse ramo do cristianismo depois de uma reunião com o Rabi Dr. Jacob Immanuel Schochet, do Chabad, que também foi o primeiro rabino supervisor da Ask Noah International) admite:
“Os únicos judeus que pareciam aceitar Jesus como o Messias eram judeus ignorantes do judaísmo.” E, “fui forçado a admitir que nem um único judeu dentre as pessoas que afirmavam ser judeus messiânicos jamais soube o que era o judaísmo autêntico.”
Geralmente, tudo o que os judeus ignorantes do judaísmo sabem é que Jesus foi judeu e que os judeus não acreditam em Jesus.

* Segundo a Torá, o nascido de mãe judia que se converte para outra religião deixa de ser judeu.

 

Esses missionários cristãos hebraizados são tão obcecados por quererem converter judeus que recentemente nos EUA e no Canadá eles se apresentaram como judeus ortodoxos e se infiltraram nas sinagogas.

Os missionários cristãos hebraizados podem alegar que existem mais de 300 “provas” bíblicas de que Jesus, chamado por eles de Yeshua, é o mashíach. Um exame cuidadoso dessas passagens, no contexto (e dentro da sua essência natural — judaica), imediatamente refuta esta alegação. Algumas dessas passagens são baseadas em traduções incorretas, a maioria são citadas fora de contexto e são baseadas em raciocínio circular, e algumas são realmente baseadas em textos totalmente fabricados. Assim, 300×0 ainda é 0!

É interessante notar que atualmente quase todos os teólogos cristãos admitem o fato de que o cristianismo original (de quase 100 anos antes da era civil) nasceu dentro do judaísmo e de que Jesus e seus discípulos eram inicialmente todos judeus (eles foram educados segundo as linhas judaicas e se consideravam judeus). Alguns poucos rabinos e judeus afirmam que Jesus é uma mitologia, que ele não existiu de verdade, que ele não foi uma pessoa histórica, e, parcialmente, eles estão corretos (levando em conta que o Jesus eclesiástico do primeiro século da nossa Era realmente não existiu, pois o Jesus em que ele foi baseado, o verdadeiro Jesus, nasceu em 90 antes da nossa Era e morreu em 54 antes da nossa Era. O cristianismo romano modificou a sua data de existência*) (veja:
https://a-fe-original–noaismo.info/2017/12/20/a-verdadeira-historia-de-jesus-e-do-cristianismo/ ).

* Por isso não há historiadores do primeiro século da nossa Era que falam da existência desse Jesus.

 

Por fim, temos a intrigante questão: o cristianismo (não importa qual o ramo, se é o hebraizado ou não) é idolatria? Há um consenso entre todos os judeus de todas as épocas de que PARA um judeu o cristianismo é sim idolatria. Porém, não há um consenso sobre se o cristianismo é idolatria para os próprios não-judeus. A verdade é que alguns rabinos dizem que sim, que o cristianismo é idolatria mesmo para os gentios, e que alguns rabinos dizem que o cristianismo NÃO é idolatria para os gentios* ▲. Como resolvemos este impasse? Com a verdade de que não importa se o cristianismo (ou, na verdade, qualquer religião gentílica) é ou não é idolatria para os gentios, o fato é que todas e quaisquer religiões são invenções dos próprios humanos (portanto, mentiras, falsidades e enganações — ainda que possuam nelas algum elemento da Verdade) (e não se deve dar origem à religiões, diz-nos Rabi Maimônides) e todos os humanos devem seguir apenas os Mandamentos que O PRÓPRIO D’us do judaísmo, Hashém, deu na SUA Palavra, na Torá, para toda a humanidade através de Moshé no Sinái em 2448 desde a Criação (a Única, portanto, a Verdadeira Revelação Divina). Assim, não importa se alguma religião gentílica ensina as chamadas Sete Leis de Noá (Noé) (do mesmo modo como mencionam os Dez Mandamentos) e se os seus adeptos seguem-nas (porque são ensinamentos de sua religião), isso não é Noaísmo e esses religiosos (sejam cristãos ou yeshuanistas, maometistas, ou outros) não são Noaítas (Noahites, no inglês).

* Por causa disso alguns desses rabinos se equivocam em suas próprias palavras e acabam afirmando que um gentio pode ser cristão ou que um cristão não necessita abandonar o cristianismo para servir D’us (como uma boa pessoa). Essas afirmações realmente servem apenas para cristãos desavisados ou desatentos (ignorantes por absoluto de Hashém e da Torá). Quanto a que um gentio pode ser cristão, poder e dever são duas coisas distintas. Qualquer um pode qualquer coisa. Não significa que deva. Então, alguém pode ser cristão mas isso não significa que deva ser cristão. Que qualquer pessoa pode ser um bom cristão, qualquer pessoa de qualquer religião, ou sem religião, pode ser uma boa pessoa. Que bons cristãos (mesmo sendo cristãos) serão recompensados (por suas boas ações) por Hashém, quaisquer boas pessoas de todas as religiões, ou sem religião, serão divinamente recompensadas por suas boas ações.
Boas ações não tem nada a ver com princípios de fé corretos.

 

▲ De qualquer modo, veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/10/10/os-gentios-os-nao-judeus/

 

Nós, do site a-fe-original–noaismo.info, declaramos que somos Noaítas (Bnei Noach, no hebraico), que seguimos o Noaísmo, portanto, não-judeus que devotam Hashém cumprindo SUAS Mitsvót Universais. Não somos cristãos nem somos cristãos hebraizados/hebraístas ou yeshuanistas nem maometistas. Não acreditamos em Jesus ou Yeshua nem em Muhammad (Maomé) ou em quaisquer outros falsos profetas. Não acreditamos no novo testamento ou brit hachadasha nem no Alcorão ou Quran ou em quaisquer outros livros dos outros falsos profetas.

 

Por Noaismo.info (baseado em Jews For Judaism)

 

O site Noaismo.info tem o prazer, o orgulho e a honra de apresentar à Comunidade Judaica de Língua Portuguesa o Panfleto:
Sete Respostas Para os Messiânicos.

Acesse o link abaixo para baixar gratuitamente o panfleto no formato PDF 

7 Respostas para os Judeus Para Jesus (Jews For Judaism_Noaismo.info)

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