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Bnei Noach podem celebrar Pessach?

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Bnei Noach e Pessach (Parte II)

 

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Perguntas & Respostas

Pergunta:
Bnei Noach podem celebrar Pessach?
O que Bnei Noach podem fazer e o que Bnei Noach não devem fazer em Pêssach?

 

Resposta por Projeto Noaismo Info:
Naturalmente, a resposta deveria ser óbvia para todas as pessoas. Ainda assim, há muitos gentios que têm essas dúvidas.
Todas as orientações necessárias sobre o que os Bnei Noach podem fazer e o que os Bnei Noach não devem fazer nos dias da Festividade Judaica do Pêssach em duas partes.

A primeira parte está aqui, com a resposta do Rabi Ashér Cácua, da Ieshivá Pirchéi Shoshaním na Colômbia.

 

Resposta por Rabí Asher Cacua:
É importante esclarecer que um Noaíta não pode observar os dias santos ordenados por Hashém para o povo judeu. Isto inclui festas como o dia do repouso ritual ([isto significa, lembrar de fazer o ritual judaico do Shabát no sétimo dia judaico e observá-lo adequadamente]) ou o Pêssach, pois estes dias foram ordenados apenas para o povo judeu. Observá-los constituiria a criação de uma nova religião e a pessoa não receberia nenhuma recompensa por sua observância.

Se um não-judeu quer cumprir todas as mitsvót relacionadas ao shabát ou à festividade (Pêssach ou qualquer outra) então ele deve converter-se, como diz o Rabi Maimônides (ou Rambám) em Hilchot Melachim 10:
“Um não-judeu que se aprofunda [no cumprimento da] Torá [como praticada pelos judeus] é condenado a morte [pelas “mãos” dos Céus]. Os não-judeus podem se aprofundar apenas nas Sete Leis de Noá. Assim também, um não-judeu que descansa um dia da semana fazendo com que se pareça de qualquer forma a um dia de repouso religioso [judaico] também é merecedor da pena de morte [aplicada pelos Céus]. Nem é preciso dizer que o mesmo vale para fazer festas para si mesmo, como as festividades judaicas. Esta é a regra geral: [ele, o não-judeu] não pode criar uma nova religião e fazer as mitsvót para ele só porque ele quer. Ou ele deve converter-se em um judeu e manter todas as mitsvót ou ele deve abraçar sua fé e não somar ou subtrair dela. Se [um não-judeu] tem se aprofundado na [prática da] Torá [como se fosse um judeu], celebrado um dia de repouso ritual, ou tomado uma mitsvá para si mesmo, ele deve ser advertido de que ele merece a morte por ter criado uma nova religião.”

Quando o Rambám diz “Um não-judeu que se aprofunda na Torá merece pena de morte”, ele se refere a coisas que não tem nada que ver com [a prática das] suas 7 mitsvót, por isso ele diz mais adiante que se (alguém) quer guardar mais que 7 mitsvót então que se converta e guarde todas as mitsvót como deve ser; isto refuta àqueles que dizem que as 7 leis são um obstáculo para a conversão. Porém, há pessoas que querem assumir coisas (práticas ritualísticas) que gostam e por conseguinte acabam criando religiões [dentro do próprio movimento Bnei Noach], mas o conselho do Rabi Maimônides é “ou você se converte em judeu e vive como judeu ou se você não quer assumir todas as mitsvót então que você aceite sua identidade Noaítica e viva de acordo com ela”.

No entanto, há algumas mitsvót que o Noaíta pode fazer (no equivalente ao sétimo dia judaico — o dia para se fazer shabát, ou nos dias das festividades judaicas) de maneira voluntária se ele quiser, como, por exemplo, rezar, abençoar D’us, entre outras, contudo, deve-se indicar-lhe como fazê-las.

Nestes dias de pessach em que o povo judeu está celebrando a saída do Egito, o Noaíta pode fazer uma limpeza dos maus hábitos pessoais que afetam o seu cumprimento das 7 mitsvót e também o seu relacionamento com outras pessoas.

 

© Rabi Asher Cacua
© Traduzido do espanhol por Noaismo.info

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—”—

 

Excelente a resposta do Rabi Asher Cacua (dada em março de 2020).

 

Agora, a segunda parte da resposta em (neste nosso post de abril de 2019 no qual já citávamos o Rabi Maimônides):

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/11/site-bnei-noach-pessach-e-os-bnei-noach/

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Quais as diferenças entre rabi, rambam, rebe?

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Perguntas & Respostas

 

Pergunta:
Quais as diferenças entre rabi, rambam, rebe?

 

Resposta:
A palavra “rabino” vem do hebraico “rabênu” que significa “nosso professor” ou “nosso mestre”. Enquanto isso, “rabi” significa “meu professor” ou “meu mestre”.

O hebraico “rabi” na pronúncia ídiche é “rebe”. Portanto, “rabi” em hebraico é “rebe” em ídiche, e, obviamente, ambos tem o mesmo significado. Porém, atualmente, rebe é o nome que se dá ao líder de um movimento chassídico (o “ch” tem som de “RR”).

Rambám é uma pessoa específica. Trata-se do Rabi Moshé ben Maimón (pronuncia-se Moché) (1135-1204), também conhecido simplesmente como Maimônides. Portanto, Rambám é o acróstico de ou o acrônimo para Rabi Moshé ben Maimón.

 

(Falando em Rambám, não podemos nos esquecer de que também há o Rambán e não podemos confundi-los.
Como vimos, há o RambáM — com m no final — e há o RambáN — com n no final.
Rambán é uma pessoa específica. Rambán é o acróstico de ou o acrônimo para Rabi Moshé ben Nachmán (1194-1270), também conhecido simplesmente como Nachmânides.)

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7 Leis/Laws/Leyes, A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Judaísmo, Vídeo

O coronavírus e a Torá (A Palavra) de D’us

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Nesse incrível vídeo, o Rabi Eliahu Hasky explica o que é o coronavírus e como ele surgiu e também qual Recado O CRIADOR da humanidade está querendo passar para ela com esse acontecimento.

O Rabi fala das Sete Leis de Noé da Torá para todos os não-judeus do mundo. Você já as conhece? Sabe do que elas tratam? Quer aprender sobre elas? Acesse e estude as seguintes matérias:

 

E para ficar familiarizado(a) com as palavras utilizadas neste Site, veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/12/site-bnei-noach-dicionario-do-noaismo/

 

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A Torá permite casar judeu com não-judeu?

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Perguntas & Respostas

 

A Torá permite casar judeu com não-judeu?

 

Resposta por Rabino Eliahu Hasky.

 

O Rabino Eliahu Hasky é o fundador do Projeto JUDAICO (direcionado para os judeus) Torah Com Você (do qual não-judeus também podem se beneficiar muito).

Para conhecer mais o Rabino Eliahu Hasky, veja

http://glorinhacohen.com.br/?p=48157

 

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Frase: A verdadeira proximidade de D-us…

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Frase

“A verdadeira proximidade de D-us é quando a pessoa não considera os benefícios que ela vai ganhar observando a Torá e as mitsvót, mas simplesmente ela quer estar perto de D-us como uma meta em si mesma.”
— Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Rebe
(Líder espiritual da geração)

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Mensagem do Rebe para todos os judeus

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Mensagem do Rebe para todos os judeus

 

Uma Mensagem do Rebe sobre a segunda-feira, 6 de Janeiro, declarada pelo American Jewish Committee (AJC) como o “Jewish Pride Day” (Dia do Orgulho Judaico).

 

Das Cartas e Discursos do Rebe
(Rabi Menachem Mendel Schneerson)

 

Para os Filhos e Filhas de nosso Povo Israel, Em todos os lugares,
D-us abençoe todos vocês!

 

Ainda estamos no Galút (Exílio), quando “as trevas cobrem a terra”, porque a luz da Torá (Or) — a verdadeira luz que se encontra apenas na Torá (“não há luz senão a Torá”) — não tem irradiado de forma plena e abrangente o mundo e seus assuntos cotidianos, o que se reflete também na sua atitude, por vezes até nas suas ações, para com os judeus; e entre alguns judeus — na sua atitude para com a judaicidade.

Ambos os aspectos estão interrelacionados. Pois, como tem sido frequentemente apontado, quando os judeus, como indivíduos ou como grupo, aderem orgulhosamente a sua judaicidade e a demostram — essa é também a maneira que lhes granjeia o respeito do mundo gentio e uma atitude simpática e prestativa.

Além do essencial, que ao aderir a judaicidade na prática real de aprender Torá e fazer Mitsvót [Mandamentos Divinos] — diminuindo assim até eliminar por completo a única causa do Galút (como afirmamos claramente em nossa oração: “Mipnei chataênu galínu meartsênu – Por causa dos nossos pecados fomos exilados da nossa terra”) — o Galút é encurtado e finalmente encerrado pela verdadeira e completa Gueulá (Redenção) através do Mashíach Tsidkênu.

O fato de ainda estar no Galút não pode nem deve impedir que a vida do judeu, onde quer que ele viva, esteja iluminada em todos os seus aspectos pela luz da Torá e Mitsvót. E ao intensificar esta luz em sua vida cotidiana, o judeu também acelera a Gueulá e mais cedo recebe Mashíach Tsidkênu.

Somos um povo que depende de milagres e, de fato, toda a nossa existência como uma pequena nação em um mundo hostil também não é nada menos que um milagre. E aqui vem o fator adicional, que é também uma de nossas crenças fundamentais e princípios básicos de nossa Torá: Bitachón (confiança) em D-us, a verdadeira e absoluta Bitachón NAQUELE que é O MESTRE de todo o universo, cuja Divina Providência se estende a todos e a cada um individualmente, e especificamente, e em detalhes, [como] todos os judeus proclamam: “Shemá Yisrael – Ouça, ó Israel, Hashém é nosso D-us, Hashém é UM SÓ. Bendito seja o NOME glorioso de D-us no Seu reino para todo o sempre. Hashém ELE é O D-us!”

A Bitachón, cuja base é a crença simples de todo judeu — já que todos os judeus são “crentes filhos de crentes” que herdaram esta crença do nosso Pai Avrahám, o Pai dos Crentes —, une e unifica todos os judeus. Além disso, esta crença é a mesma em todos os judeus, em todas as dez categorias nas quais os judeus são classificados pela Torá, desde “os líderes de suas tribos” “até seus carregadores de água”, ainda que em todos os outros aspectos eles difiram e ao extremo [Deutoronômio 29:9-10].

A coisa prática que os judeus em todos os lugares podem fazer para ajudar a situação atual — algo que é lamentavelmente ignorado —, é que cada judeu deve fortalecer a missão especial que todo judeu recebeu de D-us, O UM SÓ D-us, em Sua única e singular Torá, que é eterna e imutável — [fortalecer] seus laços com a Torá do Sinai, quando D-us nos fez o “povo escolhido”, o povo eterno que é composto de todas as gerações de judeus até o fim dos tempos —, [e] é certo que D-us proporciona a cada judeu a capacidade de realizá-la na vida cotidiana real, em ações, palavras e até mesmo em pensamentos. A unidade dos judeus com D-us é fortalecida quando mais judeus estudam mais Torá. Isto também é algo do qual não precisamos nos envergonhar, pois, ao contrário daqueles que entendem ou deturpam isto em termos de privilégios que cheiram a chauvinismo, esta escolha [de D-us pelo povo judeu] é principalmente uma questão de dever e obrigação de ser um povo modelo para o mundo inteiro imitar, um povo em que o espiritual tem prioridade sobre o material, a alma sobre o corpo, um povo destinado a ser “uma luz para as nações” (Isaías 42:6, etc.). É este tipo de vida e conduta que a Torá descreve que também estimula o pensamento correto e a perspectiva adequada da vida. É este tipo de vida que também fortalece a autoconfiança de cada judeu onde quer que ele esteja, e lhe permite eliminar qualquer complexo de inferioridade e a prontidão para ser impressionado por um não-judeu, ou por uma idéia que vem de um não-judeu, ou por uma ideologia não-judaica. É triste, de fato, quando, em vez de serem um modelo e um exemplo vivo de um modo de vida mais espiritual e moral[*] para os não judeus imitarem[*], alguns judeus caem sobre si mesmos para imitar não-judeus, rejeitando a Torá Judaica e a tradição judaica, etc.

 

* Sobre os rituais do Judaísmo, o Rabi Aryeh Kaplan explica:
“As leis rituais (Mitsvót Edót da Torá) não têm base moral. As leis rituais incluem tudo o que foi dado para os judeus em particular (shabát, tsitsít, talít, mezuzá, micvê, taaniót (dias de jejum), cashrút, etc.) e não para todos os povos.”

 

Todo aumento em judaicidade, Torá e Mitsvót, aumenta grandemente as bênçãos de D-us para todas as necessidades pessoais, tanto para a vida do corpo quanto para a vida da alma. Além disso, cada judeu deve difundir Torá e judaicidade — para todos os judeus; e para todas as pessoas, as Sete Leis Noaíticas que se aplicam a elas.

Esta é uma área onde todo judeu, homem ou mulher, jovem ou velho, tanto na Terra Santa quanto na diáspora, pode e tem o dever de fazer alguma coisa: fazer tudo o que for possível para fortalecer a verdadeira educação judaica da Torá — nossa Torá, chamada Torá da Vida (Torat Chayím) — porque é o guia dos judeus na vida — e também Torá da Verdade (Torat Emét) — porque é a Verdade —, pois a força judaica reside na luz da Torá e Mitsvót, com a qual eles não apenas iluminam sua própria vida, mas também iluminam as trevas do mundo — esta é a melhor maneira de evitar guerras, não apenas grandes guerras, mas até mesmo guerras de atrito.

De agora em diante todos os judeus devem se comportar com o “orgulho de Iaacóv”. D-us está com todos os judeus.

 

Assinado: M. Schneerson/

© Rebe
© Noaismo.info

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Traduzido do inglês por Noaismo.info: © Noaismo.info

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O que fazer nos dias de Chanucá?

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Perguntas & Respostas

O que posso fazer nos dias da festa JUDAICA de Chanucá?

 

A festa JUDAICA do Chanucá começa ao anoitecer do dia 22/12/2019 (domingo) e vai até o anoitecer do dia 30/12/2019 (segunda-feira).
Obviamente, você, como GENTIO, não tem porquê querer celebrar Chanucá. Que motivo uma pessoa que não nasceu de mãe judia ou que não se converteu tem para, por exemplo, querer acender as velas da chanukiá? Nem um.
(Sobre as festas JUDAICAS em geral, veja
https://a-fe-original–noaismo.info/2019/05/27/bnei-noach-podem-celebrar-as-festividades-judaicas-ou-alguma-delas/ .)
Mas certamente você pode, se quiser, partilhar da alegria destes dias.

⇒ Recite a oração “Que a alma de todo ser vivo” do nosso Guia em cada um dos dias de Chanucá
( https://a-fe-original–noaismo.info/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/ );

⇒ Algumas pessoas têm o costume de recitar os capítulos 30, 67, e 33  dos Salmos em cada dia do Chanucá;

⇒ Dê caridade para uma instituição ou para um indivíduo necessitado;

⇒ Os pais podem dar presentes em dinheiro para seus filhos em alguns ou em todos os dias para ensiná-los a colocar uma parte desse dinheiro na caixinha de caridade em casa, para depois ser dado para uma instituição;

⇒ É costume comer alimentos fritos em óleo, como latkes (panquecas) e sufganiot (sonhos), e comer produtos à base de laticínios.

 

Por Noaismo.info, baseado em AskNoah.

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