7 Leis/Laws/Leyes, A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach, Guia Bnei Noach, PDF, Sidur Bnei Noach

Dia das crianças e um presente para elas

Projeto Noaísmo Info (A Fé Original da Humanidade)

O Site Bnei Noach apresenta

 

B”H

 

Neste dia das crianças, aproveite a oportunidade para presenteá-las com O GUIAZINHO, um livreto produzido pelo Projeto Noaismo Info junto com o Rav Shimshon Bisker, de Israel. O GUIAZINHO é o primeiro livro lançado no Brasil especialmente para as crianças Bnei Noach (noaítas). Sim, até então, infelizmente, não havia qualquer livro feito para as crianças das famílias Bnei Noach. Agora, graças a Hashém, esta lacuna está preenchida.

 

Palavras do Rabino Eliahu Hasky, do Projeto Torah Com Você, sobre O GUIAZINHO:

“Uau que máximo!!!!! Parabéns!!!!!!! Está sensacional!!!!!!”

 

O GUIAZINHO não contém apenas bênçãos, ele contém também histórias, e certamente possui muitos detalhes desconhecidos até mesmo dos próprios adultos. Portanto…

acesse a página oficial e exclusiva do GUIAZINHO e baixe-o gratuitamente.

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7 Leis/Laws/Leyes, A Fé da Torá (Judaica/Noaítica), Bnei Noach

O movimento Bnei Noach nos primeiros séculos da existência cristã

A Fé Original: Noaismo.info
O Site Bnei Noach

 

B”H

 

Há uma parte da História que certamente é desconhecida da grande maioria das pessoas. Seja porque outros que a ensinaram também desconheciam tais detalhes, seja porque outros a deturparam. A questão é que muitas vezes até mesmo nós mesmos podemos ter deduzido ou imaginado as coisas da maneira como elas realmente não foram.

É fato que o atual fenômeno Noaítico (i.e., do movimento bnei Noach) não é uma coisa que está acontecendo pela primeira vez na História. Hoje entendemos que do último século antes da nossa era até o terceiro século da nossa era, o noaísmo (o movimento Bnei Noach) era propagado por todo o mundo e se destacava cada vez mais. Certamente, o mundo pagão não era tão pagão quanto provavelmente pensamos. E certamente os pagãos não eram tão não civilizados quanto pensamos. É certo que não tivesse sido por Constantino transformar o cristianismo paulino na religião do império e ter massacrado e extinguido o noaísmo de então (sim, existiu um holocausto noaítico), o próprio noaísmo teria por fim triunfado sobre o paganismo e os cristianismos originais do último século antes da nossa era (o gnóstico e o ebionita) e ainda sobre o cristianismo paulino dos primeiros séculos da nossa era. Não, o imperador Constantino não inventou o cristianismo. Tampouco ele inventou o cristianismo paulino (obviamente inventado por Paulo). O que o Imperador Constantino fez foi apenas utilizar o cristianismo paulino como estratégia política para destruir o noaísmo (e tentar, junto, destruir o judaísmo) (ainda que isso significasse, de toda forma, a destruição do paganismo nominal).

 

A seguir, revisamos o texto de Jakob J. Petuchowski na revista Commentary de acordo com o atual conhecimento de que os “Tementes de Hashém” daquela época não se tratavam de convertidos mas de noaítas (Bnei Noach), não-judeus devotos do D’us da Torá e de Israel.

 

“Nos dias helenísticos e romanos do Segundo Templo, o Judaísmo conduzia uma propaganda divulgadora muito ativa [na verdade, propagando não o próprio judaísmo se não a fé judaica — toraítica — através do noaísmo, como explica o Rabi Tzvi Freeman: “a propagação dos valores judaicos [toraíticos] em todo o Mediterrâneo”]. Jesus descreveu os fariseus como cruzando a terra e o mar para fazer simpatizantes do judaísmo [os noaítas]. Muitos dos escritos agora encontrados nas coleções de Apócrifos e Pseudepígrafes eram originalmente folhetos de propaganda judaica dirigidos aos pagãos em sua própria língua e imagens. Josefo afirmou que não havia uma cidade grega ou bárbara em que a observância de costumes judaicos [ou mais exatamente, toraíticos (e mais precisamente, costumes noaicos — a observância noaítica): orar para um único D’us; abençoá-LO; não maldizê-LO; cumprir as sete leis noaíticas etc] não tivesse penetrado, e os autores romanos clássicos o confirmam — embora, ao contrário de Josefo, eles não achem esse estado de coisas louvável.

Essa propaganda foi em grande parte um apelo à razão: primeiro os pagãos deveriam ser convencidos da futilidade de seus ídolos, e então eles deveriam [assumir o noaísmo — podendo, posteriormente, se quisessem, se converter]. Mas o judaísmo nunca foi uma religião fácil de se assumir. Muitos pagãos, para quem seu conteúdo teológico e ético [através do próprio noaísmo] era atraente, recusaram-se a se submeter ao “jugo da Lei”. As sinagogas de Alexandria e da Ásia Menor eram frequentadas por esses [noaítas], que se tornaram conhecidos como “Tementes do D’us”.

Desse grupo também vieram muitos dos primeiros cristãos [do primeiro século da nossa era], mas as repetidas advertências de Paulo aos seus discípulos contra a adoção [da fé] judaica [e de práticas judaizantes decorrentes dos ebionitas] indicariam que a propaganda divulgadora judaica continuava a representar uma séria ameaça ao cristianismo paulino. A competição continuou por muitos anos — até que o Cristianismo venceu a batalha pela alma do velho mundo mediterrâneo ao se tornar a religião oficial do Império Romano. Condições políticas particulares permitiram ao cristianismo paulino superar seu concorrente judeu no Século 4. Daí em diante, a pena de morte foi decretada tanto para os propagandistas [do noaísmo] quanto para [os noaítas].

Visto que o judeu devia viver de tal maneira que seu comportamento constituísse uma “santificação do Nome de D’us”, havia o corolário natural de que seu exemplo bem poderia tornar O D’us judaico e [a fé judaica] atraentes para os gentios. Um indicativo disso é a história contada no Talmud sobre Simeon (Shimon) ben Shetach, que foi tão escrupulosamente honesto em uma transação comercial com um pagão que este exclamou: “Bendito seja O ETERNO, O D’us de Simeon ben Shetach!” Vinte séculos atrás, as sinagogas do mundo helenístico eram consideradas pelos pagãos educados como escolas de uma filosofia de vida viável, pela qual se sentiam cada vez mais atraídos.

Quando a Igreja medieval se empenhou no trabalho missionário, a sua intenção ideal era salvar o não crente da perdição, já que “não havia salvação fora da Igreja”. Mas isso não contrariava o sentimento judaico: podia haver salvação fora da Sinagoga. “Os justos de todas as nações têm uma parte no Mundo vindouro”. E, de fato, a retidão que daria ao Gentio o direito à sua participação na vida futura foi especificamente [exposta] no Talmud em sete regras simples de moralidade humana elementar, as chamadas “Sete Leis dos Filhos de Noé”. D’us, afirmava-se, tinha feito um pacto com a humanidade como um todo nos dias de Noé; e, ao contrário do pacto que ELE mais tarde fez com Israel, este pacto noaítico não tinha prescrições cerimoniais ou rituais. As leis noaíticas proibiam a idolatria, blasfêmia, assassinato, adultério, roubo, e a ingestão de uma parte de um animal vivo; do lado positivo, foi ordenado o estabelecimento de tribunais de justiça. [Assim,] a idéia de uma humanidade unida adorando O D’us de Israel não era nada surpreendente. 

Aqui está um problema missionário que as igrejas não precisam enfrentar: ao se tornar um judeu, o prosélito não apenas se torna um judeu crente e praticante; ele também se torna membro do povo judeu. É possível uma coisa dessas? A tradição responde que sim. Um prosélito que perguntou a Maimônides se ele poderia se juntar a seus novos correligionários na oração a “nosso D’us e D’us de nossos pais, D’us de Abraão, Isaque e Jacó”, foi informado de que ele certamente poderia fazer isso. Até hoje, o prosélito é chamado para a leitura da Torá como ben Avraham, “o filho de Abraão”. O conceito do prosélito como um “filho de Abraão” certamente significa que o povo judeu nunca foi identificado com raça ou nação no sentido moderno.

[E o que o judaísmo tem a declarar sobre o cristianismo e o maometismo?] Maimônides viu [na popularidade do] Cristianismo e do Islã uma “pavimentação do caminho para o Rei Messias”. Mas Maimônides não deixa de acrescentar: “Quando o Rei Messias chegar de verdade, eles (os cristãos e os maometistas) se arrependerão imediatamente e saberão que herdaram a falsidade de seus pais e que os seus profetas e os seus pais os desviaram.”

 

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O GUIAZINHO: O LIVRO DAS CRIANÇAS BNEI NOACH

Bendito é Hashém

 

 

Foto por Feira do Livro Judaico.

 

 

NESTE MÊS DAS CRIANÇAS, O RAV SHIMSHON BISKER, DE ISRAEL, E O PROJETO NOAISMO INFO, TOMAM A INICIATIVA E SAEM NA FRENTE E TRAZEM PARA TODAS AS CRIANÇAS DE FAMÍLIAS NOAÍTICAS (CRIANÇAS DA COMUNIDADE BNEI NOACH) DO BRASIL E DE FALA PORTUGUESA NO MUNDO TODO UMA GRANDE E ADORÁVEL SURPRESA: O GUIAZINHO, UM LIVRETO FEITO DIRETAMENTE PARA AS CRIANÇAS BNEI NOACH (NOAÍTAS).

 

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Dedicado a E.A. e em memória de A.T.

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Mazál Tov Rebe

B”H

 

Bendito és TU, Hashém, nosso Deus, Rei do universo, que é bom e faz o bem.

 

Hoje, 5 Abril 2020, equivalente ao dia judaico 11 Nissán (exemplo na foto a seguir)

é o dia do

 

O Projeto Noaismo Info (A Fé Original da humanidade) — o Site Bnei Noach — humildemente presta a sua homenagem ao nosso querido Líder e Mestre Rebe, o Rabi Menachem Mendel Schneerson, o Líder espiritual da nossa geração.

Foto por Bait C.J. Editado no Site noaismo.info por noaismo.info.

 

“Ao assumir a liderança da dinastia Chabad em 1951, o Rebe estabeleceu para si uma meta: alcançar todas as pessoas da face da terra e motivá-las a conhecer e se voltar para a Torá (a Palavra Eterna de D’us), como a luz guia para atingirmos a redenção pessoal e global. Sem dúvida, 11 de Nissan mudou para sempre não somente o judaísmo, mas centenas de milhares no mundo atingidos pela luz do Rebe e da Torá.” – Bait Centro Judaico

 

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De que forma será alcançada a paz universal definitiva?

O Projeto Noaísmo Info (A Fé Original da Humanidade) — O Site Bnei Noach — apresenta:

 

B”H

O Querido Sr. Chaim M. M. Reisner, fundador da Org. Ask Noah Int.

Perguntas & Respostas
ESPECIAL

 

De que forma será alcançada a paz universal definitiva?

 

Resposta por o Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson) extraída do livro “To Perfect the World: The Lubavitcher Rebbe’s Call to Teach the Noahide Code to All Mankind”, páginas 73 e 74, produzido pela Ask Noah International:

“O Código Noaítico traz bênçãos para os gentios… . As “setenta nações [gentias bíblicas]” são protegidas pela observação de seus mandamentos [noaíticos] e pelo estudo das áreas relacionadas da Torá. Além disso, a realidade é que a paz no mundo depende do fato de as nações gentias se comportarem de acordo com o princípio de “ELE [D’us] formou [o mundo] para ser estabelecido de forma civilizada e significativa” (Isaías 45:18), aderindo ao Código Noaítico{*}. Seu tema subjacente — como escrevem os comentaristas clássicos básicos sobre a Torá e nossos mestres éticos — é manter a civilização, garantindo que as pessoas não “engulam umas às outras vivas” (Ética dos Pais 3:2). Pelo contrário, elas devem doar caridade, promover a justiça, estabelecer tribunais, impedir roubos e assim por diante — de acordo com todas as subcategorias dos sete mandamentos dos Noaítas.”

* Nota adicionada pelo tradutor:
Por o Rebe.
“O principal objetivo de nossa existência {é} tornar o mundo um lugar de boas sociedades por fazermos o que é certo aos olhos do CRIADOR: cumprir os mandamentos de D’us, que são a única razão para a criação da humanidade. Isso vale para judeus e também para não-judeus.
Fundamentalmente, os mandamentos dados à humanidade como um todo visam refinar a humanidade, garantindo que a humanidade se comporte de acordo com a vontade de D’us e que o mundo funcione como ELE deseja: todos reconhecendo D’us e cumprindo suas tarefas divinas. D’us ordenou essas leis {na entrega da Torá} no Sinai. Moshé as recebeu de D’us e as transmitiu para o povo judeu. Todo judeu tem {então} a obrigação de garantir que todas as pessoas do mundo aprendam e cumpram suas mitsvót, os Sete Mandamentos Noaíticos e todos os seus derivados. {Portanto,} somos responsáveis ​​por seguir o caminho certo: Sete Leis de Noá {Noé} com todos os seus detalhes para todas as pessoas e 613 mitsvót para judeus.”

 

© Ask Noah International
(material fornecido pela Ask Noah International em 12 Outubro 2019)
© Traduzido por Noaismo.info

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Em homenagem ao nosso querido professor, Senhor Chaim Menachem Mendel Reisner (Chabad) — e para a sua pronta e completa recuperação —, o fundador e co-diretor da Organização Ask Noah International.

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