Bnei Noach

Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

ב”ה

 

Uma Mensagem do Rabi Eli Levy (Chabad)

 

Um Mashíach Real

 

Para muitos, a era messiânica é um mito inalcançável e utópico. Mas para nós, (judeus) chassidim, é uma realidade possível. Já nos sentimos no mundo vindouro.

O Rebe (Rabino Menachem Mendel Schneerson) nos pediu para trazer o Mashíach. Trazemo-lo com boas ações, trazendo luz à nossa volta e vendo a era messiânica como algo atual e verdadeiro.

O Mashíach está a um passo.

Por Rabi Eli Levy
© Jabad.com (Chabad)

Traduzido do espanhol por Noaismo.info: © 2015-2019 Noaismo.info

Anúncios
Padrão
Bnei Noach

O modo de vida dos Bnei Nôach

A Fé Original: Noaismo.info

O Site de Bnei Noach do Brasil

 

B”H

 

O que um noaíta (filho de Noá) realmente faz?

 

Por Rabi Dovid Rosenfeld

 

Eu cresci como um crente cristão, mas depois de anos de pesquisa comecei a acreditar no D’us de Israel. Hoje eu me vejo como um noaíta. (Existem vários motivos pelos quais não seria viável para mim a conversão.) Meu maior desejo é conhecer D’us e viver de acordo com SUA Palavra, a Torá. Mas a minha pergunta é: o que eu realmente faço? As Leis Noaíticas são muito básicas, e elas são quase todas as coisas que não se deve fazer. Eu quero servir D’us, mas como um noaíta, o que de fato há para eu fazer?

 

O Rabino responde

 

Primeiramente, é bom falar com alguém tão sincero em suas crenças, e eu desejo que você prossiga com o seu crescimento espiritual.

Você tem razão ao dizer que as Leis Noaíticas — ou as Leis de Noá, ou as Leis dos Filhos de Noá, ou as Mitsvót Universais (Leis Divinas Universais) — são muito básicas e que, além das proibições negativas, elas deixam o noaíta praticamente sem ter o que fazer. Mas o mais importante é dar-se conta de que a observância e a conexão com D’us não terminam com as Leis Noaíticas. O Rabi Abraham Twerski observou a mesma coisa no que diz respeito à Torá. As pessoas cometem o erro de ver os 613 Mandamentos como a soma total da observância judaica. Mas na verdade, é aí onde começa o judaísmo, não onde ele termina. Os 613 proporcionam apenas a estrutura básica e o ponto de partida para o crescimento espiritual. Mas D’us quer que a gente vá muito além do mínimo. Podemos ir infinitamente mais alto – e é isto o que verdadeiramente nos define como grandes seres humanos.

Dá-se o mesmo com as Leis Noaíticas. Elas proporcionam apenas a estrutura simples da vida civilizada, não matar, não roubar, não cometer adultério, etc. Se tudo o que uma pessoa faz é isto, ela tem um certo grau de conexão com D’us – até mesmo se ela passa o resto de seu tempo bebendo cerveja e assistindo TV.

Mas, na verdade, há muito mais que uma pessoa pode fazer – aperfeiçoar-se como ser humano e fazer do mundo um lugar melhor. D’us deu a cada um de nós o nosso conjunto único de habilidades e talentos para fazer a nossa própria contribuição para o mundo – por exemplo, trabalhando em uma profissão digna, dando caridade, voluntariando-se para causas nobres, formando uma família com bons valores, orientando e aconselhando as pessoas, sendo um ativista de Israel, etc. Cada pessoa precisa olhar para dentro de si para ver que dons especiais ela pode usar para melhorar o mundo (e a si mesma) e quais oportunidades ela tem à sua disposição. É evidente que nossa porção no Mundo Vindouro é diretamente proporcional ao quanto trabalhamos para D’us – para melhorar tanto a nós mesmos quanto ao mundo.

Apesar disso, um não-judeu deve ter em mente que, obviamente, há várias  mitsvót que ele não deve cumprir (ou seja, há mandamentos que o não-judeu – mesmo um noaíta – está proibido de cumprir) – como Shabát e Festividades, Tefilín, Talít, Mezuzá… (ou seja, os mandamentos denominados Edót). O não-judeu também pode estudar a Torá, embora ele deva estudar apenas as partes relevantes para ele – como a Torá escrita (Tanách), as Sete Leis, e questões básicas de crença e ética.

 

[Em outras palavras, há um limite de até onde um não-judeu (mesmo um noaíta) pode ir. Ele não pode querer ultrapassar este limite, a menos que ele deseje tornar-se judeu. Este limite é o que distingue o não-judeu do judeu. É o que torna o não-judeu um não-judeu e o que torna o judeu um judeu. Trata-se de não ultrapassar as barreiras da identidade própria (individual/nacional). Há os mandamentos de caráter de moralidade (Mishpatím) e há os mandamentos de caráter de identidade (Edót). Os limites para os não-judeus são exatamente os mandamentos de caráter de identidade (e do mesmo modo para os judeus) (“Shabát e Festividades (exceto Rosh Hashaná), Tefilín, Talít, Mezuzá”, etc., como citado acima pelo Rabino).
Portanto, querer cumprir mandamentos de caráter de identidade (os Edót) é desrespeitar AQUELE que os deu, é desrespeitar Hashém, QUEM estabeleceu estes limites, QUEM criou essas identidades.]

 

Por Rabi Dovid Rosenfeld

© Aish.com

Traduzido do inglês por Noaismo.info: © 2015-2019 Noaismo.info

https://a-fe-original–noaismo.info/copyright/

 

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/2015/10/03/perguntas-e-respostas/

 

Padrão