Bnei Noach

Entrevista com Mashiach

entrevistando mashiach - chabad.org.br

 

Nosso “fã clube” detectou e todos foram unânimes em afirmar: “Queremos Mashiach!”

Medimos pelas dezenas de e-mails recebidos que a maioria quer obter detalhes sobre ele, possuem muitas dúvidas e desejam saber: o que está prestes a acontecer?!

Devido à insistência e estando sempre antenados, a fim de atender nosso fiel público, conseguimos agendar!

http://www.chabad.org.br tem o prazer e satisfação de anunciar, a seu pedido, uma entrevista exclusiva.

Com vocês: Mashiach!

 

www: Estamos imensamente felizes por ter-nos concedido esta entrevista tão aclamada por todo o mundo. Agradecemos por ter atendido ao nosso convite, em nome de todos seus fãs.

Mashiach: Não é necessário me agradecer. Apesar de ter uma infinidade de compromissos em minha agenda, estava há muito aguardando este momento.

www: Mashiach, o senhor julga-se um ser humano normal, de carne e osso, mortal como nós, ou um super herói?

Mashiach: Nada de super. Supremo somente Hashem, nosso Criador. Sou um sujeito simples, de carne e osso como podem todos ver (vocês estão com a câmara digital? Nem precisa! Dispenso fotos e publicidade) e filho de pais humanos normais. Meu nome, Mashiach, em hebraico significa “O ungido”.

www: Qual é a sua origem e seu background?

Mashiach: Sou descendente do Rei David, da tribo de Yehudá, a quem D’us prometeu que dele virá o Mashiach. Sou comprometido integralmente com a Torá. Posso afirmar que conheço profundamente cada assunto e ensinarei com eficiência e clareza a todos quando chegar o momento. Acreditar em minha vinda faz parte dos Treze Princípios de Fé, de Maimônides.

www: Como todo líder, você deve ter vários projetos. Quais são as principais linhas de seu plano de trabalho?

Mashiach: Fui incumbido de liderar nosso povo para a Terra de Israel e trazer a paz universal a todos. Para atingir um mundo melhor, vou colocar em prática o projeto 3R, composto por três fases: Retorno, Reunião e Reconstrução, em hebraico respectivamente, Teshuvá, Kibuts Galuyot, e Bet Hamicdash. Na primeira, todo o povo de Israel retornará ao judaísmo; na segunda, todos serão reunidos na Terra de Israel e na terceira reconstruirei o Bet Hamicdash – o Terceiro Templo Sagrado em Jerusalém.

www: O que vem a ser a fase de Retorno? O que irá ocorrer com todos os judeus que estão afastados e que mal sabem que são judeus?

Mashiach: Realmente, o povo de Israel está numa situação difícil. A assimilação está engolindo muitos de nós. O que nos consola é que esta situação estava prevista na Torá, e seguindo esta profecia, consta a promessa de que Mashiach estará prestes a chegar. Cada um de nós tem um pontinho de luz dentro dele. Muitos pontinhos estão perdidos por aí. Porém, de um momento para o outro é capaz de acender-se e voltar a brilhar. O grande movimento de teshuvá nos dias de hoje confirma esta profecia. Pessoas que estavam tão longe de qualquer contato com o judaísmo estão retornando às suas origens. E isto indica apenas o começo.

www: E a ida para Israel? Existem judeus espalhados pelos quatro cantos do mundo – do Brasil ao Marrocos. Como é que o senhor vai fazer para transportar tanta gente?

Mashiach: No livro de Daniel está escrito que o povo irá a Israel transportado pelas nuvens do céu. Na linguagem moderna, isto significa que iremos da maneira mais natural possível: de avião!

www: O que acontecerá a quem não é judeu na era Messiânica?

Mashiach: Eu me revelarei para a humanidade, e não apenas para nosso povo. Minha chegada deve significar a resposta de “Por que estamos aqui?” Não apenas redimirei o povo judeu do exílio mas todo ser humano de uma existência sem significado para uma vida realmente significativa: este é o verdadeiro plano Divino para a era Messiânica.

www: E o Bet Hamicdash? Já existe uma planta?

Mashiach: A planta foi desenhada pelo melhor arquiteto: D’us. É só abrir a Torá que você poderá encontrar todas as medidas e detalhes do Templo Sagrado. Seu esplendor ultrapassa toda e qualquer outra obra já realizada pelo homem.

www: Desculpe a chutspá, ousadia, mas muitos questionam: Messias não é apenas um eufemismo para uma paz utópica na Terra?

Mashiach: Não é apenas uma idéia esperançosa ou uma fantasia, mas uma promessa Divina sempre repetida, de que uma pessoa e eventos específicos mudarão o mundo para sempre.

www: Nosso mundo mudará drasticamente?

Mashiach: A princípio, o mundo seguirá seu curso natural, mais tarde elevando-se a um estado sobrenatural, incluindo a Ressurreição dos Mortos.

www: Qual a importância de Mashiach para o Judaísmo?

Mashiach: Toda. É um dos Treze Princípios Fundamentais do Judaísmo. “Acredito na vinda de Mashiach todo dia, e mesmo que ele tarde, esperarei por ele.” As pessoas tentam mudar a si ou sua vida. Qual a razão? Porque elas querem um mundo melhor, você não? Se soubéssemos que não existe nada que fossemos capazes de fazer para acabar com a maldade neste mundo, certamente não conseguiríamos acordar pela manhã. Mas há algo que nos impulsiona e faz vibrar. Esta vontade e força é a fé em Mashiach; a crença de que o mundo será melhor algum dia.

www: De que forma você irá convencer a humanidade de que o mundo mudou com sua chegada?

Mashiach: Cresci e sou uma pessoa completamente íntegra e um exemplo vivo da Torá. Uma de minhas missões é inspirar cada um a retornar a D’us. Usarei todo meu carisma e poder de liderança. Liderarei através de meu exemplo. Possuo uma alma coletiva, geral, que me permite interagir com todos em todos os níveis, com ajuda de D’us. E não será preciso convencer ninguém de nada: todos verão com seus próprios olhos.

www: O “Messias” não é uma idéia também cristã?

Mashiach: Mashiach origina-se na Torá judaica e nos Profetas. O conceito foi mais tarde emprestado e alterado por outros.

www: Qual a meta que você deseja atingir?

Mashiach: Quando alguém descobre a verdade, não quer saber de outra coisa senão aprofundar-se nela. Quando o projeto 3R estiver cumprido, as pessoas perceberão e verão que D’us é a verdade, e como é bom seguir seus caminhos. Todos se ocuparão no estudo da Torá e na aproximação com D’us. Quando me revelar, o mundo atingirá um estado de perfeição. Não haverá mais guerra, perseguições, racismo e o mundo inteiro viverá em paz e harmonia com saúde e prosperidade. Como consequência disto haverá fartura no mundo. Siga minha lógica: se há fartura, não existe inveja; se não existe inveja, não há discordância; sem discordância, não existe guerra nem competição. Enfim, haverá paz e bondade. Desta forma, as pessoas e o mundo vão elevar-se cada vez mais. As pessoas continuarão a ter livre arbítrio, mas elas irão escolher entre o Bom e o Melhor, ao invés do Bem e do Mal.

www: Vamos lhe perguntar o que todos querem saber: porque é que você não vem logo? Mashiach, até quando?!

Mashiach: Eu também não vejo a hora de chegar. Mas isto já não depende de mim; depende somente das ações de cada um de vocês e da avaliação do Juiz do mundo, D’us. Um pequeno ou mesmo único ato é capaz de mover o mundo. Quando Ele decidir que é chegada a hora, eu estarei aqui definitivamente entre vocês. Fiquem felizes por fazerem parte desta geração! Minha vinda está prevista, no máximo, entre o final do sexto e o início do sétimo milênio. Aliás este é o prazo máximo! Vocês estão vivendo no final do sexto milênio e, com suas ações positivas, as chances de poder me revelar já, são enormes!

www: Você poderia nos fornecer seu nome, endereço, RG? Ou pelo menos cidade ou país de origem? Ao menos uma dica?

Mashiach: Não importa quem eu seja. O mais importante é vocês me ajudarem a apressar os poucos momentos que nos separam entre esta entrevista e a minha chegada ao vivo, off-line. Até lá, agradeço e conto com o apoio e ação de todos. Agradeço a oportunidade de me expressar através deste site que divulga o judaísmo a todos que tem sede. Espero poder dar a próxima entrevista no Terceiro Templo Sagrado, que seja em breve, se D’us quiser!

 

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Bnei Noach, Conhecendo O CRIADOR (D'us)

Caminhar na Presença de D’us

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Bnei Noach - Filhos de Noé - Sete Leis _ Noaismo

Seja um Bnei Noach _ Como se tornar um Bnei Noach _ Leis Bnei Noach _ Caminho Bnei Noach _ Noaismo.info

 

Caminhar na Presença de D’us

 

Nôach ou Noá (popularmente, Noé) não era cristão ou messiânico e nem era muçulmano. Em seu tempo não existia o cristianismo (nem a sua vertente hebraísta, os messiânicos) e nem existia o islamismo. Nôach não acreditava em Jesus/Yeshua/Yahushua e nem acreditava em Muhammad (Maomé). Ainda assim, está registrado que “Nôach andava com D’us.” (Bereshit/Gênesis 6:9) Como isso era possível? De que maneira um não-judeu anda com D’us*?

 

* Sabemos que O Próprio D’us escolheu o Povo Judeu como o Seu Povo e lhes deu o Judaísmo. Mas Nôach também não era judeu, pois ainda não havia surgido o Povo Judeu.

 

UM NÃO-JUDEU CAMINHANDO NA PRESENÇA DE D’US

Noaismo.info_02

Por Rabi Menachem Mendel Schneerson
(O Rebe)

 

Estou certo de que você conhece os assim chamados Sete Mandamentos dados por D’us a Nôach e seus filhos.

Estes são: (1) O estabelecimento de cortes de justiça; (2) a proibição de blasfêmia; (3) de idolatria; (4) de incesto; (5) de derramamento de sangue; (6) de roubo; (7) de comer carne de um animal vivo. Estes Sete Mandamentos, que D’us deu aos filhos de Nôach, i.e., a toda a humanidade, são as leis básicas, com ramificações de longo alcance que abrangem toda a vida da sociedade e do indivíduo, para assegurar que a raça humana será regida por estas leis Divinas de moralidade e ética, e que a sociedade humana será de fato humana, e não uma selva.[*

* O próprio Rebe discorre mais sobre esse tema em:
https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/  ]

 

Certamente os judeus, filhos de Avraham, Yitschac e Yaacov, mais tarde receberam muitos mais mandamentos com obrigações para eles, mas não para o restante da humanidade. No entanto, isso de maneira alguma diminui o fato de que os não-judeus podem e devem buscar realização completa através da observância dos mencionados Sete Mandamentos da Humanidade, com todas as suas ramificações, pois, como são outorgados por D’us, proporcionam o veículo pelo qual se atinge a comunhão com D’us, e assim “caminhar sempre na presença de D’us”.

Eu gostaria de fazer uma observação adicional. Houve uma época em que alguns pensadores acharam que não havia necessidade de conectar as leis da ética e moralidade com a autoridade Divina, visto que estes são princípios racionais. O equívoco deste raciocínio agora é bastante claro. Vimos, em nosso próprio tempo, uma nação inteira que se gabava de grande progresso filosófico e sistemas éticos descer às maiores profundezas da depravação humana e barbarismo sem precedentes. E o motivo para isso foi que eles acreditavam poder estabelecer moralidade e ética baseadas na razão humana, sem se sujeitar à autoridade de uma Existência Suprema, tendo eles próprios se tornado uma super-raça, como pensavam. Certamente não há necessidade de elaborar sobre o óbvio.

A partir das declarações acima, fica claro que indivíduo algum pode se contentar com a própria observância dos Mandamentos Divinos, mas é sua responsabilidade com seus amigos, vizinhos e sociedade em geral, envolvê-los na observância dos Mandamentos Divinos na vida e na conduta diárias.

Desejando a você sucesso em seus esforços para atingir a verdadeira realização,

Com bênção,

Assinatura do Rebe

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Conheça mais sobre as Sete Leis dos Filhos de Noá (Noé) em nossas páginas:

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-o-que-e-bnei-noach/

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-o-que-e-bnei-noach-parte-2/

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-por-que-ser-bnei-noach-quem-e-bnei-noach/

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-o-que-sao-as-sete-leis-de-noe/

E veja também:

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/02/04/site-bnei-noach-as-sete-leis-de-noa-no-talmud-da-babilonia-sanhedrin-56a/

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Bnei Noach

Definições da expressão Bnei Noach

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Atenção: nos termos hebraicos transliterados, o “CH” deve ser pronunciado como “RR” e o “SH” como “CH”.

 

 

DEFININDO, DISTINGUINDO E DISCERNINDO a expressão Bnei Noach

 

Por Noaismo.info

 

Bnei Noach (alternativamente Benêi/Benê/B’nei Nôach) é uma expressão hebraica que significa literalmente “Filhos de Noá (Noé)”.

 

Existem 3 (TRÊS) sentidos para a expressão Bnei Noach:

· Sentido 1: Os filhos literais, biológicos, de Noá: Shem, Cham e Yafet;

· Sentido 2: Todos os descendentes (físicos) de Noá através das gerações, ou seja, todos os humanos, toda a humanidade (sem  exceção alguma) (independentemente de fé);

· Sentido 3: Os filhos/descendentes ESPIRITUAIS de Noá, i.e., aqueles que assumiram sobre si as Sete Categorias de Leis Universais dadas por Hashém (D’us) a Adám e Nôach.

 

E exatamente a fim de fazer uma distinção entre os dois últimos sentidos (o de Bnei Noach, genérico, todos os humanos, do de Bnei Noach, não-judeus devotos de Hashém), é que foi criado o termo inglês Noahites (Noah+ites) (Noá em inglês é Noah), traduzido para o português (e para o espanhol) como noaítas (Noá+itas)*. Os noaítas são especificamente o último tipo – o terceiro sentido – de Bnei Noach, os não-judeus que seguem os Sete Mandamentos Divinos.

* Noahides/Noaídas: “Noá”+sufixo (“ide” em inglês) “ida”. “Ida”: significa literalmente “filhos de”, “descendentes de”. Portanto, no sentido específico de  toda a humanidade, todos os humanos, podemos utilizar o termo Noaída (tradução portuguesa de Noahide). Assim, não é errado o uso da palavra Noaída desde que a utilize somente com o seu significado único e literal, o de filhos ou descendentes de Noá, de forma geral.

E da criação do nome noaíta veio o seu derivado noaísmo*, que se define como a aceitação e o compromisso em praticar as Sete Categorias de Leis Noaicas (i.e., de Noá) ou Noaíticas (i.e., dos noaítas).

* Ou ainda, Noachdút, em hebraico.

 

Termos utilizados como sinônimos de Bnei Noach (aqueles que aceitam os Sete Mandamentos de Hashém) ou os Noaítas:

• Gentios Justos;
• Justos entre as nações (o mesmo que, Justos entre os gentios);
• Devotos (de Hashém) entre as nações;
• Sábios entre as nações;
• Piedosos entre as nações.

 

As Sete Categorias de Leis de Hashém para toda a humanidade são:

Praticar a equidade; não blasfemar o nome de D’us; não praticar idolatria, imoralidades, assassinatos; e não tirar e comer o membro de um animal estando ele vivo (Sanhedrín 56).

 

Por Noaismo.info

Site Bnei Noach (BRA)_Bnei Noach_Filhos de Noé_Leis Universais_Noaismo.info

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-copyright/

 

Veja também o Dicionário online de Noaismo da Língua Portuguesa (Dicionário Bnei Noach)

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/04/12/site-bnei-noach-dicionario-do-noaismo/

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Bnei Noach, Sobre nós

(Dois Artigos) O Rebe, os judeus e os Bnei Noach | Mais de 5.000 visualizações

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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(Dois Artigos) O Rebe, os judeus e os noaítas | Mais de 5.000 visualizações

Este link contém Dois Artigos.

 

(1° Artigo)

MAIS DE 5.000 VISUALIZAÇÕES

 

Somos Bnei Noach (noaítas) desde 2008, e é desde esse período que estamos na ativa. Sim, fomos outro Site de 2008 até 2015. Então, em 1° de agosto de 2015 nos tornamos simultaneamente dois Sites, o Site Bnei Noach Brasil (wordpress.com) e o Site Noaismo.info (antigo Noahidebr). Nossa primeira publicação com conteúdo no Noaismo.info ocorreu em setembro: o Sêfer Tehilim, Livro dos Salmos.
Em 17 de julho de 2016, alguns dias antes de completar um ano de existência, o Site Noaismo.info alcança mais de 5.000 visualizações. Estas visualizações ocorrem principalmente no Brasil, naturalmente, mas também são oriundas de países tais como Estados Unidos, Portugal, Israel, Alemanha, Japão, entre outros.
Assim, nós, os criadores/publicadores do Site Noaismo.info, reverenciamos e louvamos Hashem por nos permitir a realização deste trabalho, usando-nos como instrumentos para tal, Baruch Hashem.

Também aproveitamos para expressar os nossos agradecimentos a:

o Povo de D’us (o Povo Judeu), a começar pelo – em especial ao – Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson) que, pensando em todos nós não-judeus, sim, preocupado com todos nós, a humanidade, lançou a Campanha de Conscientização Judaica do Caminho Espiritual Original Da Humanidade: O Caminho Noaítico (relativo ou pertencente aos Noaítas (Bnei Noach/Filhos de Noé) ou Noaísmo), levando então os judeus a se conscientizarem do seu propósito no mundo, o de professores/educadores da Espiritualidade para toda a humanidade – ensinar para todos os povos as suas próprias Mitsvot (Leis) dadas igualmente por O PRÓPRIO HASHEM (D’US). A partir daí, inúmeras autoridades judaicas têm aprendido sobre e ensinado tanto a seus correligionários quanto aos não-judeus a Fé Original da Humanidade: As Sete Categorias de Leis dos Filhos de Noé (Sheva Mitsvot Bnei Noach).
Observação: é verdade que antes do Rebe alguns judeus ensinaram As Sete Categorias de Leis dos Filhos de Noach para alguém, mas esses foram casos excepcionais e isolados
(Veja o 2° artigo mais abaixo
O REBE, OS JUDEUS E OS NOAÍTAS ).

todos os nossos leitores, acompanhantes e seguidores.

 

O objetivo do Site Noaismo.info:

Existem muitíssimas informações (de fontes totalmente confiáveis) destinadas aos Bnei Noach nas línguas inglesa e espanhola, porém, pouquíssimas na língua portuguesa, além de que, infelizmente, não existe nenhum site especificamente Bnei Noach confiável em língua portuguesa. Portanto, foi com este objetivo que este Site foi criado, trazer essas informações para o público de língua portuguesa.
Que Hashem nos abençoe para que possamos estar sempre cada vez mais trazendo muito mais materiais noaíticos (como já dito, de fontes totalmente confiáveis) para a língua portuguesa.

 

1o. Encontro Bnei Noach Brasil Rav Yacov

Foto: 1° Encontro do extinto Gal Einai no Brasil (2011-11/2015)* (posterior extinto Bnei Noach Club** (ou Clube Bnei Noach) (2014-2016)) para Bnei Noach da Cidade de S. Paulo realizado no extinto Centro Chabad-Lubavitch do Brooklin em 19 de agosto de 2012. Nós, do Site Noaismo.info, estávamos presentes.

 

* Instituto que FOI reconhecido pelo Chabad.

 

** https://twitter.com/galeinaibrasil/status/432946206436630528

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Fim do primeiro artigo.

 



 

(2° Artigo)

O REBE, OS JUDEUS E OS NOAÍTAS (Bnei Noach)

 

Por Rabi Moshe Feller (Chabad) e Noaismo.info

 

Liderando o movimento Lubavitch, o Rebe criou a maior e mais dinâmica rede educacional judaica mundial do judaísmo. Existem cerca de 4.000 filiais Lubavitch em todo o mundo.

Eu quero focar aqui em um aspecto particular da liderança do Rebe. Enquanto o século 20 assistiu a uma série de gigantes espirituais que trabalharam para melhorar a espiritualidade do povo judeu, o Rebe foi incomparável porque ele também trabalhou diretamente para aumentar a espiritualidade dos não-judeus.

Pode estar certo de que os judeus não fazem proselitismo. O Rebe não estava lá para convencer os não-judeus a se tornarem judeus. Os esforços do Rebe se concentraram nos não-judeus serem espirituais através do cumprimento das Sete Categorias de Leis Noaíticas (que O Todopoderoso ordenou).

Depois do Dilúvio, D’us fez um pacto com Noach e sua família constituído de Sete Categorias de Leis que toda a humanidade deve observar:

1) devotar somente D’us;
2) não blasfemar contra D’us;
3) não assassinar;
4) não cometer crimes sexuais;
5) não roubar;
6) não ser cruel com os animais (especificamente não consumir o membro de um animal antes de tomar a sua vida);
7) buscar a justiça como uma sociedade (o oposto de anarquia).

D’us comunicou a Moshe Rabênu que ELE tinha feito este pacto com Noach e encarregou Moshe de informar o povo judeu que eles têm a obrigação de influenciar a humanidade para observar essas leis (ver Rambam, Mishnê Torá, As Leis dos Reis, capítulo 8, leis 10 e 11).
( Veja em
https://a-fe-original–noaismo.info/2016/08/01/site-bnei-noach-maimonides-e-os-bnei-noach/ )

Por todo o nosso longo exílio, este ensinamento da nossa responsabilidade de divulgar essas leis a toda a humanidade foi, por uma variedade de razões, negligenciado.

Os grandes líderes da Torá não impeliram seus seguidores a se concentrarem na obrigação de disseminar as sete categorias de leis noaicas à humanidade. Mas não é assim com o Rebe. Ele dinamicamente encarregou os judeus de levar a cabo a sua obrigação da Torá e disseminar estas sete categorias de leis noaicas a não-judeus.

A Torá cobra dos judeus que eles mesmos sejam conscientes de D’us e que influenciem os não-judeus a serem conscientes de D’us. A consciência de D’us é a base destas sete categorias de leis, ao mesmo tempo que é a base de toda a Torá.

Nós podemos divulgar a nossa consciência de D’us de um modo muito simples. Quando alguém lhe perguntar como você está, responda acrescentando “Graças a D’us”. Ao marcar um encontro, diga “se D’us quiser, lhe verei amanhã.”

Deixe seus amigos não-judeus observarem a sua consciência de D’us. Seja um exemplo e um modelo de consciência de D’us.

Por isso, quando eu entro em um táxi, pergunto ao motorista: “Você já agradeceu a D’us hoje?”, e isso invariavelmente inicia uma conversa de consciência de D’us.

Uma vez eu peguei um táxi no aeroporto de La Guardia. Perguntei ao taxista haitiano negro: “Você já agradeceu a D’us hoje?” Eu quase caí para fora do táxi quando ele virou a cabeça para mim e, sorrindo, respondeu em hebraico: “Barechú Hashém iom iom” (“Graças a Hashém (D’us) dia a dia”).

Alegremente eu perguntei: “Onde você aprendeu essa frase?”

Ele me disse que antes de começar a trabalhar como taxista, ele tinha trabalhado seis anos para um vendedor chassídico no Lower East Side de Manhattan. Todas as manhãs ele estava ao lado do vendedor quando o vendedor abria a porta. Quando o vendedor via que tudo estava bem, ele dizia essas palavras: “Barechú Hashém iom iom.”

“Depois de um tempo”, continuou o taxista, “eu perguntei: ‘O que significam essas palavras?’ E ele me disse que significam ‘Graças a D’us dia a dia’ – e eu tenho agradecido a D’us dia a dia desde então. Quando você me perguntou se eu agradeci a D’us hoje, imaginei que você iria gostar de ouvir a minha resposta em hebraico.”

Por agradecer a D’us explicitamente na presença de seu empregado não-judeu, o vendedor influenciou um humano não-judeu a agradecer a D’us dia a dia – precisamente o objetivo da campanha de consciência de D’us do Rebe para toda a humanidade.

Eu abri o Senado dos Estados Unidos em Washington com as sete leis noaicas. Recitei essas leis a um grande grupo de pessoas do clero no Ground Zero após o 11 de setembro. Mas nunca obtive uma resposta como a que obtive daquele taxista haitiano.

Disseminar as “Shéva Mitsvót Bnei Noach” – as Sete Leis dos Descendentes de Noé – para toda a humanidade é a nossa obrigação, que foi reinstaurada e reiterada apenas agora na nossa geração pelo Rebe.

 

Veja também

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

https://a-fe-original–noaismo.info/2015/09/25/site-bnei-noach-e-permitido-a-um-nao-judeu-estudar-a-tora/

 

© Rabi Moshe Feller

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Traduzido do inglês por Noaismo.info: © Noaismo.info

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Bnei Noach

Maimônides e os Noaítas (Bnei Noach)

A Fé Original: Noaismo.info

O Site Bnei Noach

 

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Maimônides e os Noaítas (Beni Noach)

 

As Leis dos Reis (em hebraico: Hilchót Melachím) capítulo 8, leis 10 e 11, capítulo 9, lei 1, capítulo 10, leis 9 e 10

 

Por Noaismo.info

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Uma das maiores autoridades pós Talmúd sobre o tema Bnei Noach é o Rabi Maimônides.

Atualmente muitos rabinos judaizadores o citam mas de fato nenhum deles o transcrevem.

Quando matérias noaíticas citam como referência a obra “Mishnê Torá, As Leis dos Reis” do Rabi Moshê Ben Maimon (também conhecido como Rambám), normalmente, elas ressaltam o capítulo 8, leis 10 e 11, ou o capítulo 9, lei 1, ou o capítulo 10, leis 9 e 10.

A seguir seguem os textos dos três capítulos acima mencionados.

 

Mishnê Torá, As Leis dos Reis:

– capítulo 8, leis 10 e 11:

“10. Moshé somente deu a Torá¹ das 613 Mitsvót (que define quem e o que é judeu) como uma herança para Israel, como Deuteronômio 33:4 afirma: “A Torá… por herança da congregação de Yaacóv”, e para todos aqueles que desejam se converter dentre as outras nações, como Números 15:15 declara: “o convertido será igual a você”.
Entretanto, aquele que não quiser se converter e aceitar a Torá¹ das 613 Mitsvót (que define a Judaicidade: quem e o que é judeu), não deve ser forçado a fazê-lo.

Igualmente, Moshé foi ordenado pelo Todopoderoso a(, por meio de todo o povo judeu em todas as épocas e lugares,) compelir todos os habitantes do mundo a aceitar as Mitsvót transmitidas aos descendentes de Noá.

[…] Uma pessoa que formalmente aceita estas Mitsvót é chamada de residente estrangeiro. Isto se aplica a qualquer lugar. Esta aceitação deve ser feita na presença de três eruditos da Torá.
[…]”

“11. Qualquer pessoa que aceita o cumprimento destas Sete (Categorias de) Mitsvót e é cuidadosa na sua observância, é considerada como um dos devotos (de Hashém) entre os gentios e terá o MÉRITO de compartilhar do Mundo Vindouro◇.
Isto se aplica somente quando ela as aceita e cumpre, porque o Santíssimo (D’us), abençoado Seja, ordenou-lhes isto na Torá e nos informou através de Moshé Rabênu (i.e., nosso mestre) que mesmo previamente os descendentes de Noá foram obrigados a cumpri-las.

No entanto, se a pessoa cumpre as Mitsvót por convicção intelectual(, em vez de por terem sido ordenadas pelo Todopoderoso), ela não é um residente estrangeiro, nem é dos devotos (de Hashém) entre os gentios, e nem é dos seus sábios.”

 

– capítulo 9, lei 1:

“1. Seis Mitsvót foram ordenadas a Adám:

a. a proibição de idolatrar falsos deuses;
b. a proibição de blasfemar contra D’us;
c. a proibição de assassinato;
d. a proibição de incesto e adultério;
e. a proibição de roubar;
f. o mandamento de estabelecer leis e cortes de justiça.

[…]

A proibição de comer carne de um animal vivo foi acrescentada (por D’us) a Noá, como Gênesis 9:4 declara: “Porém, você não pode comer carne com sua vida, que é o seu sangue.” Assim, temos Sete Mitsvót (iniciais).

Estas questões permaneceram as mesmas em todo o mundo até Avrahám(, … que foi) instruído a respeito da circuncisão, acrescentada a estas Mitsvót.

[…] Por fim, veio Moshé e a Torá foi finalizada por ele.”

 

– capítulo 10, leis 9 e 10:

“9. Um gentio que estuda (as Leis Rituais da) Torá¹ (para praticá-las sem se converter) é passível (de punição pelos Céus, porque os outros o verão cumprindo Mitsvót que não lhe é pertinente e se enganarão pensando que ele é um judeu praticante e se equivocarão indo atrás dele). Eles (os gentios) devem se dedicar somente ao estudo (e prática) de suas Sete (Categorias de) Mitsvót².

Assim também, um gentio que faz um Shabát, i.e., que realiza um descanso ritual — em qualquer dia da semana (podendo ser até mesmo no próprio sétimo dia) —, é passível (de punição). Nem é necessário dizer, ele é passível de punição se cria um dia de festividade (religiosa, incluso por estar copiando festividades judaicas,) para si próprio.

Em geral se adota o seguinte princípio nestas questões: Não se deve permitir dar origem a alguma religião ou criar novas Mitsvót para si mesmos baseados nas suas próprias decisões (incluso de querer imitar os judeus). (Se eles querem praticar as Leis Rituais,) eles podem se tornar convertidos justos e aceitar todas as 613 Mitsvótou eles devem permanecer com as instruções designadas para eles ( – que são as Leis Morais – )sem acrescentar (incluso rituais inventados por si mesmos ou copiados dos judeus) ou diminuir (por suas próprias inferências).

 

▲ Leis Rituais = Mitsvót Eidót.
“Eidót (Eidut) significa literalmente testemunho, referindo-se àquelas Mitsvót que dão testemunho e são sinais da relação especial de D’us com os judeus(*). São as Mitsvót que servem para identificar o povo judeu.
Os
 sinais que distinguem os judeus das outras nações devem ser associados exclusivamente aos judeus.”
— O Rebe (Rabi Menachem Mendel Schneerson), o líder da nossa geração.

* “Sinais de Distinção” (entre judeus e não-judeus). Sidur

 

Se um gentio estuda (as Leis Rituais da) Torá¹ (para praticá-las sem se converter), faz um Shabát, ou inventa (ou copia rituais —) práticas religiosas, uma corte judia deve […] informá-lo de que é passível (de punição. …)”

“10. Não devemos impedir um gentio (que já aceitou o número básico, mínimo, de Sete Mitsvót e) que (agora) deseja (estudar e) cumprir (qualquer) Mitsvá das Mitsvót (Morais) da Torá( – pois estas Sete Mitsvót são declarações gerais, que, com suas ramificações e extensões, abrangem inúmeros detalhes –, a exceção, logicamente, como já foi dito, de estudar as Leis Rituais da Torá¹ para praticá-las sem se converter e de fazer um Shabát – a Mitsvá do Shabát representa todas as Leis Rituais –,) a fim de receber benefício, de realizá-las, contanto que as faça como é devido (i.e., exatamente do modo como foi ordenado por D’us na Torá).³ [Por exemplo, se o gentio quer cumprir outras Mitsvót além das Sete básicas, ele pode ofertar um Korban Olá ou ele pode dar tsedacá.]”

 

No Brasil, (livro) por Editora Maayanot.

 

Notas:

¹ O Rabi Tzvi Freeman explica que “o título Torá” no judaísmo não se refere exclusivamente “aos Cinco Livros de Moisés”, mas “pode se referir também a toda a Torá escrita” que é a Bíblia Judaica (Tanách) e/ou ainda “a Torá Oral, que inclui:

• a compilação de leis e decisões conhecidas como Mishná, juntamente com outras compilações aceitas,

• a discussão e o debate de que material, conhecido como Talmud ou Guemará,

• as histórias e suas lições, que aparecem compiladas no Talmud e obras midráshicas,

• todos os outros ensinamentos que foram aceitos por um consenso de longo prazo da comunidade judaica observante, porque se baseiam firmemente em algum precedente, ou porque foi demonstrado que surgiram por meios aceitos a partir de textos e opiniões anteriores.”

(   https://a-fe-original–noaismo.info/2015/11/20/site-bnei-noach-que-e-tora-no-judaismo-e-no-noaismo/  )

Para mais detalhes sobre o que é a Torá Oral, veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2015/09/19/site-bnei-noach-o-que-e-a-tora/

 

² https://a-fe-original–noaismo.info/2015/09/25/site-bnei-noach-e-permitido-a-um-nao-judeu-estudar-a-tora/

 

³ https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-como-o-bnei-noach-serve-hashem-conversao-ao-judaismo/

https://a-fe-original–noaismo.info/site-bnei-noach-por-que-ha-discordancia-entre-os-proprios-rabinos-sobre-a-pratica-noaica/

 

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Bnei Noach, Perguntas & Respostas (e Guia Bnei Noach)

The Sons of Noah/Os Filhos de Nôach

O Projeto Noaismo Info (A Fé Original da humanidade) — O Site Bnei Noach — apresenta:

 

B”H

 

The Sons of Noah / Os Filhos de Nôach (Noá (Noé))

 

Por Donny Fuchs

 

A VERDADE SOBRE OS BNEI NOACH (NOAÍTAS)

 

“E HaVaYaH disse: “Farei o homem que criei desaparecer de sobre a face da terra – desde o homem até o animal, o réptil e a ave dos céus, porque ME arrependi de os haver feito.” Mas Nôach achou graças aos olhos de HaVaYaH.” (Gên. 6:7-8)

“Estas são as gerações de Nôach. Nôach era um homem justo e perfeito em suas gerações, e Nôach andava com D’us.” (Gênesis 6:9)

 

Aviso: Este artigo não deve ser visto como uma posição final sobre o tema dos B’nai Noach/Bnei Noach/Benêi Nôach (Filhos de Noá {Noé}, em hebraico), que é um tema complicado e multifacetado que exige a contribuição de decisores instruídos da lei judaica. Cada autêntico Ben Noach ou Filho de Noá ou Noaíta hoje trabalha em conjunto com pelo menos um rabino respeitável[*] para discutir assuntos relacionados à vida segundo tal sistema disciplinado. Como eu indico no artigo, a vida de um Ben Noach é difícil e exigente, e requer constante supervisão vigilante. Estas são apenas minhas reflexões sobre este importante tema, baseadas em fontes judaicas clássicas, em particular, o Rambám (Rabi Maimônides), que apresenta a mais precisa, a mais elucidada estrutura para expressar o Pacto Noaico. Sempre consulte uma autoridade da Torá adequada para esclarecimentos.

[* Como é o caso do Projeto Noaísmo Info — o site Bnei Noach — que é reconhecido, aprovado e recomendado para os não-judeus brasileiros e para os falantes do português em todo o mundo pela Organização Ask Noah International (asknoah.org).]

 

A porção da Torá, Parashá Nôach, é uma oportunidade única para abordar um problema por muito tempo negligenciado: a exigência de gentios para viver suas vidas de acordo com as Shéva Mitsvót Nôach (Sete Leis de Noé) e a obrigação de judeus de difundir este conhecimento no mundo não-judeu.
Apesar das alegações dos críticos bíblicos, Nôach foi uma pessoa real que há muito tempo atrás se manteve um farol solitário do bem na mais corrompida das eras. (Podemos ter bem certeza de que Nôach nem parecia Russell Crowe nem se comportava como ele.) As Sete [Categorias] Leis de Nôach recordam o legado deste homem justo e oferecem o quadro da Torá para os gentios seguirem.

Sem dúvida alguma, na maior parte dos últimos dois mil anos, os judeus tiveram poucas oportunidades de se engajar em tais empreendimentos, uma vez que todos os nossos esforços coletivos estavam concentrados em nos proteger de ameaças físicas e espirituais. Enquanto ainda enfrentamos muitas dessas ameaças hoje, temos muitas oportunidades que não existiam no passado. Barúch Hashém (Bendito é Hashém {D’us}). Muitos judeus e gentios estão aproveitando este período histórico sem precedentes. Gentios justos no mundo inteiro estão vivendo suas vidas de acordo com as Shéva Mitsvót. Em um mundo de constante Chilúl (Profanação), isto é uma tremenda Kidúsh Hashém (Santificação do Nome de Hashém, ou seja, D’us).

O Judaísmo proclama um destino único para o Povo Judeu baseado no quadro da Torá, como revelado a nós no Har Sinái. Nós judeus somos o Am Segulá – o “Povo Escolhido” – uma vez que nós mesmos aderimos à Torá. Mas O Todopoderoso não tem negligenciado ou abandonado o não-judeu. Para o gentio, os meios de cumprir a Vontade de D’us é aderindo às Sete [Categorias de] Leis de Noá. Enquanto os aspectos particularistas do Judaísmo são reais e específicos para o nosso povo, existem aspectos universais genuínos ao Judaísmo. O problema é que as idéias de universalismo expressas pela maioria dos judeus de hoje são geralmente baseadas em conceitos não-judaicos, específicos para o liberalismo ou algum outro sistema de crenças falsas que não tem nenhuma compatibilidade com a nossa Lei Divina.

A forma de universalismo na Torá mais genuína é a obrigação judaica de difundir o conhecimento de D’us no mundo não-judeu. Como recitamos na bela oração Alênu, “letakên olám bemalchút Shadai” (“para aperfeiçoar o mundo sob a soberania do Todopoderoso”), nossa missão para a retificação do mundo só pode ocorrer no âmbito do “Reino” de Hacadósh Barúch Hu (O Santo, Bendito Seja).

Será pouco afirmar que nós judeus temos poucos amigos no mundo. Particularmente hoje, quando o Estado de Israel enfrenta uma série de inimigos na nossa terra santa e em toda parte do mundo, o desejo dos judeus de encontrar alianças é compreensível. Ainda assim, é trágico, já que na ausência de verdadeiros amigos sem planos ocultos (e talvez não tão ocultos), muitos judeus agarram mãos estranhas enquanto caminham na escuridão. Em todo o espectro religioso e político judaico, judeus confusos procuram se associar com parceiros proibidos. Considerado pelos judeus liberais como uma questão de “ética judaica”, eles [os judeus liberais], com a catarata da ignorância embaçando sua visão, em geral encontram amigos exatamente entre aqueles que exprimem programas radicais.

Em Israel, hoje, podemos constatar que o outro extremo do espectro religioso e político [judaico] não está livre da falsidade. Testemunhamos um espetáculo aterrorizante. Judeus têm avidamente tomado as mãos de cristãos evangélicos em busca de apoio. Muitos judeus tolamente os rotulam aliados e mordem a isca da ajuda econômica. Escrevi sobre isso nos últimos meses e não quero repetir aqui tudo o que escrevi. Simplesmente quero enfatizar que existem muitos gentios justos que estão seguindo o caminho correto que Hacadósh Barúch Hu escolheu para eles. Quero afirmar que estes são os únicos amigos que Am Yisrael (o Povo de Israel) tem. E por razões haláchicas e hashkaficas, para não mencionar a nossa obrigação religiosa, só eles merecem nossa aliança e atenção. Certamente, as questões haláchicas relativas à admissibilidade de gentios que residem em Éretz Yisrael (na Terra de Israel) e ao status de um “guer tosháv” (estrangeiro residente) só podem ser abordadas dentro do contexto deste importante tema.

Os Filhos de Noá rejeitaram o cristianismo nos E.U.A. e uma série de outras religiões pagãs em todo o mundo. Eles se preocupam apenas com a Torá e com o único caminho de inter-relação que D’us lhes deu. Como o Nôach original, que se agarrou ao Todopoderoso enquanto o inferno da corrupção consumia a Terra, esses gentios justos do mundo lutam a guerra de Hashém.

Informação:

O Talmúd (Sanhedrín 56a) declara que O Todopoderoso deu aos filhos de Noá as Sete [Categorias de] Leis.

[Veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/02/04/site-bnei-noach-as-sete-leis-de-noa-no-talmud-da-babilonia-sanhedrin-56a/  ]

Ao contrário do que muitos judeus equivocados acreditam e do que tragicamente muitos rabinos divulgam como um axioma judaico, NÃO é certo os gentios adorarem como lhes pareça conveniente. Embora o Povo Judeu tenha um pacto único com D’us, os gentios têm o seu próprio pacto: O Pacto de Nôach, manifestado por meio das Sete [Categorias de] Leis de Noá. Os gentios não foram abandonados por D’us, nem estão autorizados a abandonar D’us por si mesmos. Eles têm a oportunidade e, de fato, a obrigação de descobrir a Verdade do SEU NOME e de viver suas vidas de acordo com os princípios que lhes são exigidos.

Rabi Maimônides enumera as sete [categorias de] leis em “As Leis dos Reis”, capítulo 9, e elabora sobre elas:

א עַל שִׁשָּׁה דְּבָרִים נִצְטַוָּה אָדָם הָרִאשׁוֹן–עַל עֲבוֹדָה זָרָה, וְעַל בִּרְכַת הַשֵּׁם, וְעַל שְׁפִיכוּת דָּמִים, וְעַל גִּלּוּי עֲרָיוֹת, וְעַל הַגָּזֵל, וְעַל הַדִּינִים.

ב אַף עַל פִּי שֶׁכֻּלָּן קַבָּלָה הֶן בְּיָדֵינוּ מִמֹּשֶׁה רַבֵּנוּ, וְהַדַּעַת נוֹטָה לָהֶן, מִכְּלַל דִּבְרֵי הַתּוֹרָה, יֵרָאֶה שֶׁעַל אֵלּוּ נִצְטַוּוּ. הוֹסִיף לְנוֹחַ .מִצְווֹת שֶׁבַע נִמְצְאוּ); ד,ט בראשית” (תֹאכֵלוּ לֹא דָמוֹ בְּנַפְשׁוֹ, בָּשָׂר-אַךְ” שֶׁנֶּאֱמָר, הַחַי מִן אֵבֶר
(Machon Mamre Online)

1: “Seis preceitos foram ordenados a Adám:
a. (a proibição) de idolatrar falsos deuses;
b. (a proibição) de blasfemar contra D’us;
c. (a proibição) de assassinato;
d. (a proibição) de incesto e adultério;
e. (a proibição) de roubar;
f. (o mandamento [positivo] de estabelecer) leis e cortes de justiça.”

2: “Apesar de termos recebido todos estes mandamentos de Moshé ….… a proibição de comer carne de um animal vivo foi acrescentada para Nôach, como Gênesis 9:4 declara: “Porém, a carne com sua alma estando com vida em seu sangue (i.e., a carne de um animal vivo) você não pode comer.”

[Em português, página 107, Editora Maayanot.

Ou veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/08/01/site-bnei-noach-maimonides-e-os-bnei-noach/    ]

Rabi Maimônides prossegue explicando como D’us foi acrescentando mitsvót a cada um dos Patriarcas:

* Avrahám: circuncisão e as preces matinais.

* Yitschác: dízimo e a prece da tarde.

* Yaacóv: a proibição de comer o nervo ciático, e a adição das preces noturnas.

Ao longo da história, proeminentes Poskím (rabinos legisladores) têm debatido e discutido o desmembramento e categorização precisos dessas leis. Muitos têm sugerido que outras leis foram dadas. Outrossim, há a complicada discussão haláchica relativa a quais mitsvót e responsabilidades adicionais os Bnei Noach podem adotar, bem como a permissibilidade (e de fato a exigência) para estudar e compreender todos os assuntos da Torá pertinentes às suas respectivas obrigações.

 

As Sete [Categorias de] Leis de Noá:

EXPONDO VÁRIOS MITOS

 

* Mito #1: É fácil ser Ben Noach.
[Errado.] É extraordinariamente difícil. As Sete Leis (de acordo com um grande número de poskím) são sete categorias gerais que abrangem uma miríade de subcategorias. As penas [aplicadas] a um gentio que revoga o pacto de Nôach são muito mais rigorosas do que seriam a um judeu. Se existissem tribunais apropriados ativos hoje [(ou seja, se existissem hoje tribunais legitimamente noaíticos)], a pena para quem revogasse quaisquer das sete leis seria morte por decapitação. Um Ben Noach tem de ser um indivíduo de mentalidade disciplinada para viver adequadamente tal código rígido de leis. Tudo isso deve nos fazer apreciar o compromisso dos gentios justos que abandonaram suas religiões para seguir a Torá. O link a seguir apresenta [EM INGLÊS] um ensaio profundo sobre os desafios enfrentados pelos Bnei Noach, escrito pelo Rabi Yisroel Chait, shlitah, da Yeshivá B’nai Torah. ( http://www.ybt.org/essays/rchait/bnoach/bneinoah.html )

 

* Mito #2: cristãos e muçulmanos são Bnei Noach.
Enquanto houveram Poskím, medievais e contemporâneos, que designaram estas religiões sob o título de “Bnei Noach” (por exemplo: a posição de Menachem ben Solomon Meiri [conhecido também simplesmente por Meiri (século 13)] sobre os cristãos), muitos eruditos judeus se opuseram a este status. Alguns viram isso como uma forma de “p’shara” (compromisso) que foi tomada por conveniência, devido a fatores socioeconômicos que exigiam uma leitura mais liberal do termo. Em sua obra clássica, Exclusiveness and Tolerance (Exclusividade e Tolerância), Jakob Katz observou o seguinte:

“Como veremos mais adiante, a avaliação judaica da cristandade contemporânea voltou-se principalmente sobre a questão de saber se os cristãos satisfazem os termos do Pacto de Nôach, que inclui a crença na unidade de D’us. Porém, não houve nenhuma dúvida de que os gentios, os cristãos [estando] incluídos, estão fora dos limites do pacto bíblico no sentido pleno do termo.” (página 3)

Deve-se notar que de acordo com Rabi Maimônides, nem o islã e nem o cristianismo são caminhos aceitáveis para os gentios que são obrigados a aceitar a soberania de Hashém, o Único e Verdadeiro D’us, no contexto das 7 Categorias de Leis de Noá. Embora a questão com os cristãos pareça evidente com base nos fundamentos de suas crenças, já que o islã é uma religião falsa com um falso profeta que rejeita o Pacto judaico eterno com O Todopoderoso, eles [os cristãos] não podem ser classificados como Bnei Noach. E eu nem sequer entrei nas proibições mais óbvias revogadas por eles desde tempos imemoriais. De acordo com Rabi Maimônides, mesmo um monoteísta genuíno não se qualifica como um Noaíta[ – Ben Noach, Filho de Noá –, um justo (ou piedoso) entre as nações, um sábio entre as nações, um devoto de Hashém entre as nações,] se ele aceita as Sete Categorias de Leis apenas porque elas lhe parecem lógicas, ao invés de aceitá-las como uma Revelação Divina.

[Veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2019/06/01/site-bnei-noach-os-tres-tipos-de-descendentes-de-noa-os-dez-mandamentos-noaiticos-as-tres-leis-devocionais-dos-noitas/   .]

Para resumir: É uma distorção da Halachá dizer que o cristianismo ou o islamismo é bom para os gentios. O primeiro (o cristianismo) continua a ser uma forma primitiva de idolatria, este último (o muhammadismo) um “monoteísmo” pagão, que na verdade é um culto de sangue da jihad. Ambas as religiões são usurpadoras teológicas que aderem à “teologia da substituição”, e ainda, no caso do islã, à uma completa distorção da história judaica e à uma rejeição do texto massorético [da bíblia] como um texto manipulado [pelos judeus]. Embora seja verdade que Rabi Maimônides coloca estas duas religiões em um contexto histórico e vê as duas religiões como sendo talvez uma maneira de afastar o mundo das formas mais óbvias de adoração falsa, elas são, para ele, meios claramente impróprios de culto que não cumprem os critérios de um Noaíta.

Para muitos rabinos religiosos um sentido complexo de universalismo não combina com um judaísmo fidedigno. As 7 Leis de Noá são um bom exemplo desta tendência trágica. Muitos judeus têm medo de “conduzir” o mundo a esse conhecimento [por acharem que] serão vistos como intolerantes e fundamentalistas pelos ignorantes. Embora o judaísmo certamente respeite a condição humana que necessita continuamente de uma busca espiritual longa e árdua, em última análise, todos os gentios são obrigados a seguir as 7 Leis de Nôach – uma forma de vida disciplinada, intensiva – e não uma religião (o que é proibido ao gentio [(inclusive se uma pessoa ou um grupo, mesmo que sob orientação de rabino(s), se judaiza (adota ou copia práticas ritualísticas judaicas (tsitsít, talít, shábat, etc)), conforme Mitsvót expostas por Rabi Maimônides)]).

 

* Mito #3: É suficiente ser uma “boa pessoa” ou “Todos os gentios morais seguem as Shéva Mitsvót”: Novamente, uma vez que estas são categorias amplas, carregadas de conceitos, é impossível seguir essas leis sem conhecê-las e estudá-las. Além disso, a maioria dos gentios, em virtude de suas respectivas crenças religiosas, concorda com as idéias que seriam consideradas idólatras/heréticas de acordo com os critérios noaíticos. A partir de uma perspectiva judaica, o único modo adequado de se ser uma boa pessoa é seguindo as Sete Leis. Isso não significa que os gentios que não têm conhecimento destas leis sejam ruins. Hashém irá julgá-los com base em sua busca intelectual da verdade. Mas, afinal, este é o quadro designado para os gentios alcançarem o status de gentio justo [ou seja, de justo entre os gentios, ou sábio entre os gentios, ou devoto de Hashém entre os gentios]. O Yahadút (O Judaísmo) sustenta que está garantida aos justos do mundo uma participação no mundo vindouro. Como regra geral, para os não-judeus, as Leis de Nôach são o único caminho para a obtenção deste status*. Indivíduos gentios podem em certas circunstâncias obter recompensa por suas ações independentemente de se alguma vez se comprometeram ou não com essas leis. O Talmúd registra tais casos. Só O Todopoderoso sabe o que está no coração do homem e em que medida ele se comprometeu com a busca da verdade na sua vida.

* Veja

https://a-fe-original–noaismo.info/2016/10/10/site-bnei-noach-os-gentios-os-nao-judeus/

 

* Mito #4: O movimento Bnei Noach é um culto/uma criação “rabínica”: Geralmente, esta é a posição de cristãos antissemitas que estão apavorados com a ideia de que os gentios possam descobrir o sistema noaico. Missionários e evangélicos denigrem as Leis de Nôach como um culto já que querem que os gentios permaneçam cristãos, e a última coisa que querem é que o seu rebanho descubra [a existência de] um sistema [espiritual] para gentios que antecede a criação do cristianismo. Eles sabem que a crença em Jesus/Yeshua/Yahushua está ameaçada pelo Noachdút ou Noaísmo, o antigo código noaico. Atacar Benêi Nôach é também um meio para minar a lei oral como uma rígida “criação rabínica”. Infelizmente, às vezes alguém ouve judeus ignorantes expressarem essa noção de que Bnei Noach são uma seita, uma vez que eles nunca ouviram falar de um movimento contemporâneo de gentios que rejeitam Jesus/Yeshua/Yahushua [e o novo testamento] e que abraçam um caminho da Torá.

 

* Mito #5: Os judeus deveriam gastar todas as suas energias ajudando judeus: Nós judeus não vivemos no vazio. Ou nós impactamos o mundo com base nas palavras de Hashém, ou perdemos nossos conceitos para as interpretações distorcidas dos gentios. Ao ajudar os Bnei Noach, nós também ajudamos a nós mesmos, uma vez que ajudá-los a encontrar o verdadeiro conhecimento de D’us é uma obrigação. Sem ensinar os Benêi Nôach, negligenciamos os mais justos de todos os gentios e invariavelmente buscamos relacionamentos com aqueles que não estão cumprindo a vontade de D’us. E o resultado inevitável é que estes nos influenciam.

Gentios têm a obrigação de estudar e aderir às 7 Leis de Nôach. Mas, na ausência de tal sistema, os gentios não têm meios de se dedicar a esta obrigação. Como tal, nós judeus somos obrigados a adotar o manto de professor da mesma maneira que nosso patriarca Avrahám, a fim de disseminar esse conhecimento para o mundo. Nosso fracasso em abraçar esta tarefa certamente constitui um Chilúl Hashem.

Há muitos gentios que estão esperando ansiosamente o povo judeu chegar até eles. Eles estão ansiosos para aprender. Há muitos que já estão vivendo as leis noaíticas e necessitam do nosso apoio. Não podemos ignorá-los. Está mais do que na hora de se jogar fora “amizades” interesseiras halachicamente proibidas de cristãos evangélicos duas caras que esfregam as mãos enquanto doam milhões para instituições judaicas de caridade. Uma alma judia vale mais do que qualquer número de bilhões de dólares que estes predadores nos enviem. Todas as nossas energias para com os gentios devem ser direcionadas para os justos filhos de Noá.

Vários anos atrás, tive o privilégio de conhecer e compartilhar algumas palavras com um comprometido Noaíta ou Ben Noach. Posso lhe dizer que estas são realmente pessoas especiais, que abandonaram suas crenças ao longo da vida para seguir a Torá. Neste caso, o indivíduo já havia sido um devoto cristão. Como pode alguém não se arrepiar quando analisa o que essas pessoas têm feito? Estou admirado com a honestidade intelectual, força e coragem que é preciso ter para empreender um caminho tão solitário e difícil. Essas pessoas notáveis têm um compromisso inabalável com Hacadósh Barúch Hu (O Santo, Bendito Seja), que os judeus deveriam imitar.

Que O Todopoderoso os fortaleça.

 

Donny Fuchs

© jewishpress

Traduzido do inglês por Noaismo.info

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Hoje, 1° de agosto de 2016, o site Noaismo.info está completando 01 ano. Barúch Hashém.

Expressamos os nossos agradecimentos a todos os nossos leitores.

E para comemorar esta data, um artigo interessantíssimo, de suma importância para todos. Um texto imprescindivelmente esclarecedor para todos os judeus, e mesmo para todos os rabinos, e para todos aqueles que se identificam como Noaítas (Bnei Noach). Um artigo que expõe corajosamente A Verdade sobre os Bnei Noach. Enfim, tudo aquilo que você queria, e precisava, saber sobre os Bnei Noach.

 

The Sons of Noah / Os Filhos de Nôach (Noá)

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